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Evolução química e populações estelares galácticas e extragalácticas, por espectroscopia e imageamento
| Pesquisador responsável: | Beatriz Leonor Silveira Barbuy |
| Instituição: | Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Astronomia |
| Linha de fomento: | Auxílio a Projeto de Pesquisa - Temático |
| Processo: | 10/50930-6 |
| Vigência: | 01 de janeiro de 2011 - 31 de dezembro de 2014 |
| Projeto(s) vinculado(s): | 12/01242-5 - Procura por estrelas pobres em metais do survey Hamburg/ESO utilizando a Banda-G do CH 11/00759-1 - Estimativas da RAZÃ0 [O/Fe] para estrelas pobres em metais enriquecidas em carbono a partir de espectroscopia no infra-vermelho próximo |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 11/03658-1 - Calibração de metalicidades de estrelas sub-anãs pobres em metais baseada em companheiras binárias 10/08996-0 - O halo da Via Láctea revisitado |
| Assunto(s): | Astrofísica estelarEspectroscopiaFormação de estrelasAbundâncias (astronomia)Projetos Temáticos |
Resumo
As populações estelares, caracterizadas por suas idades, metalicidades, propriedades cinemátics, e localização dentro da galáxia que as contém, são traçadoras da formação e evolução química e dinâmica de galáxias. Seu estudo fornece também evidências sobre os processos de formação e evolução estelar. Neste projeto propomos desenvolver novas etapas de nossos estudos sobre populações estelares da Galáxia, Nuvens de Magalhães e outras galáxias próximas, assim como populações estelares compostas vistas a partir da luz integrada de galáxias mais distantes. Os trabalhos sobre as populações estelares da Via Láctea envolvem amostras de estrelas do bojo, disco espesso, halo interno e externo, e disco fino. Estrelas individuais são também observáveis nas Nuvens de Magalhães. Na Via Láctea e Nuvens de Magalhães é também útil o imageamento de aglomerados estelares em diferentes cores, visando seu estudo através de diagramas cor-magnitude. A observação da luz integrada de aglomerados estelares e da luz de galáxias distantes pode também ser estudada através da decomposição de suas populações estelares. Buscam-se idades, propriedades cinemáticas, metalicidades, razões de abundâncias. Um estudo detalhado da composição química de estrelas leva a evidências sobre a época de sua formação, assim como informações sobre nucleossíntese ocorrida em gerações anteriores de estrelas, ou processos de nucleossíntese internos associados a misturas convectivas devidas a mecanismos hidrodinâmicos. O estudo de estrelas jovens e proto-estrelas vem completar o quadro das populações encontradas nas galáxias. Buscamos respostas para as seguintes perguntas: processos de formação do bojo galáctico e implicações para a formação de galáxias espirais; processos de formação dos aglomerados globulares; identificação de aglomerados globulares mais velhos e procura de evidências para sua formação na fase de proto-galáxía; evidências de nucleossíntese ocorrida no Big Bang e na primeira geração de estrelas, e suas implicações para o processo de formação dos primeiros objetos no Universo. (AU)
As populações estelares, caracterizadas por suas idades, metalicidades, propriedades cinemátics, e localização dentro da galáxia que as contém, são traçadoras da formação e evolução química e dinâmica de galáxias. Seu estudo fornece também evidências sobre os processos de formação e evolução estelar. Neste projeto propomos desenvolver novas etapas de nossos estudos sobre populações estelares da Galáxia, Nuvens de Magalhães e outras galáxias próximas, assim como populações estelares compostas vistas a partir da luz integrada de galáxias mais distantes. Os trabalhos sobre as populações estelares da Via Láctea envolvem amostras de estrelas do bojo, disco espesso, halo interno e externo, e disco fino. Estrelas individuais são também observáveis nas Nuvens de Magalhães. Na Via Láctea e Nuvens de Magalhães é também útil o imageamento de aglomerados estelares em diferentes cores, visando seu estudo através de diagramas cor-magnitude. A observação da luz integrada de aglomerados estelares e da luz de galáxias distantes pode também ser estudada através da decomposição de suas populações estelares. Buscam-se idades, propriedades cinemáticas, metalicidades, razões de abundâncias. Um estudo detalhado da composição química de estrelas leva a evidências sobre a época de sua formação, assim como informações sobre nucleossíntese ocorrida em gerações anteriores de estrelas, ou processos de nucleossíntese internos associados a misturas convectivas devidas a mecanismos hidrodinâmicos. O estudo de estrelas jovens e proto-estrelas vem completar o quadro das populações encontradas nas galáxias. Buscamos respostas para as seguintes perguntas: processos de formação do bojo galáctico e implicações para a formação de galáxias espirais; processos de formação dos aglomerados globulares; identificação de aglomerados globulares mais velhos e procura de evidências para sua formação na fase de proto-galáxía; evidências de nucleossíntese ocorrida no Big Bang e na primeira geração de estrelas, e suas implicações para o processo de formação dos primeiros objetos no Universo. (AU)
Publicações científicas
:
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do Google Scholar, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
ALVES-BRITO, A.; KARAKAS, A. I.; YONG, D.; MELENDEZ, J.; VASQUEZ, S. CNO and F abundances in the barium star HD 123396. Astronomy & Astrophysics, v. 536, DEC 2011.
BENSBY, T.; ADEN, D.; MELENDEZ, J.; GOULD, A.; FELTZING, S.; ASPLUND, M.; JOHNSON, J. A.; LUCATELLO, S.; YEE, J. C.; RAMIREZ, I.; COHEN, J. G.; THOMPSON, I.; BOND, I. A.; GAL-YAM, A.; HAN, C.; SUMI, T.; SUZUKI, D.; WADA, K.; MIYAKE, N.; FURUSAWA, K.; OHMORI, K.; SAITO, TO.; TRISTRAM, P.; BENNETT, D. Chemical evolution of the Galactic bulge as traced by microlensed dwarf and subgiant stars IV. Two bulge populations. Astronomy & Astrophysics, v. 533, SEP 2011.
BENSBY, T.; ALVES-BRITO, A.; OEY, M. S.; YONG, D.; MELENDEZ, J. A FIRST CONSTRAINT ON THE THICK DISK SCALE LENGTH: DIFFERENTIAL RADIAL ABUNDANCES IN K GIANTS AT GALACTOCENTRIC RADII 4, 8, AND 12 kpc. The Astrophysical Journal Letters, v. 735, n. 2 JUL 10 2011.
Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o projeto:
Volta aos primórdios do Universo
Volta aos primórdios do Universo
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