Resumo
Este projeto estuda o padrão de consumo de alimentos ultraprocessados e sua influência sobre o perfil nutricional da dieta e o risco de obesidade na população de sete países. O estudo, coordenado pelo NUPENS/USP, conta com equipes de investigadores nos sete países. Envolve a análise de dados antropométricos e de ingestão de alimentos (registros ou recordatórios de 24 hs) coletados por inquéritos nacionais domiciliares e probabilísticos realizados no Brasil (n=34.003 indivíduos com 10 ou mais anos de idade), Colômbia (n=37.211, 0 a 64 anos), Chile (n=4.920, e 2 anos), Estados Unidos (n=19.903, todas as idades), Canadá (n=35.107, todas as idades), Reino Unido (n=6.828, todas as idades) e Austrália (n=12.153, e 2 anos). Serão classificados como alimentos ultraprocessados itens de consumo que correspondam a formulações industriais de substâncias extraídas de alimentos ou sintetizadas com base em substratos de alimentos ou outras fontes orgânicas, com pouco ou nenhum alimento inteiro - conceito desenvolvido no NUPENS/USP e crescentemente utilizado na literatura científica internacional, na elaboração de guias nacionais de alimentação e em propostas de políticas regulatórias. Em cada país, e nos sete países em conjunto, as associações entre consumo de alimentos ultraprocessados e perfil nutricional da dieta e ocorrência de obesidade serão estudadas de forma transversal e com o controle de variáveis de confundimento. No caso da associação com a obesidade, serão empregados procedimentos para controle de causalidade reversa. No Brasil, as associações serão testadas também longitudinalmente em três coortes de pessoas nascidas em 1982 (n=5.914), em 1993 (n=5.249) e em 2004 (n=4.231). (AU)
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