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Resumo

Partindo de nossas pesquisas anteriores acerca do pensamento sócio-estético de Adorno dos anos trinta e quarenta, nosso objetivo nesse projeto é comparar o diagnóstico de época da Dialética do esclarecimento com seus escritos tardios dos anos sessenta - especialmente Tempo livre e um capítulo da Teoria estética, chamado Sociedade - apresentando algumas de suas diferenças. Um de nossos propósitos é, portanto, elaborar e contribuir para a tese de que há uma diferença fundamental nos diagnósticos de tempo adornianos dos anos quarenta e dos anos sessenta. Para tanto, destacamos dois aspectos de seu pensamento presentes nos textos supramencionados: o primeiro é sua visão sobre a possibilidade da arte autônoma, e o segundo é a extensão da dominação da sociedade sobre a subjetividade. No que concerne à autonomia da arte, nosso estudo focará na avaliação sociológica da sua possibilidade tal como concebida por Adorno, partindo da sua interdição na Dialética do esclarecimento até sua restauração na Teoria estética. Nesta última obra, a autonomia da arte é caraterizada como um polo de resistência à indústria cultural, potencial não previsto nos anos quarenta, e isso devido sobretudo à sensibilidade de Adorno a novos fenômenos artísticos dos anos sessenta. O segundo aspecto do pensamento adorniano que abordaremos toca igualmente num outro polo de resistência desenvolvido nos escritos tardios de Adorno, que é sua reavaliação da possibilidade de resistência pelos sujeitos em face da indústria cultural, como também a revisão da tese da integração total promovida pelo capitalismo tardio tal como apresentada na Dialética do esclarecimento. Em textos como Tempo livre e Transparências sobre o filme, Adorno insiste na disparidade entre a ideologia promovida pela indústria cultural e sua recepção concreta na consciência dos indivíduos, investindo assim na ideia de que algum nível de resistência estava inerentemente presente na consciência individual. Assim sendo, nosso objeto será o estudo da constituição, no interior do pensamento sócio-estético de Adorno dos anos sessenta, de refúgios de resistência crítica, questão pouco desenvolvida em seu diagnóstico de tempo dos anos quarenta. (AU)

Resumo

Mormo é uma enfermidade causada pela Burkholderia mallei, bactéria Gram negativa, que acomete os equídeos desencadeando doença de caráter crônico ou agudo podendo atingir o homem, os carnívoros e eventualmente pequenos ruminantes. É uma doença de notificação obrigatória no mundo, e é grande causadora de morbidade e mortalidade em equinos. Atualmente, o mormo é endêmico em países como Brasil, Oriente Médio, Ásia e África. Os equinos quando apresentam sintomas os mesmos são: febre alta, depressão, corrimento nasal, tosse, lesões nodulares que evoluem para úlceras assumindo forma estrelada após cicatrização, que ocorrem com maior frequência na fase crônica da doença. O objetivo do trabalho é realizar a identificação fenotípica e molecular da B. mallei em órgãos (pulmão, linfonodos, baço, fígado e rim) de animais soropositivos para mormo (Fixação de Complemento), padronização da PCR em tempo real (qPCR) , e correlacionar a PCR com a qPCR além de realizar o sequenciamento genético das bactérias nas diferentes amostras. O perfil das lesões macroscópicas e microscópicas será avaliado como diagnóstico complementar bateriológico e molecular das cepas de B. mallei circulantes. Serão coletadas 50 amostras de equídeos com diagnóstico sorológico positivo de mormo, estando 35 equinos alojados na estação quarentenária de Cananéia/SP, e os demais em focos da doença sob interdição sanitária da Coordenadoria de Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo. Os animais serão necropsiados e os órgãos submetidos às análises macroscópica e histopatológica (coloração hematoxilina e eosina). Serão realizados testes microbiológicos das amostras de tecidos em ágar batata e Mueller Hinton, acrescido de glicerol, sangue de carneiro e com ou sem penicilina, objetivando o crescimento e identificação de colônias de B. mallei, por testes bioquímicos. Será realizada a PCR das colônias e órgãos para detecção do gene Flic da B. mallei, qPCR e posteriormente sequenciamento genético do gene Flip. Os métodos de identificação direta do agente (isolamento bacteriano, PCR e qPCR) visam ser incorporados ao diagnóstico laboratorial do Instituto Biológico e dessa forma auxiliar nas medidas sanitárias, epidemiológicas e controle da doença pelos órgãos de defesa sanitária animal do Brasil. (AU)

Resumo

O projeto pretende investigar o mosaico da formação continuada de sujeitos professores que lecionam no Ensino Fundamental I em uma cidade do interior paulista. Através das contribuições de alguns importantes pesquisadores do campo (Nóvoa, Tardif, Pimenta, Gatti, entre outros), problematizamos a influência do neoliberalismo na educação, sobretudo, na concepção e estrutura da formação continuada. A partir disso, pretende-se refletir sobre como o discurso mercadológico carrega na profissão sua descaracterização e a interdição dos sujeitos professores, sustentando uma imagem de "aplicadores". Para tanto, fundamenta-se na Análise de Discurso de Matriz Francesa Pechêuxtiana (AD) a fim de desvelar, por meio de análises discursivas, como os sujeitos escolares (professores e coordenadores) sustentam o discurso da formação continuada, considerando que ela se encontra articulada para resolver questões estritamente metodológicas, colocando o professor a se filiar numa rede de sentidos em que é "fazedor" e não autor; ou, se se propõe um exercício de autoria, se o concebe como sujeito profissional capaz de desenvolver os próprios fazeres, pertencente a uma profissão, constituído de identidade, capaz de reflexão e alicerçado em uma cultura profissional, isto é, se a formação continuada está estruturada considerando esses importantes aspectos que autorizam os sujeitos a se colocarem como responsáveis e autores pela, e, na própria profissão, rompendo com a ideologia do discurso de mercado. (AU)

Resumo

O realizador franco-suíço Jean-Luc Godard é um dos autores decisivos no contexto global de renovações na linguagem cinematográfica da segunda metade do Século XX. Sua obra teve grande impacto e repercussão, cultural e politicamente, no Brasil ao longo da década de 1960. Norteou os debates travados no interior da crítica de cinema nacional, constituiu uma das principais referências entre os grandes cineastas brasileiros do período, e foi também alvo de atenção especial entre os burocratas da Polícia Federal encarregados de ações censórias - duas de suas películas chegaram mesmo a serem interditadas durante a Ditadura Militar. Dessa forma, esta pesquisa investigará historicamente a recepção dos filmes e ideias de Jean-Luc Godard na cultura brasileira, de 1961 a 1970 - período de maior repercussão de sua obra no país. Para tal, utilizaremos um corpus de fontes primárias produzidas por diferentes comunidades de espectadores, e estruturaremos a elaboração da dissertação em três partes. Na parte inicial, analisaremos críticas de cinema produzidas sobre filmes de Godard e publicadas em três jornais de grande veiculação à época (Jornal do Brasil, Correio da Manhã e O Estado de S. Paulo); na segunda parte, identificaremos as apropriações que os cineastas Glauber Rocha e Rogério Sganzerla realizaram da obra godardiana em seus projetos estético-ideológicos; na terceira parte, analisaremos os pareceres de censura emitidos sobre os filmes do cineasta. Assim, objetiva-se a compreensão histórica de aspectos da cultura brasileira durante o período circunscrito a partir da recepção da obra de um artista estrangeiro. (AU)

Resumo

Há tempos a mulher brasileira é subjetivada por meio, fundamentalmente, de dois campos discursivos: o midiático e o político. É perceptível, contudo, uma mudança de estatuto quando ocorre um deslocamento do espaço privado para o público, com a inscrição da mulher no campo político, em cargos legislativos e, especialmente, executivos, possibilitando também novas formas de subjetivação que retomam memórias de seu papel na sociedade e que criam enfretamentos e resistências. Neste trabalho, então, propomos a análise do discurso midiático que centra seu dizer no papel da mulher na sociedade contemporânea e, especialmente, na política. Para isso, tomaremos como referência o caso que envolveu uma discussão, em plenário, em dezembro de 2014, entre os deputados Jair Bolsonaro (PP-RJ) e Maria do Rosário Nunes (PT-RS), então ministra dos direitos humanos, quando aquele disse que "não a estuprava porque ela não merecia". Nosso corpus é composto por textos, que retomam o acontecimento tornado discursivo, de diferentes gêneros (notícias, editoriais, artigos de opinião, reportagens etc.) publicados, entre 8 e 21 de dezembro de 2014 (duas semanas), por quatro veículos de grande circulação no Brasil: Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, Carta Capital e Brasil de Fato. Ancorados na Análise do discurso de linha francesa, a partir dos trabalhos de Michel Pêcheux e seu grupo, e em diálogo com a perspectiva arquigenealógica de Michel Foucault, buscaremos compreender, com isso, a construção discursiva e processos de subjetivação da mulher (política) brasileira contemporânea, tendo os seguintes objetivos específicos: a) verificar como os diversos textos são construídos sintaticamente: qual a frequência de utilização de verbos e adjetivos que permite a emergência de certos sentidos e, por consequência, interdita outros; b) observar quais memórias (discursivas) se fazem presentes no discurso contemporâneo sobre a mulher brasileira na mídia, quais enunciados são recuperados e desencadeados; c) a partir da categoria de interdição (FOUCALT, [1971] 2004), apontar sujeitos autorizados a defender posições, que podem ser múltiplas, e como se constitui a voz do outro; d) descrever o funcionamento discursivo dos textos em ampla circulação nestes veículos midiáticos, partindo da premissa de que funcionam como comentários, no sentido dado ao conceito por Foucault ([1971] 2004) (AU)

Resumo

O projeto visa dar continuidades a quinze anos de pesquisa sobre liberdade de expressão e censura desenvolvida em torno do Arquivo Miroel Silveira da ECA-USP - conjunto de 6137 processos de censura prévia ao teatro de 1930 a 1970, no Estado de São Paulo, sob guarda da Escola de Comunicações e Artes da USP. Para tanto, propõe-se a analisar 12 peças vetadas, entre 1932 e 19), de dez autores diferentes, procurando entender com profundidade as razões das interdições e a repercussão que tiveram na sociedade quando foram liberadas e estrearam. Pretende-se entender porque tais textos, uma vez extintos os órgãos de censura, foram deixando de ser reapresentados e atualizados. Para tanto, pretende-se desenvolver uma pesquisa-ação envolvendo pesquisa bibliográfica, pesquisa documental, entrevistas, leitura dramática das peças, debates, registro audiovisual dessas atividades e criação de site para divulgação das análises. Com isso, intenta-se, aprofundarmo-nos no estudo da censura como uma interdição na partilha do sensível, conceito proposto por Jacques Rancière como a disputa da produção simbólica pelo espaço público e coletivo. (AU)

Resumo

O presente trabalho tem o objetivo geral de colaborar para a compreensão acerca das recentes configurações que os movimentos sociais têm assumido na contemporaneidade, a partir do olhar voltado para a emergência de um sujeito feminista vegano. Em termos descritivos, veganismo é uma corruptela diferenciadora de "vegetarianismo" e diz respeito à interdição de alimentos de origem animal; a prática tem sido observada, no Brasil, em determinadas redes de ativismo feminista protagonizadas sobretudo por jovens, e sugere a construção de mais uma diferença - a partir dos sentidos atribuídos à alimentação - no interior da multiplicidade de vozes que se reconhecem atualmente enquanto feministas. Para tal, a pesquisa se vale de abordagem etnográfica multisituada em eventos mobilizados e atravessados por essas redes, que, sendo caracterizadas pelo trânsito e fluidez, incitam a investigação sobre as rupturas e continuidades, coalizões e negociações implicadas nas dinâmicas internas do ativismo político. Trata-se de um ativismo que se constrói a partir da estratégia de "politização do privado", dotando de centralidade o corpo, o lúdico, a sexualidade, o cotidiano, a comensalidade, a autonomia, o faça-você-mesma, as oficinas e os fanzines; nesse contexto, pode estar em ação a politização de novas áreas da vida - como a alimentação - ou, ao menos, a sua tematização de forma qualitativamente distinta e que constrói pertencimentos atravessados por posições de sujeito contextuais, pois forjadas a partir da articulação entre gênero, sexualidade, geração e espécie. (AU)

Resumo

Introdução: Historicamente vivemos em uma cultura em que as relações sociais e de trabalho foram construídas baseadas no binarismo: homem - masculino, ativo, cultura, provedor e mulher - feminino, passivo, natureza, cuidadora. Portanto, os trabalhos relacionados aos cuidados são lote de mulheres e são desvalorizados socialmente e culturalmente. Na teoria de GILLIGAN (1982) a moral masculina se relaciona a noção de justiça e a moral feminina a ideia da responsabilidade em relação ao outro, o que pode dialogar com a teoria freudiana em que ao feminino seria atribuído o amor incondicional, a completude e ao masculino a interdição, a função normativa, o papel da lei e da ordem. Essa realidade está imbricada no tratamento aos portadores de transtornos mentais. Objetivo: Buscaremos apreender como as relações de gênero (lógicas masculinas/femininas) permeiam as relações profissionais e interpessoais no âmbito de Centros de Atenção Psicossociais Infantojuvenis (CAPSis) e repercutem nos cuidados dispensados aos seus usuários. Método: Será realizado um formulário, entrevistas semiestruturadas, grupos focais e observação com elaboração de diário de campo escrito em 2 CAPSis no estado de São Paulo. Para análise dos resultados se utilizará da triangulação dos dados obtidos nos formulários, nos grupos focais e nas entrevistas, o diário de campo ajudará na interpretação dos resultados. O Referencial Teórico serão: o que preconiza a Reforma Psiquiátrica e as teorias de gênero. (AU)

Resumo

A presente proposta de pós-doutoramento, a ser apresentada à Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), será desenvolvida sob o eixo temático de pesquisa Liberdade de Expressão: Manifestações no Jornalismo, responsabilidade da Profª Drª Mayra Rodrigues Gomes, vinculando-se ao projeto temático apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) Comunicação e Censura - análise teórica e documental de processos censórios a partir do Arquivo Miroel Silveira da Biblioteca da ECA/USP, coordenado pela Profª Drª Maria Cristina Castilho Costa. Propomos a análise da circulação de palavras consideradas tabuísmos linguísticos tomando como base sua presença em publicações (posts) nas redes sociais que adotam o sistema de marcação indexical através da eleição de palavras-chave no sistema de hashtag. O recorte dos termos a serem observados terá como objetivo repercutir os ecos daqueles que foram censurados nas peças teatrais submetidas, entre as décadas de 30 e 60, ao Departamento de Diversões Públicas do Estado de São Paulo, às quais temos acesso através do material armazenado no acervo de peças teatrais do Arquivo Miroel Silveira (AMS). O trabalho tomará como base o levantamento já realizado dos trechos com restrição textual constantes nas peças parcialmente liberadas do referido Arquivo, produto da pesquisa de doutorado Coincidências da Censura - Figuras de linguagem e subentendidos nas obras teatrais do AMS voltada para a busca de implícitos e figuras de linguagem apresentada à Escola de Comunicações e Artes da USP. Assim, observaremos, num primeiro nível, a recorrência dos termos de outrora nas redes sociais hoje e, num segundo nível, a manutenção ou deslocamento dos sentidos que eles enredam/enredavam. Entendemo-los dentro de uma perspectiva discursiva, realizando uma análise que se suporta também sobre uma perspectiva etimológica, linguística, histórica e social. Na medida em que escrutinamos os termos censurados ontem e a validade de sua circulação atual, pretendemos informar sobre os contornos de sua condição como termos tabu identificada nas articulações em que se inserem. Assim, como ponto de partida, entendemos o estatuto da palavra de forma complexa, em sua relação formal com outras numa rede significante (J. Lacan), em seu engendramento de poder na relação com a identidade do que define (M. Foucault) e na possibilidade de ser ligada a outras (definições sobre o hipertexto, com P. Lévy). Nossa análise deverá concentrada no estudo das construções realizadas com as mesmas palavras, anotando o reforço/manutenção ou o inusitado/reorganização dos termos censurados sob a insígnia do interdito. Herdamos do trabalho em nível de doutorado a hipótese de que a maior parte dos termos recuperados relaciona-se com a proibição a conteúdos considerados moralmente ofensivos. Tais observações deverão permitir, concomitante ao estudo no nível da palavra, elaborar os pontos de contato entre a noção de arquivo e de rede a partir da seguinte articulação teórica: 1- a noção de rede significante, como forma de evidenciar as articulações de sentidos que relacionam os mesmos termos em momentos diversos (na diacronia) a partir de um ponto de ligação (sincronia) na rede; 2- partindo do debate foucaultiano, a discussão sobre as possibilidades de estruturação de um arquivo como unidade, tratando sobre o que lhe oferece coesão; 3 - o traçado sobre as possibilidades de organização de arquivos associados às novas tecnologias e novas mídias de acordo com o pensamento sobre rede. De maneira mais abrangente, o presente estudo procura identificar onde se manifesta a vontade de censura hoje, na sua forma de constrangimento à fala e interdição à expressão. Tem, ainda, em seu horizonte o objetivo de repor conteúdos sociais que, de outro modo, poderiam ser considerados datados e ultrapassados, mas que consideramos vivos e determinantes da forma como nos comunicamos sobre temas tabu. (AU)

Resumo

O Seminário Internacional Comunicação e Supervisão terá lugar na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, no Auditório Freitas Nobre do Departamento de Jornalismo e Editoração, durante os dias 15, 16, 17 e 18 de abril.Dia 15 de abrilAbertura do evento às 18 horas, com a presença de todos os palestrantes e das Professoras Doutoras, respectivamente a Coordenadora e a Vice Coordenadora do Núcleo de Pesquisa Comunicação e Censura (NPCC), Maria Cristina Castilho Costa e Mayra Rodrigues Gomes, e de representantes da Diretoria da Escola de Comunicações e Artes da USP.Após Performance de Mímica, a ser conduzida/supervisionada pelo Professor Eduardo Coutinho do Departamento de Artes Cênicas, haverá cocktail comemorativo, selando o início dos trabalhos.Dia 16, das 14 horas às 18 horas.Mesa: Jogos de poder: controle e opinião pública.Coordenação: Profa. Mayra Rodrigues GomesParticipação: Professores Marie Hélène Bourcier, Ferdinando Martins, Athina Karatzogianni e Cristina Costa.Coffee Break às 15h30 horasApresentação do segundo módulo e condução dos debates a partir das 16 horas: Ivan Paganotti.Dia 17, das 14 horas às 18 horas.Mesa: Perspectivas interculturais: supervisão e classificaçõesCoordenação: Profa. Mayra Rodrigues GomesParticipação: Professores Catherine Driscoll, Markus Wiemker, Mayra Rodrigues Gomes e Antonio Hohlfeldt.Coffee Break às 15h30 horasApresentação do segundo módulo e condução dos debates a partir das 16 horas: Andrea Limberto.Dia 18, da tarde à noiteEncontro de todos os palestrantes, maior contato do próprio Observatório com os professores visitantes, com o objetivo de firmar interlocuções e averiguar o potencial de pesquisas conjuntas. Jantar de encerramento. (AU)

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