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Resumo

O projeto pretende investigar o mosaico da formação continuada de sujeitos professores que lecionam no Ensino Fundamental I em uma cidade do interior paulista. Através das contribuições de alguns importantes pesquisadores do campo (Nóvoa, Tardif, Pimenta, Gatti, entre outros), problematizamos a influência do neoliberalismo na educação, sobretudo, na concepção e estrutura da formação continuada. A partir disso, pretende-se refletir sobre como o discurso mercadológico carrega na profissão sua descaracterização e a interdição dos sujeitos professores, sustentando uma imagem de "aplicadores". Para tanto, fundamenta-se na Análise de Discurso de Matriz Francesa Pechêuxtiana (AD) a fim de desvelar, por meio de análises discursivas, como os sujeitos escolares (professores e coordenadores) sustentam o discurso da formação continuada, considerando que ela se encontra articulada para resolver questões estritamente metodológicas, colocando o professor a se filiar numa rede de sentidos em que é "fazedor" e não autor; ou, se se propõe um exercício de autoria, se o concebe como sujeito profissional capaz de desenvolver os próprios fazeres, pertencente a uma profissão, constituído de identidade, capaz de reflexão e alicerçado em uma cultura profissional, isto é, se a formação continuada está estruturada considerando esses importantes aspectos que autorizam os sujeitos a se colocarem como responsáveis e autores pela, e, na própria profissão, rompendo com a ideologia do discurso de mercado. (AU)

Resumo

O realizador franco-suíço Jean-Luc Godard é um dos autores decisivos no contexto global de renovações na linguagem cinematográfica da segunda metade do Século XX. Sua obra teve grande impacto e repercussão, cultural e politicamente, no Brasil ao longo da década de 1960. Norteou os debates travados no interior da crítica de cinema nacional, constituiu uma das principais referências entre os grandes cineastas brasileiros do período, e foi também alvo de atenção especial entre os burocratas da Polícia Federal encarregados de ações censórias - duas de suas películas chegaram mesmo a serem interditadas durante a Ditadura Militar. Dessa forma, esta pesquisa investigará historicamente a recepção dos filmes e ideias de Jean-Luc Godard na cultura brasileira, de 1961 a 1970 - período de maior repercussão de sua obra no país. Para tal, utilizaremos um corpus de fontes primárias produzidas por diferentes comunidades de espectadores, e estruturaremos a elaboração da dissertação em três partes. Na parte inicial, analisaremos críticas de cinema produzidas sobre filmes de Godard e publicadas em três jornais de grande veiculação à época (Jornal do Brasil, Correio da Manhã e O Estado de S. Paulo); na segunda parte, identificaremos as apropriações que os cineastas Glauber Rocha e Rogério Sganzerla realizaram da obra godardiana em seus projetos estético-ideológicos; na terceira parte, analisaremos os pareceres de censura emitidos sobre os filmes do cineasta. Assim, objetiva-se a compreensão histórica de aspectos da cultura brasileira durante o período circunscrito a partir da recepção da obra de um artista estrangeiro. (AU)

Resumo

Há tempos a mulher brasileira é subjetivada por meio, fundamentalmente, de dois campos discursivos: o midiático e o político. É perceptível, contudo, uma mudança de estatuto quando ocorre um deslocamento do espaço privado para o público, com a inscrição da mulher no campo político, em cargos legislativos e, especialmente, executivos, possibilitando também novas formas de subjetivação que retomam memórias de seu papel na sociedade e que criam enfretamentos e resistências. Neste trabalho, então, propomos a análise do discurso midiático que centra seu dizer no papel da mulher na sociedade contemporânea e, especialmente, na política. Para isso, tomaremos como referência o caso que envolveu uma discussão, em plenário, em dezembro de 2014, entre os deputados Jair Bolsonaro (PP-RJ) e Maria do Rosário Nunes (PT-RS), então ministra dos direitos humanos, quando aquele disse que "não a estuprava porque ela não merecia". Nosso corpus é composto por textos, que retomam o acontecimento tornado discursivo, de diferentes gêneros (notícias, editoriais, artigos de opinião, reportagens etc.) publicados, entre 8 e 21 de dezembro de 2014 (duas semanas), por quatro veículos de grande circulação no Brasil: Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, Carta Capital e Brasil de Fato. Ancorados na Análise do discurso de linha francesa, a partir dos trabalhos de Michel Pêcheux e seu grupo, e em diálogo com a perspectiva arquigenealógica de Michel Foucault, buscaremos compreender, com isso, a construção discursiva e processos de subjetivação da mulher (política) brasileira contemporânea, tendo os seguintes objetivos específicos: a) verificar como os diversos textos são construídos sintaticamente: qual a frequência de utilização de verbos e adjetivos que permite a emergência de certos sentidos e, por consequência, interdita outros; b) observar quais memórias (discursivas) se fazem presentes no discurso contemporâneo sobre a mulher brasileira na mídia, quais enunciados são recuperados e desencadeados; c) a partir da categoria de interdição (FOUCALT, [1971] 2004), apontar sujeitos autorizados a defender posições, que podem ser múltiplas, e como se constitui a voz do outro; d) descrever o funcionamento discursivo dos textos em ampla circulação nestes veículos midiáticos, partindo da premissa de que funcionam como comentários, no sentido dado ao conceito por Foucault ([1971] 2004) (AU)

Resumo

O projeto visa dar continuidades a quinze anos de pesquisa sobre liberdade de expressão e censura desenvolvida em torno do Arquivo Miroel Silveira da ECA-USP - conjunto de 6137 processos de censura prévia ao teatro de 1930 a 1970, no Estado de São Paulo, sob guarda da Escola de Comunicações e Artes da USP. Para tanto, propõe-se a analisar 12 peças vetadas, entre 1932 e 19), de dez autores diferentes, procurando entender com profundidade as razões das interdições e a repercussão que tiveram na sociedade quando foram liberadas e estrearam. Pretende-se entender porque tais textos, uma vez extintos os órgãos de censura, foram deixando de ser reapresentados e atualizados. Para tanto, pretende-se desenvolver uma pesquisa-ação envolvendo pesquisa bibliográfica, pesquisa documental, entrevistas, leitura dramática das peças, debates, registro audiovisual dessas atividades e criação de site para divulgação das análises. Com isso, intenta-se, aprofundarmo-nos no estudo da censura como uma interdição na partilha do sensível, conceito proposto por Jacques Rancière como a disputa da produção simbólica pelo espaço público e coletivo. (AU)

Resumo

O presente trabalho tem o objetivo geral de colaborar para a compreensão acerca das recentes configurações que os movimentos sociais têm assumido na contemporaneidade, a partir do olhar voltado para a emergência de um sujeito feminista vegano. Em termos descritivos, veganismo é uma corruptela diferenciadora de "vegetarianismo" e diz respeito à interdição de alimentos de origem animal; a prática tem sido observada, no Brasil, em determinadas redes de ativismo feminista protagonizadas sobretudo por jovens, e sugere a construção de mais uma diferença - a partir dos sentidos atribuídos à alimentação - no interior da multiplicidade de vozes que se reconhecem atualmente enquanto feministas. Para tal, a pesquisa se vale de abordagem etnográfica multisituada em eventos mobilizados e atravessados por essas redes, que, sendo caracterizadas pelo trânsito e fluidez, incitam a investigação sobre as rupturas e continuidades, coalizões e negociações implicadas nas dinâmicas internas do ativismo político. Trata-se de um ativismo que se constrói a partir da estratégia de "politização do privado", dotando de centralidade o corpo, o lúdico, a sexualidade, o cotidiano, a comensalidade, a autonomia, o faça-você-mesma, as oficinas e os fanzines; nesse contexto, pode estar em ação a politização de novas áreas da vida - como a alimentação - ou, ao menos, a sua tematização de forma qualitativamente distinta e que constrói pertencimentos atravessados por posições de sujeito contextuais, pois forjadas a partir da articulação entre gênero, sexualidade, geração e espécie. (AU)

Resumo

Introdução: Historicamente vivemos em uma cultura em que as relações sociais e de trabalho foram construídas baseadas no binarismo: homem - masculino, ativo, cultura, provedor e mulher - feminino, passivo, natureza, cuidadora. Portanto, os trabalhos relacionados aos cuidados são lote de mulheres e são desvalorizados socialmente e culturalmente. Na teoria de GILLIGAN (1982) a moral masculina se relaciona a noção de justiça e a moral feminina a ideia da responsabilidade em relação ao outro, o que pode dialogar com a teoria freudiana em que ao feminino seria atribuído o amor incondicional, a completude e ao masculino a interdição, a função normativa, o papel da lei e da ordem. Essa realidade está imbricada no tratamento aos portadores de transtornos mentais. Objetivo: Buscaremos apreender como as relações de gênero (lógicas masculinas/femininas) permeiam as relações profissionais e interpessoais no âmbito de Centros de Atenção Psicossociais Infantojuvenis (CAPSis) e repercutem nos cuidados dispensados aos seus usuários. Método: Será realizado um formulário, entrevistas semiestruturadas, grupos focais e observação com elaboração de diário de campo escrito em 2 CAPSis no estado de São Paulo. Para análise dos resultados se utilizará da triangulação dos dados obtidos nos formulários, nos grupos focais e nas entrevistas, o diário de campo ajudará na interpretação dos resultados. O Referencial Teórico serão: o que preconiza a Reforma Psiquiátrica e as teorias de gênero. (AU)

Resumo

A presente proposta de pós-doutoramento, a ser apresentada à Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), será desenvolvida sob o eixo temático de pesquisa Liberdade de Expressão: Manifestações no Jornalismo, responsabilidade da Profª Drª Mayra Rodrigues Gomes, vinculando-se ao projeto temático apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) Comunicação e Censura - análise teórica e documental de processos censórios a partir do Arquivo Miroel Silveira da Biblioteca da ECA/USP, coordenado pela Profª Drª Maria Cristina Castilho Costa. Propomos a análise da circulação de palavras consideradas tabuísmos linguísticos tomando como base sua presença em publicações (posts) nas redes sociais que adotam o sistema de marcação indexical através da eleição de palavras-chave no sistema de hashtag. O recorte dos termos a serem observados terá como objetivo repercutir os ecos daqueles que foram censurados nas peças teatrais submetidas, entre as décadas de 30 e 60, ao Departamento de Diversões Públicas do Estado de São Paulo, às quais temos acesso através do material armazenado no acervo de peças teatrais do Arquivo Miroel Silveira (AMS). O trabalho tomará como base o levantamento já realizado dos trechos com restrição textual constantes nas peças parcialmente liberadas do referido Arquivo, produto da pesquisa de doutorado Coincidências da Censura - Figuras de linguagem e subentendidos nas obras teatrais do AMS voltada para a busca de implícitos e figuras de linguagem apresentada à Escola de Comunicações e Artes da USP. Assim, observaremos, num primeiro nível, a recorrência dos termos de outrora nas redes sociais hoje e, num segundo nível, a manutenção ou deslocamento dos sentidos que eles enredam/enredavam. Entendemo-los dentro de uma perspectiva discursiva, realizando uma análise que se suporta também sobre uma perspectiva etimológica, linguística, histórica e social. Na medida em que escrutinamos os termos censurados ontem e a validade de sua circulação atual, pretendemos informar sobre os contornos de sua condição como termos tabu identificada nas articulações em que se inserem. Assim, como ponto de partida, entendemos o estatuto da palavra de forma complexa, em sua relação formal com outras numa rede significante (J. Lacan), em seu engendramento de poder na relação com a identidade do que define (M. Foucault) e na possibilidade de ser ligada a outras (definições sobre o hipertexto, com P. Lévy). Nossa análise deverá concentrada no estudo das construções realizadas com as mesmas palavras, anotando o reforço/manutenção ou o inusitado/reorganização dos termos censurados sob a insígnia do interdito. Herdamos do trabalho em nível de doutorado a hipótese de que a maior parte dos termos recuperados relaciona-se com a proibição a conteúdos considerados moralmente ofensivos. Tais observações deverão permitir, concomitante ao estudo no nível da palavra, elaborar os pontos de contato entre a noção de arquivo e de rede a partir da seguinte articulação teórica: 1- a noção de rede significante, como forma de evidenciar as articulações de sentidos que relacionam os mesmos termos em momentos diversos (na diacronia) a partir de um ponto de ligação (sincronia) na rede; 2- partindo do debate foucaultiano, a discussão sobre as possibilidades de estruturação de um arquivo como unidade, tratando sobre o que lhe oferece coesão; 3 - o traçado sobre as possibilidades de organização de arquivos associados às novas tecnologias e novas mídias de acordo com o pensamento sobre rede. De maneira mais abrangente, o presente estudo procura identificar onde se manifesta a vontade de censura hoje, na sua forma de constrangimento à fala e interdição à expressão. Tem, ainda, em seu horizonte o objetivo de repor conteúdos sociais que, de outro modo, poderiam ser considerados datados e ultrapassados, mas que consideramos vivos e determinantes da forma como nos comunicamos sobre temas tabu. (AU)

Resumo

O Seminário Internacional Comunicação e Supervisão terá lugar na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, no Auditório Freitas Nobre do Departamento de Jornalismo e Editoração, durante os dias 15, 16, 17 e 18 de abril.Dia 15 de abrilAbertura do evento às 18 horas, com a presença de todos os palestrantes e das Professoras Doutoras, respectivamente a Coordenadora e a Vice Coordenadora do Núcleo de Pesquisa Comunicação e Censura (NPCC), Maria Cristina Castilho Costa e Mayra Rodrigues Gomes, e de representantes da Diretoria da Escola de Comunicações e Artes da USP.Após Performance de Mímica, a ser conduzida/supervisionada pelo Professor Eduardo Coutinho do Departamento de Artes Cênicas, haverá cocktail comemorativo, selando o início dos trabalhos.Dia 16, das 14 horas às 18 horas.Mesa: Jogos de poder: controle e opinião pública.Coordenação: Profa. Mayra Rodrigues GomesParticipação: Professores Marie Hélène Bourcier, Ferdinando Martins, Athina Karatzogianni e Cristina Costa.Coffee Break às 15h30 horasApresentação do segundo módulo e condução dos debates a partir das 16 horas: Ivan Paganotti.Dia 17, das 14 horas às 18 horas.Mesa: Perspectivas interculturais: supervisão e classificaçõesCoordenação: Profa. Mayra Rodrigues GomesParticipação: Professores Catherine Driscoll, Markus Wiemker, Mayra Rodrigues Gomes e Antonio Hohlfeldt.Coffee Break às 15h30 horasApresentação do segundo módulo e condução dos debates a partir das 16 horas: Andrea Limberto.Dia 18, da tarde à noiteEncontro de todos os palestrantes, maior contato do próprio Observatório com os professores visitantes, com o objetivo de firmar interlocuções e averiguar o potencial de pesquisas conjuntas. Jantar de encerramento. (AU)

Resumo

Estudamos as relações entre os processos de subjetivação e a vida na cidade contemporânea a partir da análise da experiência de um grupo de dançarinos que praticam a dança tribal em Rio Claro. Descrevemos a experiência de uma prática desta modalidade de dança para demarcarmos os aspectos a serem estudados na perspectiva de compreender se esta forma de manifestação cultural e artística contribui para a "invenção de si" (dos sujeitos), observando aqueles que vivem em meio a contextos urbanos. Pretendemos identificar se há marcas de elementos "disruptivos" que denotam possibilidades de resistência aos dispositivos de achatamento da vida imposto pelas condições materiais de sobrevivência na cidade. Conferimos o quanto a dança contribui para os processos de subjetivação na perspectiva da produção de uma estética da existência. Utilizamos a obra de José Gil, "Movimento total: o corpo e a dança" como referência nuclear para compor as categorias de análise de nossa experiência. Nosso estudo se situa em uma fronteira demarcada entre o corpo e o poder, na esfera prática. Situa-se também na fronteira entre psicanálise e filosofia política, na esfera teórica. Identificamos na dança tribal os aspectos que estão relacionados com a dinâmica do desejo e com a potência de criação na vida dos sujeitos aí envolvidos. O corpo entre "concertos" e "consertos" expressa a luta da potência de criação na "escultura de si" contra os dispositivos de poder que atuam em sua interdição. (AU)

Resumo

PROGRAMAÇÃO21/09 Quarta18hAberturaProfa. Dra. Maria Cristina Castilho Costa - coordenadora do NPCC / ECA-USPProf. Mauro Wilton de Souza - diretor da Escola de Comunicação e Artes da USP(mesa a ser constituída por outros convidados especiais)Apresentação teatral do Grupo SatyrosCoquetel22/09 Quinta10h00Encontro de Pesquisa Humor e InterdiçãoPalestrante: Osvaldo Macedo de Souza (Humorgrafe de Portugal)14hMesa I: Travessias restritivas político-sociaisCoordenação: Profa. Dra. Maria Cristina Castilho Costa (NPCC/ ECA-USP)Participantes:Profa. Dra. Heloísa Paulo (Universidade de Coimbra - UC - Portugal)Profa. Dra. Maria Helena Capellato(FFLCH-USP)Prof. Dr. Benjamin Abdala (FFLCH-USP)16hCoffee break16h30Mesa II: Travessias artísticas híbridasCoordenação: Prof. Dr. Ferdinando Martins (NPCC/ ECA-USP)Participantes:Prof. Dr. Francisco Maciel Silveira Filho (FFLCH-USP)Prof. Dr. José Sacchetta Ramos Mendes (UFBA)Prof. Elizabeth Ferreira Cardoso Ribeiro Azevedo Dr. Walter de Souza (NPCC/ ECA-USP)23/09 Sexta10h00Encontro de Pesquisa: Interdição à cultura em Portugal e BrasiilPalestrante: Heloisa Paulo (Universidade de Coimbra- UC - Portugal)14hMesa III: Humor e linguagens atravessadasCoordenadora: Profa. Dra. Mayra Rodrigues Gomes((NPCC/ ECA-USP)Participantes:Prof. Dr. Elias Tomé Saliba(FFLCH-USP)Prof. Dr. Osvaldo Macedo de Sousa (Humografe- Portugal)Dra. Andrea Limberto Leite (NPCC/ ECA-USP)16hCoffee break16h30Mesa IV: Diálogos e memórias atravessadosCoordenadora: Profa. Dra. Roseli Fígaro (NPCC/ ECA-USP)Participantes:Profa. Beatriz Rota-Rossi (Unisanta-Santos/SP)Profa. Dra. Sônia Maria de Freitas (FFLCH-USP)Me. César Bargo (NPCC/ ECA-USP)18hNoite de autógrafos do livro: Teatro e censura: Vargas e Salazar, com a autora Profa. Dra. Maria Cristina Castilho Costa (AU)

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