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Comparação entre coletores ativo e passivo na determinação da toxicidade equivalente da atmosfera em relação a dioxinas, furanos e bifenilas policloradas toxicologicamente similares às dioxinas

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Saúde Pública (FSP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:João Vicente de Assunção
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Sanitária - Saneamento Ambiental
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:14/00745-9
Vigência: 01 de novembro de 2014 - 31 de outubro de 2016
Assunto(s):FuranosPoluição atmosféricaDioxinasPoluição do ar
Resumo
Introdução: Dioxinas, furanos e bifenilas policloradas são poluentes com grande potencial de impacto na saúde humana, incluindo aumento na incidência de câncer, efeitos ao neurodesenvolvimento, lesões dérmicas e alterações hormonais. A atmosfera urbana foi recentemente declarada de risco carcinogênico pela OMS,mostrando a importância de sua caracterização. O monitoramento com métodos de coleta ativa é de custo elevado, sendo pouco disponíveis as comparações com métodos passivos que validem a substituição. Objetivos: Verificar a equivalência de resultados de concentrações de dioxinas, furanos e dl-PCB, obtidas com técnicas de coleta ativa e passiva; verificar possibilidade de uso do método passivo para monitoramento de médio prazo; caracterizar a toxicidade equivalente das atmosferas estudadas. Método: Coletas ativas de até 7 dias pelo Método TO-09 da US.EPA, e por tempo de exposição máximo de 2 meses pelo método UNEP, para coletas passivas, em ambientes urbano, industrial e de background, durante 1 ano, com especiação e quantificação das 17 dioxinas e furanos mais tóxicos e dos 12 dl-PCB, por HRGC/HRMS; cálculo de toxicidade com base nos fatores de equivalência toxicológica da OMS de 2005. Resultados esperados: Caracterização da toxicidade equivalente da atmosfera em relação a dioxinas, furanos e dl-PCB em três locais: background, de baixas concentrações de poluentes, industrial com concentrações mais elevadas que o background e comparação desses resultados com aqueles encontrados em área urbana da cidade de São Paulo. Análise dos dois métodos de coleta e da aplicabilidade do método passivo para monitoramento desses compostos. Terá como benefício complementar o aumento do conhecimento sobre a concentração desses compostos nessasatmosferas. (AU)

Avaliação da expressão de aminopeptidase a em pulmão de camundongos expostos a material particulado 2,5

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Chin Jia Lin
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:14/13220-1
Vigência: 01 de outubro de 2014 - 30 de setembro de 2015
Assunto(s):Poluição
Resumo
Nas últimas décadas a geração de poluentes pelo homem aumentou de forma exponencial, tornando a poluição do ar um dos maiores fatores de risco à saúde na atualidade. Há sólidas evidências epidemiológicas associando a poluição do ar com efeitos deletérios sobre sistema cardiovascular, no entanto, os mecanismos fisiopatológicos associados a esses efeitos não estão totalmente esclarecidos, dessa forma, o conhecimento dos motivos pelos quais essa associação ocorre no organismo humano é de vital importância. Em experimentos de microarray, nosso grupo detectou diminuição da expressão de Enpep no endotélio pulmonar de camundongos expostos a material particulado 2,5 (MP2,5) (componentes da poluição atmosférica cujo diâmetro aerodinâmico é menor do que 2,5mm). Este gene codifica a Aminopeptidase A que é responsável por converter Angiotensina II (ANG-II) em Angiotensina III no sistema Renina-Angiotensina-Aldosterona (SRAA), sugerindo que este tem relação com os efeitos cardiovasculares desencadeados por uma exposição aguda à poluição. O presente estudo visa explorar em maior profundidade o achado de microarray com a utilização da técnica de PCR em tempo real. Os resultados desse projeto permitirão que se confirme o papel desse gene na fisiopatologia das complicações cardiovasculares consequentes da exposição a material particulado. (AU)

Análise da reação inflamatória nasal e sistêmica em cortadores de cana-de-açúcar submetidos à intensa atividade física e exposição a poluição atmosférica

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Dionei Ramos
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Processo:14/08029-0
Vigência: 01 de setembro de 2014 - 31 de julho de 2015
Assunto(s):Esforço físicoInflamaçãoPoluição do arTrabalhador ruralCana-de-açúcar
Resumo
INTRODUÇÃO: A colheita da cana-de-açúcar precedida por sua queima expõe os trabalhadores a altas concentrações de poluentes que somados aos efeitos do trabalho físico extenuante podem acarretar aumento na liberação de mediadores inflamatórios tanto nasal como sistêmico. Contudo, as consequências da exposição à poluição da queima de biomassa somadas as condições peculiares de trabalho na inflamação nasal e sistêmica ainda são pouco estudadas em cortadores de cana. OBJETIVOS: Avaliar os impactos do estresse físico e poluição atmosférica somada as condições da jornada de trabalho sobre os marcadores inflamatórios nasais e sistêmicos de cortadores de cana-de-açúcar do Oeste do Estado de São Paulo. MÉTODOS: serão avaliados cortadores de cana-de-açúcar, do gênero masculino, com idade entre 18 e 45 anos, tabagistas e não tabagistas. As avaliações serão realizadas no campo de plantação de cana-de-açúcar, onde os voluntários serão previamente entrevistados por meio de questionários. Além de avaliações dos sinais vitais, monóxido de carbono no ar exalado (COex), coleta de lavado nasal (LN) e coleta de sangue, nos seguintes momento: (a)período entressafra; (b)período safra. Todas as avaliações serão realizadas no período da manhã entre sete e nove horas. ANÁLISE ESTATÍSTICA: A normalidade dos dados será avaliada por meio do teste de shapiro-wilk. Para análise intergrupos será utilizado o teste t não pareado ou teste de Mann-Whitney e para análise intragrupos, será utilizado ANOVA para medidas repetidas seguida de teste de Tukey ou Friedman seguido do teste de Dunn de acordo com a normalidade dos dados. Correlações serão avaliadas por meio dos coeficientes de Pearson ou Spearman. O nível de significância utilizado será de p<0.05. (AU)

O reparo por excisão de nucleotídeo está envolvido no mecanismo de ação dos poluentes atmosféricos urbano?

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Paulo Hilário Nascimento Saldiva
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Processo:14/02297-3
Vigência: 01 de setembro de 2014 - 31 de agosto de 2016
Convênio/Acordo de cooperação com a FAPESP: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Assunto(s):Neoplasias pulmonaresPoluição atmosférica
Resumo
A poluição atmosférica é um fator de risco ambiental, principalmente nos grandes centros urbanos e está, atualmente, associada com a mortalidade por câncer de pulmão. Neste contexto, destaca-se a região metropolitana de São Paulo, que concentra importantes complexos industriais e, com sete milhões de veículos, possui uma das maiores frotas de veículos do planeta. Pesquisas mostram que a exposição aos poluentes atmosféricos é capaz de causar diversos efeitos à saúde, tais como: aumento da resposta pró-inflamatória, estresse oxidativo entre outros. Tais efeitos por sua vez induzem outras diversas respostas celulares, como por exemplo, a formação de danos no DNA pode desencadear um evento mutagênico se não for eficientemente removida por vias de reparo de DNA. Recentemente, estudos mostram que a via de reparo por excisão de nucleotídeos está envolvida no reparo de lesões causadas por agentes ambientais. Até o momento, poucos trabalhos com resultados que mostram o mecanismo de ação de poluentes atmosféricos urbano e esta via de reparo foram desenvolvidos. Portanto, o presente trabalho propõe o estudo da ação do material particulado (MP), proveniente da região metropolitana de São Paulo, na indução e reparo de danos ao DNA e, se estes danos podem levar a formação de neoplasias, principalmente no pulmão. Para esse estudo serão empregados camundongos deficiente para essa via de reparo, KO para o gene XPA. Os resultados desta pesquisa deverão subsidiar o conhecimento dos mecanismos de ação dos poluentes associados com o câncer de pulmão. Este estudo também proverá a quantificação de nanopartículas e a caracterização química dos poluentes atmosféricos da região metropolitana de São Paulo. (AU)

26th annual international society for environmental Epidemiology Conference - from local to global: Advancing Science for policy in environmental health

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Maria Lucia Bueno Garcia
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Reunião - Exterior
Processo:14/10167-2
Vigência: 24 de agosto de 2014 - 28 de agosto de 2014
Assunto(s):Poluição atmosféricaMaterial particuladoPressão sanguínea

BTEX na atmosfera da Região Metropolitana de São Paulo

Beneficiário:
Instituição: Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Maria de Fátima Andrade
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Meteorologia
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:14/14048-8
Vigência: 01 de agosto de 2014 - 31 de março de 2015
Convênio/Acordo de cooperação com a FAPESP: CNPq - Temáticos - Pronex
Assunto(s):Compostos orgânicos voláteisPoluição do arHidrocarbonetosPoluição atmosférica
Resumo
Os compostos orgânicos voláteis (COVs) são uma importante classe de poluentes encontrados na atmosfera, principalmente, em centros urbanos e zonas industriais. Na presença de luz solar e óxidos de nitrogênio contribuem para a formação de poluentes secundários como ozônio troposférico, outros oxidantes atmosféricos e aerossóis, com a consequente formação do smog fotoquímico e material particulado secundário (Atkinson, 2000). O estudo dos COVs tem ganhado interesse ao longo do tempo devido a seu impacto na qualidade do ar assim como os impactos na saúde humana. Dentre os COVs as espécies BTEX (benzeno, tolueno, etilbenzeno e m,p,o-xileno) tem tido especial atenção, principalmente o benzeno devido a sua característica de ser carcinogênico (IARC, 2012). Estas espécies são importantes contribuintes na poluição do ar das megacidades, os quais são frequentemente emitidos por fontes industriais, evaporação de combustíveis e emissões veiculares. (Lan & Minh, 2013; Liu et al., 2013; Nelson & Quigley, 1983; Zhang et al., 2012). Os BTEX serão analisados na região metropolitana de São Paulo em amostragens contínuas horárias, com o objetivo de avaliarem-se as evoluções temporais em ciclos diários e as razões de emissão entre os diferentes compostos. As amostragens e quantificação serão efetuadas com analisador específico para precursores de ozônio, equipamento Perkin Elmer, modelo Clarus 500. A meta do projeto é a contribuição na formação multidisciplinar da aluna de iniciação científica e seu conhecimento na química da atmosfera. (AU)

Estudo da composição de compostos orgânicos voláteis leves: impacto da contribuição veicular na poluição atmosférica da Região Metropolitana de São Paulo

Beneficiário:
Instituição: Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Maria de Fátima Andrade
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Meteorologia
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:14/15981-0
Vigência: 01 de agosto de 2014 - 31 de março de 2015
Convênio/Acordo de cooperação com a FAPESP: CNPq - Temáticos - Pronex
Assunto(s):Compostos orgânicos voláteisPoluição atmosféricaRegião metropolitanaHidrocarbonetosQualidade do ar
Resumo
A Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), megacidade localizada no sudeste do Brasil com população de aproximadamente 20 milhões de habitantes em uma área de 8.511 km2, é uma das maiores megacidades do mundo, contendo a cidade de São Paulo e mais 38 municípios. Na RMSP, existem aproximadamente 6,7 milhões de veículos de passageiros e comerciais sendo 85% veículos leves (VLs), 3% veículos pesados (VPs, os quais rodam com 95% diesel + 5% biodiesel) e 12 % motocicletas. Aproximadamente 55% dos VLs utilizam uma mistura de 78% (v/v) gasolina e 22% etanol (gasool), 4% utilizam etanol hidratado (95% etanol + 5% água), 38% são veículos flex, os quais são capazes de rodar tanto com gasool quanto etanol, e 2% utilizam diesel (5% bidiesel) (CETESB, 2013). De acordo com a CETESB - Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB, 2012), os veículos são responsáveis por emitir (na atmosfera) 97% de todo monóxido de carbono (CO), 85% dos hidrocarbonetos (HC), 82% dos óxidos de nitrogênio (NOx), 36% do dióxido de enxofre (SO2), e 36% de todo material particulado inalável (PM10). Estes dados indicam que a principal fonte de poluição do ar na RMSP é a emissão veicular. Neste estudo o acompanhamento da qualidade do ar será realizado pelo monitoramento de poluentes como: ozônio, óxidos de nitrogênio, hidrocarbonetos leves - etano, etileno, propano, propileno, isso-butano, n-butano, acetileno, trans-2-buteno, 1-buteno, cis-2-buteno, cilcopentano, isopentano, n-pentano, tran-2-penteno, 1-penteno, cis-2-penteno, 2,4-dimetilpentano e 2,3-dimetilbutano. As correlações estatísticas entre essas espécies serão realizadas com intuito de auxiliar a identificação das fontes de emissão. Uma boa correlação com as espécies acetileno e etileno são frequentemente utilizados como traçadores de emissão veicular, uma vez que essas espécies são emitidas predominantemente por veículos, especialmente os que possuem sistema catalisador de exaustão, enquanto que n-butano, trans-2-buteno, n-pentano são utilizados como traçadores de emissão evaporativa da gasolina. (Araizaga et al., 2013; Guo et al., 2012). A sazonalidade das concentrações dos poluentes será avaliada dentro do prazo deste projeto (inverno, primavera e verão), e correlacionada com dados meteorológicos como velocidade, direção do vento e precipitação de chuvas para interpretar o transporte e dispersão dos poluentes. (AU)

Marcadores de suscetibilidade a poluição do ar

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Paulo Hilário Nascimento Saldiva
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa em Políticas Públicas para o SUS
Processo:14/50110-0
Vigência: 01 de julho de 2014 - 31 de dezembro de 2015
Convênio/Acordo de cooperação com a FAPESP: CNPq - PPSUS
Assunto(s):CitocinasHomeostaseInflamaçãoMetilação de DNAPoluição atmosférica

Efeitos da poluição atmosférica e fatores meteorológicos nas doenças cardiovasculares na cidade de Presidente Prudente/SP

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Dionei Ramos
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:14/10581-3
Vigência: 01 de julho de 2014 - 30 de junho de 2015
Assunto(s):Poluição atmosféricaDoenças cardiovascularesFisioterapia
Resumo
Introdução: A poluição atmosférica está associada com o aumento crescente da morbimortalidade de indivíduos expostos em grandes centros urbanos. Entretanto, cidades do interior de São Paulo, como Presidente Prudente, vem apresentando um aumento da frota e do fluxo de veículos automotores, além de possuir usinas sucroalcooleiras adjacentes como importantes fontes de emissão de poluentes, o que pode levar a um aumento da concentração de poluentes atmosféricos e do número de internações hospitalares. Contudo, ainda existem poucos estudos na literatura que avaliem a relação entre poluição atmosférica e internações hospitalares por doenças cardiovasculares em cidades interioranas. Objetivos: Investigar os efeitos da poluição atmosférica e dos fatores meteorológicos nas internações por doenças cardiovasculares. Métodos: Dados diários de internações hospitalares de adultos, com idade entre 45 e 79 anos, residentes da cidade de Presidente Prudente/SP, serão adquiridos através do banco de dados do SUS (DATA-SUS), relacionados às doenças cardiovasculares (CID10 - I00 a I99). Os níveis médios diários dos poluentes atmosféricos (MP10, NO2) e os dados de temperatura (T) e umidade relativa do ar (UR) serão obtidos junto a CETESB (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental), onde dispõe de uma estação fixa na cidade de Presidente Prudente/SP. Análise estatística: As doenças cardiovasculares serão consideradas variáveis dependentes e, como variáveis independentes, serão analisadas os níveis médios diários dos poluentes atmosféricos. Será utilizado o modelo de regressão aditivo generalizado (GAM) para verificar a relação existente entre as doenças cardiovasculares, poluição do ar e variáveis climáticas. Por último, será calculado o aumento no número de internações para a diferença interquartil dos poluentes significativos no modelo de regressão. (AU)

Influência da poluição do ar, medida individualmente, sobre atividade do lúpus eritematoso sistêmico juvenil: avaliação de bio-marcadores inflamatórios em exalado do ar condensado

Beneficiário:
Instituição: Instituto da Criança Professor Doutor Pedro de Alcantara (ICR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Sylvia Costa Lima Farhat
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:13/21508-2
Vigência: 01 de junho de 2014 - 31 de maio de 2016
Assunto(s):Doenças auto-imunesLúpus eritematoso sistêmicoPoluição atmosféricaUmidade relativa do arMarcadores inflamatórios
Resumo
Lúpus eritematoso sistêmico (LES) juvenil (LESJ) é uma doença inflamatória auto-imune e multifatorial com elevação de citocinas inflamatórias, tais como: IL-6, IL-10, IL-17, fator estimulador de linfócito B (BLys), interferons tipo 1 (IFN±/ß) e fator de necrose tecidual alfa (TNF-±). Material particulado fino inalável tem sido correlacionado com elevação de citocinais inflamatórias em estudos experimentais e epidemiológicos. Entretanto, existem raras publicações avaliando os efeitos da exposição à poluição do ar sobre LES e nenhuma utilizando EBC. Como a interface dos efeitos ambientais sobre doenças inflamatórias sistêmicas tem crescido enormemente nas últimas décadas, e ainda não existe pesquisa que avaliou a correlação entre exposição à poluição do ar em uma metrópole e dosagem de interleucinas inflamatórias em pacientes com LESJ, surgiu o interesse em desenvolver esse estudo prospectivo. Objetivos: Avaliar o efeito da exposição real a poluentes atmosféricos em LESJ; através da avaliação d a atividade da doença, citocinas inflamatórias em exalado do ar condensado (IL6, IL10, IL17, IL1beta, TNF alfa, IFN alfa e beta)e comparação com marcadores séricos em crianças e adolescentes com LESJ, moradores da região metropolitana da cidade de São Paulo, expostos à poluição do ar durante monitoramento individual de 21 dias. Métodos: Estudo longitudinal exploratório de painel com medidas repetidas (total de 108 medidas em 10 meses consecutivos, de 9 pacientes com LESJ). Estes pacientes terão idade atual variando de 10 a 18 anos acompanhados na Unidade de Reumatologia Pediátrica do Departamento de Pediatria da FMUSP e residirão na região metropolitana da cidade de São Paulo. Após a assinatura do Termo de Consentimento Livre e Informado. Receberão em seguida uma mochila com monitores individuais (ativo para material particulado e passivos para gases) de poluentes e um monitor para temperatura e umidade. Permanecerão com monitorização individual por três semanas consecutivas sendo que na terceira e quarta semanas será coletados exames laboratoriais além da avaliação clínica. Cada grupo de 3 pacientes participará de 4 ciclos ao longo de 10 meses. Cada ciclo terá 3 medidas (clínicas e laboratoriais e EBC) para cada paciente. Portanto cada grupo terão 36 medidas e no final do estudo serão 108 medidas.Análise estatística: Todas as variáveis estudadas e obtidas de cada participante, serão submetidas à análise de regressão linear, separadamente para cada um dos três poluentes estudados, controlando-se para temperatura e umidade relativa do ar. As análises de regressão serão realizadas com dados da concentração diária média dos poluentes medidos de forma individual e média diária de temperatura mínima e umidade relativa do ar medidas individualmente, em estrutura de lag (lag 1 é igual a média diária dos dados do dia anterior) e em estrutura de médias móveis (média móvel de 2 dias é igual a média do dia e do dia anterior). O modelo empregado para avaliar a associação e efeito dos poluentes nas variáveis categóricas será o das equações de estimativas generalizadas (GEE) e para as variáveis não categóricas contínuas com distribuição normal será o modelo de regressão de efeito misto linear (LME), consistente para análises de medidas repetidas, com variáveis dependentes discretas ou contínuas, levando-se em conta a não interdependência das respostas entre os indivíduos. (AU)
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