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Resumo

O pacu, Piaractus mesopotamicus, apesar de ser uma das espécies de peixe mais exploradas no país, ainda apresenta acentuados entraves em sua reprodução induzida, sendo um destes a ocorrência de matrizes que não liberam seus ovócitos no momento da extrusão (ovócitos "empedrados"). Neste contexto, deve ser considerada a intensa assincronia no processo de maturação gonadal entre os indivíduos, que pode induzir à seleção equivocada de matrizes "maduras" e exigir um manejo excessivo em busca de peixes "aptos", o que poderia provocar atividades fisiológicas de regressão nas matrizes em processo de maturação. Desta forma, visando estabelecer um protocolo mais seguro e menos empírico para escolha de matrizes de pacu, de fato "aptas" para indução hormonal, o objetivo deste trabalho é avaliar a possibilidade de sincronização do processo de maturação ovariana em um plantel de matrizes de pacu por meio do uso de implantes de liberação lenta de GnRH. O sucesso da aplicação desta técnica será avaliado comparando-se o estádio de maturação dos peixes tratados e controle após 30 dias de tratamento. O efeito do uso dos implantes será também monitorado por meio dos níveis dos esteróides gonadais e níveis de expressão gênica do hormônio do crescimento (GH) na hipófise dos exemplares. De forma complementar, nos machos será avaliada a qualidade dos espermatozóides (análises citológicas e de DNA) em três períodos ao longo da estação reprodutiva (outubro, novembro, dezembro), a fim de detectar possíveis interferências negativas dos gametas masculinos na produção de alevinos desta espécie. Desta forma, pretende-se introduzir o uso de um protocolo de indução e sincronização do processo de maturação ovariana em matrizes de pacu, que garanta a seleção segura, em momento previsível, de espécimes aptos para a indução hormonal da reprodução. (AU)

Resumo

A buserelina é um análogo sintético do GnRH e vem sendo, nos últimos anos, muito utilizada na reprodução de peixes reofílicos e indução da rã-touro. Hormônios liberadores de gonadotropinas (GnRH) apresentam diversas vantagens, pois atuam no início da cadeia hormonal e estimulam o animal a sintetizar sua própria gonadotropina; a molécula não é altamente espécie-específica e possui estrutura simples com grande estabilidade estrutural; são eficazes em pequena dosagem de aplicação e seu uso é economicamente vantajoso. Portanto, o objetivo da presente pesquisa será testar a efetividade do hormônio buserelina na fertilidade, indução da ovulação (desova) e espermiação de matrinxã (Brycon cephalus) e rã-touro (Rana catesbeiana). Os experimentos serão realizados com animais pertencentes ao Centro de Aqüicultura da Universidade Estadual Paulista (CAUNESP), campus de Jaboticabal. Os matrinxãs serão divididos em três grupos: o primeiro induzido com buserelina, o segundo com o produto referência (Conceptal) e o terceiro com hipófise de carpa (grupo controle). Transcorrido o tempo necessário para a ação do hormônio, será realizada a extrusão dos gametas para a fertilização artificial. Os ovos serão então transferidos para incubadoras apropriadas. As rãs serão divididas em quatro grupos: o primeiro induzido com buserelina associado com um antagonista de dopamina (AD), o segundo induzido com o produto referência (Conceptal), também associado com um antagonista de dopamina (AD), o terceiro induzido com buserelina pura e o quarto induzido com o produto de referência puro (Conceptal). Cerca de 24 a 36 horas após a indução das fêmeas será realizada a extrusão dos ovócitos que serão fertilizados pelo sêmen coletado uma hora após a aplicação do hormônio nos machos. Os ovos fertilizados serão transferidos para bandejas adequadas onde serão incubados. Tanto nos peixes como nas rãs, para fins de se comprovar a eficiência do fármaco, serão avaliados por comparação de resultados os seguintes parâmetros: taxa de fecundidade, taxa de fertilização e taxa de eclosão. (AU)

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