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Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). Instituto Butantan  (Instituição sede da última proposta de pesquisa)
País de origem: Brasil
*Quantidades atualizadas em 20/12/2014
Possui graduação em Ciências Biológicas Modalidade Médica pela Universidade de São Paulo (1978), Mestrado em Farmacologia pela Universidade de São Paulo (1982) e Dutorado em Farmacologia pela Universidade de São Paulo (1986). Atualmente é pesquisador científico VI do Instituto Butantan e Diretora Técnica da Divisão de Desenvolvimento Científico. Tem experiência na área de Farmacologia, com ênfase em Toxinologia, atuando principalmente nos seguintes temas: venenos/toxinas animais, dor/analgesia, inflamação. Os estudos desenvolvidos pela pesquisadora visam caracterizar os mecanismos envolvidos nas ações algogênicas ou analgésicas, inflamatórias ou anti-inflamatórias de venenos/toxinas animais, buscando melhor compreender as características observadas no envenenamento humano, além da utilização destas toxinas como ferramentas para a compreensão da dor e inflamação e para o desenvolvimento de novos fármacos analgésicos ou anti-inflamatórios. (Fonte: Currículo Lattes)

Auxílios à pesquisa em andamento (mais recentes)

  • CeTICS - Centro de Toxinas, Imuno-Resposta e Sinalização Celular, AP.CEPID

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    No Instituto Butantan toxinologia e regulação da resposta imune são, tradicionalmente, áreas conexas de pesquisa científica e desenvolvimento biotecnológico, através das quais o Instituto, historicamente, construiu sua reputação internacional de excelência. Na cultura do Instituto, venenos são misturas complexas de toxinas, selecionadas ao longo da evolução para sinergicamente exercere...

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    A crotalfina é um peptídeo presente no veneno da serpente Crotalus durissus terrificus, que apresenta potente atividade antinociceptiva mediada pela ativação de receptores opióides do tipo kappa e delta. A antinocicepção induzida pela crotalfina é de longa duração e observada em modelo de hiperalgesia inflamatória, dor neuropática e dor de câncer. Estudos recentes mostraram que a ativa...

Auxílios à pesquisa concluídos (mais recentes)

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Bolsas no país em andamento (mais recentes)

  • Dor e analgesia: mecanismos moleculares de novas drogas terapêuticas e alvos, BP.PD

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    Dor e analgesia: mecanismos moleculares de novas drogas terapêuticas e alvos. Yara Cury Fase1(anos1-2):Caracterização do envolvimento da proteína quinase C e MAP quinases no efeito antinociceptivo da crotalfina A Crotalfina é um peptídeo composto por 14 amino-ácidos, que induz efeito antinociceptivo potente e de longa duração, mediado pela ativação de receptores opióides periféricos do...

  • Crotalfina: análogos fluorescentes e estudo de seu mecanismo de ação em culturas e co-culturas de neurônios e queratinócitos, BP.PD

    Crotalfina: análogos fluorescentes e estudo de...

    A crotalfina é um peptídeo de 14 aminoácidos,inicialmente isolado do veneno da serpente C. d. terrificus, que apresenta atividade antinociceptiva de longa duração (3-5 dias) quando administrada p.o., por via i.v. ou s.c. O efeito antinociceptivo é mediado pela ativação de receptores opióides periféricos do tipo kappa (modelos de dor aguda), ou kappa e delta (dor crônica). Resultados pr...

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    As anêmonas do mar utilizam rico complexo protéico para capturar suas presas e se defender de predadores. A peçonha destes animais contem neurotoxinas (3-5 kDa), com ação em canais iônicos específicos, e hemolisinas (18-20 kDa), que atuam formando poros em membranas. Além destas toxinas, tem sido também detectadas, no veneno destes animais, compostos não peptídicos, de baixo peso molec...

Bolsas no país concluídas (mais recentes)

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    As anêmonas do mar utilizam rico complexo protéico para capturar suas presas e se defender de predadores. A peçonha destes animais contem neurotoxinas (3-5 kDa), com ação em canais iônicos específicos, e hemolisinas (18-20 kDa), que atuam formando poros em membranas. No entanto, pouco se conhece sobre a atividade biológica de substâncias de baixo peso molecular isoladas da peçonha dest...

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    A aldeído desidrogenase-2 (ALDH-2) é uma enzima mitocondrial responsável pela eliminação de aldeídos tóxicos da célula, incluindo a destoxificação do 4-hidroxinonenal (4-HNE). O 4-HNE é um aldeído formado da oxidação de lipídeos insaturados presentes na membrana mitocondrial. Recentemente, foi observado que o 4-HNE está envolvido em fenômenos nociceptivos, uma vez que este aldeído form...

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    Os canais de junções comunicantes (gap junctions, JC) são formados por subunidades chamadas de conexinas (Cx). Estas proteínas têm papel relevante no acoplamento celular e amplificação de sinais, participando da condutância de células nervosas ou gliais, estando envolvidas em vários processo fisiológicos e fisiopatológicos. Apesar desta importância, o papel das conexinas na nocicepção ...

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