| Processo: | 05/58538-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2006 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2010 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Molecular e de Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Luis Carlos de Souza Ferreira |
| Beneficiário: | Mariana de Oliveira Diniz |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Infecções por Papillomavirus Vacinas de DNA Resposta imune Papillomavirus humano 16 |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cancer Cervical | E7, E6, E5 | Hpv | Resposta Celular | Vacina De Dna | Vacina Terapeutica |
Resumo O desenvolvimento de estratégias terapêuticas contra o vírus do papiloma humano (HPV) representa uma prioridade para o controle do câncer de colo uterino. A imunoterapia antígeno-específico contra o câncer, surge como uma excelente estratégia no controle de tumores, por sua capacidade de desenvolver imunidade específica contra células neoplásicas, não destruindo células normais. O HPV-16, de maior relevância epidemiológica, codifica três proteínas ontogênicas E5, E6 e E7, expressos exclusivamente em células tumorais e, por isso, utilizadas como alvos para vacinas terapêuticas contra tumores causados pelo vírus. No Laboratório de Desenvolvimento de Vacinas foram construídas, com a participação da aluna, vacinas de DNA capazes de expressar as proteínas E6 e E7 do HPV-16 que foram capazes de gerar significativa ativação de células T CD8+ E7 específicas e apresentaram excelente (100%) efeito profilático e terapêutico (40%), quando administradas por via intramuscular em camundongos desafiados com células tumorais (TC-1). No presente projeto de doutoramento direto propomos utilizar um novo vetor vacinai que contém os genes das oncopoteínas E7, E6 e E5 fusionados em seqüência em um sitio permissível próximo à extremidade C-terminal da proteína gD do HSV-1 em ensaios em modelo murino, avaliando a capacidade desse vetor em ativar células T CD8+ específicas, bem como em conferir proteção profilática e terapêutica à formação de tumores induzidos após inoculação de células TC-1. (AU) | |
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