Resumo
Apesar de salvadora a curto prazo, a ventilação mecânica artificial é responsável direta por aproximadamente 15.000 mortes evitáveis por ano em nosso país. Os problemas decorrem do stress mecânico imposto a uma estrutura pulmonar frágil e heterogênea. Para preveni-los, o intensivista necessita de melhores instrumentos para detectar anomalias regionais dentro da caixa torácica, assim como um conhecimento mais profundo da resposta tecidual pulmonar frente à doença e ao stress mecânico. Este projeto contempla tais carências, Juntamente com a Escola Politécnica e a Matemática da USP, desenvolveremos ferramentas teóricas para a concepção de um monitor ideal em terapia intensiva, potencialmente capaz de obter imagens, em tempo real, de alterações regionais e localizadas de ventilação pulmonar. Através de uma série de estudos clínicos e experimentais, determinaremos a resposta pulmonar frente a diversas condições ventilatória, sua monitoração ideal através desta nova tecnologia, e uma nova lógica para o seu tratamento. (AU)
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