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Importância da detecção de malária subclínica em doadores de sangue em zona não-endêmica

Pesquisador responsável:

Sergio Paulo Bydlowski

Outros projetos de Sergio Paulo Bydlowski Outros projetos do(a) pesquisador(a)
Instituição: São Paulo (Estado). Secretaria de Estado da Saúde. Hospital das Clínicas
Área do conhecimento: Ciências da Saúde - Medicina
Linha de fomento: Pesquisa em Políticas Públicas para o SUS
Processo: 09/53141-5
Vigência: 01 de julho de 2010 - 30 de junho de 2012
Convênio/Acordo de cooperação: CNPq - PPSUS
Assunto(s):

Clínica médica

Doadores de sangue

Transfusão de sangue

Reação em cadeia por polimerase (PCR)

Malária

Plasmodium

Projetos Políticas Públicas SUS

Resumo
O projeto visa determinar a infecção subclínica pela malária (sorologia e análise molecular), em 600 candidatos à doação de sangue, potencialmente assintomáticos para a malária, provenientes de (ou que de alguma maneira estiveram) regiões remanescentes da Mata Atlântica do Estado de São Paulo, e em 600 doadores de sangue da população em geral (provenientes de outras áreas da grande SP). Deste modo, objetiva-se: - avaliar e validar as principais técnicas, sorológicas e moleculares, na eficiência da detecção desta infecção subclínica nos doadores de sangue. - conhecer a prevalência de doadores de sangue de diversas procedências, infectados pela malária, mas clinicamente assintomáticos. - identificar estes indivíduos com malária subclínica, reservatórios assintomáticos do parasita, encaminhando-os para tratamento e impedindo, assim, a transmissão não intencional por doação de sangue. - estabelecer e avaliar as áreas de procedência destes doadores (áreas com remanescentes de mata Atlântica, áreas não endêmicas, características da região, etc.) e motivos da possível exposição (residência, lazer, trabalho, etc). - determinar a(s) melhor(es) técnica(s) para detecção destes portadores. - elaborar e validar um questionário específico para áreas não endêmicas, que contemple a possibilidade de infecção pela malária. Estes resultados poderão ter aplicação imediata pelo SUS, por melhorar a qualidade do sangue fornecido, inibindo a contaminação, principalmente em pacientes imunodeprimidos, e diminuindo a recusa de doadores. (AU)
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