| Processo: | 16/06001-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Livros no Brasil |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2017 |
| Área do conhecimento: | Ciências Humanas - História - História do Brasil |
| Pesquisador responsável: | Maria Aparecida de Aquino |
| Beneficiário: | Maria Aparecida de Aquino |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Movimento popular Custo de vida Redemocratização Brasil República Governo militar Ditadura Livros Publicações de divulgação científica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Ditadura Militar | Movimento Contra a Carestia | Movimento do Custo de Vida | movimento popular | transição | História do Brasil República/Regime Militar |
Resumo
O objeto central desta dissertação foi o Movimento do Custo de Vida (MCV), também conhecido como Movimento Contra a Carestia (MCC), que pode ser considerado um dos maiores movimentos populares que emergiram, em São Paulo, no contexto das lutas pela redemocratização brasileira. Buscamos compreendê-lo como um movimento que teve sua hegemonia disputada por grupos que estiveram presentes - com diferentes graus de influência - ao longo de toda sua trajetória; contestando, assim, análises anteriores que identificaram uma apropriação do movimento por grupos externos a ele após 1978. Esta hipótese nos levou a estender o recorte temporal até então pesquisado, optando pelo intervalo 1973-1982 que, ao nosso ver, reflete também uma certa configuração comum de respostas possíveis à crise econômica vivenciada após o período do milagre. Utilizamos como fontes desta pesquisa extensa documentação produzida pelo MCV e entidades de apoio (panfletos; material de divulgação; boletins; revistas; quadrinhos; pesquisas de preço e opinião; cartas às autoridades); pela imprensa e, ainda, o material elaborado (mensagens; relatos de agentes infiltrados em reuniões e assembleias; informes; avaliações; dossiês) por agentes do Departamento Estadual de Ordem Política e Social de São Paulo (DEOPS-SP), juntamente com declarações oficiais de representantes que compunham o governo autoritário. Além da origem, composição e trajetória do MCV, este trabalho investigou também o imaginário construído por ele em sua documentação, bem como aquele que o Estado construiu a respeito do movimento. Entendemos que estas imagens orientaram as ações de cada um dos lados em uma relação marcada pela postura tríplice do Estado: entre a negação, a negociação e a repressão. (AU)
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