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Análise do perfil materno de microRNAs circulantes induzido pela corticoterapia gestacional: abordagem translacional

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Gabriel Forato Anhê
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Processo:15/02961-3
Vigência: 01 de junho de 2015 - 31 de maio de 2017
Convênio/Acordo de cooperação com a FAPESP: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Assunto(s):Saúde da mulherMicroRNAs
Resumo
Nos últimos 30 anos, o uso de terapias com corticosteróides sintéticos em gestantes tem demonstrado relativo sucesso na diminuição da mortalidade de neonatos prematuros e na incidência da síndrome do desconforto respiratório. Apesar dos reconhecidos benefícios imediatos que advêm da corticoterapia, indivíduos que nasceram de mães tratadas com betametasona no período antenatal apresentam risco aumentado de desenvolvimento da resistência à insulina. Também foi relatado aumento da pressão arterial em crianças nascidas de mães que receberam corticoterapia. Outras alterações com potencial impacto metabólico, como baixo peso ao nascer, também podem ser precocemente notadas após o uso de corticosteróides na gestação. Apesar de ser relativamente bem explorado na medicina o estudo dos impactos em longo prazo, tanto positivos quanto negativos, para a criança exposta a altas concentrações de corticosteróide, ainda não é conhecido se tal estratégia terapêutica exerce algum impacto tardio sobre a saúde materna. Também não se sabe se estes possíveis impactos teriam uma relação dose-resposta. Em recente estudo foi demonstrado que ratas expostas a dexametasona no final gestação apresentam consistentes alterações metabólicas tardias. Estes achados mostraram que a exposição ao glicocorticoide no terceiro período gestacional não alterou a glicemia basal e a tolerância à glicose durante o tratamento e na lactação, mas induziu um quadro de intolerância à glicose evidenciado cerca de 3 meses após o parto. Esta alteração persistiu até o 12º mês depois do parto, e foi concomitante à uma redução da capacidade secretora de insulina pelas ilhotas pancreáticas. Além da caracterização funcional do modelo experimental, propusemos neste estudo um mecanismo para o estabelecimento tardio, baseado na expressão alterada de microRNAs (miRNA). Assim, os objetivos centrais deste projeto são (i) comparar os perfis de microRNAs circulantes entre mulheres que fizeram ou não uso de corticoterapia durante a gestação, e correlacionar os achados com possíveis alterações no metabolismo energético e, (ii) estabelecer um modelo animal que se assemelhe às condições da corticoterapia gestacional humana e que permita estudos dos mecanismos envolvidos nas possíveis alterações observadas. Para realização do estudo, em animais, serão utilizadas ratas Wistar no 20o dia gestacional tratadas com veículo ou 170 µg de betametasona por peso corpóreo em 2 doses, com intervalo de 4 horas entre as doses ("clinically-equivalent dose" a 2 doses de 12 mg com intervalo de 24h). Ambos os grupos serão eutanaseados (i) no 21o dia de prenhez; (ii) no sexto mês pós-parto ou após o estabelecimento da intolerância à glicose. Para o estudo em humanos serão selecionadas mulheres com pelo menos 6 meses após parto, encaminhadas ao serviço de maternidade do CAISM. Tanto em animais como em humanos serão realizados o GTT, dosagem de glicemia e insulinemia de jejum, colesterol total, triglicérides, HDL e marcadores bioquímicos de função hepática para delineamento do perfil metabólico. A análise molecular será baseada na expressão em larga escala de miRNA circulantes para rastreamento de potenciais marcadores prognósticos. Adicionalmente serão avaliados marcadores epigenéticos por western blot e metilação do DNA em leucócitos. Com os resultados obtidos neste projeto espera-se identificar miRNA alterados envolvidos com o metabolismo energético, principalmente no que diz respeito ao estabelecimento de distúrbios metabólicos envolvidos com o DM2 em longo prazo. Além disso, espera-se validar um modelo animal equivalente a corticoterapia utilizada em mulheres durante a gestação, permitindo estudos futuros de estratégias terapêuticas antes do estabelecimento da doença. (AU)

Ação da melatonina no microambiente tumoral anaeróbico verificada por marcadores de metabolismo energético em modelo experimental de câncer de mama

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP). Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (São Paulo - Estado). São José do Rio Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Debora Aparecida Pires de Campos Zuccari
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Patologia Animal
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Processo:14/25022-0
Vigência: 01 de junho de 2015 - 31 de maio de 2017
Convênio/Acordo de cooperação com a FAPESP: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Assunto(s):MelatoninaNeoplasias mamárias
Resumo
O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres e apresenta alta taxa de mortalidade. O rápido crescimento tumoral dificulta a perfusão de O2, principalmente na região central do tumor. Estas condições adversas no microambiente tumoral podem exercer pressão seletiva sobre o tumor, selecionando subpopulações com características vantajosas para sobrevivência em ambientes anaeróbicos. Neste contexto se caracteriza a heterogeneidade intratumoral, que consiste em subpopulações de células tumorais com características distintas, que diferem quanto ao grau de agressividade e sensibilidade ao tratamento. A melatonina, um hormônio naturalmente produzido pela glândula pineal, além de seus efeitos fisiológicos tem demonstrado importante ação no câncer. Estudos sugerem que alterações nos níveis de melatonina podem estar relacionados com o desenvolvimento de tumores mamários, e indicam seu uso terapêutico em diferentes tipos de câncer. No entanto, faz-se necessário uma melhor compreensão de seus mecanismos de ação e efeitos oncostáticos. Assim, a presente proposta tem como objetivo avaliar a ação da melatonina no microambiente tumoral anaeróbico verificada por imagens obtidas pela tomografia por emissão de pósitrons (PET) e por diferentes marcadores de metabolismo energético (pimonidazole, HIF-1±, GLUT1, GLUT3 e anidrases carbônicas IX e XII) em modelo experimental de câncer de mama. (AU)

Investigação da ritmicidade circadiana e dos efeitos da privação de sono na resposta dos sistemas MCHérgico e orexinérgico

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Vânia D'Almeida
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Biologia Geral
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Processo:15/05666-2
Vigência: 01 de junho de 2015 - 31 de março de 2018
Convênio/Acordo de cooperação com a FAPESP: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Assunto(s):PsicobiologiaRatosNeuropeptídeosPrivação de sonoExpressão gênica
Resumo
O sono é um processo fisiológico crítico para a sobrevivência, regulado pelo sincronizador claro/escuro que possui ritmicidade circadiana. O sono é composto por dois estágios fundamentais: sono não REM e sono REM ou paradoxal. O hipotálamo é uma área cerebral envolvida na homeostase do organismo, destacando-se, dentre outras funções, o controle da ritmicidade circadiana e do ciclo sono/vigília. No hipotálamo são sintetizados neurotransmissores que atuam nesta função, assim como as orexinas e o hormônio concentrador de melanina (MCH). O MCH e a orexina foram relacionados a diversas funções fisiológicas, tais como: controle do metabolismo energético, termorregulação, controle motor, controle do humor e emoções e, regulação do ciclo sono/vigília. Esta última função pode ser evidenciada pelo fato de se encontrar aumento de atividade de neurônios MCHérgicos durante o sono paradoxal e não-paradoxal, além do aumento de expressão do gene Mchr1 durante o sono paradoxal. Foi demonstrado que o sistema orexinérgico apresenta ritmicidade circadiana e experimentos realizados em nosso laboratório mostraram que o sistema MCHérgico responde diferentemente em dois momentos do dia (Zeitgeber time - ZT0 e ZT8), porém, apenas quando o animal é privado de sono. Tendo em vista que os dados presentes na literatura, juntamente com os dados obtidos em nossos experimentos prévios não são suficientes para determinar se a resposta do sistema MCHérgico apresenta ritmicidade circadiana, temos por objetivo verificar se o sistema MCHérgico possui ritmicidade e se a privação de sono altera esse ritmo. Também iremos investigar se a privação de sono altera a ritmicidade circadiana já descrita do sistema orexinérgico. (AU)

Homólogos a At-thi1 em cana de açúcar: estudo molecular e funcional

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Marie-Anne Van Sluys
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Vegetal
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Processo:15/05058-2
Vigência: 01 de junho de 2015 - 30 de junho de 2016
Assunto(s):Genética molecularSaccharomycesMetabolismo energético
Resumo
A cana-de-açúcar (Saccharum spp.) é uma monocotiledônea de metabolismo C4, que apresenta grande acúmulo de sacarose no colmo. Trata-se de uma importante cultura tropical cultivada para a obtenção de açúcar e, mais recentemente, do biocombustível etanol, entre outros produtos. Apesar de sua importância econômica, pouco ainda se conhece sobre a estrutura do seu genoma. Sabe-se que os cultivares modernos são híbridos interespecíficos que apresentam um genoma poliplóide. O programa SUCEST (Sugarcane EST Project - Vettore et al., 2003) produziu sequencias do transcriptoma dessa planta, de forma a iniciar o estudo das regiões codificantes. A partir do banco de reads do SUCEST, dois SAS (Sugarcane Assembled Sequences), denominados sc-thi1.1 e sc-thi1.2, foram identificados como possíveis homólogos do gene thi1 de Arabidopsis thaliana e THI4 de Saccharomyces cerevisiae. Estes são ortólogos e estão envolvidos na síntese do anel tiazol da molécula de tiamina (vitamina B1). Esta vitamina é necessária ao funcionamento energético das células, sendo cofator para enzimas que atuam em diversas vias metabólicas centrais (glicólise, ciclo do ácido cítrico e o ciclo da pentose fosfato). Enquanto A. thaliana e outras espécies vegetais apresentam apenas uma cópia deste gene, Saccharum apresenta pelo menos duas cópias, assim como outras gramíneas C4. Resultados anteriores do nosso grupo observaram que o mutante tz-201 de A. thaliana, apresenta acúmulo de sacarose nos tecidos. Esses resultados, juntamente com a existência de dois transcritos com perfil de expressão distintos no SUCEST, tornam interessante a averiguação da função dos homólogos de cana-de-açúcar. Assim, o presente projeto tem como objetivo estudar o contexto genômico de thi1 e a função da proteína THI1 no metabolismo C4, mais especificamente, em cana de açúcar. (AU)

Efeito da obesidade na regulação da AMPK em amígdala: implicações no metabolismo energético

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Limeira, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Patrícia de Oliveira Prada
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:15/00343-0
Vigência: 01 de junho de 2015 - 31 de maio de 2017
Assunto(s):EndocrinologiaPeso corporalObesidadeMetabolismo energéticoAmígdala cerebelarNeuropeptídeosProteínas quinases ativadas por AMP
Resumo
A obesidade é hoje um dos mais importantes problemas de saúde pública no mundo, sendo o mais importante fator de risco para o desenvolvimento de várias comorbidades. O peso corpóreo é mantido por meio de um equilíbrio entre ingestão alimentar e gasto energético. O aumento da atividade da AMP-activated protein kinase (AMPK) em núcleos hipotalâmicos está associado ao aumento da ingestão alimentar. Nos últimos anos, outras áreas do sistema nervoso central como o sistema dopaminérgico de recompensa têm sido investigadas por contribuírem com a regulação do metabolismo energético. Dentre estas áreas, a amígdala se destaca por ser responsiva à nutrientes e hormônios como insulina e grelina. Entretanto, não há estudos demonstrando a expressão e regulação da atividade da AMPK nessa região, bem como sua participação no controle do metabolismo energético. Neste sentido, em animais controles, propomos (1) investigar a expressão e regulação da fosforilação em Thr172 e da atividade da AMPK em amígdala in vivo em resposta a nutrientes (glicose), a neuroglicopenia (induzida por 2-DG), a realimentação após jejum prolongado e a hormônios (insulina e grelina). (2) Investigar se a AMPK participa do controle do metabolismo energético decorrente da ativação ou inativação do sistema melanocortina em amígdala in vivo. Em outro objetivo, (3) investigar se o bloqueio (STO-609-inibidor de CaMKK e Compound C) e a ativação (ARA) farmacológicos da AMPK por 7 dias alteram a ingestão alimentar, peso corpóreo, adiposidade, gasto energético e expressão de neuropeptídeos. Complementarmente e para aumentar a especificidade, (4) investigar se a inibição crônica da expressão com siRNA ou a expressão constitutiva ativa da AMPK por adenovírus na amígdala altera a ingestão alimentar, peso corpóreo, adiposidade, gasto energético e expressão de neuropeptídeos. Após a caracterização dos animais controles, (5) investigar a expressão e regulação da AMPK na região CeA da amígdala de animais submetidos à dieta hiperlipídica cronicamente e de ratos Zucker com obesidade genética. Se a AMPK estiver mais ativada em amígdala destes animais, (6) investigar se a inibição da expressão da AMPK nesta região pode alterar parâmetros como peso corpóreo, massa adiposa, ingestão alimentar, gasto energético, tolerância à glicose, sensibilidade à insulina, medida pelo clamp euglicêmico hiperinsulinêmico, e produção hepática de glicose. (AU)

52nd ERA-EDTA Congress

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu, SP, Brasil
Pesquisador responsável:André Luís Balbi
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Reunião - Exterior
Processo:15/06665-0
Vigência: 28 de maio de 2015 - 31 de maio de 2015
Assunto(s):NefrologiaCalorimetriaTerapia intensivaMetabolismo energético

Gasto energético na marcha de pacientes com Distrofia Muscular de Duchenne

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Ana Cláudia Mattiello-Sverzut
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:15/02488-6
Vigência: 01 de maio de 2015 - 30 de abril de 2016
Assunto(s):MarchaDistrofia muscular de DuchenneMetabolismo energético
Resumo
A Distrofia Muscular de Duchenne (DMD) é uma miopatia caracterizada por fraqueza muscular progressiva que acarreta a perda da capacidade de marcha por volta dos 9 anos de idade. A dependência da cadeira de rodas acentua o declínio funcional e prejudica a capacidade cardiorrespiratória. Assim, o tratamento destes pacientes objetiva manter/minimizar a perda de força muscular e prolongar o tempo de deambulação. Ferramentas como a escala Medida da Função Motora (MFM) e o Índice do Gasto Energético (IGE) proposto por Rose et al. (1991), podem auxiliar a elucidar a progressão da doença e os benefícios adquiridos com o tratamento, contribuindo com a eleição das melhores intervenções terapêuticas. Os resultados de um estudo piloto realizado por este grupo de pesquisa indicou que pode existir uma correlação inversa entre o escore da dimensão 1 (D1) da MFM e o IGE. Assim, este estudo objetiva avaliar o IGE na marcha de pacientes com DMD pelo modelo proposto por Rose et al. (1991) a fim de estimar a correlação entre gasto energético (GE) de marcha e a funcionalidade destes pacientes. E ainda, compará-lo com os valores normativos propostos por Rose et al. (1991). Este estudo contará com uma amostra de conveniência de no máximo 18 pacientes, os quais serão submetidos à avaliação da massa corporal, altura, comprimento real e aparente dos membros inferiores, composição corporal pela bioimpedância elétrica, funcionalidade pela escala MFM e o GE de marcha pelo IGE. Será realizada a análise descritiva dos dados obtidos, e mensurada a correlação entre o IGE e os escores total e da D1 da MFM, pelo teste de correlação de Sperman e modelos de regressão. (AU)

Geração e manutenção de camundongos com deleção específica de STAT3 ou ERK2 em neurônios SF1 do VMH

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Lucila Leico Kagohara Elias
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Processo:15/05938-2
Vigência: 01 de maio de 2015 - 30 de novembro de 2016
Assunto(s):HipotálamoEndocrinologia
Resumo
A ingestão alimentar e o peso corporal são controlados por diversos fatores cuja integraçãocontribui para a homeostase energética. O hipotálamo é um importante centro deconvergência e integração dos sinais relacionados ao estado energético, ele contém váriosnúcleos envolvidos no controle da ingestão alimentar, incluindo o núcleo arqueado (ARC), onúcleo hipotalâmico ventromedial (VMH), a área hipotalâmica lateral (LHA), o núcleoparaventricular (PVN) e o núcleo dorsomedial (DMH). O VMH é um sítio importante deregulação do peso corporal e homeostase energética. Um dos genes expressos no VMH é ofator esteroidogênico 1 (SF1) que participa da homeostase energética principalmente pormodular o gasto energético. Alguns trabalhos sugerem que a sinalização da leptina no VMHdesempenha um papel importante na mediação do tônus simpático do VMH para tecidosperiféricos. A leptina é um hormônio derivado de adipócitos que age no sistema nervosocentral inibindo a ingestão alimentar e aumentando o gasto energético. Os receptores deleptina no hipotálamo são conhecidos por sinalizarem via mecanismos distintos, incluindo otransdutor de sinal e ativador de transcrição-3 (STAT3) e quinase regulada por sinalizaçãoextracelular (ERK). A STAT3 tem um papel crucial no controle da ingestão alimentar e dogasto energético. A via SHP-2/ERK também é importante para mediar os efeitos da leptina.Os hormônios gonadais também participam na regulação da ingestão alimentar e do pesocorporal. O estradiol (E2) exerce suas ações no balanço energético por meio da ativação devias de sinalização, como as vias da PI3K, ERK e STAT3. Sabe-se que os neurônios do VMHexpressam altos níveis de Er±, sendo esta região considerada um locus crítico da ação doestradiol na regulação do balanço energético, assim como da ação da leptina. Porém poucoé conhecido sobre as vias de sinalização ativadas por esses hormônios nos neurônios doVMH para exercer suas ações no controle energético. Assim, o presente trabalho buscainvestigar a importância da via de sinalização da STAT3 e da ERK em neurônios SF-1 do VMH,no metabolismo energético, mediados pelos hormônios leptina e estradiol. Para atingiresses objetivos, serão utilizados camundongos com deleção específica de STAT3 ou ERK2em neurônios SF1 do VMH. Para tal finalidade será utilizado o sistema cre/lox, por meio decruzamentos de camundongos STAT3flox/flox com SF1-cre(cre/+) para obtenção de animais SF1-cre(cre/+);STAT3flox/flox (animais de estudo) e STAT3flox/flox (animais controles) ou camundongosERKflox/flox com SF1-cre(cre/+) para obtenção de animais SF1-cre(cre/+);ERKflox/flox (animais deestudo) e ERKflox/flox (animais controles). (AU)

Estudo da regulação da poliadenilação alternativa dos precursores do RNA mensageiro pelo metabolismo energético e envelhecimento em Saccharomyces cerevisiae

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Mario Henrique de Barros
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Metabolismo e Bioenergética
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Processo:14/26774-5
Vigência: 01 de abril de 2015 - 31 de março de 2017
Convênio/Acordo de cooperação com a FAPESP: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Assunto(s):EnvelhecimentoMetabolismo energéticoSaccharomyces cerevisiaeRna mensageiroPoliadenilação
Resumo
Em eucariotos, a RNA polimerase II é responsável pela transcrição dos precursores do RNA mensageiro, os quais são submetidos a um extensivo processamento em suas extremidades 5' e 3' cujo resultado final é a sua maturação. Exceção feita aos transcritos dos genes de histonas, os precursores dos demais RNA mensageiros eucarióticos apresentam clivagem endonucleolítica e adição de uma cauda de poliadenina à sua extremidade 3'. De forma notável, a clivagem/poliadenilação pode ocorrer em diferentes sítios de um dado precursor do RNA mensageiro, havendo, desta forma, a possibilidade da formação de RNAs mensageiros que possuem extremidades 5' em comum, mas que definitivamente diferem em suas extremidades 3'; à este fenômeno dá-se o nome de poliadenilação alternativa. Uma vez que, em determinados precursores, os sítios de clivagem/poliadenilação podem ser ainda localizados dentro da sua sequência codificante, a poliadenilação alternativa é também capaz de dar origem a RNAs mensageiros desprovidos de códons de terminação. Embora seja sabido que o processo de poliadenilação alternativa possui a sua regulação promovida pelo metabolismo energético e por determinadas condições de estresse, os mecanismos moleculares pelos quais a maquinaria de clivagem/poliadenilação é seletivamente dirigida a apenas um dentre os diversos sítios potencialmente disponíveis para a execução de sua atividade em determinadas condições metabólicas ainda hoje não são completamente entendidos. Além disso, o impacto da formação de RNA mensageiro desprovido de códon de terminação pela poliadenilação alternativa na manutenção dos processos de controle de qualidade de síntese de proteína ao longo do envelhecimento de S. cerevisiae também não é conhecido. Desta forma, este projeto pretende contribuir para o entendimento de como a modulação da poliadenilação alternativa (i) é conduzida durante a história metabólica de S. cerevisiae; (ii) qual é a sua correlação com o metabolismo das proteínas defeituosas sintetizadas a partir da RNA mensageiros desprovidos de códons de terminação; e (iii) qual é a sua influência na determinação do tempo de vida desse organismo. (AU)

Aspectos fisiológicos e genéticos interrelacionados à ação da Vitamina D no contexto da obesidade osteosarcopênica: inquérito de saúde de base populacional no Município de São Paulo - ISA capital

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Saúde Pública (FSP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Lígia Araújo Martini
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Nutrição - Análise Nutricional de População
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Processo:14/26787-0
Vigência: 01 de abril de 2015 - 31 de março de 2018
Convênio/Acordo de cooperação com a FAPESP: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Assunto(s):SarcopeniaMetabolismo energéticoObesidadeOsteoporoseVitamina d
Resumo
Introdução: a obesidade osteosarcopênica é caracterizada pela presença simultânea do excesso de adiposidade corporal, da reduzida quantidade e qualidade muscular e de uma menor massa óssea (osteopenia ou osteoporose), e é associada a um aumento no estado inflamatório geral, maior resistência à insulina, menor prática de exercícios físicos e consequente menor gasto energético, culminando em um ciclo vicioso e sinergicamente deletério, com impacto sobre a funcionalidade e mortalidade do indivíduo. A vitamina D apresenta papel bem estabelecido em relação à saúde óssea, entretanto estudos tem apontado para benefícios extra esqueléticos, uma vez que apresenta receptores em quase todos os tecidos do organismo, além de apresentar propriedades anti-inflamatórias. Dessa forma, a vitamina D emerge como um possível fator chave envolvido na obesidade osteosarcopênica, com a hipótese de uma influência de âmbito genético. Objetivo: Investigar os possíveis mecanismos fisiológicos e genéticos interrelacionados à ação da vitamina D na obesidade osteosarcopênica em amostra de base populacional de adultos e idosos residentes do município de São Paulo. Metodologia: serão incluídos adultos e idosos, de ambos os sexos, participantes do inquérito ISA - Capital 2013 (estudo transversal por meio de inquérito domiciliar de base populacional), aleatoriamente selecionados para coleta de sangue, com amostragem estimada em 600 indivíduos (300 adultos e 300 idosos). O estudo será dividido em 4 fases, sendo as duas primeiras de responsabilidade do inquérito ISA-Capital 2013, e as duas últimas serão conduzidas durante o presente projeto de pesquisa: 1) Aplicação de questionários comtemplando: sexo, idade, cor da pele auto referida, exposição solar, estado socioeconômico, peso e estatura referidos, história clínica e ingestão alimentar (recordatório alimentar de 24 horas); 2) Aplicação de segundo R24h e coleta de sangue; 3) Mensuração do peso e da estatura; realização do exame de densitometria - DXA (avaliação óssea e da composição corporal), realização do teste de preensão manual (dinamometria) e do teste de velocidade de marcha; 4) 51 idosos que apresentaram diagnóstico de obesidade, sarcopenia, obesidade sarcopênica ou obesidade osteosarcopênica serão aleatoriamente selecionados para ter seu gasto energético avaliado pela técnica de água duplamente marcada. A avaliação da vitamina D sérica será realizada por meio da análise do sangue coletado, composterior avaliação da genotipagem do gene receptor de vitamina D, da proteína ligante de vitamina D e do precursor de vitamina D cutânea. A distribuição das variáveis será avaliada para posterior análise descritiva. Será aplicado teste de correlação entre a vitamina D sérica e as variáveis de diagnóstico. Será utilizado o programa computacional SPSS 20.0 (SPSS Inc, Chicago IL, USA) e o nível de significância adotado será de 5%. (AU)
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