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26th Annual international Society for environmental Epidemiology Conference - from local to global: Advancing Science for policy in environmental health

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Maria Lucia Bueno Garcia
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Reunião - Exterior
Processo:14/10167-2
Vigência: 24 de agosto de 2014 - 28 de agosto de 2014
Assunto(s):Poluição atmosféricaMaterial particuladoPressão sanguínea

BTEX na atmosfera da Região Metropolitana de São Paulo

Beneficiário:
Instituição: Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Maria de Fátima Andrade
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Meteorologia
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:14/14048-8
Vigência: 01 de agosto de 2014 - 31 de março de 2015
Convênio/Acordo de cooperação com a FAPESP: CNPq - Temáticos - Pronex
Assunto(s):Compostos orgânicos voláteisPoluição do arHidrocarbonetosPoluição atmosférica
Resumo
Os compostos orgânicos voláteis (COVs) são uma importante classe de poluentes encontrados na atmosfera, principalmente, em centros urbanos e zonas industriais. Na presença de luz solar e óxidos de nitrogênio contribuem para a formação de poluentes secundários como ozônio troposférico, outros oxidantes atmosféricos e aerossóis, com a consequente formação do smog fotoquímico e material particulado secundário (Atkinson, 2000). O estudo dos COVs tem ganhado interesse ao longo do tempo devido a seu impacto na qualidade do ar assim como os impactos na saúde humana. Dentre os COVs as espécies BTEX (benzeno, tolueno, etilbenzeno e m,p,o-xileno) tem tido especial atenção, principalmente o benzeno devido a sua característica de ser carcinogênico (IARC, 2012). Estas espécies são importantes contribuintes na poluição do ar das megacidades, os quais são frequentemente emitidos por fontes industriais, evaporação de combustíveis e emissões veiculares. (Lan & Minh, 2013; Liu et al., 2013; Nelson & Quigley, 1983; Zhang et al., 2012). Os BTEX serão analisados na região metropolitana de São Paulo em amostragens contínuas horárias, com o objetivo de avaliarem-se as evoluções temporais em ciclos diários e as razões de emissão entre os diferentes compostos. As amostragens e quantificação serão efetuadas com analisador específico para precursores de ozônio, equipamento Perkin Elmer, modelo Clarus 500. A meta do projeto é a contribuição na formação multidisciplinar da aluna de iniciação científica e seu conhecimento na química da atmosfera. (AU)

Estudo da composição de compostos orgânicos voláteis leves: impacto da contribuição veicular na poluição atmosférica da Região Metropolitana de São Paulo

Beneficiário:
Instituição: Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Maria de Fátima Andrade
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Meteorologia
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:14/15981-0
Vigência: 01 de agosto de 2014 - 31 de março de 2015
Convênio/Acordo de cooperação com a FAPESP: CNPq - Temáticos - Pronex
Assunto(s):Compostos orgânicos voláteisPoluição atmosféricaRegião metropolitanaHidrocarbonetos
Resumo
A Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), megacidade localizada no sudeste do Brasil com população de aproximadamente 20 milhões de habitantes em uma área de 8.511 km2, é uma das maiores megacidades do mundo, contendo a cidade de São Paulo e mais 38 municípios. Na RMSP, existem aproximadamente 6,7 milhões de veículos de passageiros e comerciais sendo 85% veículos leves (VLs), 3% veículos pesados (VPs, os quais rodam com 95% diesel + 5% biodiesel) e 12 % motocicletas. Aproximadamente 55% dos VLs utilizam uma mistura de 78% (v/v) gasolina e 22% etanol (gasool), 4% utilizam etanol hidratado (95% etanol + 5% água), 38% são veículos flex, os quais são capazes de rodar tanto com gasool quanto etanol, e 2% utilizam diesel (5% bidiesel) (CETESB, 2013). De acordo com a CETESB - Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB, 2012), os veículos são responsáveis por emitir (na atmosfera) 97% de todo monóxido de carbono (CO), 85% dos hidrocarbonetos (HC), 82% dos óxidos de nitrogênio (NOx), 36% do dióxido de enxofre (SO2), e 36% de todo material particulado inalável (PM10). Estes dados indicam que a principal fonte de poluição do ar na RMSP é a emissão veicular.Neste estudo o acompanhamento da qualidade do ar será realizado pelo monitoramento de poluentes como: ozônio, óxidos de nitrogênio, hidrocarbonetos leves - etano, etileno, propano, propileno, isso-butano, n-butano, acetileno, trans-2-buteno, 1-buteno, cis-2-buteno, cilcopentano, isopentano, n-pentano, tran-2-penteno, 1-penteno, cis-2-penteno, 2,4-dimetilpentano e 2,3-dimetilbutano. As correlações estatísticas entre essas espécies serão realizadas com intuito de auxiliar a identificação das fontes de emissão. Uma boa correlação com as espécies acetileno e etileno são frequentemente utilizados como traçadores de emissão veicular, uma vez que essas espécies são emitidas predominantemente por veículos, especialmente os que possuem sistema catalisador de exaustão, enquanto que n-butano, trans-2-buteno, n-pentano são utilizados como traçadores de emissão evaporativa da gasolina. (Araizaga et al., 2013; Guo et al., 2012)A sazonalidade das concentrações dos poluentes será avaliada dentro do prazo deste projeto (inverno, primavera e verão), e correlacionada com dados meteorológicos como velocidade, direção do vento e precipitação de chuvas para interpretar o transporte e dispersão dos poluentes. (AU)

Marcadores de suscetibilidade a poluição do ar

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Paulo Hilário Nascimento Saldiva
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa em Políticas Públicas para o SUS
Processo:14/50110-0
Vigência: 01 de julho de 2014 - 31 de dezembro de 2015
Convênio/Acordo de cooperação com a FAPESP: CNPq - PPSUS
Assunto(s):CitocinasHomeostaseInflamaçãoMetilação de DNAPoluição atmosférica

Efeitos da poluição atmosférica e fatores meteorológicos nas doenças cardiovasculares na cidade de Presidente Prudente/SP

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Dionei Ramos
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:14/10581-3
Vigência: 01 de julho de 2014 - 30 de junho de 2015
Resumo
Introdução: A poluição atmosférica está associada com o aumento crescente da morbimortalidade de indivíduos expostos em grandes centros urbanos. Entretanto, cidades do interior de São Paulo, como Presidente Prudente, vem apresentando um aumento da frota e do fluxo de veículos automotores, além de possuir usinas sucroalcooleiras adjacentes como importantes fontes de emissão de poluentes, o que pode levar a um aumento da concentração de poluentes atmosféricos e do número de internações hospitalares. Contudo, ainda existem poucos estudos na literatura que avaliem a relação entre poluição atmosférica e internações hospitalares por doenças cardiovasculares em cidades interioranas. Objetivos: Investigar os efeitos da poluição atmosférica e dos fatores meteorológicos nas internações por doenças cardiovasculares. Métodos: Dados diários de internações hospitalares de adultos, com idade entre 45 e 79 anos, residentes da cidade de Presidente Prudente/SP, serão adquiridos através do banco de dados do SUS (DATA-SUS), relacionados às doenças cardiovasculares (CID10 - I00 a I99). Os níveis médios diários dos poluentes atmosféricos (MP10, NO2) e os dados de temperatura (T) e umidade relativa do ar (UR) serão obtidos junto a CETESB (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental), onde dispõe de uma estação fixa na cidade de Presidente Prudente/SP. Análise estatística: As doenças cardiovasculares serão consideradas variáveis dependentes e, como variáveis independentes, serão analisadas os níveis médios diários dos poluentes atmosféricos. Será utilizado o modelo de regressão aditivo generalizado (GAM) para verificar a relação existente entre as doenças cardiovasculares, poluição do ar e variáveis climáticas. Por último, será calculado o aumento no número de internações para a diferença interquartil dos poluentes significativos no modelo de regressão. (AU)

Influência da poluição do ar, medida individualmente, sobre atividade do lúpus eritematoso sistêmico juvenil: avaliação de bio-marcadores inflamatórios em exalado do ar condensado

Beneficiário:
Instituição: Instituto da Criança Professor Doutor Pedro de Alcantara (ICR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Sylvia Costa Lima Farhat
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:13/21508-2
Vigência: 01 de junho de 2014 - 31 de maio de 2016
Assunto(s):Doenças auto-imunesLúpus eritematoso sistêmicoPoluição atmosféricaUmidade relativa do arMarcadores inflamatórios
Resumo
Lúpus eritematoso sistêmico (LES) juvenil (LESJ) é uma doença inflamatória auto-imune e multifatorial com elevação de citocinas inflamatórias, tais como: IL-6, IL-10, IL-17, fator estimulador de linfócito B (BLys), interferons tipo 1 (IFN±/ß) e fator de necrose tecidual alfa (TNF-±). Material particulado fino inalável tem sido correlacionado com elevação de citocinais inflamatórias em estudos experimentais e epidemiológicos. Entretanto, existem raras publicações avaliando os efeitos da exposição à poluição do ar sobre LES e nenhuma utilizando EBC. Como a interface dos efeitos ambientais sobre doenças inflamatórias sistêmicas tem crescido enormemente nas últimas décadas, e ainda não existe pesquisa que avaliou a correlação entre exposição à poluição do ar em uma metrópole e dosagem de interleucinas inflamatórias em pacientes com LESJ, surgiu o interesse em desenvolver esse estudo prospectivo. Objetivos: Avaliar o efeito da exposição real a poluentes atmosféricos em LESJ; através da avaliação d a atividade da doença, citocinas inflamatórias em exalado do ar condensado (IL6, IL10, IL17, IL1beta, TNF alfa, IFN alfa e beta)e comparação com marcadores séricos em crianças e adolescentes com LESJ, moradores da região metropolitana da cidade de São Paulo, expostos à poluição do ar durante monitoramento individual de 21 dias. Métodos: Estudo longitudinal exploratório de painel com medidas repetidas (total de 108 medidas em 10 meses consecutivos, de 9 pacientes com LESJ). Estes pacientes terão idade atual variando de 10 a 18 anos acompanhados na Unidade de Reumatologia Pediátrica do Departamento de Pediatria da FMUSP e residirão na região metropolitana da cidade de São Paulo. Após a assinatura do Termo de Consentimento Livre e Informado. Receberão em seguida uma mochila com monitores individuais (ativo para material particulado e passivos para gases) de poluentes e um monitor para temperatura e umidade. Permanecerão com monitorização individual por três semanas consecutivas sendo que na terceira e quarta semanas será coletados exames laboratoriais além da avaliação clínica. Cada grupo de 3 pacientes participará de 4 ciclos ao longo de 10 meses. Cada ciclo terá 3 medidas (clínicas e laboratoriais e EBC) para cada paciente. Portanto cada grupo terão 36 medidas e no final do estudo serão 108 medidas.Análise estatística: Todas as variáveis estudadas e obtidas de cada participante, serão submetidas à análise de regressão linear, separadamente para cada um dos três poluentes estudados, controlando-se para temperatura e umidade relativa do ar. As análises de regressão serão realizadas com dados da concentração diária média dos poluentes medidos de forma individual e média diária de temperatura mínima e umidade relativa do ar medidas individualmente, em estrutura de lag (lag 1 é igual a média diária dos dados do dia anterior) e em estrutura de médias móveis (média móvel de 2 dias é igual a média do dia e do dia anterior). O modelo empregado para avaliar a associação e efeito dos poluentes nas variáveis categóricas será o das equações de estimativas generalizadas (GEE) e para as variáveis não categóricas contínuas com distribuição normal será o modelo de regressão de efeito misto linear (LME), consistente para análises de medidas repetidas, com variáveis dependentes discretas ou contínuas, levando-se em conta a não interdependência das respostas entre os indivíduos. (AU)

Implementação do modelo de aerossóis no modelo brasileiro de sistema terrestre (BESM) e sua validação com dados de satélite

Beneficiário:
Instituição: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (Brasil). São José dos Campos, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Carlos Afonso Nobre
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Meteorologia
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Processo:14/03149-8
Vigência: 01 de maio de 2014 - 31 de março de 2015
Convênio/Acordo de cooperação com a FAPESP: CNPq - Temáticos - Pronex
Resumo
RESUMOO aerossóisol atmosféricos consistem num dos problemas mais evidentes de poluição atmosférica e também desempenham um importante papel sobre a meteorologia e clima. Partículas de aerossol podem influenciar o clima em escalas regionais e globais através de interações diretas, atuando como centros espalhadores ou absorvedores de luz solar (Jacobson, 2001), ou indiretamente atuando sobre a formação e o ciclo de vida de nuvens, e assim modificando ciclos hidrológicos (Kaufman, 1995). Seu transporte a longas distâncias por correntes de ar pode favorecer a interferência na química e na física da atmosfera, não somente em escala local, mas também potencialmente em escalas regionais e até globais (Freitas et al., 2005).Somente a partir da última década a comunidade científica tem buscado a inclusão de efeitos de aerossóis sobre o clima em modelos numéricos atmosféricos para previsão de tempo, clima e qualidade do ar. Esse processo significa um extraordinário aumento não apenas da complexidade, mas principalmente do conhecimento das incertezas envolvidas em cenários de mudanças climáticas (Andreae et al., 2005). Por muito tempo, os efeitos bem conhecidos de aquecimento dos gases de efeito estufa eram a questão central mais significativa nos modelos de previsão climática. A inclusão dos aerossóis nos modelos atmosféricos traz novos desafios em termos de desenvolvimento de novas parametrizações, que representem apropriadamente os diversos processos, através dos quais partículas de aerossóis interagem com outros elementos atmosféricos. Este projeto tem como objetivo a implementação do modelo de aerossóis Hamburg Aerosol Model (HAM) desenvolvido no Max Planck Institute (MPI), da Alemanha, no Modelo Brasileiro de Sistema Terrestre (BESM), utilizando para esta finalidade o módulo de aerossóis HAM do modelo European Centre Hamburg Model (ECHAM 6.1.0-ham2.2-moz0.9). (AU)

Avaliação dos efeitos da poluição atmosférica em crianças e idosos residentes do Vale do Rio Cabuçu, São Paulo, Brasil

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Regiani Carvalho de Oliveira
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:13/21817-5
Vigência: 01 de abril de 2014 - 31 de março de 2016
Assunto(s):Saúde ambientalPoluição atmosféricaBiomonitoramentoPlantasTradescantia pallidaEducação ambientalQualidade do ar
Resumo
O Vale do Rio Cabuçu é uma das regiões do Município de São Paulo mais impactadas em termos de contaminação ambiental. Ciente dessa situação a associação de moradores dos bairros da região procurou a FMUSP para orientação sobre as ações possíveis na investigação dos efeitos e na minimização desta contaminação, o que resultou na proposição deste projeto. Nossa hipótese é que o desenvolvimento do projeto pode ser utilizado como instrumento para consolidar a conscientização da população sobre a problemática ambiental vivida e permitirá transferir conhecimento científico e ferramentas que possibilitem à população autonomia para o monitoramento da qualidade ambiental da região e para o processo de educação ambiental continuada. Para isto propomos o uso de metodologias de avaliação da qualidade ambiental de fácil execução e de baixo custo, mas que apresentam alto potencial para uso em educação ambiental, como a amostragem passiva de poluentes e o biomonitoramento com plantas. O efeito da poluição sobre a saúde da população será avaliado por meio do levantamento epidemiológico dos dados de sintomas respiratórios e pela medida da fração exalada do NO em dois grupos de voluntários, indivíduos com idade entre 12-15 anos e em indivíduos acima de 55 anos. Como ações educativas estão propostas duas linhas de oficinas, a primeira prevê o envolvimento de professores e alunos que serão treinados em técnicas de biomonitoramento com plantas e em noções básicas de metodologia científica; a segunda será direcionada especialmente aos idosos voluntários do estudo e terá como foco a relação existente entre a qualidade do ar e a saúde da população. (AU)

Toxicidade equivalente da atmosfera por dioxinas, furanos e bifenilas policloradas, com o uso de duas técnicas de coleta, passiva e ativa

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Saúde Pública (FSP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:João Vicente de Assunção
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Sanitária - Saneamento Ambiental
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Processo:13/20299-0
Vigência: 01 de fevereiro de 2014 - 31 de outubro de 2016
Assunto(s):FuranosPoluição atmosféricaDioxinasPoluição do ar
Resumo
Dioxinas, furanos e bifenilas policloradas são poluentes tóxicos para a saúde humana incluindo riscos de incidência de cânceres, efeitos de neurodesenvolvimento, lesões dérmicas, cloroacne. Esses poluentes são compostos orgânicos persistentes que podem ser transportados de longas distâncias da fonte de emissão e se bioacumular em ecossistemas. Objetivo: Verificar a toxicidade equivalente da atmosfera da cidade de São Paulo em função da mensuração de dioxinas, furanos e bifenilas policloradas (dl-PCB) no ar. Método: Exposição de coletores passivos de poluentes tóxicos em ambientes urbano, industrial e de background em São Paulo associados a coletores ativos, com tempo de exposição de 3 meses durante 1 ano. As amostras, depois da coleta em campo, serão submetidas à pré-tratamento utilizando sistemas de extração Soxhlet e de purificação (colunas de sílica ácida, alumina e carvão ativo). As análises serão realizadas em Cromatógrafo à gás de alta resolução (HRGC) acoplado a detector de massas de alta resolução (HRMS). A quantificação das 17 espécies mais tóxicas de dioxinas e furanos e os 12 dl-PCB será determinada em termos de toxicidade equivalente (TEQ), individual e total. A avaliação do perfil encontrado desses compostos na atmosfera poderá fornecer evidências sobre fontes de poluição. Esta pesquisa será realizada em parceria com a CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), onde serão conduzidos os ensaios de laboratório. (AU)

Interação entre fluxos de superfície e concentrações de aerossóis no gatilho de chuvas convectivas

Beneficiário:
Instituição: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (Brasil). São José dos Campos, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Celso von Randow
Pesquisador responsável no exterior: Marcelo Chamecki
Instituição no exterior: Pennsylvania State University. (Estados Unidos)
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Programa de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais - Regular
Processo:13/50529-8
Vigência: 01 de janeiro de 2014 - 31 de dezembro de 2016
Convênio/Acordo de cooperação com a FAPESP: Pesquisa Colaborativa GOAmazon
Assunto(s):AmazôniaMicrometeorologiaPoluição atmosféricaAerosolInteração biosfera-atmosferaPrecipitação atmosférica
Resumo
O projeto proposto objetiva estudar o ciclo de vida de aerossóis secundários em ambientes limpos e poluídos na Camada Limite Atmosférica (CLA) da Amazônia. O estudo abrange condições biológicas e físicas que influenciam emissões e reações dos precursores (compostos orgânicos voláteis biogênicos e antropogênicos, VOCs), formação, transporte de aerossóis para fora da CLA e seu papel na formação de nuvens e chuvas. Uma combinação de medições dos fluxos turbulentos de energia, gases-traço e aerossóis, perfis da camada limite com balões cativos e simulações de modelos será realizada em duas regiões na Amazônia Central: uma região com ar e uma paisagem de floresta pristina e uma região influenciada pela pluma de poluição próxima a cidade de Manaus. Com medições inovadoras da distribuição vertical dos aerossóis e núcleos de condensação de nuvens na CLA, e uma descrição detalhada da dinâmica e termodinâmica das camadas limite estável e convectiva interagindo com a superfície, busca-se entender melhor como a cobertura florestal pode influenciar a iniciação de nuvens, com ênfase em como o ar da camada limite é injetado na camada de nuvens, e como estes processos são alterados sob a influência da pluma de poluição de uma megacidade como Manaus. (AU)
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