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Resumo

A Escola Avançada em Vacinas visa proporcionar aos participantes uma visão crítica e abrangente sobre o estado da arte da pesquisa sobre vacinas, iniciando com temas básicos, como "impacto global da vacinação", e aprofundando em temas mais complexos, como "vacinologia de sistemas". De forma geral, o programa científico abordará os seguintes temas: (i) importância e impacto das vacinas em saúde pública, (ii) imunidade inata e adaptativa, (iii) adjuvantes, (iv) vacinas convencionais e novas estratégias de vacinação, (v) identificação de antígenos com potencial vacinal, (vi) sistemas de entrega de antígenos, (vii) testes pré-clínicos/clínicos e (viii) vacinologia de sistemas. As dinâmicas de trabalho serão divididas em 5 atividades didáticas: aulas com temas pré-definidos, aulas com temas livres, apresentações orais de alunos, sessões de pôsteres, e discussões em grupo visando elaboração de projetos de pesquisa sobre os principais desafios/patógenos para o desenvolvimento de vacinas. O programa de aulas proferidas por pesquisadores de renome internacional contempla temas de temas de pesquisa para o desenvolvimento de vacinas contra patógenos de grande importância, como por exemplo, os causadores da Malária, AIDS, Dengue, Zika e Chikungunya. (AU)

Resumo

Desenvolvimento de um modelo animal imunocompetente para o estudo de vacinas contra dengue no contexto de grupos naïves e expostos ao vírus da dengue. (AU)

Resumo

Zika Vírus (ZIKV) é um flavivírus transmitido pelos mosquitos Aedes sp ou Culex sp sendo sua infeção em humanos associada a distúrbios neurológicos, como a microcefalia fetal e a síndrome de Guillain-Barré. Os monócitos são importantes células imunes inatas que são infectadas por flavivírus, possuem a capacidade de transmigrar por barreiras endoteliais mediados pela quimiocina CCL2. Considerando que padrões moleculares associados a patógenos (pathogen-associated molecular patterns - PAMPs), como Lipopolissacáride (LPS) e padrões moleculares associados a danos (danger-associated molecular patterns - DAMPs), como a proteína HMGB1, são fatores que podem estar presentes durante um curso de uma infecção e podem levar a dissociação de endotélios, é essencial entender como os vírus conseguem transmigrar barreiras via "cavalo de troia". A HMGB-1 ao se ligar a RAGE (receptor for advanced glycation end products) é capaz de induzir um perfil celular inflamatório e seu nível sérico elevado está associada com o agravo de diversas infecções virais. Contudo, a contribuição de PAMPs e DAMPs na infecção por ZIKV e o sistema na qual células conseguem transmigrar barreiras endoteliais é desconhecido. O objetivo principal deste projeto é avaliar o efeito do HMGB-1 na infecção por monócitos pelo vírus Zika e na transmigração celular através do endotélio cerebral. A HMGB-1 é capaz de contribuir na quebra da homeostase endotelial e facilitar a permeabilidade vascular, desta forma, será investigado o efeito da HMGB-1/RAGE em células da microvascultura cerebral (BMEC) in vitro, e o grau de dissociação pelo ensaio de resistência endotelial (TEER). Em seguida, a participação do HMGB1/RAGE será avaliada na resposta inflamatória e antiviral de monócitos infectados por ZKV, pela detecção de fatores como TNF±, IL1-², IL-6, IFN-³ e IFN-±. O mecanismo de ação do HMGB1 na transmigração endotelial de monócitos infectados pelo ZKV será investigado usando o sistema de migração transpoço e a produção de quimiocinas CCL2, CCL3 e CCL4 determinada por citometria de fluxo. O bloqueio da interação HMGB1/RAGE por anticorpos monoclonais anti-HMGB-1 será utilizado para analisar uma possível redução da resposta inflamatória, migração celular e replicação viral. Contudo, a compreensão do processo de patogênese e disseminação do ZKV pode fornecer dados importantes na criação de estratégias de controle da infecção, em especial para regulação do DAMP HMGB-1 no período fetal/neonatal. (AU)

Resumo

O extravasamento plasmático é uma das principais complicações das infecções pelo vírus da dengue (DENV) e está diretamente relacionada à severidade da doença. A patogênese da dengue é complexa e multifatorial, envolvendo fatores virais e do hospedeiro. Nós mostramos recentemente que o contato de células endoteliais com o soro de pacientes infectados pelo DENV e que apresentavam extravasamento plasmático causa disfunção endotelial, indicada pela redução da Resistência Elétrica Transendotelial (TEER), mais significativamente que o soro de pacientes com dengue e sem extravasamento plasmático. Os níveis séricos de alguns imunomediadores, incluindo CXCL1, EGF, eotaxina, IFN-³ e sCD40L, bem como o de plaquetas, estavam significativamente reduzidos no grupo com extravasamento, enquanto os níveis de IL-10, IL-6 e CXCL10 (IP-10) estavam significativamente aumentados. Destes, CXCL1, CXCL10 e plaquetas foram fortemente correlacionados com os valores de TEER. Estes resultados nos estimularam a estudar mais profundamente o papel da CXCL1 e da CXCL10 na homeostasia endotelial durante a infecção pelo DENV.Agaricus brasiliensis (syn A. subrufescens) é um fungo basidiomiceto nativo no Brazil. Sua parede miceliana é rica na (1,3)-beta-D-glico-(1,2)-beta-D-manana, a qual foi quimicamente modificada para produzir sua derivada sulfatada (MI-S). A degeneração da camada de glicocálix endotelial (CGE) é um dos mecanismos de extravasamento plasmático que ocorre em indivíduos infectados pelo DENV, conforme recentemente descrito pelo grupo da Dra Eva Harris. Uma vez que polissacarídeos sulfatados podem interagir com o glicocálix, aumentando suas propriedades homeostáticas, o seu potencial terapêutico no tratamento da dengue deve ser avaliado. De fato, nossos resultados preliminares mostram que o tratamento com MI-S inibiu significativamente a redução da TEER induzida pelo contato com monócitos infectados com DENV-2 ou DENV-4 em comparação com os controles tratados com meio. Estes resultados sugerem que o MI-S pode ter um efeito antiextravasamento in vivo. Novos experimentos são necessários para investigar o mecanismo da atividade in vitro detectada e avaliar o seu efeito em um modelo murino para determinar o potencial terapêutico do MI-S. Sendo assim, o objetivo deste projeto é avaliar os efeitos das quimocinas CXCL1 e CXCL10 e determinar o potencial terapêutico do MI-S na dengue severa usando modelos in vitro e in vivo de extravasamento vascular. Dada a expertise substancial da Dra Eva Harris em vários aspectos da dengue, particularmente em abordagens mecanísticas para estudar o extravasamento plasmático in vitro e in vivo, a colaboração entre as proponentes deste projeto e o grupo da Dra Eva Harris é essencial para alcançar os objetivos aqui propostos. (AU)

Resumo

PERSPECTIVAS DA SAÚDE PÚBLICA NO SÉCULO XXIEpidemiologia perinatalImplementação de inovações em saúde perinatalPesquisas em saúde materna e infantil no século XXIA epidemiologia e os paradigmas de alimentação saudável e sustentávelTerceiro setor na promoção de sistemas alimentares sustentáveis e saudáveisA experiência do México com a taxação de refrigerantesDireitos humanos e saúde públicaMedições de iniquidades e saúdeDesafios para a redução das desigualdades em saúdeUrbanização, globalização e saúdeImpacto das grandes cidades no sistema econômico e na vida das pessoasPolíticas urbanas e saúde nas cidadesDoenças infecciosas emergentes e reemergentesResposta brasileira à emergência do vírus ZikaEmergências de saúde pública e regulamento sanitário internacionalLeishmaniose visceral e alterações do meio ambiente naturalVariação espaço-temporal da abundância e do comportamento do Anopheles darlingiImpacto social e econômico das doenças intermediadas por insetosFatores de risco e intervenções no controle das doenças cardiovascularesProgressos no Plano de Ação em Saúde Mental 2013-2020 da OMSFatores de risco e intervenções no controle do câncerMudanças tecnológicas e saúde dos trabalhadoresAvanços no controle da poluição do ar nas grandes cidadesDisponibilidade de serviços de saúde e o cuidado de idosos em final de vidaEpidemias de obesidade e diabetesMudanças climáticas e saúdeViolência, cidade e cidadania"Big Data" e pesquisa em Saúde Pública"Big Data" e inteligência artificial em Saúde PúblicaIntegração de bancos de dados no avanço do conhecimento em saúdeAbordagem interdisciplinar na pesquisa em Saúde PúblicaInterdisciplinaridade no planejamento e na gestão da saúde urbanaImplantação de propostas interdisciplinares no ambiente universitário brasileiroRegulação pública da saúde em sistemas complexosComunicação de risco em saúde na sociedadeSistemas de saúde globais: fragilidades e oportunidades (AU)

Resumo

A epidemia recente causada pelo vírus chikungunya (Alphavirus, Togaviridae) no mundo demonstrou que, apesar de ter sido identificada nos anos 50, essa infecção ainda possui diversos pontos a serem elucidados, principalmente no que diz respeito ao diagnóstico correto da doença causada por esse vírus e no tratamento e prevenção da infecção. O vírus, que apesar de apresentar uma viremia curta, produz sintomas no indivíduo infectado como febre alta, mialgia, exantema e artrite/artralgia, sendo que esta manifestação articular pode persistir por meses ou anos, gerando um grande impacto na saúde pública. O presente projeto propõe o estudo de parâmetros da proteína E3 de chikungunya, bem como o efeito de partículas imaturas durante o progresso da infecção. Além disso, a propomos desenvolver de um candidato vacinal atenuado para prevenção de futuras infecções, visando garantir uma produção eficiente de anticorpos neutralizantes, por gerar infecção e produção de produtos virais além das proteínas estruturais, com produção de prole não infectante, garantindo segurança no uso do candidato vacinal. Como ferramentas para execução do projeto, serão confeccionadas proteínas heterólogas em células de insetos, além de um clone infeccioso, onde serão realizadas mutações sitio dirigidas para alcançar os objetivos do projeto, além de proporcionar substrato para outros projetos futuros. Com isso, espera-se entender melhor a infecção pelo vírus chikungunya, possibilitando novas ferramentas diagnósticas e de prevenção à infecção. (AU)

Resumo

Os primeiros relatos de febre amarela datam do século XVII no México. Nos séculos XVIII e XIX epidemias acometem o mundo todo. Com o desenvolvimento de uma vacina, a doença manteve-se restrita a áreas endêmicas e houve poucos casos registrados. No Brasil não há registro de casos de febre amarela urbana desde 1942, embora o vírus nunca tenha deixado de circular em áreas silvestres. Porém o aumento da população não imunizada, expansão das áreas urbanas com maior contato com repositórios silvestres do vírus, e a elevação da temperatura global criaram um ambiente favorável para o ressurgimento da doença no cenário mundial e reacenderam a febre amarela como questão internacional de saúde pública. Apesar do histórico da doença, ainda não existe nenhum fármaco disponível para o tratamento da febre amarela, e métodos profiláticos são a única alternativa. Hoje um dos principais métodos utilizados para a descoberta de novos fármacos é o planejamento baseado na estrutura do receptor. Com base na estrutura tridimensional de uma proteína alvo, nós podemos utilizar métodos computacionais para identificar possíveis compostos que interagem com um sítio especifico, facilitando a busca por um potencial candidato a fármaco. O vírus da febre amarela é um Arbovírus do gênero Flavivírus, com material genético constituído de uma fita simples de RNA que codifica uma poliproteína que contém 3 proteínas estruturais e 7 não estruturais. A poliproteína é clivada por uma das proteínas não estruturais, a NS3 protease, que age associada a outra proteína não estrutural como cofator, a NS2B. A atividade desse complexo é fundamental para a replicação viral, sendo este um dos principais alvos para o desenvolvimento de fármacos para outros flavivírus, como o vírus da dengue e o Zika. Até o momento não existe estrutura cristalográfica para a NS2B-NS3 protease do vírus da febre amarela. A proposta deste projeto é a determinação da estrutura cristalográfica da proteína NS2B-NS3 protease da linhagem do vírus da febre amarela circulante no Brasil durante o surto ocorrido em estados do Sudeste em 2017, bem como a proposição de possíveis candidatos a inibidores desta proteína. (AU)

Resumo

-Vacinas estabelecidas; quais devem ser aperfeiçoadas?;- Tecnologia e obstáculos na implementação de vacinas molecularmente definidas;- Da descoberta da vacina até o seu licenciamento;- Desenvolvimento de uma vacina tetravalente contra a dengue e zika; para doença alérgica; terapêutica anticâncer; contra a tuberculose, leishmaniose e HIV (AU)

Resumo

A crescente epidemia por vírus Zika no Brasil representa um dos mais importantes desafios da ciência brasileira contemporânea não somente pelos casos de microcefalia potencialmente associada a este vírus como também para a investigação de vários aspectos das respostas imunes (inata e adaptativa) dos indivíduos infectados, sintomáticos e assintomáticos. O objetivo geral deste projeto é testar a hipótese de que os genes de resposta imune inata (KIR, MICA e TLR) e adaptativa (HLA), estão associados à infecção por vírus Zika e à microcefalia potencialmente relacionada a este vírus. Seus objetivos específicos são: 1 - Selecionar dois grupos de pacientes com infecção por vírus Zika assim constituídos: Grupo 1 - gestantes com infecção por vírus Zika e sintomáticas; Grupo 2 - gestantes com infecção por vírus Zika e assintomáticas; 2. Confirmar a presença de infecção por vírus Zika por métodos moleculares, em ambos os grupos; 3. Identificar os genes HLA de classe I (HLA-A, HLA-B e HLA-C) e II (HLA-DRB1, HLA-DQB1), KIR e seus ligantes, MICA, TLR3 e TLR7 em ambos os grupos; 4. Verificar se estes genes estão associados à presença ou ausência de sintomas em ambos os grupos; 5. Verificar se um ou mais destes genes estão associados à microcefalia potencialmente relacionada à infecção por vírus Zika. Serão selecionadas gestantes de São José do Rio Preto e região atendidas pelo Hospital da Criança e Maternidade. Além de dados epidemiológicos, serão coletadas amostras de sangue e urina para investigação laboratorial da infecção por vírus Zika. A identificação de infecção por vírus Zika será realizada com o uso do método RT-PCR com primers que se anelam a regiões do gene da proteína não-estrutural 5 (NS5). O DNA genômico será utilizado para a genotipagem dos genes KIR, MICA e HLA pelo método PCR-SSOP. O polimorfismo funcional MICA-129 (A>G, rs1051792) será analisado pelo método PCR Nested e os polimorfismos TLR3 rs3775291 e TLR7 rs179008 serão analisados por discriminação alélica com o método qPCR. As frequências gênicas de KIR e dos alelos MICA-129 rs1051792, TLR3 (rs3775291) e TLR7 (rs179008) serão obtidos por contagem direta. Os alelos e haplótipos HLA de classe I e II serão analisados com o uso do programa Arlequin (versão 3.1). As comparações das frequências de genes KIR e seus ligantes HLA bem como do polimorfismo do gene MICA serão realizadas com o uso do teste qui-quadrado com correção de Yates ou Teste Exato de Fisher (p<0,05). Os resultados a serem alcançados permitirão conhecer se os genes HLA, KIR, MICA e TLR constituem fatores imunogenéticos que influenciam a resposta imune à infecção por vírus Zika. Será possível compreender a importância das variações imunogenéticas para a orientação de programas de esclarecimento, educação, prevenção, tratamento da infecção e das doenças causadas pelo vírus Zika, bem como desenvolvimento de vacinas e novas drogas terapêuticas. (AU)

Resumo

O atual panorama epidemiológico no Brasil é preocupante, pois nos últimos anos foram notificados milhares de casos de dengue, zika e chikungunya, além da recente reemergência da febre amarela. O mosquito Aedes aegypti tem papel fundamental na disseminação de todos esses agravos. O papel da sua espécie-irmã, Aedes albopictus, ainda é pouco conhecido no Brasil, mas pode ter um grande impacto epidemiológico futuro. Existe uma grande dificuldade para identificar áreas de risco para arboviroses tendo como base somente os indicadores entomológicos tradicionalmente utilizados nos programas de controle, como índices de Breteau, Predial e de Recipientes. São escassos os trabalhos que relacionam a presença do mosquito adulto com a ocorrência direta de casos de arboviroses e características físicas dos locais dos agravos. Dessa forma, propomos aqui elaborar um modelo para detectar áreas de alto risco para dengue, zika e chikungunya baseado na presença dos mosquitos adultos Ae. aegypti e imagens de sensoriamento remoto. Podemos obter benefícios do uso de imagens de satélite e de Veículos Aéreos Não Tripulados para aquisição de imagens aéreas de alta qualidade que informam justamente as características físicas dos locais com a presença dos vetores e com casos de arboviroses. A metodologia desenvolvida aqui possibilitará que as áreas de risco para presença de Ae. aegypti e para ocorrência dessas arboviroses sejam identificadas com base apenas à consulta de imagens de satélite e ortofotos, permitindo que sejam priorizadas pelos serviços de saúde e de controle para o desenvolvimento de medidas de vigilância. Adicionalmente, propomos também avaliar a distribuição e abundância da espécie Ae. albopictus nas áreas com presença de casos das três arboviroses. (AU)

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