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Visualização de esteiras bidimensionais utilizando um túnel de filme

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Engenharia Mecânica (FEM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Erick de Moraes Franklin
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Mecânica - Fenômenos de Transportes
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:16/05949-7
Vigência: 01 de junho de 2016 - 31 de maio de 2017
Assunto(s):Mecânica dos fluídos
Resumo
Ao passar por um corpo sólido rombudo, um escoamento de fluido produz uma região à jusante do corpo onde turbilhões estão presentes, chamada de esteira. Embora as esteiras normalmente sejam tridimensionais, o estudo experimental de esteiras bidimensionais é bastante importante para a compreensão de certos mecanismos físicos. Um exemplo do ponto de vista prático é a esteira que ocorre à jusante no deslocamento de pequenos animais, como larvas de insetos, na superfície livre de um líquido. Neste caso, experimentos com esteiras 2D nos auxiliam a compreender como estes tipos de organismos se locomovem e se reproduzem, contribuindo assim ao combate a pragas como, por exemplo, o mosquito Aedes Aegypti. Uma aplicação de um ponto de vista mais acadêmico é relacionada à ajuda à compreensão de simulações numéricas de esteiras bidimensionais. Neste caso, os experimentos com esteiras 2D servem para validar diferentes simulações realizadas. Uma forma de se conseguir realizar experimentos 2D é através da utilização dos chamados Túneis de Filme. Estes túneis são compostos basicamente por um filme de uma mistura de água e surfactante, um corpo transversalmente posicionado em relação ao filme, um sistema adequado de iluminação, e uma câmera filmadora. Como o filme líquido na esteira possui espessura de cerca de 10 ¼m, com variações da ordem de 0,1 ¼m, a esteira é visualizada graças a franjas de interferência formadas no filme líquido. Este projeto de Iniciação Científica tem por objetivo projetar e construir um túnel de filme para a medição de esteiras bidimensionais. Pretende-se também realizar ensaios de esteiras 2D ao redor de um cilindro e, eventualmente, de outros perfis. (AU)

Caracterização clínico-laboratorial de pacientes diagnosticados com dengue, Chikungunya e Zika entre pacientes com sintomatologia suspeita em coorte em São José do Rio Preto, durante o ano de 2016

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP). Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (São Paulo - Estado). São José do Rio Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Maurício Lacerda Nogueira
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:15/12310-0
Vigência: 01 de maio de 2016 - 30 de abril de 2017
Vinculado ao auxílio:13/21719-3 - Estudo epidemiológico da dengue (sorotipos 1 a 4) em coorte prospectiva de São José do Rio Preto, São Paulo, Brasil, durante 2014 a 2018, AP.TEM
Assunto(s):VigilânciaFebre de ChikungunyaVirologiaDengueVírus Zika
Resumo
A Dengue é a mais importante arbovirose do mundo com relação à morbimortalidade e implicações clínicas. Recentemente, os vírus Chikungunya e Zika, até então não responsáveis por infecções autóctones, foram isolados no Brasil. Esses vírus causam doenças endêmicas em regiões tropicais e subtropicais, transmitidas aos seres humanos pelos mosquitos Aedes infectados. Essas patologias se manifestam por sintomas como febre, artralgia, mialgia, cefaléia, erupções cutâneas, náuseas, vômito e mal-estar, sendo, deste modo, considerados diagnósticos diferenciais em casos de suspeita de Dengue. Enquanto na Febre do Chikungunya destaca-se a artralgia, aguda e persistente, podendo causar grave morbidade, na Febre do Zika predominam as dores nas costas, a hiperemia conjuntival e o exantema máculo-papular incluindo palma das mãos e planta dos pés. Entretanto, outras doenças, como a Dengue, apresentam manifestações clínicas semelhantes a febre do Chikungunya e do Zika, por isso, além dos dados clínicos e epidemiológicos, a confirmação laboratorial é fundamental para o diagnóstico. Atualmente, é possível encontrar a Febre do Chikungunya e a Febre do Zika no Brasil devido ao aumento do número de viagens entre países e continentes, a existência de cidades densamente povoadas, a presença do inseto vetor, assim como a confirmação da circulação dos vírus dessas doenças no país. Portanto, a rigorosa vigilância epidemiológica, caracterização clínica e o diagnóstico diferencial entre essas e outras arboviroses visa evitar a propagação desses vírus, assim como permitir a abordagem precoce de doenças potencialmente graves. (AU)

Expressão temporal dos genes do Zika vírus das linhagens africana e brasileira e mapeamento da expressão gênica em sistemas permissivos, semi-permissivos e não permissivos

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Paolo Marinho de Andrade Zanotto
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Biologia e Fisiologia dos Microorganismos
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Processo:16/03605-9
Vigência: 01 de maio de 2016 - 30 de abril de 2018
Assunto(s):Vírus ZikaVirologiaRNA-seqExpressão gênica
Resumo
O Zika vírus foi descrito pela primeira vez em 1947 na floresta de Zika em Uganda, África. Este vírus foi isolado do macaco Rhesus e inoculado no cérebro de camundongos, o que resultou na detecção do agente filtrável, chamado de Zika virus (ZIKV) . Posteriormente o mesmo vírus foi isolado da espécie de mosquitos Aedes africanus, que mantem relação evolutiva próxima com o Aedes aegipti, muito comum no Brasil. O vírus Zika é um arbovírus membro da família Flaviviridae, gênero Flavivirus e até pouco tempo era um vírus com pouca relevância e expressão, confinado a um estreito nicho animal e restrito à faixa equatorial da África e Ásia. A epidemia atual causada por este arbovírus chamou a atenção do mundo para o Brasil. No momento existem relatos da infecção ocorrendo na América do Sul, Central e Caribe, com ramificações para Estados Unidos, Europa atingindo também a China recentemente. Trabalhos anteriores de nosso grupo revelaram que o genoma do virus é relacionado aos Dengue vírus e os resultados preliminares apresentados neste projeto e em nosso trabalho recente revelaram uma importante adaptação evolutiva do vírus relacionada ao uso de codons do hospedeiro para expressão eficiente de suas proteinas virais, além de compartilhamento de epitopos lineares e estruturais. Porém, ao comparar a linhagem Africana e a brasileira produzida em células permissivas e semi-permissivas, poderemos mensurar tais diferenças, como por exemplo o baixo nível de expressão de alguns genes virais. Para isso, iremos (i) Identificar diferenças qualitativas e quantitativas de RNA mensageiros (mRNA) decorrentes de infecção por Zika linhagem Africana e Brasileira em PBMC; (ii) Analisar in silico as possíveis alterações encontradas no padrão de expressão do mRNA do Zika nas duas linhagens estudadas, o que vai permitir observar alvos para o futuro silenciamento gênico; (iii) Mapear in silico as ORFs diferencialmente expressas; (iv) Analisar as possíveis alterações e propor a rede de interação de expressão gênica nas linhagens estudadas com ferramentas específicas de rede e (iiv) analisar se a regulação de expressão do Zika a diferentes hospedeiros é congruente com outros vírus de RNA. Entender como estes processos funcionam em conjunto e dentro do desenho experimental aqui proposto será determinante na compreensão das redes que são perturbadas no curso desta infecção. (AU)

Produção de anticorpos anti-DEC205 fusionados a proteínas dos vírus Chikungunya e Zika para o direcionamento de antígenos in vivo

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Daniela Santoro Rosa
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Processo:16/03965-5
Vigência: 01 de maio de 2016 - 28 de fevereiro de 2018
Assunto(s):VacinasVírus ChikungunyaVírus ZikaAnticorpos monoclonaisCélulas dendríticas
Resumo
As infeções pelos vírus Chikungunya (CHIKV) e Zika (ZIKV) constituem atualmente um problema de saúde pública mundial e até o momento, não existem vacinas profiláticas disponíveis. Além disso, o fato de não existirem medicações específicas para essas infecções e o fato de serem transmitidas pelo mesmo vetor dificultam o controle. Nos últimos anos, diversas plataformas de produção de imunógenos têm sido exploradas com a finalidade de produzir uma vacina capaz de prevenir a infecção pelo CHIKV. O principal desafio é encontrar o equilíbrio entre a imunogenicidade e a segurança da formulação vacinal. Em relação ao ZIKV, até o momento nenhum antígeno candidato foi avaliado como imunógeno. As glicoproteínas do envelope do CHIKV e ZIKV são as mais abundantes na superfície dos vírions e estão envolvidas no processo de ligação e fusão com a membrana da célula alvo. Por essas características, são alvos importantes dos anticorpos e podem ser consideradas importantes antígenos a serem utilizados como vacinas. O conhecimento da biologia das células dendríticas (DCs) tem permitido o desenvolvimento de estratégias vacinais baseadas na capacidade destas células de modular as respostas imunes humoral e celular. A partir de estudos anteriores, verificou-se a possibilidade de direcionar proteínas diretamente para DCs através de receptores endocíticos expressos na superfície dessas células, como o DEC205. A utilização de anticorpos monoclonais (mAbs) quiméricos a-DEC205 acoplados ao antígeno de interesse levam a uma melhor apresentação dos antígenos. No presente projeto pretendemos produzir mAbs quiméricos ±DEC205 fusionados às proteínas do envelope viral E1 e E2 do CHIKV e E do ZIKV, e avaliá-los quanto a sua imunogenicidade em camundongos avaliando a indução de resposta imune humoral e celular específica. (AU)

Epidemiologia espacial da dengue em Araraquara, Brasil

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Adriano Mondini
Supervisor no Exterior: Gonzalo Vazquez-Prokopec
Local de pesquisa: Emory University (Estados Unidos)
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Saúde Pública
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Processo:15/24821-9
Vigência: 01 de abril de 2016 - 31 de julho de 2016
Assunto(s):EpidemiologiaDengue
Resumo
A dengue é uma doença viral febril transmitida por vetores, que atinge milhares de pessoas todos os anos e é considerada um grande problema de saúde pública. O aumento na magnitude da doença é fortemente associado com a circulação contínua dos quatro sorotipos que causam epidemias cada vez mais imprevisíveis. As ferramentas atuais utilizadas para o combate ao vírus e vetor não tem contribuído para conter a dispersão da doença e novas ferramentas para o controle e prevenção da dengue são urgentemente necessárias. Mapas de incidências de doenças sempre desempenharam um papel importante em estudos epidemiológicos, principalmente em saúde pública, auxiliando no entendimento da ocorrência de doenças e para o estabelecimento de medidas de controle. A cidade de Araraquara vem apresentando um aumento no número de casos notificados da doença. A primeira epidemia registrada foi em 2008, com incidência de 639 casos por 100 mil habitantes, e a partir de então a dengue ocorre em todos os meses do ano. As maiores incidências são observadas entre os meses de março a maio, período que sucede meses de grande precipitação. Dados recentes ainda não publicados sugerem alguns padrões espaciais na ocorrência da doença que podem levantar medidas de controle mais eficientes. As incidências brutas de dengue de 2008 a 2015, calculadas por setor censitário da área urbana, utilizarão uma categoria única por ano. Entretanto, outras análises são necessárias para avaliar os setores com diferentes taxas de incidências e sua importância na dispersão da doença. Como as incidências nos diferentes setores sofrem oscilações e contam com valores nulos, um modelo hierárquico Bayesiano deve ser empregado. Esse modelo, utilizado para correção dessas flutuações, deve possibilitar uma análise de regressão espacial mais compreensível que irá auxiliar prever a ocorrência de dengue na cidade. A análise de regressão espacial será realizada e permitirá levantar entre diversas variáveis socioeconômicas e demográficas, aquelas associadas com a incidência de dengue por setor censitário. As variáveis socioeconômicas e demográficas serão baseadas no Índice Paulista de Vulnerabilidade Social, calculado a partir de informações do Censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (AU)

Produção de peptídeos recombinantes virais antigênicos e desenvolvimento de métodos sorológicos para diagnóstico de infecções pelos vírus Chikungunya, Mayaro e Zika

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Luiz Tadeu Moraes Figueiredo
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Processo:16/01414-1
Vigência: 01 de abril de 2016 - 28 de fevereiro de 2018
Vinculado ao auxílio:14/02438-6 - Estudos com Bunyaviridae causadores de doença, AP.TEM
Assunto(s):Febre de ChikungunyaVirologiaVírus Zika
Resumo
Diagnósticos preliminares de infecções arbovirais são geralmente baseados em sinais clinicos do paciente, assim como seu histórico de viagens, porém, eventualmente não são diagnosticados correntamente devido à semelhança dos sintomas desenvolvidos pelas diferentes espécies virais. A análise laboratorial promete uma maior confiabilidade durante um diagnóstico por uma infecção viral, a qual geralmente emprega a sorodetecção de anticorpos específicos contra o vírus, presentes no soro sanguíneo ou no líquido cefalorraquidiano. Este Projeto de Pesquisa propõe desenvolver métodos diagnósticos para os arbovírus zoonóticos emergentes Chikungunya, Mayaro e Zika. Assim, será realizada a produção de proteínas recombinantes da proteína de Envelope E2 para os vírus Chikungunya e Mayaro, e do domínio III da proteína de Envelope E para o vírus Zika.Considerando que os vírus Chikungunya e Zika acabam de chegar ao Brasil, onde, já estão produzindo epidemias de doença febril aguda com acometimento articular e com provável relação com o aumento de casos de microcefalia em recém nascidos, e ainda o vírus Mayaro endêmico na Amazônia brasileira, onde produz centenas de infecções com doença similar e que ainda poderá se adaptar à transmissão por mosquitos Aedes atingindo áreas mais povoadas do país, temos aqui três graves problemas de saúde pública. Por esta razão e observando a escassez de métodos diagnósticos para estes vírus sobre os quais o país tem pouca experiência e grande suscetibilidade, propomo-nos a desenvolver peptídeos recombinantes, que poderão ser uma importante ferramenta diagnóstica que além de permitirem o diagnóstico de infecções humanas por vírus Chikungunya, Mayaro e Zika, também, permitirão a realização de futuros estudos epidemiológicos destes vírus. (AU)

Tecnologia e inflamação: a difusão de temas relacionados à inflamação e doenças inflamatórias em um contexto de educação tecnológica

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Rita de Cassia Aleixo Tostes Passaglia
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Processo:16/02013-0
Vigência: 01 de abril de 2016 - 31 de março de 2017
Vinculado ao auxílio:13/08216-2 - CPDI - Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias, AP.CEPID
Assunto(s):Divulgação científicaEducação em saúde
Resumo
As doenças inflamatórias constituem um grupo complexo e heterogêneo de doenças que afetam mais de 10% da população mundial. Neste contexto, o Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias (CRID, Processo 2013/08216-2) realiza investigação integrativa e translacional para identificar e validar novas rotas biológicas envolvidas na indução e na resolução da inflamação. As pesquisas envolvem triagem genética de alto desempenho e o resultado esperado é o desenvolvimento de estratégias terapêuticas inovadoras.Entende-se que a relevância desse projeto para a saúde pública acarreta na necessidade de serem criadas inúmeras estratégias de disseminação do conhecimento pesquisado pelo CRID. Esta atuação se dá por meio do Work Package 8 (WP8) que tem como um de seus focos informar e conscientizar o público leigo bem como estudantes do ensino fundamental e médio acerca de inflamação e doenças inflamatórias.É dentro dessa perspectiva que o CRID fez uma parceria com a ZOOM, representante da Lego Education no Brasil, para oferecer oficinas de robótica que trabalham também temas relacionados à inflamação. Esta oficinas foram inauguradas em setembro de 2014 com o objetivo de despertar em crianças e adolescentes o interesse por tecnologia por meio de um ambiente onde os alunos assistem a palestras sobre tecnologia, noções de programação, acesso a robôs e desafios robóticos, nos quais eles serão estimulados a cumprir determinadas tarefas. A grande maioria dos participantes provêm das escolas públicas municipais de Ribeirão Preto. O local utilizado para as oficinas é a sala da ZOOM que fica no SUPERA, um Parque de Inovação e Tecnologia de Ribeirão Preto que foi estruturado por meio de uma parceria entre a Universidade de São Paulo, Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo e a FIPASE, com o apoio da FINEP, do MCT e da FAPESP.Em 2015, ao ser estabelecida a parceria com o CRID, as oficinas passaram a abordar temas de inflamação e doenças inflamatórias em seus desafios. Em 2015, foram atendidas 23 instituições de ensino e 1111 alunos. No ano de 2016 trabalharemos com 3 temas: "queimadura solar", "dengue" e "alergia". Em colaboração com o Prof. Helder Nakaya, também estamos desenvolvendo animações curtas sobre inflamação e doenças inflamatórias. No momento, desenvolvemos animação explicando o que é o CRID e seus objetivos. Estão programados para 2016, vídeos sobre Leishmaniose, doença de Chagas, artrite reumatoide e aterosclerose.O bolsista auxiliará na produção destes novos materiais, atuará ministrando aulas nas oficinas e elaborando o material utilizado nos vídeos de animação, aumentando assim o impacto e as potencialidades que as novas tecnologias podem oferecer para a formação das crianças e adolescentes em idade escolar. (AU)

Differential replicative ability of clinical dengue virus isolates in an immunocompetent C57BL/6 mouse model

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Victor Hugo Aquino Quintana
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Processo:16/00720-1
Vigência: 01 de abril de 2016 - 30 de setembro de 2016
Assunto(s):Vírus da dengueModelos animaisVirologia
Resumo
Resumo: Vários modelos animais têm sido utilizados para estudar a patogênese da dengue, entretanto a maioria dos estudos utilizaram vírus adaptados em laboratório, os quais não possuem a virulência dos vírus que circulam entre humanos. O objetivo deste estudo foi analizar a habilidade de isolados clínicos do vírus da dengue (DENV, D2/BR/RP/RMB/09 e D3/BR/SL3/02) de infectar camundongos C57BL/6 imunocompetentes.Resultados: O isolado D3/BR/SL3/02 mostrou uma maior agilidade de infecção (o RNA viral foi detectado com maior frequência no soro e em vários órgãos), no modelo experimental comparado com ambos os vírus, o isolado D2/BR/RP/RMB/2009 e o vírus de DENV-1 adaptado em laboratório (cepa Mochizuki), independentemente da estratégia de infecção utilizada. A característica principal do isolado D3/BR/SL3/02 foi sua neuroinvasividade e a indução de um período maior de virmeia. Os anticorpos subneutralizantes não influenciaram na infecção dos animais quando macrófago foram utilizados, mas o nível de verrumai foi aumentado quando eles foram utilizados como complexo com o isolados D3/BR/SL3/02.Conclusão: Estes resultados sugerem que os camundongos C57BL/6 podem ser utilizados como modelo experimental para avaliar a diferença de virulência de isolados clínicos do DENV. (AU)
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