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Dinâmica mitocondrial e transporte de Ca2+: implicações bioenergéticas

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Alicia Juliana Kowaltowski
Anfitrião: Orian Shirihai
Local de pesquisa: University of California, Los Angeles (UCLA) (Estados Unidos)
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Metabolismo e Bioenergética
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Pesquisa
Processo:16/06186-7
Vigência: 05 de dezembro de 2016 - 19 de fevereiro de 2017
Vinculado ao auxílio:13/07937-8 - Redoxoma, AP.CEPID
Assunto(s):Transporte de cálcioDinâmica mitocondrialMetabolismo energético
Resumo
Há várias evidências na literatura de que há uma ligação entre estado nutricional, morfologia e dinâmica mitocondriais, sinalização por cálcio e eficiência bioenergética. Um ponto específico e central não investigado ainda é se mudanças de morfologia mitocondrial podem por si só alterar a captação mitocondrial de cálcio. Esse projeto visa estudar efeitos da morfologia mitocondrial no transporte de cálcio por essa organela. (AU)

Screening sistematizado de transcritos e alterações moleculares e morfofuncionais induzidas por disfunções metabólicas em neurônios responsivos à leptina no hipocampo

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Beatriz de Carvalho Borges Del Grande
Pesquisadores associados:Lucila Leico Kagohara Elias; Wilson Araújo da Silva Junior
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Apoio a Jovens Pesquisadores
Processo:14/24113-1
Vigência: 01 de setembro de 2016 - 31 de agosto de 2020
Assunto(s):NeuroendocrinologiaIngestão de alimentosMetabolismo energéticoHipocampoLeptinaObesidade
Resumo
A compreensão dos sistemas neurais que controlam a ingestão de alimento e o gasto energético torna-se fundamental diante da crescente prevalência da obesidade nas sociedades modernas. A leptina é um hormônio regulador do balanço energético por meio de ação no receptor LepRb em núcleos hipotalâmicos. O LepRb também é expresso no hipocampo, estrutura central envolvida com o processamento do aprendizado e memória, recentemente relacionada com o controle da ingestão de alimento. No hipocampo, a leptina promove a formação de espinhos dendríticos em neurônios CA1 e CA3, estimula a transmissão sináptica e modula a cognição e a memória relacionada a ingestão. A administração de leptina no hipocampo suprime a ingestão de alimento e a expressão de comportamentos apetitivos aprendidos. Entretanto, os mecanismos de ação da leptina no hipocampo e seu controle do balanço energético ainda não foram definidos. Nossa proposta tem por objetivo: (1) identificar mudanças nos níveis dos transcritos nos neurônios LepRb do hipocampo, por meio de RNA Seq, induzidas por alterações metabólicas (por exemplo, obesidade induzida por dieta); (2) avaliar a necessidade ou a suficiência da ação da leptina nos neurônios do hipocampo para o controle da ingestão de alimento, peso corporal e ansiedade, por meio de re-expressão condicional do LepRb em camundongos Lepr null (utilizando o sistema Cre-LoxP e vetores virais de adeno virus associado); (3) definir os inputs monosinápticos diretos nos neurônios LepRb do hipocampo por meio do sistema Cre-dependent helper virus; e finalmente, (4) avaliar o papel da ativação aguda dos neurônios LepRb do hipocampo sobre a ingestão de alimento e comportamento apetitivo por meio da tecnologia DREADD (Designed Receptors Exclusively Activated by Designed Drugs). Nosso estudo proporcionará a geração de novos conhecimentos sobre as ações da leptina no hipocampo e sua relevância fisiológica em disfunções metabólicas altamente prevalentes em nossa sociedade. Esta proposta representa uma oportunidade excepcional de fomentar e estabelecer novos grupos e campos de pesquisa especializada na instituição sede, de fundamental importância para a saúde humana. Também serão introduzidas metodologias inovadoras para os estudos moleculares, funcionais e de tracejamento neuronal, que permitirão futuras aplicações em diferentes áreas de pesquisa já estabelecidas em nossa instituição. (AU)

Metabolismo energético, composição corporal e consumo alimentar na cirurgia bariátrica

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Maria Rita Marques de Oliveira
Supervisor no Exterior: Dale A. Schoeller
Local de pesquisa: University of Wisconsin-Madison (UW) (Estados Unidos)
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Nutrição
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Processo:16/02306-8
Vigência: 15 de agosto de 2016 - 14 de fevereiro de 2017
Assunto(s):Composição corporalObesidadeCirurgia bariátricaIsótopos estáveisMetabolismo energético
Resumo
A cirurgia para a obesidade é hoje o procedimento de escolha para casos graves do problema, por resultar em maiores e mais duradoras perdas de peso corporal e no efetivo controle das doenças crônicas associadas às disfunções metabólicas da adiposidade corporal, um grave e frequente problema de saúde global. No entanto, os resultados da cirurgia não são os mesmos para todos os obesos, o que pode estar relacionado a processos metabólicos adaptativos, com prováveis implicações genéticas. Em estudos anteriores, nós não encontramos diferenças na taxa metabólica em repouso e no consumo de alimentos entre mulheres com diferentes resultados da cirurgia sobre o ganho de peso. Neste projeto, buscando elucidar outras hipóteses e considerando o cenário técnico e científico favorável, o objetivo será avaliar a resposta do peso corporal à cirurgia bariátrica sob a influência de fatores associados ao metabolismo energético, à composição corporal e ao consumo alimentar, 6 e 12 meses após o procedimento. Será um ensaio clínico autocontrolado, envolvendo 20 mulheres com IMC entre 40 e 50 kg/m2. O gasto energético total e a composição corporal serão avaliados pela água duplamente marcada. O consumo alimentar e o nível de atividade física serão avaliados por meio de registros de três dias não consecutivos. Como resultado, se espera obter respostas a hipóteses levantadas em estudos anteriores, assim, beneficiando decisões referentes ao tratamento e ao cuidado pós-cirúrgico. (AU)

Sinalização parácrina mediada por microvesículas e proteínas entre células ósseas e endoteliais durante o desenvolvimento e regeneração do tecido ósseo

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Willian Fernando Zambuzzi
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Química de Macromoléculas
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Processo:16/08857-6
Vigência: 01 de agosto de 2016 - 31 de julho de 2018
Vinculado ao auxílio:14/22689-3 - Sinalização parácrina mediada por microvesículas e proteínas entre células ósseas e endoteliais durante o desenvolvimento e regeneração do tecido ósseo, AP.JP
Assunto(s):Células endoteliaisOsteoblastoFraturasOsso e ossos
Resumo
O sistema esquelético de mamíferos abriga um conjunto de células que, de maneira hierárquica, sustentam a formação óssea ao longo da vida. Neste contexto, sabemos que a osteogênese é indispensável para a renovação do osso, bem como a consolidação de fratura através de mecanismos regenerativos; sabemos que estes processos frequentemente diminuem com o progresso da idade, levando à perda de massa óssea e ao aumento da incidência de fraturas. Atualmente, defeitos ósseos constituem um problema de saúde pública, quando a expectativa de vida da população tem aumentado significantemente. Reconstruir o tecido perdido é um dos grandes desafios de cirurgiões na área, muitas vezes necessitando da aplicação de um biomaterial que permita reparo funcional do tecido perdido. A despeito de sua importância médica, social e econômica, poucos avanços têm sido alcançados quanto às metodologias de bioanálise capazes de ranquear novas terapias. Atualmente, sabemos que o desenvolvimento e regeneração do osso é um evento complexo e orquestrado por mecanismos parácrinos de sinalização intercelulares mostrando que a osteogênese está acoplada à angiogênese graças aos elegantes trabalhos liderados pelo Prof. R. H. Adams, do Max Planck Institute for Molecular Biomedicine, publicados recentemente na Nature. Estes trabalhos justificam nosso interesse em estudar o crosstalk entre as linhagens osteogênicas e endoteliais, ressaltando a importância em se conhecer o repertório de moléculas secretadas ora pelos osteoblastos, ora pelas células endoteliais, e regentes (em conjunto) desses efeitos parácrinos durante a remodelação óssea. Neste contexto, o projeto em tela irá atacar: 1. A inter-relação entre células ósseas e endoteliais - avaliando proteínas secretadas e vesículas extracelulares neste contexto; 2. Caracterização de um tecido equivalente funcional de vaso sanguíneo e seu impacto em osteoblastos e osteoclastos; 3. Verificar, através dos biomarcadores listados nos objetivos anteriores, sua conservação durante o desenvolvimento embrionário intramembranoso e endocondral; 4. O mapeamento angiogênico acoplada à osteogênese durante a regeneração tecidual do osso alveolar. Neste projeto, celebramos a participação de pesquisadores de reconhecido saber da literatura mundial na área, tais como: Prof. Anna Teti (Itália, expert em metabolismo energético de células ósseas e características moleculares que determinam o fenótipo de osteoblastos, osteoclastos e osteócitos), Prof. Hans van Leeuwen (Holanda, expert em análise de microvesículas extracelulares) e Prof. Suvro Chartjee (Índia, expert em células endoteliais, Shear-Stress e NO signaling). Esta assembleia de pesquisadores internacionais é fruto do INTERBONE, onde o Prof. Willian Zambuzzi (proponente deste projeto) integra como pesquisador principal, desde 2011. Assim, dentre os resultados esperados para este projeto, destacamos: 1. Implantação no Instituto de Biociências - UNESP, linha de pesquisa em tecidos mineralizados, com equipamentos multiusuários, capazes de atender a essa comunidade; 2. Integração multidisciplinar, alavancando o impacto de nossas publicações; 3. Manutenção de parcerias nacionais e internacionais, contribuindo para intercâmbios e formação de nossos alunos de graduação e pós-graduação; 4. Contribuição com resultados que poderão ser explorados no âmbito de pesquisas aplicadas. (AU)

Interação intravesical de Salmonella enterica Typhimurium e P-MAPA em câncer de bexiga não músculo invasivo (CNMI)

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Patrick Vianna Garcia
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:16/07393-6
Vigência: 01 de agosto de 2016 - 31 de julho de 2017
Assunto(s):Urologia
Resumo
Devido à alta ocorrência de câncer de bexiga urinária não músculo invasivo (CBNMI), ascende o interesse no desenvolvimento de novas modalidades terapêuticas antitumorais baseadas no uso de bactérias vivas atenuadas e seus produtos purificados, destacando-se a Salmonella enterica typhimurium, que tem sido avaliada por apresentar um excelente perfil de segurança, uma grande propensão à alocação em tumores e uma marcante capacidade de sintetizar citosinas funcionais. Outra vertente é o estudo de novas modalidades terapêuticas capazes de modular o sistema imune através das vias de sinalização dos receptores toll-like (TLRs). Assim, compostos que são capazes de agir como agonistas dos TLRs representam candidatos promissores a medicamentos contra o câncer, neste cenário, o imunomodulador P-MAPA, possui grande versatilidade e mínima citoxicidade reveladas através de estudos in vivo e in vitro, abrindo nova perspectiva para o combate de alguns tipos de cânceres, incluindo CBNMI. Assim, a proposta é verificar se a Salmonella enterica typhimurium pode efetivamente residir em tumores de bexiga urinária in vivo e coabitar com a microbiota vesical criando oportunidades para estimulação direta das respostas inflamatórias e alteração do metabolismo energético em associação ao imunomodulador P-MAPA oferecendo uma opção terapêutica com menores efeitos colaterais, melhor reparo tecidual e menores chances de recidiva. (AU)

Caracterização da expressão do GLUT1 e da CAIX em tumores de sítio primário desconhecido

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Hospital do Câncer de Barretos. Fundação Pio XII (FP). Barretos, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Céline Marques Pinheiro
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Metabolismo e Bioenergética
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:16/08674-9
Vigência: 01 de agosto de 2016 - 31 de julho de 2017
Assunto(s):Neoplasias primárias desconhecidasMetabolismo energéticoMicroambiente tumoralImuno-histoquímica
Resumo
O câncer de sítio primário oculto (CUPs) é um grupo heterogêneo de canceres, caracterizado por sua principal sintomatologia clínica que consiste em metástase sem um tumor primário identificável. Certos marcadores prognósticos podem contribuir para o tratamento de pacientes que não respondam bem aos tratamentos convencionais uma vez que podem ser potenciais alvos terapêuticos no desenvolvimento de novas terapias. Neste contexto, as proteínas relacionadas com o metabolismo energético do tumor surgem como proteínas promissoras. Desta maneira, mostra-se a extrema importância do conhecimento do perfil metabólico dessas células na busca de utilizar essas proteínas como marcadores tumorais e/ou alvos terapêuticos. Assim, o objetivo deste projeto é avaliar a expressão de moléculas associadas ao microambiente metabólico de tumores primários desconhecidos e suas possíveis associações com características clínico patológicas e desfechos clínicos em pacientes com este tipo de tumor. Para tal, a expressão de GLUT1 e CAIX será avaliada por imunohistoquímica, em uma série de cerca de 150 CUPs organizados em TMAs. Os dados de expressão serão associados aos dados clínicos e patológicos dos pacientes. Com este projeto, espera-se contribuir para a caracterização do perfil metabólico destes tumores, contribuindo para a compreensão da biologia deste tumores, assim como antecipar possíveis alvos terapêuticos. (AU)

"sinalização parácrina mediada por microvesículas e proteínas entre células ósseas e endoteliais durante o desenvolvimento e regeneração do tecido ósseo"

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Willian Fernando Zambuzzi
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Química de Macromoléculas
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Processo:16/08888-9
Vigência: 01 de agosto de 2016 - 31 de julho de 2019
Vinculado ao auxílio:14/22689-3 - Sinalização parácrina mediada por microvesículas e proteínas entre células ósseas e endoteliais durante o desenvolvimento e regeneração do tecido ósseo, AP.JP
Assunto(s):Células endoteliaisRemodelação ósseaAngiogênese
Resumo
O sistema esquelético de mamíferos abriga um conjunto de células que, de maneira hierárquica, sustentam a formação óssea ao longo da vida. Neste contexto, sabemos que a osteogênese é indispensável para a renovação do osso, bem como a consolidação de fratura através de mecanismos regenerativos; sabemos que estes processos frequentemente diminuem com o progresso da idade, levando à perda de massa óssea e ao aumento da incidência de fraturas. Atualmente, defeitos ósseos constituem um problema de saúde pública, quando a expectativa de vida da população tem aumentado significantemente. Reconstruir o tecido perdido é um dos grandes desafios de cirurgiões na área, muitas vezes necessitando da aplicação de um biomaterial que permita reparo funcional do tecido perdido. A despeito de sua importância médica, social e econômica, poucos avanços têm sido alcançados quanto às metodologias de bioanálise capazes de ranquear novas terapias. Atualmente, sabemos que o desenvolvimento e regeneração do osso é um evento complexo e orquestrado por mecanismos parácrinos de sinalização intercelulares mostrando que a osteogênese está acoplada à angiogênese graças aos elegantes trabalhos liderados pelo Prof. R. H. Adams, do Max Planck Institute for Molecular Biomedicine, publicados recentemente na Nature. Estes trabalhos justificam nosso interesse em estudar o crosstalk entre as linhagens osteogênicas e endoteliais, ressaltando a importância em se conhecer o repertório de moléculas secretadas ora pelos osteoblastos, ora pelas células endoteliais, e regentes (em conjunto) desses efeitos parácrinos durante a remodelação óssea. Neste contexto, o projeto em tela irá atacar: 1. A inter-relação entre células ósseas e endoteliais - avaliando proteínas secretadas e vesículas extracelulares neste contexto; 2. Caracterização de um tecido equivalente funcional de vaso sanguíneo e seu impacto em osteoblastos e osteoclastos; 3. Verificar, através dos biomarcadores listados nos objetivos anteriores, sua conservação durante o desenvolvimento embrionário intramembranoso e endocondral; 4. O mapeamento angiogênico acoplada à osteogênese durante a regeneração tecidual do osso alveolar. Neste projeto, celebramos a participação de pesquisadores de reconhecido saber da literatura mundial na área, tais como: Prof. Anna Teti (Itália, expert em metabolismo energético de células ósseas e características moleculares que determinam o fenótipo de osteoblastos, osteoclastos e osteócitos), Prof. Hans van Leeuwen (Holanda, expert em análise de microvesículas extracelulares) e Prof. Suvro Chartjee (Índia, expert em células endoteliais, Shear-Stress e NO signaling). Esta assembleia de pesquisadores internacionais é fruto do INTERBONE, onde o Prof. Willian Zambuzzi (proponente deste projeto) integra como pesquisador principal, desde 2011. Assim, dentre os resultados esperados para este projeto, destacamos: 1. Implantação no Instituto de Biociências - UNESP, linha de pesquisa em tecidos mineralizados, com equipamentos multiusuários, capazes de atender a essa comunidade; 2. Integração multidisciplinar, alavancando o impacto de nossas publicações; 3. Manutenção de parcerias nacionais e internacionais, contribuindo para intercâmbios e formação de nossos alunos de graduação e pós-graduação; 4. Contribuição com resultados que poderão ser explorados no âmbito de pesquisas aplicadas. (AU)

Caracterização do proteoma mitocondrial e perfil bioquímico oxidativo de células neurais derivadas de iPSCs de pacientes com esquizofrenia

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Daniel Martins-de-Souza
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Química de Macromoléculas
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Processo:16/04912-2
Vigência: 01 de agosto de 2016 - 31 de janeiro de 2018
Vinculado ao auxílio:13/08711-3 - Desenvolvimento de um teste preditivo para medicação bem sucedida e compreensão das bases moleculares da esquizofrenia através da proteômica, AP.JP
Assunto(s):EsquizofreniaProteômica
Resumo
A esquizofrenia é um distúrbio mental grave e incurável que afeta 1% da população mundial, caracterizado pela combinação de genes que conferem vulnerabilidade e de injúrias ambientais, tais como exposição à infecções, toxinas, traumas e estresse durante a gestação ou infância. Estudos de proteoma, que investigam as proteínas e seus níveis de expressão em células, tecidos e organismos, tem proporcionado perspectivas e novas hipóteses sobre as bases moleculares da fisiopatologia da doença. Estudos sugerem que disfunções no metabolismo energético, em conjunto com estresse oxidativo e disfunção mitocondrial durante o neurodesenvolvimento, podem explicar algumas das características encontradas na doença, tal como deficiência de conectividade e sincronização neural. O presente projeto visa estudar os perfis bioquímicos mitocondriais, através de técnicas proteômicas de última geração, de células precursoras de neurônio (NPCs) e neurônios, derivados de células tronco de pluripotência induzida (iPSC) de pacientes com esquizofrenia, comparando-as com células de indivíduos não afetados. Assim, visamos elucidar as alterações que ocorrem durante o desenvolvimento neuronal e também no neurônio maduro, que poderiam estar relacionadas aos distúrbios da esquizofrenia. Também será avaliada a produção de espécies reativas de oxigênio (EROs) e a quantificação das defesas antioxidantes da célula. O presente estudo contribuirá para o entendimento dos mecanismos moleculares envolvidos na patofisiologia da esquizofrenia, através da integração das vias bioquímicas e identificação de moléculas-chave para essa doença. Ademais, tais moléculas poderão ser estudadas separadamente, apontando novos alvos terapêuticos e diagnósticos. (AU)

Sensibilidade ao 3-bromopiruvato e sua relação com a expressão do transportador de monocarboxilato 1 (MCT1), em culturas primárias de melanoma

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Hospital do Câncer de Barretos. Fundação Pio XII (FP). Barretos, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Céline Marques Pinheiro
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Metabolismo e Bioenergética
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:16/13021-4
Vigência: 01 de agosto de 2016 - 31 de julho de 2017
Vinculado ao auxílio:15/25351-6 - O MCT1 como alvo terapêutico e mediador de resposta no tratamento de melanomas, AP.JP
Assunto(s):MelanomaNeoplasias
Resumo
No contexto da reprogramação metabólica das células tumorais (efeito de Warburg), várias proteínas apresentam a sua expressão aumentada, incluindo os transportadores de monocarboxilatos (MCTs). Recentemente, o MCT1 foi identificado como o principal determinante para a sensibilidade ao 3-bromopiruvato (3-BP), um dos mais promissores inibidores do metabolismo glicolítico. O melanoma é a forma mais agressiva de câncer de pele e estudos demonstram que mutações no gene BRAF estão associadas a um aumento no risco de mortalidade em pacientes com melanomas. Importante, mutações em BRAF induzem o efeito de Warburg, sendo que esta reprogramação do metabolismo energético tem sido apontada como uma possível estratégia para o tratamento de melanomas. Neste projeto de IC, pretende-se avaliar o papel do MCT1 como mediador da resposta ao tratamento com 3-BP como agente antineoplásico para o tratamento de melanomas. Para tal, a sensibilidade de culturas primárias de melanoma ao 3-BP será avaliada e associada ao perfil metabólico das células, em especial à expressão de MCT1. O perfil metabólico das culturas primárias será também associado a mutações comuns em melanomas. (AU)

A proteína Klotho e o metabolismo energético de neurônios

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Cristoforo Scavone
Supervisor no Exterior: Mark Mattson
Local de pesquisa: National Institutes of Health, Baltimore (NIH) (Estados Unidos)
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Processo:16/09971-7
Vigência: 11 de julho de 2016 - 10 de julho de 2017
Assunto(s):EnvelhecimentoFármacos neuroprotetoresMetabolismo energético
Resumo
O envelhecimento sempre foi estudado em modelo animal utilizando a C. elegans devido ao seu ciclo reprodutivo e curta expectativa de vida. O ciclo de vida da C. elegans pode ser expandido a partir do momento que esses animais entram em uma fase de desenvolvimento alternativa conhecida como dauer. Diversos genes que alteram a entrada nesse estágio foram identificados e muitos deles codificam proteínas associadas ao único receptor tirosina quinase expresso no animal. Todos esses genes apresentam homologia em animais e corerspondem a enzimas da sinalização intracelular de insulina. A modulação negativa dessa via leva a um aumento na longevidade em diversos animais, enquanto sua regulação positiva apresenta o efeito oposto. Recentemente, uma nova proteína associada com o envelhecimento foi descoberta em mamíferos. Camundongos que não possuem a proteína Klotho mostram um fenótipo de envelhecimento precoce, com diversas características periféricas, bem como efeitos centrais, como declínio cognitivo. Como a sinalização de insulina está associada com a longevidade, o objetivo deste trabalho é investigar os efeitos da proteína Klotho sob a sinalização de insulina no sistema nervoso central, avaliando alguns parâmetros associados com o estado redox, metabolismo energético e vulnerabilidade ao peptídeo beta-amiloide, toxinas mitocondriais e excitotoxinas. (AU)
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