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Resumo

A banana é considerada um bom modelo de estudo para a transformação amido-sacarose, já que acumula um alto teor de amido durante o desenvolvimento, que é degradado durante o amadurecimento. As enzimas envolvidas nas vias de degradação do amido e síntese de sacarose são: ±-amilase, ²-amilase, amido-fosforilases, enzimas desramificadoras, glucano-água-diquinase (GWD), fosfoglucano-água-diquinase (PWD) e a sacarose-fosfato sintase. Destas, a ±-amilase, a ²-amilase, a isoamilase, as amido-fosforilases já tiveram atividade e expressão proteica estabelecidas em polpa de banana e as enzimas associadas ao grânulo de amido de banana já conhecidas são: ±-amilase, ²-amilase (proteína e atividade) e GWD (proteína). Existem dois modelos para a degradação do amido: (1) no primeiro, o início da degradação depende somente da ação da ±-amilase (germinação de cereais); (2) no segundo a degradação depende da fosforilação do grânulo de amido nas posições G-3P e G-6P pelas enzimas GWD e PWD, seguida da ação da ²-amilase. Nossos trabalhos mostraram que as enzimas necessárias para atuarem nos dois modelos estão presentes na polpa e amido da banana e que a ±-amilase e a ²-amilase parece ter especificidade por substratos diferentes no grânulo. O objetivo deste trabalho é confirmar esta especificidade de substrato através da determinação do grau de cristalinidade e do teor de amilose dos grânulos de amido degradados. (AU)

Resumo

O Brasil, devido a sua extensão territorial e a seus diversos biomas detém cerca de 15 a 20% da biodiversidade mundial. Essa biodiversidade vem se perdendo em ritmo acelerado. É estimado que conhecemos apenas 10% das espécies brasileiras, dentre elas os fungos, que são reconhecidos bons produtores de enzimas, como as amilases, que despertam um grande interesse biotecnológico. O amido é o principal carboidrato de reserva das plantas, e constitue grande parte da dieta das populações humanas. As enzimas que catalisam sua quebra, principalmente as alfa-amilases, beta-amilases e glicoamilases apresentam ampla aplicação nas indústrias têxteis, de papel e celulose, detergentes, panificação, farmacêutica e de bebidas. O presente trabalho visa o isolamento, seleção e identificação de novas linhagens fúngicas, otimização do processo fermentativo, purificação e caracterização enzimática, além do sequenciamento de aminoácidos de pelo menos uma amilase para a efetiva comparação dos fungos de diferentes gêneros ou espécies. (AU)

Resumo

ResumoO câncer é doença caracterizada por desvio dos mecanismos de controle que regulam asobrevida, proliferação e diferenciação de células. A cirurgia, a quimioterapia e aradioterapia são os tratamentos usualmente utilizados em pacientes ontológicos., Aquimioterapia pode ser curativa até mesmo para certas neoplasias disseminadas, tantomacroscópica como microscopicamente. Os agentes quimioterápicos como o metotrexatesão considerados antineoplásicos efetivos. Ele, que pertence à classe dos antimetabólitos,que atuam sobre o metabolismo intermediário das células em proliferação, foi introduzidona prática clínica há mais de 50 anos e apresenta ação farmacológica pelo antagonismo aoácido fólico. Por ser cada vez mais utilizado nos protocolos de tratamento de câncer, e comdoses progressivamente maiores, a ocorrência de toxicidade do tecido nervoso central pelometrotexate está aumentada. O mecanismo exato desencadeador de neurotoxicidade não foielucidado. A manifestação clínica da neurotoxicidade após sua administração pela viasubaracnóidea é a aracnoidite química e ocorre em aproximadamente 50% dos pacientes.Algum autor associara-o também a síndrome da cauda eqüina. O objetivo da pesquisa seráavaliar os efeitos que o metotrexate administrado pela via subaracnóidea determinaria sobrea medula espinal, raízes nervosas e as meninges de coelhos. Metodologia: Após aaprovação da Comissão de Ética em Experimentação Animal serão utilizados 30 coelhosadultos jovens, machos, da raça Grupo Genético de Botucatu com pesos entre 3500 e 4500g e comprimento de coluna vertebral entre 38 e 40 cm fornecidos pelo Biotério daFaculdade de Medicina de Botucatu. Os animais serão divididos em 3 grupos (G): G1punção subaracnóidea, G2 solução fisiológica e G3 metrotexate . Após anestesia venosacom xilaziana e cetamina será realizada a abordagem do espaço subaracnóideo (agulha deQuincke 22 12/2 G), no espaço intervertebral entre a premunira e a segunda vértebra sacralguiado por ultrassom. Os animais de G2 e G3 receberão as soluções correspondentes emvolume correspondente a 12 mg.m2 de superfície corpórea de metotrexate(aproximadamente 0,1 ml) ou de volume correspondente de solução fisiológica e os de G1apenas serão realizada somente a punção subaracnóidea. Este procedimento será repetidoquatro vezes em intervalos de 7 dias . As animais serão avaliados, clinicamente, quanto àsensibilidade e motricidade por 30 dias após os quais serão sacrificados por decaptação sobanestesia e retirada à porção lombar e sacral da medula espinhal para exame histológico pormicroscopia óptica e imunohistoquímica (proteína beta-amilase). (AU)

Resumo

O hormônio etileno tem sido apontado como o principal responsável pelos eventos do amadurecimento em frutos. No entanto, há muito tempo observa-se que as auxinas podem atuar como reguladores do amadurecimento em conjunto com o etileno. Porém, apenas na última década este papel das auxinas vem sendo estudado com maior profundidade. Bananas tratadas com 1-MCP demonstraram que o etileno possui grande correlação com as alterações na atividade e expressão gênica das enzimas beta-amilase e DPE2, relacionadas ao metabolismo de amido. Ademais, altos níveis de auxina em bananas causam demora na degradação do amido e se relacionam à inibição da transcrição e da atividade da beta-amilase, o que indica existir uma relação entre auxina e etileno como reguladores do metabolismo de amido em bananas. A influência de AIA sobre a expressão e atividade da DPE2 ainda não foi relatada. Assim, dada a já reconhecida influência das auxinas no amadurecimento de frutos, particularmente no metabolismo de amido em bananas, mais os precedentes de literatura que indicam uma possível ligação da auxina sobre a expressão dos receptores de etileno, o presente trabalho tem como objetivo aprofundar os conhecimentos sobre a ação de AIA no amadurecimento deste fruto, verificando sua ação sobre a transcrição dos receptores de etileno e verificar sua correlação com a expressão e atividade de enzimas ligadas ao metabolismo de amido, tomando em particular a beta-amilase e a DPE2. (AU)

Resumo

Muitos microrganismos decompositores de materiais lignocelulósicos vêm sendo utilizados como produtores de enzimas em processos fermentativos nos quais são utilizados substratos de baixo valor comercial como resíduos agrícolas e agroindustriais. Grande parte desses resíduos fica disponível no campo tornando-se, muitas vezes, um poluente ambiental sendo apenas uma pequena parte utilizada na alimentação de animais de produção. Embora a celulose e a hemicelulose, presentes nos mesmos, sejam adequadas para a alimentação de bovinos, sua disponibilização depende da remoção da lignina “indigesta”. O uso direto de resíduos agrícolas na alimentação dos animais não tem promovido o rendimento esperado apesar do potencial nutricional e energético dos mesmos. Em função disso, propõe-se o tratamento desses materiais com ligninases (livres de celulases), xilanases e pectinases de modo a promover uma “digestão parcial prévia” transformando o substrato lignocelulósico em alimento com melhor digestibilidade e com alta qualidade para ruminantes. O presente projeto propõe: 1) a obtenção de preparado enzimático termoestável, com alta atividade de ligninases (manganês peroxidase, lignina peroxidase e lacase), xilanase, amilase e pectinase e com baixo teor de endogluccanase (CMCase), a partir do cultivo de fungos filamentosos termofílicos por fermentação em estado sólido, visando a adição em dietas de ruminantes; 2) uso de resíduos agrícolas e agroindustriais como meio de cultivo para os fungos na fermentação sólida; 3) avaliação do material sólido fermentado como um possível segundo ingrediente nutricional para ração, visando o enriquecimento proteico da ração. (AU)

Resumo

Este projeto objetiva produzir as enzimas alfa e beta-amilases de milho (Zea mays), purificá-las por adsorção em leito expandido sobre as resinas de trocas iônicas Amberlites e obter dados cinéticos de hidrólises de amido, em biorreatores com enzimas livres ou imobilizadas, e assim fornecer condições ótimas de emprego das mesmas para as indústrias de produção de álcool, propiciando para estas mais uma alternativa a substituição da cana-de-açúcar. Para tanto, deve-se otimizar as condições de se obtenção das enzimas durante a maltagem e a purificação.Uma coluna cromatográfica de 1x30 cm de diâmetro será usada. Será feito um estudo dos efeitos do grau de expansão do leito, do tipo de tampão e da concentração do sal de eluição sobre a recuperação das enzimas. Também se avaliará em biorreatores os parâmetros de emprego destas enzimas na forma livre e/ou imobilizada. Deseja-se encontrar as melhores condições de se produzir, purificar e usar as enzimas na hidrólise de amido. (AU)

Resumo

Muitos microrganismos decompositores de materiais lignocelulósicos vêm sendo utilizados como produtores de enzimas em processos fermentativos nos quais são utilizados substratos de baixo valor comercial como resíduos agrícolas e agroindustriais. Grande parte desses resíduos fica disponível no campo tornando-se, muitas vezes, um poluente ambiental sendo apenas uma pequena parte utilizada na alimentação de animais de produção. Embora a celulose e a hemicelulose, presentes nos mesmos, sejam adequadas para a alimentação de bovinos, sua disponibilização depende da remoção da lignina “indigesta”. O uso direto de resíduos agrícolas na alimentação dos animais não tem promovido o rendimento esperado apesar do potencial nutricional e energético dos mesmos. Em função disso, propõe-se o tratamento desses materiais com ligninases (livres de celulases), xilanases e pectinases de modo a promover uma “digestão parcial prévia” transformando o substrato lignocelulósico em alimento com melhor digestibilidade e com alta qualidade para ruminantes. O presente projeto propõe: 1) a obtenção de preparado enzimático termoestável, com alta atividade de ligninases (manganês peroxidase, lignina peroxidase e lacase), xilanase, amilase e pectinase e com baixo teor de endogluccanase (CMCase), a partir do cultivo de fungos filamentosos termofílicos por fermentação em estado sólido, visando a adição em dietas de ruminantes; 2) uso de resíduos agrícolas e agroindustriais como meio de cultivo para os fungos na fermentação sólida; 3) avaliação do material sólido fermentado como um possível segundo ingrediente nutricional para ração, visando o enriquecimento proteico da ração. (AU)

Resumo

O adoçamento da banana depende, em grande parte, da capacidade de mobilização do amido armazenado na fase pré-climatérica. A beta-amilase é uma das enzimas hidrolíticas que parece ter uma importância grande nesse processo. Porém, seu papel fisiológico não está claramente definido, de acordo com resultados aparentemente conflitantes obtidos em outros vegetais. Assim, torna-se interessante avançar no conhecimento acerca dessa enzima em bananas e sua contribuição para a degradação do amido. O objetivo de projeto é expressar a beta-amilase de banana em E. coli e proceder à sua purificação, visando a futura caracterização cinética e molecular da enzima e produção de anticorpos específicos. Para isso, a seqüência codificadora do gene da beta-amilase será clonada em vetor de expressão, células de E. coli serão transformadas com essa construção e após indução da expressão, a proteína recombinante presente nos extratos será purificada por cromatografia de afinidade. (AU)

Resumo

Em atenção ao desenvolvimento de novas tecnologias é que neste trabalho propõe-se que sejam recuperadas as enzimas α e b-amilases produzidas a partir das sementes de milho (Zea mays) em sistemas de adsorção em leito expandido. Estas enzimas seriam mais uma opção aos vários processos na hidrólise do amido, principalmente pelas indústrias de álcool na produção de cerveja, em substituição sob a forma de malte de cevada (cereal este, não produzido no país) e, como em nosso país este o cultivo do milho é bastante difundido, logo teríamos um produto de baixo custo e com ótimo grau de pureza proporcionado pela recuperação em leito expandido. (AU)

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