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Mecanismos moleculares do reconhecimento da glicoproteína do envelope do vírus da dengue pela lectina celular DC-SIGN e potenciais inibidores dessa interação

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Antonio Caliri
Supervisor no Exterior: David Van Der Spoel
Local de pesquisa: Uppsala University (UU) (Suécia)
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Biofísica - Biofísica Molecular
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado Direto
Processo:16/04958-2
Vigência: 13 de junho de 2016 - 12 de junho de 2017
Assunto(s):Dengue
Resumo
A Dengue é uma doença tropical negligenciada que ameaça metade da população mundial e contra a qual não há antivirais disponíveis para tratamento específico. As etapas de adesão e internalização do ciclo de replicação viral são promissoras para o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas. Há dois elementos essenciais para ambas essas etapas: a glicoproteína do envelope viral e receptores celulares que a reconhecem, como DC-SIGN, e inibir sua interação pode prevenir maior disseminação da infecção dentro do hospedeiro. No entanto, os detalhes moleculares sobre tal evento são desconhecidos. Nesse contexto, propomos um projeto no qual os mecanismos moleculares que governam a interação entre a glicoproteína do envelope do vírus da Dengue glicosilada e o receptor celular DC-SIGN serão investigados através de simulações de dinâmica molecular. Uma vez que as glicosilações presentes no vírus da Dengue são padrões molecules encontrados em vários outros patógenos, a investigação proposta vai avançar nosso conhecimento básico sobre as interações hospedeiro-patógeno a nível molecular e para contribuir para esforços de descoberta de novos fármacos. (AU)

Visualização de esteiras bidimensionais utilizando um túnel de filme

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Engenharia Mecânica (FEM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Erick de Moraes Franklin
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Mecânica - Fenômenos de Transportes
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:16/05949-7
Vigência: 01 de junho de 2016 - 31 de maio de 2017
Assunto(s):Mecânica dos fluídos
Resumo
Ao passar por um corpo sólido rombudo, um escoamento de fluido produz uma região à jusante do corpo onde turbilhões estão presentes, chamada de esteira. Embora as esteiras normalmente sejam tridimensionais, o estudo experimental de esteiras bidimensionais é bastante importante para a compreensão de certos mecanismos físicos. Um exemplo do ponto de vista prático é a esteira que ocorre à jusante no deslocamento de pequenos animais, como larvas de insetos, na superfície livre de um líquido. Neste caso, experimentos com esteiras 2D nos auxiliam a compreender como estes tipos de organismos se locomovem e se reproduzem, contribuindo assim ao combate a pragas como, por exemplo, o mosquito Aedes Aegypti. Uma aplicação de um ponto de vista mais acadêmico é relacionada à ajuda à compreensão de simulações numéricas de esteiras bidimensionais. Neste caso, os experimentos com esteiras 2D servem para validar diferentes simulações realizadas. Uma forma de se conseguir realizar experimentos 2D é através da utilização dos chamados Túneis de Filme. Estes túneis são compostos basicamente por um filme de uma mistura de água e surfactante, um corpo transversalmente posicionado em relação ao filme, um sistema adequado de iluminação, e uma câmera filmadora. Como o filme líquido na esteira possui espessura de cerca de 10 ¼m, com variações da ordem de 0,1 ¼m, a esteira é visualizada graças a franjas de interferência formadas no filme líquido. Este projeto de Iniciação Científica tem por objetivo projetar e construir um túnel de filme para a medição de esteiras bidimensionais. Pretende-se também realizar ensaios de esteiras 2D ao redor de um cilindro e, eventualmente, de outros perfis. (AU)

Ferramentas inteligentes para controle de vetores e orientação da população contra a dengue

Beneficiário:
Pesquisador responsável:Vinícius Mourão Alves de Souza
Pesquisadores principais:

Gustavo Enrique de Almeida Prado Alves Batista ; Eamonn John Keogh ; Agenor Mafra Neto

Empresa:VINICIUS MOURAO ALVES DE SOUZA 05786953912
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Ciência da Computação
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE
Processo:15/16004-0
Vigência: 01 de junho de 2016 - 28 de fevereiro de 2017
Assunto(s):Aprendizado computacionalSensoresDengueTecnologia educacionalSaúde pública
Resumo
A dengue é a principal doença viral transmitida por mosquitos e um dos principais problemas de saúde pública não apenas no Brasil, mas em quase todos os países em áreas tropicais e subtropicais do mundo. Epidemias de dengue também são responsáveis por um grande impacto econômico e social nas populações em que ocorrem. Atualmente, devido a falta de uma vacina efetiva contra a dengue, as epidemias somente podem ser evitadas com o controle do mosquito vetor. O controle efetivo somente é possível com o apoio de órgãos governamentais e um alto nível de participação e suporte por parte da população, já que soluções unilaterais, como o uso de inseticidas, não tem se mostrado efetivas a um longo prazo. Infelizmente, a prática tem mostrado que campanhas educacionais realizadas por meio de veículos de mídia de massa não são suficientes para a conscientização da população. Além disso, essas campanhas não permitem acompanhar os resultados das ações de cada indivíduo, orientá-los e motivá-los antes da ocorrência de surtos de epidemia. Dadas as dimensões de um país como o Brasil, essa tarefa parece impossível, mas é exatamente isso que propomos neste projeto. Neste projeto de pesquisa é apresentada uma abordagem inovadora para orientar, motivar e avaliar ações individuais de controle do mosquito Aedes aegypti. Nossa proposta é desenvolver uma armadilha inteligente que possa ser comercializada na forma de um eletrônico de consumo. A armadilha é capaz de atrair e capturar mosquitos, bem como reconhecer e contar automaticamente os mosquitos da espécie Aedes aegypti. A partir da estimativa da população local de mosquitos da dengue é possível avaliar e sugerir atividades de controle personalizadas para o usuário da armadilha por meio de um aplicativo móvel que se conecta à armadilha. Desse modo, a armadilha permite promover ações de controle do vetor da dengue antes da ocorrência de surtos da doença. Além de ser uma solução imediata e ambientalmente segura para a captura de mosquitos adultos, visa tornar cada usuário da tecnologia em um agente de controle no combate à dengue. Além disso, as informações coletadas por diferentes armadilhas podem ser utilizadas para a construção de um mapa colaborativo sobre a densidade populacional dos mosquitos, permitindo ações mais efetivas e em tempo hábil por parte de órgãos governamentais nas regiões com maior incidência do mosquito da dengue. (AU)

Otimização de estratégias do controle de vetores para reprimir a transmissão de dengue

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas (CECS). Universidade Federal do ABC (UFABC). Santo André, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Marat Rafikov
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Biomédica - Bioengenharia
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:15/09363-4
Vigência: 01 de junho de 2016 - 31 de maio de 2018
Assunto(s):Modelagem de sistemas biológicos
Resumo
A dengue é considerada uma das mais importantes doenças virais, veiculada por mosquitos, que afeta seres humanos. O causador da dengue é um vírus, mas seus transmissores são mosquitos do gênero Aedes, popularmente conhecidos como mosquito da dengue. No projeto anterior com base nos modelos matemáticos e métodos do controle moderno foi estudada a dinâmica de interações entre populações de mosquitos suscetíveis, mosquitos infectados e mosquitos que limitam a transmissão de doenças (mosquitos esterilizados e contaminados por Wolbachia); e foram determinadas as estratégias ótimas para diminuir população de vetores que transmitem dengue.Neste projeto serão considerados modelos matemáticos que descrevam a dinâmica da epidemia de dengue junto com os modelos de interações entre populações de mosquitos. Serão propostas estratégias de controle que permitam manter as populações abaixo de valores limiares de epidemia. (AU)

Caracterização clínico-laboratorial de pacientes diagnosticados com dengue, Chikungunya e Zika entre pacientes com sintomatologia suspeita em coorte em São José do Rio Preto, durante o ano de 2016

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP). Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (São Paulo - Estado). São José do Rio Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Maurício Lacerda Nogueira
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:15/12310-0
Vigência: 01 de maio de 2016 - 30 de abril de 2017
Vinculado ao auxílio:13/21719-3 - Estudo epidemiológico da dengue (sorotipos 1 a 4) em coorte prospectiva de São José do Rio Preto, São Paulo, Brasil, durante 2014 a 2018, AP.TEM
Assunto(s):VigilânciaFebre de ChikungunyaVirologiaDengueVírus Zika
Resumo
A Dengue é a mais importante arbovirose do mundo com relação à morbimortalidade e implicações clínicas. Recentemente, os vírus Chikungunya e Zika, até então não responsáveis por infecções autóctones, foram isolados no Brasil. Esses vírus causam doenças endêmicas em regiões tropicais e subtropicais, transmitidas aos seres humanos pelos mosquitos Aedes infectados. Essas patologias se manifestam por sintomas como febre, artralgia, mialgia, cefaléia, erupções cutâneas, náuseas, vômito e mal-estar, sendo, deste modo, considerados diagnósticos diferenciais em casos de suspeita de Dengue. Enquanto na Febre do Chikungunya destaca-se a artralgia, aguda e persistente, podendo causar grave morbidade, na Febre do Zika predominam as dores nas costas, a hiperemia conjuntival e o exantema máculo-papular incluindo palma das mãos e planta dos pés. Entretanto, outras doenças, como a Dengue, apresentam manifestações clínicas semelhantes a febre do Chikungunya e do Zika, por isso, além dos dados clínicos e epidemiológicos, a confirmação laboratorial é fundamental para o diagnóstico. Atualmente, é possível encontrar a Febre do Chikungunya e a Febre do Zika no Brasil devido ao aumento do número de viagens entre países e continentes, a existência de cidades densamente povoadas, a presença do inseto vetor, assim como a confirmação da circulação dos vírus dessas doenças no país. Portanto, a rigorosa vigilância epidemiológica, caracterização clínica e o diagnóstico diferencial entre essas e outras arboviroses visa evitar a propagação desses vírus, assim como permitir a abordagem precoce de doenças potencialmente graves. (AU)

Expressão temporal dos genes do Zika vírus das linhagens africana e brasileira e mapeamento da expressão gênica em sistemas permissivos, semi-permissivos e não permissivos

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Paolo Marinho de Andrade Zanotto
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Biologia e Fisiologia dos Microorganismos
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Processo:16/03605-9
Vigência: 01 de maio de 2016 - 30 de abril de 2018
Assunto(s):Vírus ZikaVirologiaRNA-seqExpressão gênica
Resumo
O Zika vírus foi descrito pela primeira vez em 1947 na floresta de Zika em Uganda, África. Este vírus foi isolado do macaco Rhesus e inoculado no cérebro de camundongos, o que resultou na detecção do agente filtrável, chamado de Zika virus (ZIKV) . Posteriormente o mesmo vírus foi isolado da espécie de mosquitos Aedes africanus, que mantem relação evolutiva próxima com o Aedes aegipti, muito comum no Brasil. O vírus Zika é um arbovírus membro da família Flaviviridae, gênero Flavivirus e até pouco tempo era um vírus com pouca relevância e expressão, confinado a um estreito nicho animal e restrito à faixa equatorial da África e Ásia. A epidemia atual causada por este arbovírus chamou a atenção do mundo para o Brasil. No momento existem relatos da infecção ocorrendo na América do Sul, Central e Caribe, com ramificações para Estados Unidos, Europa atingindo também a China recentemente. Trabalhos anteriores de nosso grupo revelaram que o genoma do virus é relacionado aos Dengue vírus e os resultados preliminares apresentados neste projeto e em nosso trabalho recente revelaram uma importante adaptação evolutiva do vírus relacionada ao uso de codons do hospedeiro para expressão eficiente de suas proteinas virais, além de compartilhamento de epitopos lineares e estruturais. Porém, ao comparar a linhagem Africana e a brasileira produzida em células permissivas e semi-permissivas, poderemos mensurar tais diferenças, como por exemplo o baixo nível de expressão de alguns genes virais. Para isso, iremos (i) Identificar diferenças qualitativas e quantitativas de RNA mensageiros (mRNA) decorrentes de infecção por Zika linhagem Africana e Brasileira em PBMC; (ii) Analisar in silico as possíveis alterações encontradas no padrão de expressão do mRNA do Zika nas duas linhagens estudadas, o que vai permitir observar alvos para o futuro silenciamento gênico; (iii) Mapear in silico as ORFs diferencialmente expressas; (iv) Analisar as possíveis alterações e propor a rede de interação de expressão gênica nas linhagens estudadas com ferramentas específicas de rede e (iiv) analisar se a regulação de expressão do Zika a diferentes hospedeiros é congruente com outros vírus de RNA. Entender como estes processos funcionam em conjunto e dentro do desenho experimental aqui proposto será determinante na compreensão das redes que são perturbadas no curso desta infecção. (AU)

Produção de anticorpos anti-DEC205 fusionados a proteínas dos vírus Chikungunya e Zika para o direcionamento de antígenos in vivo

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Daniela Santoro Rosa
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Processo:16/03965-5
Vigência: 01 de maio de 2016 - 28 de fevereiro de 2018
Assunto(s):VacinasVírus ChikungunyaVírus ZikaAnticorpos monoclonaisCélulas dendríticas
Resumo
As infeções pelos vírus Chikungunya (CHIKV) e Zika (ZIKV) constituem atualmente um problema de saúde pública mundial e até o momento, não existem vacinas profiláticas disponíveis. Além disso, o fato de não existirem medicações específicas para essas infecções e o fato de serem transmitidas pelo mesmo vetor dificultam o controle. Nos últimos anos, diversas plataformas de produção de imunógenos têm sido exploradas com a finalidade de produzir uma vacina capaz de prevenir a infecção pelo CHIKV. O principal desafio é encontrar o equilíbrio entre a imunogenicidade e a segurança da formulação vacinal. Em relação ao ZIKV, até o momento nenhum antígeno candidato foi avaliado como imunógeno. As glicoproteínas do envelope do CHIKV e ZIKV são as mais abundantes na superfície dos vírions e estão envolvidas no processo de ligação e fusão com a membrana da célula alvo. Por essas características, são alvos importantes dos anticorpos e podem ser consideradas importantes antígenos a serem utilizados como vacinas. O conhecimento da biologia das células dendríticas (DCs) tem permitido o desenvolvimento de estratégias vacinais baseadas na capacidade destas células de modular as respostas imunes humoral e celular. A partir de estudos anteriores, verificou-se a possibilidade de direcionar proteínas diretamente para DCs através de receptores endocíticos expressos na superfície dessas células, como o DEC205. A utilização de anticorpos monoclonais (mAbs) quiméricos a-DEC205 acoplados ao antígeno de interesse levam a uma melhor apresentação dos antígenos. No presente projeto pretendemos produzir mAbs quiméricos ±DEC205 fusionados às proteínas do envelope viral E1 e E2 do CHIKV e E do ZIKV, e avaliá-los quanto a sua imunogenicidade em camundongos avaliando a indução de resposta imune humoral e celular específica. (AU)

Estudo epidemiológico da dengue (sorotipos 1 a 4), Zika e chickungunya em coorte prospectiva de São José do Rio Preto, São Paulo, Brasil, durante 2014 a 2018

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP). Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (São Paulo - Estado). São José do Rio Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Maurício Lacerda Nogueira
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Processo:16/07921-2
Vigência: 01 de maio de 2016 - 30 de abril de 2018
Vinculado ao auxílio:13/21719-3 - Estudo epidemiológico da dengue (sorotipos 1 a 4) em coorte prospectiva de São José do Rio Preto, São Paulo, Brasil, durante 2014 a 2018, AP.TEM
Assunto(s):Vírus ZikaVirologiaDengue
Resumo
A Dengue é uma doença infecciosa viral e uma das mais importantes arboviroses do mundo. O vírus é mantido em um ciclo de transmissão urbana: homem - mosquito - homem e o controle do vetor é uma das mais utilizadas estratégias de prevenção. Estudos de Dengue, frequentemente só consideram os casos notificados sem agrupar dados referentes às epidemias passadas.Através de um estudo de coorte domiciliar prospectivo, com duração de cinco anos, serão estimadas as principais medidas de frequência da doença em determinado bairro do município de São José do Rio Preto, no Estado de São Paulo, Brasil. Serão realizados estudos relacionados á População Participante do Estudo, através de levantamento epidemiológico e sorológico, identificando fatores de risco e avaliação do conhecimento e práticas da população; à interação Vírus x Hospedeiro, através de observação de sintomatologia e evolução da doença, da presença de anticorpos e suas classes, da presença de polimorfismos específicos na indução de doença grave e dos demais fatores relacionados à essa indução; ao Vírus, identificando os sorotipos circulantes, suas características genéticas e sua capacidade de inibir a produção de Interferon; e ao Vetor, através da captura e identificação dos mosquitos, do conhecimento de seu comportamento, da correlação de dados meteriológicos com a presença do vetor e dos fatores de risco relacionados à presença dos mosquitos. Esses estudos envolverão laboratórios de centro de pesquisa em Dengue do Brasil e colaboradores dos centros de pesquisa no EUA e terão como centro de referência e interligação o Laboratório de Pesquisa em Virologia, da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto/FAMERP, que receberá as amostras colhidas em parceria com a prefeitura e os serviços de saúde do município. (AU)
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