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A proteína Klotho e o metabolismo energético de neurônios

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Cristoforo Scavone
Supervisor no Exterior: Mark Mattson
Local de pesquisa: National Institutes of Health (NIH) (Estados Unidos)
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Processo:16/09971-7
Vigência: 01 de julho de 2016 - 30 de junho de 2017
Assunto(s):EnvelhecimentoFármacos neuroprotetoresMetabolismo energético
Resumo
O envelhecimento sempre foi estudado em modelo animal utilizando a C. elegans devido ao seu ciclo reprodutivo e curta expectativa de vida. O ciclo de vida da C. elegans pode ser expandido a partir do momento que esses animais entram em uma fase de desenvolvimento alternativa conhecida como dauer. Diversos genes que alteram a entrada nesse estágio foram identificados e muitos deles codificam proteínas associadas ao único receptor tirosina quinase expresso no animal. Todos esses genes apresentam homologia em animais e corerspondem a enzimas da sinalização intracelular de insulina. A modulação negativa dessa via leva a um aumento na longevidade em diversos animais, enquanto sua regulação positiva apresenta o efeito oposto. Recentemente, uma nova proteína associada com o envelhecimento foi descoberta em mamíferos. Camundongos que não possuem a proteína Klotho mostram um fenótipo de envelhecimento precoce, com diversas características periféricas, bem como efeitos centrais, como declínio cognitivo. Como a sinalização de insulina está associada com a longevidade, o objetivo deste trabalho é investigar os efeitos da proteína Klotho sob a sinalização de insulina no sistema nervoso central, avaliando alguns parâmetros associados com o estado redox, metabolismo energético e vulnerabilidade ao peptídeo beta-amiloide, toxinas mitocondriais e excitotoxinas. (AU)

Screening sistematizado de transcritos e alterações moleculares e morfofuncionais induzidas por disfunções metabólicas em neurônios responsivos à leptina no hipocampo

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Beatriz de Carvalho Borges
Pesquisadores associados:Lucila Leico Kagohara Elias; Wilson Araújo da Silva Junior
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Apoio a Jovens Pesquisadores
Processo:14/24113-1
Vigência: 01 de julho de 2016 - 30 de junho de 2020
Assunto(s):NeuroendocrinologiaIngestão de alimentosMetabolismo energéticoHipocampoLeptinaObesidade
Resumo
A compreensão dos sistemas neurais que controlam a ingestão de alimento e o gasto energético torna-se fundamental diante da crescente prevalência da obesidade nas sociedades modernas. A leptina é um hormônio regulador do balanço energético por meio de ação no receptor LepRb em núcleos hipotalâmicos. O LepRb também é expresso no hipocampo, estrutura central envolvida com o processamento do aprendizado e memória, recentemente relacionada com o controle da ingestão de alimento. No hipocampo, a leptina promove a formação de espinhos dendríticos em neurônios CA1 e CA3, estimula a transmissão sináptica e modula a cognição e a memória relacionada a ingestão. A administração de leptina no hipocampo suprime a ingestão de alimento e a expressão de comportamentos apetitivos aprendidos. Entretanto, os mecanismos de ação da leptina no hipocampo e seu controle do balanço energético ainda não foram definidos. Nossa proposta tem por objetivo: (1) identificar mudanças nos níveis dos transcritos nos neurônios LepRb do hipocampo, por meio de RNA Seq, induzidas por alterações metabólicas (por exemplo, obesidade induzida por dieta); (2) avaliar a necessidade ou a suficiência da ação da leptina nos neurônios do hipocampo para o controle da ingestão de alimento, peso corporal e ansiedade, por meio de re-expressão condicional do LepRb em camundongos Lepr null (utilizando o sistema Cre-LoxP e vetores virais de adeno virus associado); (3) definir os inputs monosinápticos diretos nos neurônios LepRb do hipocampo por meio do sistema Cre-dependent helper virus; e finalmente, (4) avaliar o papel da ativação aguda dos neurônios LepRb do hipocampo sobre a ingestão de alimento e comportamento apetitivo por meio da tecnologia DREADD (Designed Receptors Exclusively Activated by Designed Drugs). Nosso estudo proporcionará a geração de novos conhecimentos sobre as ações da leptina no hipocampo e sua relevância fisiológica em disfunções metabólicas altamente prevalentes em nossa sociedade. Esta proposta representa uma oportunidade excepcional de fomentar e estabelecer novos grupos e campos de pesquisa especializada na instituição sede, de fundamental importância para a saúde humana. Também serão introduzidas metodologias inovadoras para os estudos moleculares, funcionais e de tracejamento neuronal, que permitirão futuras aplicações em diferentes áreas de pesquisa já estabelecidas em nossa instituição. (AU)

Comunicação inter-orgão entre tecido adiposo marrom e músculo esquelético: papel das batokines no metabolismo energético sistêmico

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Leonardo dos Reis Silveira
Supervisor no Exterior: Shingo Kajimura
Local de pesquisa: University of California, San Francisco (UCSF) (Estados Unidos)
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Processo:16/03682-3
Vigência: 20 de junho de 2016 - 19 de junho de 2017
Resumo
Os tecidos adiposo marrom e bege têm a capacidade de produzir calor (termogênesis) devido a oxidação de substratos. Esse ciclo fútil é essencialmente regulado pela ação da proteína desacopladora UCP1, uma proteína localizada na membrana interna da membrana mitocondrial desses tecidos. O aumento da termogênese é considerado uma ferramenta valiosa para combater a obesidade e as doenças associadas. Considerando que o tecido adiposo branco secreta várias adipocinas, é razoável pensar que o tecido adiposo marrom e bege também secretem moléculas que atuem local ou sistemicamente modulando o metabolismo. Nessa linha, o transplante de tecido adiposo inguinal branco de camundongo submetido ao treinamento físico aeróbio modulou a atividade mitocondrial e o metabolismo glicêmico em comparação ao mesmo transplante de animais sedentários. Em adição, Swensson et al., 2016 demonstraram que o tecido adiposo marrom secreta um peptídeo funcional (Slit2-C) no plasma que promove o "browning" do tecido adipo branco modulando positivamente o metabolismo energético e a homeostase glicêmica. Enquanto o foco do tecido adipo marrom e bege está relacionado a sua termogênese, essas recentes evidências sugerem que esses tecidos podem atuar positivamente sobre o metabolismo por outras vias além do programa termogênico. Dessa forma, nosso objetivo será caracterizar se as moléculas funcionais secretadas pelo tecido adiposo podem modular o metabolismo energético de tecidos alvo, por exemplo o músculo esquelético, e identificar o padrão de secreção dessas moléculas no contexto de estresse fisiológico como o exercicio fisico e a exposição ao frio. (AU)

Metabolismo energético, composição corporal e consumo alimentar na cirurgia bariátrica

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Maria Rita Marques de Oliveira
Supervisor no Exterior: Dale A. Schoeller
Local de pesquisa: University of Wisconsin-Madison (UW) (Estados Unidos)
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Nutrição
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Processo:16/02306-8
Vigência: 20 de junho de 2016 - 19 de dezembro de 2016
Assunto(s):Composição corporalObesidadeCirurgia bariátricaIsótopos estáveisMetabolismo energético
Resumo
A cirurgia para a obesidade é hoje o procedimento de escolha para casos graves do problema, por resultar em maiores e mais duradoras perdas de peso corporal e no efetivo controle das doenças crônicas associadas às disfunções metabólicas da adiposidade corporal, um grave e frequente problema de saúde global. No entanto, os resultados da cirurgia não são os mesmos para todos os obesos, o que pode estar relacionado a processos metabólicos adaptativos, com prováveis implicações genéticas. Em estudos anteriores, nós não encontramos diferenças na taxa metabólica em repouso e no consumo de alimentos entre mulheres com diferentes resultados da cirurgia sobre o ganho de peso. Neste projeto, buscando elucidar outras hipóteses e considerando o cenário técnico e científico favorável, o objetivo será avaliar a resposta do peso corporal à cirurgia bariátrica sob a influência de fatores associados ao metabolismo energético, à composição corporal e ao consumo alimentar, 6 e 12 meses após o procedimento. Será um ensaio clínico autocontrolado, envolvendo 20 mulheres com IMC entre 40 e 50 kg/m2. O gasto energético total e a composição corporal serão avaliados pela água duplamente marcada. O consumo alimentar e o nível de atividade física serão avaliados por meio de registros de três dias não consecutivos. Como resultado, se espera obter respostas a hipóteses levantadas em estudos anteriores, assim, beneficiando decisões referentes ao tratamento e ao cuidado pós-cirúrgico. (AU)

Habilidades motoras fundamentais e gasto energético de crianças: um estudo com escolares do ensino fundamental

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto (EEFERP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Dalmo Roberto Lopes Machado
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:15/24313-3
Vigência: 01 de junho de 2016 - 31 de maio de 2017
Assunto(s):AvaliaçãoAtividade físicaExercícioMetabolismo energético
Resumo
Dados do IBGE apontam que no Brasil crianças de cinco a nove anos estão acima do peso ideal, com aumentos de sobrepeso e obesidade de 34,8% entre os meninos, e de 32% entre as meninas (BRASIL, 2010). O reflexo dessa realidade aparece no diagnóstico em idades cada vez mais precoces de crianças com doenças típicas de adultos, como altos índices de colesterol, hipertensão, diabetes do tipo 2, resultantes de um estilo de vida sedentário. A prática regular de exercício pode combater várias doenças, todavia o pleno desenvolvimento das Habilidades Motoras Fundamentais (HMF) que ocorre desde o início da infância, pode ser requerido antes de se engajar em um programa de exercício ou atividade física, associado, portanto à atividade física (AF) habitual e à saúde da criança. Ainda não está comprovado se crianças com maiores níveis de competência motora tendem a ser mais ativas fisicamente ou se o nível "proficiente" possibilita economia de movimento, com redução do gasto de energia. O impacto que esta descoberta poderia representar nos programas de AF escolar e nos índices de sobrepeso e obesidade pediátrica, são evidentes. Assim o objetivo central deste estudo é estimar o GE em diferentes estágios de HMF e o impacto nos níveis de AF, em escolares do Ensino Fundamental. Uma amostra de 200 crianças do ensino fundamental, de ambos os sexos (6-10 anos), será avaliada em dois momentos: na 1ª etapa - em medidas antropométricas e Habilidades Motoras Fundamentais Conduzidas (HMFC), mediante aplicação do teste TGMD-2 para identificação das HMFC; Na 2ª etapa - em avaliação das Habilidades Motoras Fundamentais Autônomas (HMFA), registradas a partir de filmagens e estimativa do gasto energético (GE) mediante acelerometria contínua em diferentes momentos, sendo determinado o GE (Kcal), MET e classificação do nível de AF. As comparações entre GE e os níveis de HMF qualitativas (filmagens) e quantitativas (TGMD-2) serão determinadas por estatística descritiva e inferencial. Todas as análises serão realizadas no pacote estatístico SPSS, versão 17.0 (Inc., Chicago, IL, EUA), com nível de significância previamente estabelecido (±=0,05). (AU)

Papel da microbiota intestinal relacionada obesidade no GVHD (graft versus host disease)

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Niels Olsen Saraiva Câmara
Supervisor no Exterior: Marcel Rudolf Maria Van Den Brink
Local de pesquisa: Memorial Sloan-Kettering Cancer Center (Estados Unidos)
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Iniciação Científica
Processo:16/06370-2
Vigência: 31 de maio de 2016 - 29 de setembro de 2016
Assunto(s):Transplantes
Resumo
Diante o crescimento epidêmico das taxas de obesidade mundial, é de grande importância o estudo dos efeitos fisiológicos e patológicos consequentes a esta mudança. Estudos demonstram que o excesso de tecido adiposo está associado a várias co-morbidades crescentes nas últimas décadas. Em acréscimo, sabe-se hoje que além de modular sistemas relacionados ao metabolismo energético, o tecido adiposo constitui um importante regulador imunológico. Adiante, a imunologia de rejeição de transplantes ocupa um ponto central na busca ao aumento da sobrevida de transplantes. A doença do enxerto contra o hospedeiro (GvHD, do inglês Graft versus Host Disease), causada principalmente por respostas alogênicas de células T entre células do doador e as células do sistema imune do receptor, continua a ser uma das principais complicações ao transplante alogênico de medula óssea. Recentemente o sistema imune inato tem sido indicado por apresentar importante papel na iniciação e desenvolvimento da doença. Nesse sentido, um trabalho recente do grupo de van den Brink destacou a microbiota intestinal como um fator chave na progressão do GvHD. Dados prévios do nosso laboratório sugerem que a obesidade tenha um papel prejudicial no transplante alogênico de pele, bem como no GvHD. Além disso, evidências crescentes apontam que a obesidade também está diretamente relacionada com a disbiose intestinal. Consequentemente, nós postulamos que a microbiota é um importante mecanismo no agravamento do GvHD. Portanto, nosso objetivo é distinguir o papel da disbiose intestinal promovida pela obesidade na progressão do GvHD. Isso será realizado associando enterótipos relacionados à obesidade à evolução da doença utilizando ensaios de imunofenotipagem e metagenômica. Este estudo poderá elucidar o papel da microbiota relacionada à obesidade no GvHD e potencialmente indicar enterótipos específicos associados com a complicação da doença. Como consequência, este trabalho poderá revelar novos biomarcadores da progressão da doença e possivelmente indicar medidas terapêuticas para reduzir o GvHD. (AU)

Efeito de dietas com diferentes proporções de proteína e carboidratos sobre o metabolismo energético e protéico de gatos adultos

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Aulus Cavalieri Carciofi
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Zootecnia - Nutrição e Alimentação Animal
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Processo:16/01510-0
Vigência: 01 de maio de 2016 - 30 de abril de 2018
Assunto(s):Calorimetria indiretaBioenergética
Resumo
Gatos são animais carnívoros, com elevada necessidade de aminoácidos. O uso dos carboidratos por estes animais já foi estudado, contudo existem informações que ainda não são bem esclarecidas para a espécie. O objetivo deste estudo é avaliar o efeito do consumo de dietas com diferentes proporções de proteína e carboidratos sobre o metabolismo proteico e energético de gatos. O estudo seguirá 2 quadrados latinos 4x4, cada um com 4 rações, 4 períodos de 7 semanas e 4 gatos, totalizando 8 repetições por ração. Serão avaliados rações extrusadas com diferentes proporções de proteína (PB) e carboidratos (CHO): 20% de PB e 48,5% de CHO; 34% de PB e 33,5% de CHO; 48% de PB e 18,5% de CHO e 62% de PB e 3,5% de CHO. Durante as 7 semanas que os gatos receberão os alimentos, serão avaliados: a composição corporal (massa magra e massa gorda) por isótopos de deutério ao início e final do período; a digestibilidade e energia metabolizável dos alimentos; o consumo diário de ração, padrão alimentar e saciedade dos animais; o metabolismo de proteínas por meio do balanço de nitrogênio, excreção urinária de ureia de 24h, catabolismo muscular (pela dosagem de 3-metil-histidina na urina), proteína transportadora de retinol e manutenção da massa magra corporal; gasto energético diário por calorimetria indireta em câmera de respirometria, obtendo-se dados de gasto energético de manutenção, gasto energético basal, incremento calórico, energia líquida dos alimentos e quociente respiratório para medição indireta da oxidação orgânica de proteína, carboidratos e gorduras; e estudo do perfil de metabólitos. Os resultados serão avaliados por meio de contrastes polinomiais, medidas repetidas no tempo e análise de componentes principais (P<0,05). (AU)

Participação da STAT3 em neurônios SF1 do hipotálamo sobre os efeitos do estradiol na homeostase energética

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Lucila Leico Kagohara Elias
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:16/00451-0
Vigência: 01 de maio de 2016 - 30 de abril de 2017
Assunto(s):HipotálamoEstradiolMetabolismo energético
Resumo
A obesidade constitui problema emergente para a saúde pública devido à alta morbidade e mortalidade associadas a esta doença, a qual tem apresentado aumento substancial em sua prevalência. O sistema nervoso central é essencial à regulação da homeostase energética e ao controle da ingestão alimentar e do peso corporal. O hipotálamo, centro de convergência e de integração de sinais relacionados ao estado energético, apresenta diversos núcleos, como o núcleo arqueado (ARC), núcleo paraventricular (PVN), área hipotalâmica lateral (HLA), núcleo ventromedial (VMH) e núcleo dorsomedial (DMH). O VMH constitui importante sítio de regulação do peso corporal e da homeostase energética. Neste núcleo foi descrita a expressão específica do gene NR5A1, que codifica o fator de transcrição SF-1. Dados da literatura evidenciaram a participação crucial de neurônios do VMH que expressam SF-1 no controle da ingestão alimentar e do peso corporal. A leptina, produzido por adipócitos e atuante na inibição da ingestão alimentar e aumento do gasto energético, circulando em níveis proporcionais à adiposidade corporal, apresenta sinalização importante no VMH, regulando o tônus simpático para tecidos periféricos.As ações hipotalâmicas da leptina são mediadas pela STAT3. Hormônios gonadais também associam-se à regulação da ingestão alimentar e do peso corporal. O estradiol (E2) realiza suas ações na homeostase energética mediadas pelo receptor ER±, cuja expressão foi demonstrada no VMH. Dessa forma, o presente projeto visa à investigação do envolvimento da via de sinalização da STAT3 em neurônios SF-1 do VMH na homeostase energética e sua relação com a ação do estradiol. Para tanto, utilizaremos a metodologia CRE-LOX para realização de deleção específica de STAT3 em neurônios SF-1 em fêmeas ovariectomizadas com e sem reposição com estradiol. (AU)

A importância da mitocôndria nos danos causados durante a criopreservação de espermatozóides de cães

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Marcilio Nichi
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Biologia Geral
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:16/00027-4
Vigência: 01 de maio de 2016 - 30 de abril de 2017
Assunto(s):Estresse oxidativoCãesDesacopladoresCriopreservaçãoEspermatozoidesReprodução animalMitocôndriasMetabolismo energético
Resumo
A relação do homem com o cão vem sendo muito estudada, visto que esta proporciona vantagens fisiológicas e psicológicas ao homem. O cão é considerado um membro da família e ganhou ainda mais importância devido às mudanças da estrutura familiar. Como consequência desse novo panorama, o gasto com esses animais aumentou significativamente nos últimos anos. Nesse contexto, a biotecnologia da reprodução tem um papel fundamental para otimizar o processo de reprodução, evitar riscos aos animais e assim perpetuar o material genético daqueles de alto valor zootécnico ou afetivo.Os espermatozoides por possuírem reduzido citoplasma, onde estão os antioxidantes, são muito susceptíveis à oxidação que ocorre na mitocôndria e produz espécies reativas de oxigênio (EROs). Os EROs são muito importantes para as reações acrossomais e ligação com a zona pelúcida, porém quando em excesso causam danos às macromoléculas. Logo, o estudo terá como base o uso de desacopladores da fosforilação oxidativa da mitocôndria para observar se ocorrerá redução dos danos oxidativos e assim aumentar a viabilidade dos espermatozoides. (AU)

O MCT1 como alvo terapêutico e mediador de resposta no tratamento de melanomas

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Hospital do Câncer de Barretos. Fundação Pio XII (FP). Barretos, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Céline Marques Pinheiro
Pesquisadores associados:Paula Comune Pennacchi; Rui Manuel Vieira Reis; Érica Aparecida de Oliveira; Fernanda Faião Flores; Daniel Onofre Vidal; Silvya Stuchi Maria-Engler; Vinicius de Lima Vazquez; Flavio Mavignier Carcano; Débora Kristina Alves Fernandes; Adhemar Longatto Filho
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Metabolismo e Bioenergética
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Apoio a Jovens Pesquisadores
Processo:15/25351-6
Vigência: 01 de maio de 2016 - 30 de abril de 2020
Assunto(s):MetabolismoMelanomaNeoplasiasQuimioterapiaRadioterapiaReprogramação celularTumorigênese
Resumo
No contexto da reprogramação metabólica das células tumorais (efeito de Warburg), várias proteínas apresentam a sua expressão aumentada, incluindo os transportadores de monocarboxilatos (MCTs). Recentemente, o MCT1 foi identificado como o principal determinante para a sensibilidade ao 3-bromopiruvato (3-BP), um dos mais promissores inibidores do metabolismo glicolítico. Assim, além de um potencial alvo terapêutico, o MCT1 surge como um mediador de resposta a fármacos em câncer. O melanoma é a forma mais agressiva de câncer de pele e estudos demonstram que o BRAF é um dos oncogenes chave na tumorigênese destes tumores. Importante, mutações em BRAF induzem o efeito de Warburg, sendo que esta reprogramação do metabolismo energético tem sido apontada como uma possível estratégia para o tratamento de melanomas. Neste projeto, na sequência da pesquisa que tem sido desenvolvida pela candidata nos últimos 10 anos, pretende-se avaliar o potencial do MCT1 como alvo terapêutico, assim como mediador da resposta ao tratamento com 3-BP como agente antineoplásico para o tratamento de melanomas, utilizando para tal diversas abordagens desde a caracterização da expressão de MCT1 em amostras tumorais, passando por um rastreio de sensibilidade ao 3-BP de linhagens de melanoma e associação com a expressão de MCT1, e pela caracterização do efeito do Knock-Out de SLC16A1 (MCT1), sozinho ou combinado com tratamento com 3-BP, em características de agressividade tumoral. Este projeto conta com a colaboração de vários pesquisadores de outras instituições e ambiciona abrir novas perspectivas para o desenvolvimento de ensaios clínicos mais eficazes em melanomas. (AU)
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