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Detecção de genes de resistência produzidos por Klebsiella pneumoniae isolados de colonização e/ou infecção hospitalar

Pesquisador responsável:

Doroti de Oliveira Garcia

Outros projetos de Doroti de Oliveira Garcia Outros projetos do(a) pesquisador(a)
Instituição: São Paulo (Estado). Secretaria de Estado da Saúde. Instituto Adolfo Lutz
Área do conhecimento: Ciências Biológicas - Bioquímica
Linha de fomento: Pesquisa em Políticas Públicas para o SUS
Processo: 09/53229-0
Vigência: 01 de julho de 2010 - 30 de junho de 2012
Convênio/Acordo de cooperação: CNPq - PPSUS
Assunto(s):

Biologia molecular

Klebsiella pneumoniae

Infecção hospitalar

Unidades de Terapia Intensiva

Projetos Políticas Públicas SUS

Resumo
K pneumoniae produtoras de B-lactamases de espectro estendido (ESBL) estão frequentemente envolvidas em infecções hospitalares em UTIs, principalmente UTI neonatal. ESBL são capazes de hidrolisar todas as penicilinas, cefalosporinas de amplo espectro e aztreonam, e a mais prevalente no Brasil á a CTX-M-2. Uso de carbapenêmicos é o tratamento de escolha para sérias infecções por microrganismos produtores de ESBL. Porém, produção de carbapenemases, tais como, metalo-B-lactamases (MBL), e KPC por K. pneumoniae têm sido descritas no Brasil, sendo as mais comuns, IMP-l e KPC-2, respectivamente. Além disso, também já foi descrita no Brasil cepas de K. pneumoniae produtoras da 16S rRNA methylase, RmtD, uma enzima que confere alta resistência a todos os aminoglicosídeos. Dessa maneira, as opções terapêuticas tornam-se bastante limitadas. Os objetivos desse trabalho são avaliar a diversidade genética dos genes de resistência responsáveis pela produção de B-lactamases (ESBL e carbapenemases - MBLs e KPC) e l6S rRNA methylases em K pneumoniae isoladas de amostras clínicas provenientes de diversos hospitais do estado de S. Paulo e encaminhadas à Seção de Bacteriologia do IAL num período de 2 anos. Cepas de K. pneumoniae confirmadas por uma extensa série bioquímica, serão submetidas a testes de sensibilidade por métodos de disco-difusão e diluição para avaliar os perfis de sensibilidade e fenótipos de resistência. Eletroforese de campo pulsado será utilizada como método de tipagem epidemiológica. PCR e sequenciamento de DNA serão utilizados na detecção de genes de resistência. Conjugação e transformação serão utilizadas para verificar a transferência de genes e investigar fenótipos de resistência expressos por esses genes. (AU)
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