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Morbidade, crescimento e desenvolvimento de escolares de 6 a 10 anos de idade nascidos com baixo peso ao nascer - integralidade e intersetorialidade na atenção à criança no sistema local de saúde. EMBU (SP)

Pesquisador responsável:

Rosana Fiorini Puccini

Instituição: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo - Vila Clementino
Área do conhecimento: Ciências da Saúde - Medicina
Linha de fomento: Pesquisa em Políticas Públicas para o SUS
Processo: 09/53129-5
Vigência: 01 de julho de 2010 - 30 de junho de 2012
Convênio/Acordo de cooperação: CNPq - PPSUS
Assunto(s):

Saúde materno-infantil

Desenvolvimento infantil

Peso ao nascer

Crescimento e desenvolvimento

Criança

Cuidado da criança

Serviços de saúde da criança

Saúde da criança

Projetos Políticas Públicas SUS

Resumo
O avanço das ciências e as novas tecnologias determinaram mudanças na assistência à saúde que, em nosso país, somados à ampliação de acesso aos serviços, melhora dos níveis de escolaridade e renda da população resultaram em significativa redução das taxas de mortalidade infantil. Como parte desse processo, tem se verificado maior sobrevivência de crianças prematuras e com baixo peso ao nascer. Muitos estudos indicam maior probabilidade de alterações de diferentes intensidades do crescimento e desenvolvimento, precoces ou tardias, sobretudo para os prematuros e recém-nascidos com muito baixo peso ao nascer, propondo-se protocolos para acompanhamento e intervenções. Há, entretanto, pouca definição quanto às crianças com peso entre 1500- 2500g, as quais apresentam determinantes mais heterogêneos, bem como quanto ao modelo de atendimento, responsabilidades e papel de diferentes níveis de atenção, visando à integralidade na assistência. O objetivo deste estudo é conhecer a frequência de alterações do crescimento, desenvolvimento e os vínculos com os serviços públicos de saúde e de educação de uma coorte de crianças com BPN do município do Embu, nascidos no período de 2000 a 2005. Como resultados, esperam-se a identificação das crianças com doenças crônicas/deficiências e estabelecer os limites e possibilidades do sistema municipal em responder de forma articulada às necessidades de saúde e de educação desse grupo de crianças, bem como a definição de protocolos e procedimentos necessários para o acompanhamento de crianças com peso entre 1500 e 2500g, visando intervenções oportunas que possam contribuir para que se atinja o maior potencial desse grupo de crianças. (AU)
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