| Processo: | 12/17373-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade |
| Pesquisador responsável: | Renate Krause Sakate |
| Beneficiário: | Bruno Rossitto de Marchi |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Pragas de plantas Insetos nocivos Mosca-branca Begomovirus |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Begomovirus | Bemisia tabaci | espécies | mosca branca | mtoCOI | transmissão | Virologia |
Resumo As moscas brancas (Bemisia tabaci) são reconhecidas como uma das mais importantes pragas do século, principalmente por serem vetoras dos begomovírus. São insetos com alta variabilidade biológica intra-específica e genética e formam um complexo de espécies divididas em 11 sub grupos contendo pelo menos 29 espécies morfologicamente indistinguíveis. Destas espécies, apenas Middle East-Asia Minor 1 (MEAM1), New World 1 (NW1) e New World 2 (NW2) foram verificadas no Brasil até o momento. A espécie MEAM1, também conhecida por biótipo B, é reconhecida como a de maior distribuição mundial, enquanto que as espécies nativas das Américas pertencentes ao grupo New World ainda são pouco estudadas, principalmente por terem sido descobertas (como no caso da NW2) recentemente, sendo sua variabilidade genética e importância epidemiológica na transmissão de begomovirus ainda desconhecida. Neste trabalho, pretende-se avaliar a importância da espécie New World 2, encontrada em baixas populações, porém em diferentes regiões do Estado de São Paulo, como transmissora de begomovirus, além de ser verificado o numero de haplótipos encontrados nas áreas amostradas. Moscas brancas em diferentes localidades do Estado de São Paulo, serão coletadas, terão o gene da mitocondria cytochroma oxidase I (mtCOI) analisado por RFLP e sequenciamento para identificação da espécie e análise da variabilidade. A presença de begomovirus diretamente no inseto será avaliada por RCA-PCR e indicará se a espécie NW2 é vetora ou não de begomovírus. Além disso, pretende-se isolar e estabelecer uma população de moscas brancas da espécie NW 2 afim de realizar ensaios de transmissão de begomovírus pelo inseto. | |
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