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Resumo

A dengue é hiperendêmica no Brasil, com mais de 10 milhões de casos reportados entre 2000-2016. A transmissão e disseminação dos quatro sorotipos do vírus da dengue (DENV) é relatada no país através do mosquito vetor (Aedes aegypti). Além do DENV outros dois vírus Chikungunya (CHIKV) e Zika (ZIKV) foram introduzidos no Brasil e vem causando graves epidemias, porém a situação pode se complicar ainda mais, uma vez que além dos três vírus possuímos outros arbovirus circulando no país. Este projeto é uma colaboração entre pesquisadores do Instituto de Medicina Tropical (IMT/USP), Universidade de Oxford (UO) e do Blood Systems Research Institute (BSRI), num esforço de reconstruir em detalhes a dinâmica de transmissão de linhagens virais circulantes no Brasil, utilizando dados epidemiológicos e do hospedeiro humano para melhor entender a patogênese e disseminação destes vírus. A infraestrutura já estabelecida pela equipe brasileira tem permitido a coleta de amostras de sangue de indivíduos de diferentes cidades do Brasil, que permitirá a coleta de isolados das epidemias atuais de DENV, CHIKV e ZIKV. Além da caracterização molecular dos três arbovirus este estudo pretende realizar metagenomica viral nas amostras negativas utilizando sequenciamento em larga escala. Pretendemos ainda elucidar e predizer a dinâmica espacial e transmissão do DENV, CHIKV e ZIKV no Brasil. Utilizaremos no minimo 3.000, dentre positivas e negativas que serão sequenciadas os amplicons do três vírus ou acidos nucleicos totais, visando o sequenciamento de um ou mais vírus. Para abordagem metagenomica os virus que através desta abordagem não forem sequenciados completamente serão então amplificados os trechos faltantes e re-sequenciados. As sequencias obtidas serão então submetidas a montagem "de novo", através de um "pipeline" do BSRI, para reconstrução dos genomas virais, as sequências consensos geradas serão submetidas à caracterização genética focando na identificação das redes de transmissão e propagação viral. As sequências consensos serão alinhadas com outras disponíveis no Genbank e submetidas a análises de máxima verossimilhança e bayesiana, visando determinar as relações evolutivas das cepas circulantes nos contextos nacional e global. Modelos de substituição nucleotídica apropriada, relógio molecular e coalescente serão determinados utilizando estimadores de média harmônica, como por exemplo, path sampling e stepping stone. Taxas de movimentação das linhagens virais entre as populações serão quantificadas utilizando abordagens filogeograficas discretas. Coordenadas de latitude e longitude serão aplicadas a cada isolado, para usar modelos de difusão contínua e resumir as estatísticas epidemiológicas, como a velocidade de dispersão. Modelos skyline de coalescência e nascimento-morte serão usados para estimar a taxa de crescimento da epidemia através do tempo das diferentes linhagens circulantes. Taxas de mudanças sinônimas e não-sinônimas serão quantificadas utilizando contagem de renascimento e algoritmos recentes para quantificar adaptação molecular, os quais vêm sendo desenvolvidos pela equipe de Oxford. Vírus dos casos mais graves de dengue também serão sequenciados e analisados para verificar se há algum "motif" ou mutação associada com severidade. A associação entre mutações e severidade será testada levando-se em conta a incerteza filogenética. Em resumo, o estudo irá combinar dados genéticos, ecológicos, clínicos e de vigilância para entender a epidemiologia do DENV, CHIKV e ZIKV. A proposta visa reduzir os encargos causados por importantes surtos deste vírus no Brasil, com benefícios potenciais para a saúde pública e desenvolvimento de vacinas. (AU)

Resumo

Nosso objetivo geral de longo prazo é testar o impacto potencial do estresse hídrico na resposta imune do mosquito a patógenos e sua microbiota intestinal. Para isso, vamos combinar manipulações experimentais de estresse hídrico com infecções com o vírus da dengue (DENV) no mosquito Aedes aegypti. O estresse do mosquito, a resposta imune e as alterações na sua microbiota intestinal serão então descritos através de transcritômica e microbiômica. Finalmente, usaremos uma abordagem funcional silenciando os componentes da via FOXO e avaliando como isso afeta a resposta imune do mosquito a patógenos e sua microbiota intestinal. Dois estudantes do Prof. Tripet do Programa de Parasitologia Molecular e Biologia de Vetores (Keele University) já se encontram no IBTEC sob a co-supervisão do Prof. Souza-Neto, realizando ensaios funcionais com RNAi envolvendo a via FOXO. A visita do Prof. Tripet, tem como principal objetivo a padronização dos ensaios de estresse hídrico no IBTEC. (AU)

Resumo

A programação científica da 46a. Reunião Anual incluirá 8 Conferências Plenas e 24 Simpósios Regulares ministrados por 92 pesquisadores com destacada produção, além de 3 Simpósios para Jovem Cientistas (selecionados a partir de candidatos inscritos, nas categorias Iniciação Científica, Pósgraduação e Pósdoutor). Quase a totalidade das Conferências e Simpósios tem participação de palestrantes estrangeiros e as palestras serão todas ministradas em inglês. A conferência de abertura será ministrada pelo Dr. Wah Chiu (Baylor College), um dos maiores especialistas no mundo no desenvolvimento da crioeletromicroscopia. Entre os assuntos que serão apresentados e discutidos nas sessões científicas destacam-se tópicos relacionados aos mecanismos moleculares de doenças (câncer, infecções virais por Zika e Dengue, neuropatias, inflamação, diabetes), biologia estrutural e computacional de biomoléculas, bioenergética e metabolismo, ensino em bioquímica e biologia molecular e neuroquímica. Haverão diariamente sessões de posters onde cerca de 900 trabalhos submetidos serão apresentados na forma de cartazes. Os melhores trabalhos serão premiados pela SBBq. A conferência de encerramento será ministrada pelo recipiente do Premio SBBq "Leopoldo de Meis". O programa inclui ainda 5 minicursos técnicos oferecidos para alunos de pós graduação e pesquisadores participantes. (AU)

Resumo

Modelos matemáticos podem ser usados para abordar várias questões relacionadas a doenças e identificar padrões temporais e espaciais. Além disso, parâmetros epidemiológicos relevantes que não podem ser acessados experimentalmente podem ser estimados a partir desses modelos que constituem um laboratório in silico. O desenvolvimento de novas metodologias que associam dados, conhecimento de doenças e modelos são um verdadeiro desafio.Doenças infecciosas como a dengue e infecções hospitalares são exemplos e o tema deste projeto. (AU)

Tecnologia Multibacter para controle de Aedes Aegypti (FINEP)

Processo:17/50008-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE
Vigência: 01 de julho de 2017 - 30 de junho de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Convênio/Acordo:FINEP - PIPE/PAPPE Subvenção
Pesquisador responsável:Rafael Netto Moreira Garcia
Beneficiário:
Empresa:Rafael Netto M Garcia - ME
Assunto(s):Microbiologia
Resumo

O Instituto de Investigação em lmunologia (iii), inicialmente criado como um Instituto do Milênio em 2001, atua em doenças Infecciosas, HIV/AIDS, alergias, doenças autoimunes, transplantes e imunodeficiências primárias. Estas enfermidades, com forte componente imunológico, constituem problemas de saúde que afetam milhões de pessoas em nosso país e no mundo. Além da relevância socioeconômica, estas doenças são também modelos biológicos importantes, pois permitem avançar no conhecimento de mecanismos fisiopatológicos, possibilitando o desenvolvimento de estratégias terapêuticas orientadas pela fisiopatologia. A Imunologia foi pioneira no desenvolvimento e uso de biofármacos. A expansão do arsenal de anticorpos monoclonais e proteínas recombinantes comercializados requer compreensão das causas e mecanismos das doenças-alvo, para o desenvolvimento de terapias inovadoras. Acreditamos que uma abordagem global e integrada que inclua ferramentas clínicas, moleculares, informáticas, de biologia de sistemas e epidemiológicas seja necessária para encontrar novas soluções para essas questões. Precisamos de conhecimento integrado e mais abrangente para inovar no desenvolvimento de novas vacinas, nas imunoterapias para rejeição dos transplantes, nas doenças infecciosas e suas sequelas, nas doenças autoimunes, e nas alergias e imunodeficiências. O iii propõe desenvolver pesquisa de tradução visando testar, em seres humanos, as estratégias inovadoras desenvolvidas na experimentação. Nas três etapas anteriores do iii, formamos recursos humanos e criamos instalações para o desenvolvimento de rotas tecnológicas. Isto nos permitiu caminhar do reconhecimento da doença para a descoberta de mecanismos patogênicos, passando [...] desenho de biofármacos baseados nestes mecanismos e chegar a testes em modelos animais, criando um portfólio de novos imunobiológicos. Durante a terceira fase do iii, formamos 42 mestres, 82 doutores e 21 pós-doutores, gerando 468 publicações, aprimoramos nosso portfólio de produtos em desenvolvimento, obtivemos patentes e financiamentos para os ensaios clínicos que estão por iniciar. Continuaremos a pesquisa de tradução nas diversas áreas temáticas, com foco especial na produção e testes clínicos dos produtos de nosso portfólio. Em autoimunidade, vamos avançar o projeto da vacina candidata contra o S. pyogenes e a febre reumática, realizando os primeiros estudos clínicos fase I/IIa com o nosso já patenteado produto, além de avaliar seu papel terapêutico. Também testaremos imunomoduladores (probióticos naturais ou recombinantes) na doença inflamatória intestinal. Tais probióticos também serão testados no transplante e em doenças infecciosas como a leishmaniose, transplante e o HIV/AIDS. Planejamos vários estudos sobre a patogênese da infecção pelo HIV e a AIDS, e meios de auxiliar no tratamento, com estratégias que atuem no sistema imune. Concluiremos os ensaios pré-clínicos em primatas, qualificando-nos, assim, para realizar o primeiro estudo clínico fase I com a nossa vacina profilática candidata contra o HIV, também já patenteada. Essas duas vacinas contra o S. Pyogenes e contra o HJV foram totalmente concebidas por pesquisadores brasileiros do iii. Continuaremos os estudos de imunologia celular e molecular da patogenia das imunodeficiências primárias. Testaremos novas abordagens para prevenção/tratamento da leishmaniose tegumentar e visceral e, na Dengue, realizaremos uma inovadora varredura de anticorpos neutralizantes, com implicações para o conhecimento da patogenia e tratamento da doença, incluindo teste de terapia genética com tais anticorpos. Investigaremos potenciais mecanismos da tolerância operacional no transplante humano. Estudaremos a atividade imunorreguladora do anticorpo anti-CD3 humanizado, e iniciaremos estudos sobre as células T reguladoras humanas, visando uso em terapia celular, além do anticorpo monoclonal humano anti toxóide tetânico, para uso em terapia. Nas alergias, estudaremos novos alérgenos de importância no Brasil, buscando também novas mutações associadas à alergia, a interferência do parasitismo por A lumbricoides na asma, e avaliação de reatividade cruzada entre alérgenos. Aliado à pesquisa de tradução, continuaremos a investir na formação de estudantes, compartilhando saberes e na capacitação para o trabalho em rede. Para potencializar o trabalho em rede e o treinamento de pessoal, desenvolvemos plataformas - Proteômica, Epidemiologia e Ensaios Clínicos, Produção de Imunobiológicos, Bioinformática, Qualidade e Ensino e Interação com a Sociedade - que possibilitam o funcionamento matricial com as diferentes áreas temáticas. Nesta nova fase do iii, incluímos três eixos conceituais à sua estrutura matricial- imunorregulação, microbiomas e biologia de sistemas. Esses potencializarão a integração transversal entre as diferentes áreas temáticas, estimulando colaborações, dentro de uma visão mais integrada dos processos patológicos e fisiológicos. Visando somar forças para resolver gargalos ainda em aberto, incorporamos no iii jovens cientistas, ex-alunos do ii. Acreditamos que a Ciência pode ter um papel importante também na educação básica e na construção de cidadania mais ativa. O iii inclui na sua missão desenvolver projetos educacionais relacionados à ciência, imunologia e saúde com professores e estudantes da rede pública, assim como com a população de áreas endêmicas para as doenças em que trabalhamos, estimulando a curiosidade e despertando a vocação pela ciência. Ademais, o iii se atua na comunicação/difusão do conhecimento científico junto à sociedade, contribuindo para a aproximação da sociedade do mundo da ciência. Na configuração atual, o iii compõe uma rica combinação de indivíduos capaz levar os produtos criados pelo instituto para aplicação clínica, gerar novos conhecimentos, novos produtos e contribuir para as políticas públicas, em sintonia com a sua missão de elevar a imunologia brasileira a padrões internacionais. (AU)

Resumo

A incidência de doenças transmitidas por mosquitos, tais como dengue, Zika e febre Chikungunya, tem aumentado nos últimos anos. Os repelentes de insetos, principalmente DEET e icaridina, são recomendados como medida de prevenção da transmissão dessas doenças e são considerados cosméticos no Brasil, embora sejam considerados biocidas na Europa e pesticidas nos EUA. Apesar de serem considerados seguros para uso, o uso dessas substâncias tem aumentado de forma expressiva devido aos surtos e epidemias dessas doenças. Combinado a isso, em países tropicais, há alta incidência de radiação UV, o que tem levado ao aumento do uso concomitante e da interação entre filtros solares e repelentes de insetos. Nesse sentido, torna-se urgente o estudo das interações entre repelentes e filtros solares para garantir a segurança da população. Dessa forma, o presente estudo tem como objetivo avaliar a influência da combinação de repelentes de insetos e filtros solares em processos fotoinduzidos: fototoxicidade, sensibilização/ fotossensibilização cutânea e fotogenotoxicidade. Para isso, serão analisadas duas combinações de filtros solares, uma fotoestável e outra fotoinstável, as quais serão associadas com os repelentes de insetos DEET ou icaridina. Essas combinações serão submetidas à análise do espectro de absorção, seguido pelo ensaio de fototoxicidade 3T3 NRU, no qual fibroblastos serão expostos às combinações em estudo, seguido ou não de uma dose de 5 J/cm2 de radiação UVA, conforme protocolo OECD TG 432. A seguir, as combinações serão submetidas aos testes de fototoxicidade e de sensibilização e fotossensibilização cutânea em modelos de pele equivalente, os quais serão expostos às combinações em estudo, seguido ou não de exposição a 6 J/cm2 de radiação UVA. A viabilidade celular será avaliada por meio do corante vital MTT para o estudo de fototoxicidade e a razão entre a liberação de IL-18/viabilidade celular será usada nos estudos de sensibilização e fotossensibilização cutânea. Para os ensaios de fotogenotoxicidade, os queratinócitos e os modelos de pele serão expostos às combinações, seguido ou não de irradiação com 6 J/cm2 de UVA. Para o ensaio do cometa, será realizada a eletroforese e as lâminas serão examinadas por microscopia de fluorescência. Para o ensaio do micronúcleo, as células serão aplicadas em lâminas de vidro, coradas e examinadas em microscopia de fluorescência. Finalizando, gostaríamos de ressaltar a importância da realização de estudos que avaliem a interação entre repelentes e outras substâncias, tais como filtros solares, de modo a garantir o uso racional e seguro dessas substâncias pela população, bem como subsidiar as agências reguladoras para a tomada de decisão quanto à permissão do uso desses compostos em associação. (AU)

Resumo

Os mosquitos Aedes são bem adaptados em ambientes domésticos e difundidos em regiões tropicais. Desde 2015, o Brasil vem experimentando uma tripla epidemia de dengue (DENV), chikungunya (CHKV) e Zika (ZIKV). Os últimos dois vírus provavelmente estão seguindo o caminho do DENV, que tem sido endêmico na maior parte do país desde a década de 1980. Dada esta tripla epidemia, propusemos um estudo prospectivo e colaborativo para avaliar a prevalência, morbidade e mortalidade de infecções por DENV, CHKV e ZIKV em receptores de transplante de células-tronco hematopoéticas (HSCT) e pacientes oncohematológicos. Foi utilizada uma estratégia de definição de caso (febre e exantema) para desencadear a investigação diagnóstica de DENV, ZIKV e CHKV, que foi realizada por reação em cadeia da polimerase em tempo real com amostras de plasma e urina. O acompanhamento clínico foi realizado 7 e 30 dias após o início dos sintomas. Relatamos aqui os primeiros casos de infecções por ZIKV e CHKV diagnosticadas neste estudo em andamento. De fevereiro a maio de 2016, 9 dos 26 pacientes (34,6%) preencheram critérios de definição de casos com diagnóstico de DENV (3 casos), ZIKV (4 casos) ou CHKV (2 casos). Viremia prolongada e virúria foram observadas nos casos de dengue e febre de Zika, respectivamente. A trombocitopenia foi a complicação mais freqüente. O enxerto tardio foi observado em um paciente que adquiriu ZIKV 25 dias antes do TCTH. Todos os pacientes sobreviveram sem seqüelas. Com a expansão geográfica dos arbovírus, a triagem de doadores e receptores pode tornar-se obrigatória. Pacientes que vivem em áreas onde esses vírus não são endêmicos também estão em risco, uma vez que esses vírus podem ser transmitidos por sangue, bem como transplante de órgãos ou tecidos. (AU)

Resumo

O crescimento celular, esporulação e produção de toxinas são pontos-chave do processo de multiplicação do entomopatógeno Bacillus thuringiensis var. israelenses (Bti) utilizado para controle biológico de Aedes aegypti, e estão diretamente relacionadas aos parâmetros operacionais do sistema de fermentação e componentes do meio de cultivo. A presente proposta tem como objetivo adequar a tecnologia Multibacter de multiplicação de B. thuringiensis para a variedade israelensis a ser utilizado no controle de mosquitos, aprimorando parâmetros operacionais e composição do meio de cultivo, visando ótima multiplicação celular, esporulação e produção de toxinas. Posteriormente, será avaliada a eficiência do Bti produzido com a tecnologia Multibacter no controle de larvas de A. aegypti em pequenos recipientes no laboratório e em pulverizações aéreas em grandes áreas. A proposta visa obter, ao final de dois anos, um sistema asséptico para multiplicação do Bti, a ser operado em pequena escala e utilizando um meio de cultura estéril, que produza o agente de controle biológico em grande quantidade e com baixo custo. As unidades produtores da Bti, pertencentes a secretarias de saúde, prefeituras, condomínios, parques, etc., utilizando a tecnologia Multibacter, poderão produzir de forma fácil, segura, barata e eficiente quantidade suficiente do agente de controle biológico para aplicação em grandes áreas. Com a redução populacional de mosquitos em áreas urbanas e rurais, promover-se-á redução no número de casos de dengue, chikungunya e zica vírus além de maior conforto e segurança ambientais à população das áreas tratadas. (AU)

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