| Processo: | 09/50815-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2011 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade |
| Pesquisador responsável: | Edson Luiz Lopes Baldin |
| Beneficiário: | Edson Luiz Lopes Baldin |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Botucatu |
| Assunto(s): | Eucalipto Pragas de plantas Controle biológico de vetores Genótipo Fitopatógenos Insetos Psyllidae |
Resumo
A crescente demanda por papel, celulose, carvão vegetal, entre outros, tem impulsionado o aumento nas áreas plantadas com espécies florestais, com destaque para o gênero Eucalyptus, que detém a maior área plantada no Brasil. Devido à expansão das áreas cultivadas com eucalipto surgiram diversos problemas fitossanitários associados à cultura, principalmente relacionados às pragas. Recentemente foi relatada a ocorrência do psilídeo-de-concha, Glycaspis brimblecombei (Moore, 1964) (Hemiptera: Psyllidae), praga responsável por elevadas perdas econômicas nesta cultura. Ao sugar a seiva das plantas, ocasiona descoloração das folhas, diminuição da área fotossintética, redução no crescimento das árvores, além de secamento dos ponteiros. No manejo deste inseto podem ser utilizadas várias estratégias, como o uso de genótipos resistentes, que além de reduzir as populações de insetos pragas, reduzem eventuais desequilíbrios ambientais. Assim, o presente estudo terá por objetivo avaliar a possível resistência dos genótipos de eucalipto: Eucalyptus camaldulensis (Procedências: João Pinheiro-MG e IPEF-SP); E. urophylla (Procedência: Avaré, SP); E. grandis (Procedência: Lençóis Paulista-SP); clones híbridos de E. grandis x camaldulensis denominados gracam (3025 e 1277); clones híbridos de E. urophylla x. camaldulensis denominado urocam (VM-1) e clones híbridos de E. urophylla x grandis denominados urograndis (H-13,1-144, C-219, GG-100). Em laboratório, os genótipos serão avaliados quanto à atratividade e à preferência para oviposição. Posteriormente, serão realizados ensaios visando verificar possíveis alterações sobre a biologia do inseto nos diferentes genótipos. Em condições de campo será observado o nível de infestação/genótipo. Os possíveis reflexos das infestações do inseto sobre os genótipos de eucalipto serão determinados através de medições periódicas da altura, diâmetro de caule e nível de desfolha. (AU)
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: |
| Mais itensMenos itens |
| TITULO |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): |
| Mais itensMenos itens |
| VEICULO: TITULO (DATA) |
| VEICULO: TITULO (DATA) |