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Impactos no solo da conversão floresta-uso agropecuário na Região Sul do Amazonas

Pesquisador responsável:

José Marques Júnior

Outros projetos de José Marques Júnior Outros projetos do(a) pesquisador(a)
Instituição: Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias
Área do conhecimento: Ciências Agrárias - Agronomia
Linha de fomento: Auxílio a Projeto de Pesquisa - Regular
Processo: 09/53368-0
Vigência: 01 de julho de 2010 - 30 de junho de 2012
Convênio/Acordo de cooperação: FAPEAM
Assunto(s):

Ciência do solo

Quimiometria

Manejo do solo

Mineralogia do solo

Dióxido de carbono (emissão)

Projetos Regulares

Resumo
Buscando esclarecer as informações sobre a distribuição e o comportamento dos s na Região Sul do Amazonas o presente trabalho tem como objetivo investigar os tos das transformações vegetacionais sobre os atributos do solo na região Sul do Amazonas, utilizando técnicas de geoestatística e multivariada no contexto das relações solo-paisagem. Será realizado o mapeamento de três áreas selecionadas com sequencias de transformações: a) Floresta/Cana-de-açúcar; b) Floresta/Pastagem; c) Floresta/Agrofloresta. Em cada sequência será delineada uma transeção a partir do topo, seguindo pelo espigão da vertente no sentido do caimento do declive a uma distância de 3.000 metros até a encosta inferior constituída do sopé ou várzea. Ao longo da transeção, o terreno será estaqueado a intervalos regulares de 50 m, e nestes serão realizadas medidas de altitude para a confecção do perfíl altimétrico. Nestes pontos solos serão coletadas amostras em duas profundidades 0,0 – 0,20 e 0,60 - 0,80 m, totalizando ao longo das três transeções 360 amostras. Nas transeções serão identificadas e delimitadas as superfícies geomórficas conforme critérios preconizados por Ruhe (1969) e Daniels et al., (1971). Os limites das unidades de vertente serão classificadas de acordo com o modelo de Darlymple et al., (1968). Em locais representativos das superfícies geomórficas, e portanto, no alinhamento da transeção, serão delimitadas uma malha de 1 ha em cada unidade de manejo, com repetição na mata respectiva. As malhas serão amostradas em espaçamentos regulares de 10 em 10 metros (nas profundidades 0,0-0,20 e 0,60-0,80 m) totalizando 121 pontos amostrais em cada malha, totalizando 1.452 amostras nas malhas. Serão realizadas análises físicas, químicas, análises de refletância difusa, fluorescência de raios x, suscetibilidade magnética, e determinação da evolução do CO2 nas amostras coletadas na transeção e malhas de 1 ha. As análises mineralógicas serão realizadas em algumas amostras da transeção e das malhas, suficientes para fazer a calibração do método de reflectância difusa e nas amostras dos horizontes diagnósticos sub superficiais das trincheiras. Os dados serão analisados utilizando-se as análises multivariada, estatística e geoestatística. (AU)
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