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Efeito do óleo de h. courbaril sobre fibroblastos e células epiteliais de pterígio in vitro e ensaios in vivo de toxicidade local e sistêmica

Beneficiário:Carolina Rubio
Instituição: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Silvana Artioli Schellini
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:12/10032-4
Vigência: 01 de agosto de 2012 - 31 de julho de 2014
Assunto(s):ToxicidadeIn vitro
Resumo
O pterígio é uma lesão conjuntival que afeta muitos brasileiros, possui patogênese multifatorial e não possui, até o momento, nenhum tratamento que possa ser considerado ideal. No Nordeste há uma crença popular do uso de uma infusão a base de Hymenaea courbaril em olhos de portadores de pterígio com relatos de efeitos benéficos. Tendo em vista que este fitoterápico possui efeito anti-inflamatório e a inflamação é cogitada entre os possíveis agentes patogênicos do pterígio, nos propusemos a desenvolver este projeto com os seguintes objetivos: investigar a toxicidade pré-clínica da Hymenaea courbaril, avaliando desde a composição química até efeitos sobre as células da superfície ocular e toxicidade local e sistêmica. Para isso devem se desenvolvidos seis estudos: Experimento 1: Obtenção e caracterização química do óleo essencial de Hymenaea courbaril - o óleo obtido da planta deverá ser avaliado quanto às suas características químicas por cromatografia em fase gasosa, acoplada a espectrometria de massa. A extração do óleo essencial será realizada por destilação por arraste a vapor, a partir da resina da planta. Experimento 2: Transformação do óleo essencial de Hymenaea courbaril em fitoterápico usando tecnologia de sistemas dispersos líquidos nanoparticulados, contendo óleo essencial de Hymenaea courbaril, com alta capacidade de permeação. Serão desenvolvidos e caracterizados em sistemas biocompatíveis, apropriados para administração ocular, usando tecnologia de obtenção de ultrasonicação ou homogeneização de alta pressão. Experimento 3: Estudo da relação dose-efeito do óleo essencial de Hymenaea courbaril - avaliação do efeito de diferentes concentrações do óleo essencial Hymenaea courbaril sobre a proliferação em cultura de células de fibroblastos e células epiteliais de material de exérese de pterígio. O objetivo principal deste experimento é estabelecer a curva de efeito de dose/resposta. Experimento 4: Avaliação do efeito do óleo essencial e do fitoterápico nanoemulsionado sobre cultura de células de fibroblastos da cápsula de Tenon e de células epiteliais da conjuntiva de portadores de pterígios e da conjuntiva normal - avaliação de 20 fragmentos de pterígios e de conjuntiva normal, comparando em cultura de células o efeito do fitoterápico sobre a proliferação dos fibroblastos da cápsula de Tenon e células do epitélio conjuntival dos pterígios e do tecido normal, antes e após exposição a óleos essenciais da Hymenaea courbaril, colocados para agir durante 3 minutos. Deve ainda ser estudado o sobrenadante das culturas, no intuito de verificar a presença de citocinas inflamatórias. Experimento 5: Estudo de toxicidade sistêmica do óleo essencial de Hymenaea courbaril - 60 ratos adultos, divididos em quatro grupos de 10 animais que receberão óleo essencial de Hymenaea courbaril via oral, em dose única diária, 7 dias por semana/28 dias. Para o grupo controle será administrado óleo vegetal de soja de maneira semelhante aos grupos testados. Serão observadas a ocorrência de secreção, sinais autonômicos, reação e tamanho pupilar. Aos 28 dias será avaliada a reatividade sensorial a estímulos auditivo, visual e proprioceptivo, e observação de atividade motora. Também será realizado estudo de peso e ingestão de água e alimento em gaiola metabólica 1X/semana e exame hematológico e bioquímico aos 28 dias de experimento. Serão analisados parâmetros anátomo-patológicos de órgãos vitais após a morte. Experimento 6: Estudo de toxicidade local (ocular) do óleo essencial de Hymenaea courbaril- serão seguidos os guidelines OECD para testes químicos, a fim de avaliar a irritação ocular aguda em 5 coelhos, na concentração do IC 50, com doses de 0,1mL 4X/ dia /7 dias, no olho direito dos animais e o olho esquerdo será o controle, examinados diariamente por 21 dias. Todos os resultados a serem obtidos serão transferidos para Planilha Excel e deverão receber tratamento estatístico. (AU)

Óleo essencial de Hymenaea courbaril: formulação, efeito sobre fibroblastos e células epiteliais de pterígio in vitro e ensaios in vivo de toxicidade local e sistêmica

Beneficiário:Silvana Artioli Schellini
Instituição: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Silvana Artioli Schellini
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:11/00990-5
Vigência: 01 de junho de 2012 - 31 de maio de 2014
Assunto(s):Procedimentos cirúrgicos oftalmológicosPterígioHymenaeaNanopartículasFibroblastosCélulas epiteliaisToxicidadeÓleos essenciais
Resumo
O pterígio é uma lesão conjuntival que afeta muitos brasileiros, possui patogênese multifatorial e não possui, até o momento, nenhum tratamento que possa ser considerado ideal. No Nordeste há uma crença popular do uso de uma infusão a base de Hymenaea courbaril em olhos de portadores de pterígio com relatos de efeitos benéficos. Tendo em vista que este fitoterápico possui efeito anti-inflamatório e a inflamação é cogitada entre os possíveis agentes patogênicos do pterígio, nos propusemos a desenvolver este projeto com os seguintes objetivos: investigar a toxicidade pré-clínica da Hymenaea courbaril, avaliando desde a composição química até efeitos sobre as células da superfície ocular e toxicidade local e sistêmica. Para isso devem se desenvolvidos seis estudos: Experimento 1: Obtenção e caracterização química do óleo essencial de Hymenaea courbaril - o óleo obtido da planta deverá ser avaliado quanto às suas características químicas por cromatografia em fase gasosa, acoplada a espectrometria de massa. A extração do óleo essencial será realizada por destilação por arraste a vapor, a partir da resina da planta. Experimento 2: Transformação do óleo essencial de Hymenaea courbaril em fitoterápico usando tecnologia de sistemas dispersos líquidos nanoparticulados, contendo óleo essencial de Hymenaea courbaril, com alta capacidade de permeação. Serão desenvolvidos e caracterizados em sistemas biocompatíveis, apropriados para administração ocular, usando tecnologia de obtenção de ultrasonicação ou homogeneização de alta pressão. Experimento 3: Estudo da relação dose-efeito do óleo essencial de Hymenaea courbaril - avaliação do efeito de diferentes concentrações do óleo essencial Hymenaea courbaril sobre a proliferação em cultura de células de fibroblastos e células epiteliais de material de exérese de pterígio. O objetivo principal deste experimento é estabelecer a curva de efeito de dose/resposta. Experimento 4: Avaliação do efeito do óleo essencial e do fitoterápico nanoemulsionado sobre cultura de células de fibroblastos da cápsula de Tenon e de células epiteliais da conjuntiva de portadores de pterígios e da conjuntiva normal - avaliação de 20 fragmentos de pterígios e de conjuntiva normal, comparando em cultura de células o efeito do fitoterápico sobre a proliferação dos fibroblastos da cápsula de Tenon e células do epitélio conjuntival dos pterígios e do tecido normal, antes e após exposição a óleos essenciais da Hymenaea courbaril, colocados para agir durante 3 minutos. Deve ainda ser estudado o sobrenadante das culturas, no intuito de verificar a presença de citocinas inflamatórias. Experimento 5: Estudo de toxicidade sistêmica do óleo essencial de Hymenaea courbaril - 60 ratos adultos, divididos em quatro grupos de 10 animais que receberão óleo essencial de Hymenaea courbaril via oral, em dose única diária, 7 dias por semana/28 dias. Para o grupo controle será administrado óleo vegetal de soja de maneira semelhante aos grupos testados. Serão observadas a ocorrência de secreção, sinais autonômicos, reação e tamanho pupilar. Aos 28 dias será avaliada a reatividade sensorial a estímulos auditivo, visual e proprioceptivo, e observação de atividade motora. Também será realizado estudo de peso e ingestão de água e alimento em gaiola metabólica 1X/semana e exame hematológico e bioquímico aos 28 dias de experimento. Serão analisados parâmetros anátomo-patológicos de órgãos vitais após a morte. Experimento 6: Estudo de toxicidade local (ocular) do óleo essencial de Hymenaea courbaril- serão seguidos os guidelines OECD para testes químicos, a fim de avaliar a irritação ocular aguda em 5 coelhos, na concentração do IC 50, com doses de 0,1mL 4X/ dia /7 dias, no olho direito dos animais e o olho esquerdo será o controle, examinados diariamente por 21 dias. Todos os resultados a serem obtidos serão transferidos para Planilha Excel e deverão receber tratamento estatístico. (AU)

Reconstrução da superfície ocular: aspectos básicos, clínicos e cirúrgicos

Beneficiário:Rubens Belfort Mattos Junior
Instituição: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Rubens Belfort Mattos Junior
Pesquisadores principais:

Ana Luisa Höfling Lima ; José Alvaro Pereira Gomes ; Luciene Barbosa de Sousa ; Denise de Freitas

Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Temático
Processo:01/07036-3
Vigência: 01 de outubro de 2003 - 30 de setembro de 2009
Publicação FAPESP sobre o auxílio:http://www.fapesp.br/tematicos/saude_mattosjunior.pdf
Resumo
Desordens da Superfície Ocular e do Filme Lacrimal são consideradas como um grupo heterogêneo de doenças que causam baixa da acuidade visual em um grande número de pacientes. Incuem olho seco, pterígio, degenerações/distrofias superficiais corneais, displasias entre outros. Os casos mais graves de DSOFL são as ceratoconjuntivites cicatriciais secundárias a queimadura química, síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) e penfigóide cicatricial, que muitas vezes levam a seqüelas de difícil resolução clínica e cirurgicamente. Devido ao grande número de casos e dificuldades no tratamento, essas afecções constituem um problema sócio-econômico dramático, especialmente nos países em desenvolvimento. O Projeto Temático "Reconstrução da Superfície Ocular: aspectos básicos, clínicos e cirúrgicos" é um projeto multidisciplinar da UNIFESP, que conta com a participação de mais duas instituições universitárias nacionais e uma internacional, para desenvolver 16 projetos de pesquisa (5 em área básica (PE) e 11 clínico-cirúrgicos (PCC)), com os seguintes objetivos: avaliar a ultra-estrutura e aspectos bioquímicos e moleculares da membrana amniótica na reconstrução da superfície ocular; desenvolver tecnologia na produção de membrana amniótica colonizada ex-vivo por epitélio corneal; analisar as alterações da superfície ocular por diferentes métodos diagnósticos especializados; avaliar novos tratamentos para olho seco; avaliar a eficácia das cirurgias de reconstrução da superfície ocular utilizando membrana amniótica associada ou não ao transplante de limbo nas Desordens da Superfície Ocular. Resumidamente, serão apresentados os métodos utilizados para cada protocolo:-PE-1: Microscopia eletrônica de Transmissão e Varredura em membrana amniótica fresca e preservada por dois métodos diferentes (DMSO e glicerol e meio de cultura 1: 1)-PE-2: Quantificação de fatores de crescimento (fator recombinante de crescimento epitelial humano (EGF), fator de crescimento fibroblástico (FGF-4, FGF-básico), fator de crescimento de hepatócito (HGF), Fator de crescimento do queratinócito (KGF), Fator de crescimento transformante beta (TGF-b)), interleucinas (IL-4 e IL-10) e prostaglandinas (PGE2) na membrana amniótica preservada e fresca por ELISA. - PE-3: Identificação e quantificação do RNAm e proteínas dos fatores de crescimentos e citocinas nas membranas amnióticas humanas por técnicas de PCR, "Northern blot" e "Western blot" - PE-4: Uso da membrana amniótica em ceratoconjuntivite cicatricial experimental em coelhos. Será realizado um estudo experimental randomizado, onde avaliar-se-á a cicatrização corneana sob o ponto de vista clínico, bioquímico e imunohistoquímico após a aplicação da membrana amniótica humana preservada em córneas com e sem deficiência límbica severa. - PE-5: Membrana amniótica colonizada por epitélio corneal limbar: análise ultra-estrutural, de proliferação celular (imunofluorescência com Ki-67), apoptose (método morfológíco com Hoechst 33342) e imunohistoquímica/FACS para determinar a expressão das citoqueratinas epiteliais - PCC-1: Avaliação clínica e citológica do transplante de células germinativas corneais e membrana amniótica nas cirurgias reconstrutivas da superfície ocular nas deficiências limbares secundárias a síndrome de Stevens-Johnson e penfigóide cicatricial ocular - PCC - 2: Estudo prospectivo comparando aleatoriamente transplante de limbo associado ou não ao uso de membrana amniótica para reconstrução da superfície ocular nas queimaduras químicas crônicas com deficiência limbar total. - PCC-3: Avaliação clínica e citológica do uso de membrana amniótica colonizada ex vivo por epitélio limbar na reconstrução da superfície ocular de olhos portadores de deficiência limbar total resistentes ao tratamento convencional. - PCC-4: Estudo prospectivo comparando aleatoriamente transplante de membrana amniótica versus transplante de conjuntiva para o tratamento de pterígio recidivado. - PCC-5: Avaliação clínica do uso de uma ou mais camadas de membrana amniótica no tratamento dos afinamentos corneais e esclerais - PCC-6: Estudo prospectivo comparando aleatoriamente transplante de membrana amniótica versus punção estromal anterior para o tratamento da ceratopatia bolhosa em pacientes sintomáticos. - PCC-7: Avaliação clínica prospectiva comparando aleatoriamente tratamento clínico versus tratamento clínico e transplante de membrana amniótica como lente de contato biológica nas queimaduras químicas ou térmicas agudas graus III e IV - PCC-8: Investigação das alterações corneais humanas em nível celular usando microscopia confocal in vivo antes e após reconstrução da superfície ocular em casos de queimadura química não portadores de olho seco grave. Avaliar-se-ão também casos de deficiência limbar total de pacientes com doenças cicatriciais severas da córnea e conjuntiva (queimadura, penfigóide cicatricial, eritema multiforme). Comparar-se-ão os resultados obtidos com avaliação de microscopia confocal da superfície ocular de pacientes normais. - PCC-9: Estudo prospectivo tipo caso-controle, no qual será avaliado comparativamente a eficácia dos testes de Schirmer tipo I, II e o teste dinâmico do Clearance de Fluoresceína Lacrimal (C.F.L.) no diagnóstico diferencial em pacientes portadores de ceratoconjuntivites crônicas não-infecciosas. - PCC-10: Padronização da técnica de citologia de impressão, corados com PAS e Papanicolau, para o estudo do efeito da remoção do limbo e conjuntiva nos doadores de enxerto limbares de córnea. - PCC-11: Avaliação clínica e citológica do uso de ciclosporina tópica 0,2% no tratamento da ceratoconjuntivite sicca. (AU)

Exposições de culturas de fibroblastos de pterígios primários e recidivados a agentes anti-proliferativos

Beneficiário:Silvana Artioli Schellini
Instituição: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Silvana Artioli Schellini
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:03/00936-4
Vigência: 01 de outubro de 2003 - 31 de dezembro de 2005
Assunto(s):Cultura de célulasFibroblastosPterígio
Resumo
Tendo em vista ser o pterígio lesão muito freqüente em nosso meio e com tratamento não totalmente estabelecido, este estudo terá por objetivo avaliar o comportamento dos fibroblastos conjuntivais de portadores da lesão a utilização de antimitóticos. O estudo será prospectivo, controlado, avaliando-se a morfologia e a atividade proliferativa dos fibroblastos de pterígios primários e recidivados cultivados em cultura de células, antes e após a exposição a mitomicina c e ao 5-fluoracil. Material e método: as contagens do número de células viáveis serão feitas com câmara de newbauer após coloração com azul de trypan. Os dados obtidos serão submetidos à análise estatística (AU)

Matrix metalloproteinase-9 (MMP-9) expression i pterygium

Beneficiário:Silvana Artioli Schellini
Instituição: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Silvana Artioli Schellini
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Reunião - Exterior
Processo:03/00016-2
Vigência: 04 de maio de 2003 - 09 de maio de 2003
Assunto(s):PterígioImunohistoquímica

Estudo da patogenia do pterígio

Beneficiário:Silvana Artioli Schellini
Instituição: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Silvana Artioli Schellini
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:00/08588-7
Vigência: 01 de outubro de 2000 - 31 de dezembro de 2001
Assunto(s):OftalmologiaImunohistoquímicaPterígioInfecções por PapillomavirusMetaloproteases
Resumo
O pterígio é uma proliferação conjuntival que avança sobre a córnea, muito freqüentemente encontrado em países de clima tropical e subtropical, cuja etiologia ainda é discutível. Este estudo em como objetivo pesquisar fatores que possam estar implicados na gênese do pterígio. Serão analisados dados referentes aos portadores, como idade, sexo, profissão e relativos a lesão conjuntival como tamanho, localização, existência de cirurgia prévia e tratamento coadjuvante realizado. As peças histológicas removidas quando do tratamento cirúrgico do pterígio, assim como fragmentos de conjuntiva normal serão preparadas empregando-se técnicas de imunohistoquímica, para detecção de VEGF e matriz MMP2 e MMP9, além da pesquisa de HPV. Os resultados obtidos serão submetidos à análise estatística. (AU)
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