site da FAPESP
 

Refine sua pesquisa

Pesquisa
  • Uma ou mais palavras adicionais
Publicações científicas
Auxílios à Pesquisa
Bolsas
Programas de Infraestrutura de Pesquisa
Área do conhecimento
Situação
Ano de início
234 resultado(s)
|

Mecanismos moleculares subjacentes à indução e repressão da expressão gênica mediada pelo TNF na caquexia

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Robson Francisco Carvalho
Supervisor no Exterior: Alexander Hoffmann
Local de pesquisa: University of California, Los Angeles (UCLA) (Estados Unidos)
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Histologia
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Processo:16/08294-1
Vigência: 07 de julho de 2016 - 06 de julho de 2017
Assunto(s):Músculo estriadoBiologia de sistemasFatores de necrose tumoralRegulação da expressão gênicaCaquexiaSíndrome metabólica
Resumo
As citocinas pró-inflamatórias, tais como o Fator de Necrose Tumoral-alfa (TNF), tem sido implicado na patogênese de atrofia do músculo esquelético na caquexia, uma síndrome metabólica comumente associados com muitas doenças inflamatórias sistémicas crónicas tais como o câncer e o SIDA. Embora o aumento da regulação dos níveis de mRNA em resposta à sinalização de TNF tem sido extensivamente estudado no contexto da ativação imunitária, tal como nos macrófagos, os mecanismos que controlam o programa de repressão genética, o que é de particular relevância nas células do músculo esquelético, são ainda pouco compreendidos. Considerando que os ativadores transcricionais, mais proeminentemente NFºB são conhecidos para controlar a ativação do gene, os mecanismos para a repressão do gene podem não envolvem apenas proteínas de ligação de ADN que regulam a iniciação do mRNA, mas também os mecanismos que controlam a decomposição. Aqui propomos estudar a nível de todo o genoma, o efeito da sinalização pelo TNF em eventos metabólicos do RNA, que regulam programas de indução e repressão de genes em células musculares. Refinadas conjuntos de dados irá distinguir entre a síntese de mRNA e degradação mRNA, e uma abordagem de modelagem matemática será utilizado para obter parâmetros cinéticos e identificar os principais mecanismos de controle para cada uma das centenas de genes afetados. Este conhecimento vai ajudar a lançar luz sobre como a interação entre a sinalização pelo TNF e metabolismo do RNA leva a um programa de expressão de genes relacionados à atrofia muscular na caquexia associada ao câncer. O projeto também tem um objetivo metodológico, que consiste na criação de um fluxo de trabalho experimental e analítico para o perfil dinâmico da expressão gênica e do metabolismo do RNA em perda de massa muscular. (AU)

Investigação das atividades imunomoduladoras da proteína Anexina A1 na regulação inflamatória de doenças do sistema gastrointestinal: estudo em modelos experimentais in vivo e in vitro

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Sonia Maria Oliani
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Histologia
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:16/02012-4
Vigência: 01 de julho de 2016 - 30 de junho de 2018
Assunto(s):CólonCitocinasFator de necrose tumoral alfaAnexina A1Inflamação
Resumo
A proteína anexina A1 (AnxA1) atua na resolução da inflamação e tem sido associada a proteção das mucosas gastrointestinais. Várias pesquisas têm mostrado o efeito protetor da AnxA1 na inflamação aguda, regulando o influxo de neutrófilos, monócitos e na desgranulação de mastócitos e em processos inflamatórios crônicos, atuando na resposta a infecções e neoplasias. Por essas razões, nossas investigações buscam avaliar o envolvimento dessa proteína na quebra da imunotolerância intestinal que resulta na retocolite ulcerativa (RU) e, ainda, na resposta do microambiente ao dano carcinogênico. Inicialmente, no modelo de colite induzida quimicamente, os objetivos são investigar a expressão da AnxA1 e produção de citocinas no cólon em camundongos selvagens (WT) tratados com anti-TNF-± neutralizante, enquanto os deficientes de AnxA1 (AnxA1-/-) serão utilizados para testar a mediação dessa proteína na ação do bloqueio do TNF-± durante a inflamação intestinal aguda. No câncer colorretal (CCR), a expressão da AnxA1 é desregulada, afeta o crescimento e a malignização dos tumores colônicos. Desse modo, os mastócitos, pela sua heterogeneidade e importância nesse cenário, serão avaliados quanto à produção de mediadores pró-tumorais em camundongos WT e AnxA1-/- expostos à carcinogênese química. Finalmente, utilizando um modelo in vitro, linhagens humanas de mastócitos e de células tumorais de cólon serão cocultivadas em hipóxia com adição do peptídeo Ac2-26 da AnxA1 para avaliar o efeito sobre a síntese de mediadores pró-tumorais. Nas investigações propostas, serão avaliados parâmetros clínicos, histopatológicos e moleculares, que possibilitarão um melhor entendimento do papel da AnxA1 na regulação do microambiente inflamatório intestinal e, possivelmente, resultar em contribuições efetivas para prevenção e aplicações terapêuticas. (AU)

Efeitos da quitosana e da terapia laser de baixa intensidade, associados ou não, no tratamento da osteoartrite induzida em joelhos de ratos

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Karina Nogueira Zambone Pinto Rossi
Pesquisadores associados:Fernanda de Freitas Anibal; Carla Roberta Tim; Nivaldo Antonio Parizotto; Ana Claudia Muniz Renno
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:15/25485-2
Vigência: 01 de abril de 2016 - 31 de março de 2018
Assunto(s):BiotecnologiaCartilagem articularBiomateriaisReabilitaçãoTerapia a laser
Resumo
Osteoartrite (OA) é uma doença progressiva degenerativa caracterizada pela perda de cartilagem articular, remodelamento do osso subcondral, redução do espaço articular e formação de osteófitos, o que leva ao surgimento de quadros álgicos e perdas funcionais nos indivíduos acometidos. Assim, torna-se importante o desenvolvimento de estratégias terapêuticas que visem amenizar o dano articular e prevenir a evolução da doença. Atualmente, a terapia laser de baixa intensidade (LLLT) e a quitosana tem demonstrado efeitos positivos no metabolismo da cartilagem. No entanto, os mecanismos de ação e os efeitos da associação de ambos os tratamentos ainda necessitam de elucidação. Com isso, o objetivo deste estudo será avaliar, através de testes in vivo, os efeitos da quitosana e da LLLT (associados ou não), em modelo experimental de OA induzida através da transecção do ligamento cruzado anterior (TLCA). Para isso, serão utilizados 40 ratos Wistar, machos, separados em 4 grupos: grupo controle OA; grupo OA tratado com quitosana; OA irradiado com LLLT; OA tratado com quitosana e irradiados com LLLT. Os tratamentos serão iniciados 21 dias após cirurgia de TLCA durante 30 dias. Será utilizado um laser AsGaAl 808 nm; P=50 mW; D=50 J/cm²; E=1.4 J, 3 vezes por semana em 2 pontos: na linha articular medial e lateral do joelho. Para avaliação e comparação dos efeitos dos tratamentos serão realizadas análises das citocinas fator de necrose tumoral alfa (TNF-±), prostaglandina E2 (PGE2) e fator de transformação do crescimento beta (TGF-²) no liquido sinovial, microtomografia computadorizada e análises morfológicas e morfométrica da cartilagem (celularidade, espessura, densidade de condrócitos e conteúdo de proteoglicanas) e expressão proteica de Interleucina (IL-1², IL-4 e IL-10), colágeno tipo 2, alpha 1 (col2A1). Espera-se que os resultados deste projeto tragam significativa contribuição na elucidação dos mecanismos de ação da quitosana, da LLLT e da associação de ambos em um modelo experimental de OA, culminando assim no desenvolvimento de técnicas terapêuticas mais eficazes e seguras para serem empregadas no tratamento de doenças osteodegenerativas. (AU)

Doença periodontal em gestantes e repercussões ao recém-nascido

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Cátia Regina Branco da Fonseca
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:15/23304-0
Vigência: 01 de março de 2016 - 28 de fevereiro de 2017
Assunto(s):Doenças periodontaisRecém-nascidoPediatriaGestantes
Resumo
As doenças periodontais mais comuns são gengivite e periodontite. O primeiro sinal clínico da infecção é o sangramento gengival associado à gengivite. No decorrer da infecção formam-se cálculos e posteriormente bolsas, ambas associadas à periodontite. Para Chambrone (2008), a prevalência dessas doenças está associada à deficiência da higiene oral e com a elevação dos hormônios esteroides. Os hormônios estrógeno e progesterona possuem receptores no tecido gengival. Segundo Cunha (2011), durante a gestação, a mulher é exposta a altas concentrações de hormônios esteroides produzidos pela placenta. Esses hormônios se acumulam no tecido e no fluido gengival, constituindo importantes fatores de crescimento de bactérias prejudiciais à saúde bucal da mulher. Nas doenças periodontais, esses microrganismos responsáveis pelo estímulo da resposta imuno-inflamatória levam a aumento de citocinas e mediadores farmacologicamente ativos, dentre os quais pode-se ressaltar interleucina 1-beta, IL-6, fator de necrose tumoral - alfa e prostaglandina E2 (Cunha, 2011).Sabe-se que tanto essas citocinas quanto os agentes infectante podem se disseminar de forma sistêmica pela corrente sanguínea, uma vez que não permanecem locadas no tecido gengival. Baseando-se nessa disseminação, sugere-se associação entre afecção e aumento do risco de alterações sistêmicas (Passini Junior, et al. 2007). Diante esse cenário, propõe-se o estudo sobre a doença periodontal como uma alteração possível de gerar complicações gestacionais, como trabalho de parto prematuro, doença hipertensiva gestacional, pré-eclampsia e eclampsia, e consequentemente baixo peso ao nascer, prematuridade e maior risco para infecção neonatal precoce.Objetiva-se estudar a sua correlação entre a presença de doença periodontal e/ou presença de cárie durante a gestação e condições de nascimento do recém-nascido, no município de Botucatu (SP), gestações e partos ocorridos no período de 2012 a 2014.Método: Estudo transversal descritivo, com coleta de dados secundários a partir de dados coletados do Sistema de Informações de Nascidos Vivos (SINASC) - condições demográficas e socioeconômicas, e através do levantamento de prontuários dos Recém-nascidos no Hospital das Clínicas de Botucatu. Serão incluídas 142 gestantes atendidas nos serviços de pré-natal das Unidades Básicas de Saúde e do Programa de Saúde da Família, pertencentes à Secretaria de Saúde do município de Botucatu - SP, já identificadas e avaliadas em projeto de pesquisa conduzido pelo odontólogo que compõe a equipe de pesquisadores deste projeto. A partir do levantamento de dados através da Declaração de Nascido vivo será possível avaliar a condição de nascimento dos RN em relação ao peso, idade gestacional e patologias associadas. Após estas avaliações, que incluiu até o momento o método de cegamento, então será feita a correlação entre a presença ou não de doença periodontal na gestante. O Banco de Dados será digitado diretamente em planilha elaborada no Programa Excel 2007.Para as variáveis quantitativas será realizado o teste t de Student. Para as variáveis qualitativas, será utilizado o teste do qui-quadrado. Será também realizada a regressão logística para estudar a associação entre as alterações encontradas e a doença periodontal. O nível de significância utilizado será de 5%. O programa computacional a ser utilizado será o Statistical Analysis System (SAS) versão 9.2. Os resultados serão apresentados em forma de tabelas e gráficos.O trabalho foi avaliado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Faculdade de Medicina da UNESP de Botucatu, e aprovado em Setembro de 2015, desta forma a o levantamento dos números dos prontuários das gestantes e de seus recém-nascidos, para posterior levantamento dos registros de dados teve início no mês de Outubro de 2015. Espera-se obter dados que possam relacionar-se (ou não) às doenças periodontais e as condições de nascimento dos recém-nascidos. (AU)

Doença periodontal em gestantes:repercussões gestacionais e no parto

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Cátia Regina Branco da Fonseca
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:15/23313-0
Vigência: 01 de março de 2016 - 28 de fevereiro de 2017
Assunto(s):GravidezDoenças periodontaisPediatriaParto
Resumo
As doenças periodontais afetam tanto o tecido de suporte (gengiva) quanto os de sustentação (cemento, ligamento periodontal e osso). São induzidas pela alteração da microbiota bucal, levando à ativação de resposta imunológica e inflamatória. Os hormônios estrógeno e progesterona possuem receptores no tecido gengival. Segundo Cunha (2011), durante a gestação, a mulher é exposta a altas concentrações de hormônios esteróides produzidos pela placenta. Esses hormônios se acumulam no tecido e no fluido gengival, constituindo importantes fatores de crescimento de bactérias prejudiciais à saúde bucal da mulher. Nas doenças periodontais, esses microrganismos responsáveis pelo estímulo da resposta imunoinflamatória levam a aumento de citocinas e mediadores farmacologicamente ativos, dentre os quais se podem ressaltar interleucina 1-beta, IL-6, fator de necrose tumoral - alfa e prostaglandina E2 (Cunha, 2011). Sabe-se que tanto essas citocinas quanto os agentes infectante podem se disseminar de forma sistêmica pela corrente sanguínea, uma vez que não permanecem locadas no tecido gengival. Baseando-se nessa disseminação, sugere-se associação entre afecção e aumento do risco de alterações sistêmicas maternas (Passini Junior, et al. 2007), incluindo trabalho de parto prematuro em gestantes gerando assim nascimento de RN com baixo peso. Estudos ainda inconclusivos associam doenças periodontais e aumento no risco de doenças gestacionais como a pré-eclâmpsia. Diante esse cenário, propõe-se este estudo, objetivando estudar a relação entre doença periodontal materna e complicações gestacionais e no momento do parto como a pré-eclâmpsia entre outras.Método: A partir de um diagnóstico de doença bucal já realizado em 142 gestantes de Botucatu, com distribuição amostral de todas as Unidades de Saúde, pretende-se levantar dados secundários de prontuários do Hospital das Clínicas de Botucatu, bem como das Declarações de Nascidos Vivos, através do SINASC, e obter dados das condições de gestacionais e do momento do parto destas gestantes.O Banco de Dados será digitado diretamente em planilha elaborada no Programa Excel 2007.Para as variáveis quantitativas será realizado o teste t de Student. Para as variáveis qualitativas, será utilizado o teste do qui-quadrado. Será também realizada a regressão logística para estudar a associação entre as alterações encontradas e as variáveis de interesse no estudo. O nível de significância utilizado será de 5%. A análise multivariada através da Regressão Logística será realizada afim de avaliar a correlação entre doença periodontal e outras variáveis dependentes. O calculo do Odds Ratio utilizará intervalo de confiança de 95%.O programa computacional a ser utilizado será o Statistical Analysis System (SAS) versão 9.2. Os resultados serão apresentados em forma de tabelas e gráficos.O projeto foi encaminhado para avaliação e aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa e foi aprovado em Setembro/2015, desta forma a o levantamento dos números dos prontuários das gestantes e de seus recém-nascidos, para posterior levantamento dos registros de dados teve início no mês de Outubro de 2015. Espera-se obter dados que possam correlacionar ou não as doenças periodontais a problemas gestacionais e no momento do parto. (AU)

Investigação sobre o efeito do fator de necrose tumoral-alfa (TNF-alfa) em plaquetas de ratos injetados com salina ou lipopolissacarídeo

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Sisi Marcondes Paschoal
Pesquisadores associados:Edson Antunes
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Geral
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:14/18014-0
Vigência: 01 de fevereiro de 2016 - 31 de janeiro de 2018
Assunto(s):Plaquetas sanguíneasFator de necrose tumoral alfaGMP Cíclico
Resumo
Evidências indicam que as plaquetas têm um papel importante na sepse. De fato, a gravidade da sepse correlaciona-se positivamente com a trombocitopenia e grau de atividade plaquetária. Durante a sepse ocorre a liberação exacerbada de vários mediadores inflamatórios como o fator de necrose tumoral alfa (TNF-±), além da liberação de óxido nítrico (NO) e espécies reativas de oxigênio (EROs), os quais contribuem para danos teciduais, podendo culminar com a falência múltipla de órgãos, especialmente pulmões, fígado e rins. O lipopolissacarídeo (LPS) é bastante utilizado como ferramenta para estudar a sepse, uma vez que sua administração em animais e humanos leva a vários sinais observados no quadro séptico como aumento da produção de citocinas inflamatórias como o TNF-alfa, a qual é a primeira citocina a ser liberada na sepse. Trabalhos prévios do grupo mostraram que a incubação de LPS de E. coli não altera a função plaquetária diretamente, mas esta é reduzida em ratos injetados com o lipolissacarídeo. Além disso, em plaquetas de ratos injetados com LPS há grande formação de EROs dependente da ativação da NADPH oxidase. Vários trabalhos mostram que o TNF-alfa é capaz de ativar a NADPH oxidase, entretanto, é praticamente inexistente trabalhos que investiguem o efeito desta citocina na reatividade plaquetária. Portanto, o objetivo geral do presente trabalho é investigar o efeito do TNF-± na agregação e adesão plaquetária in vitro. Além disso, investigaremos a participação do TNF-± na inibição da atividade plaquetária e na formação intraplaquetária de EROs em ratos tratados com LPS. Finalmente, avaliaremos o efeito das plaquetas de ratos tratados com LPS na viabilidade de células endoteliais. (AU)

Laminados cerâmicos cimentados sobre dentes não preparados: estudo clínico, prospectivo e longitudinal sobre a adaptação marginal e avaliação do comportamento periodontal pelo uso de biomarcadores do fluido gengival crevicular

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Odontologia (FOA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Eduardo Passos Rocha
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Clínica Odontológica
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Processo:15/14504-6
Vigência: 01 de novembro de 2015 - 31 de maio de 2018
Assunto(s):Prótese dentáriaAdaptação marginal dentáriaFacetas dentáriasEnsaio clínicoLíquido do sulco gengival
Resumo
Introdução: Os avanços tecnológicos na microestrutura dos materiais cerâmicos juntamente com o aperfeiçoamento dos sistemas adesivos e cimentos resinosos utilizados para a instalação dos laminados cerâmicos possibilitaram a utilização de restaurações delgadas sobre superfícies de esmalte com mínimo ou nenhum preparo, cujo comportamento funcional sobre as estruturas periodontais é ainda desconhecido. Objetivo: avaliar o comportamento do tecido periodontal pela quantificação de biomarcadores e do volume do Fluido Gengival Crevicular (GCF), com adicional verificação da adaptação e comportamento marginal da restauração, no uso de laminados cerâmicos delgados cimentados sobre dentes não preparados e apresentando borda cervical posicionada no interior do sulco gengival. Materiais e Métodos: 72 laminados cerâmicos, em dissilicato de lítio injetado, com 0,2mm de espessura na borda cervical, serão cimentados sobre dentes anteriores maxilares não preparados. Para todos os elementos tratados será feita a coleta GCF previamente à cimentação da restauração (baseline) e nos tempos do estudo (t0- 7 dias, t1 -15 dias, t2 - 30 dias, t3 - 60 dias, t4 - 180 dias e t5 - 365 dias após a restauração), onde será calculado o volume do GCF e quantificado os biomarcadores: TNF-± (fator de necrose tumoral alfa), IL-1² (interleucina 1-beta), MMP-8 (colagenase) e MMP-9 (gelatinase) pelo teste ELISA. O dente vizinho homólogo será utilizado como controle. Adicionalmente, serão obtidas réplicas da região cervical em resina epóxi, após 7, 30 180 e 365 dias da instalação para verificação da adaptação marginal e do sobrecontorno da restauração no microscópio eletrônico de varredura. Será realizada avaliação clínica pelos critérios modificados do USPHS (United States Public Health Service) em todos os tempos do estudo. Resultados: Após a análise descritiva dos dados serão verificadas as pressuposições de normalidade e homogeneidade, considerando a aplicação da ANOVA. Caso as pressuposições não sejam atendidas, prevê-se o uso do teste de Kruskall-Wallis. O nível de significância considerado para diferença entre as médias será 5%. (AU)

Efeito de uma baixa dose de óleo de peixe nos marcadores inflamatórios de adultos brasileiros infectados com HIV, em uso de terapia antiretroviral: ensaio clínico, randomizado, controlado por placebo

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Saúde Pública (FSP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Patricia Helen de Carvalho Rondó
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Nutrição - Análise Nutricional de População
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Processo:15/16312-7
Vigência: 01 de outubro de 2015 - 31 de março de 2016
Assunto(s):Proteína C-reativaSíndrome metabólicaFibrinogênioInflamaçãoAIDS
Resumo
Introdução: Os benefícios da terapia antirretroviral para indivíduos que vivem com HIV/Aids têm sido limitados pelo aumento do risco de desenvolvimento de doenças metabólicas e cardiovasculares. O objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos do óleo de peixe (ácidos graxos ômega-3 de origem marinha) nas concentrações de marcadores inflamatórios em indivíduos que vivem com HIV/Aids em terapia antirretroviral. Métodos: Trata-se de um estudo ensaio clínico, randomizado, controlado por placebo que investigou os efeitos de 3 g de óleo de peixe/dia (540 mg de ácido eicosapentaenóico -EPA, mais 360 mg de ácido docosahexaenóico-DHA) ou 3 g óleo de soja/dia (placebo) durante 24 semanas em 83 adultos de ambos os sexos que viviam com HIV/Aids e em terapia antirretroviral. Resultados: Não houve diferenças entre os grupos para as variáveis de caracterização no início do estudo. As análises multinível não revelaram relação estatisticamente significativa entre as mudanças longitudinais na concentração de proteína C-reativa de alta sensibilidade (hs-CRP) (Wald Chi2 = 0,17, p = 0,918), fibrinogênio (Wald Chi2 = 3,82, p = 0,148), e fator VIII ( Wald Chi2 = 5,25, p = 0,073) com uso do óleo de peixe. Não ocorreram alterações significativas nos níveis de interleucina-6 (IL-6), interleucina-1 beta (IL-1-beta) e fator de necrose tumoral-alfa (TNF-alfa). Conclusão: Em comparação com placebo, uma dose de 900 mg de ácidos graxos ômega-3 (EPA mais DHA) em cápsulas de óleo de peixe não alterou as concentrações séricas de hs-CRP, fibrinogênio, fator VIII, IL6, IL1-beta e TNF-alfa em pessoas que viviam com HIV/Aids. Sugere-se que estudos futuros considerem a avaliação de marcadores inflamatórios mais sensíveis ou maiores doses de ácidos graxos ômega-3 de origem marinha para essa população. (AU)

Efeitos do protocolo de overtraining baseado em contrações excêntricas sobre a via inflamatória e da mTOR no coração de Camundongos C57Bl/6

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto (EEFERP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Adelino Sanchez Ramos da Silva
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:15/13275-3
Vigência: 01 de outubro de 2015 - 30 de setembro de 2016
Assunto(s):OvertrainingInflamaçãoMiocárdio
Resumo
O overreaching não funcional (NFOR) induzido pelo exercício excêntrico (EE) em camundongos está associado com a inflamação crônica de baixa intensidade em amostras de músculo esquelético e soro. Além disso, sabe-se que o miocárdio também tem a capacidade de produzir citocinas pró-inflamatórias e que a via da mTOR (mammalian target of rapamycin) tem um efeito cardioprotetor sobre as mesmas. No entanto, as adaptações do coração em resposta ao NFOR induzido pelo EE ainda não foram investigadas. Sendo assim, o principal objetivo desse estudo é verificar o efeito do protocolo de overtraining baseado em sessões crônicas de EE sobre o conteúdo protéico e ativação das proteínas relacionadas à hipertrofia fisiológica do músculo cardíaco de camundongos - Akt (Protein kinase B) mTOR (mammalian target of rapamycin), S6K (S6 kinase), 4EBP1 (4E binding protein) - e sobre o conteúdo protéico das citocinas pró-inflamatórias interleucina 1beta (IL-1beta), 6 (IL-6) e fator de necrose tumoral alfa (TNF-alfa) em músculo cardíaco de camundongos. Os animais serão divididos em 4 grupos: Naive (N; camundongos sedentários), Controle (CT; camundongos sedentários submetidos aos testes físicos), Treinado (TR; camundongos submetidos ao protocolo de treinamento) e Overtraining (OT; camundongos submetidos ao protocolo de OT com corrida na descida). Os camundongos serão avaliados diariamente quanto a variação do peso corporal e ingestão alimentar. O conteúdo e ativação das proteínas serão avaliados no ventrículo esquerdo do músculo cardíaco através da técnica de immunoblottig. Para comparação entre os grupos será utilizada a análise de variância seguida de teste para comparação múltipla de média. Será adotado o nível de significância de pd0.05. (AU)

Risco cardiovascular em pacientes com Imunodeficiência Comum Variável (ICV) e Agamaglobulinemia Ligada ao X (XLA)

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Roseli Oselka Saccardo Sarni
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Processo:15/12808-8
Vigência: 01 de setembro de 2015 - 29 de fevereiro de 2016
Assunto(s):Estado nutricionalDislipidemiasAgamaglobulinemiaImunodeficiência de variável comumInflamaçãoApolipoproteínas
Resumo
Introdução: A Imunodeficiência Comum Variável (ICV) e a Agamaglobulinemia Ligada ao X (XLA) são imunodeficiências primárias (IDP´s) classificadas como deficiências de anticorpos resultando em hipogamaglobulinemia. Objetivo: Avaliar o perfil lipídico e outros biomarcadores associados ao risco cardiovascular em pacientes ICV e XLA. Métodos: No total, 24 pacientes e 12 controles saudáveis pareados por idade e gênero foram incluídos no estudo. Foram realizadas avaliações antropométricas e dosagens séricas de colesterol total (CT) e as frações HDL-c e LDL-c, triglicerídeos (TG), apo A-I, sdLDL, proteína C reativa (CRP), fator de necrose tumoral alfa (TNF-alfa) e das enzimas relacionadas ao risco cardiovascular mieloperoxidase (MPO), proteína de transferência de éster de colesterol (CETP) e a lecitina colesterol aciltransferase (LCAT). Resultados: As concentrações da CRP (p=0,008) e TNF-alfa (p<0,001) foram significativamente mais elevadas, enquanto o HDL-c (p=0,025) e a apo A-1 (p=0,013) foram significantemente mais baixas nos pacientes comparativamente aos controles. No grupo de pacientes foi observada correlação negativa e significante entre o HDL-c e o TNF-alfa (r=-0,406; p=0,049) e os TG (r=-0,641; p=0,001). Conclusão: Pacientes com Imunodeficiência Comum Variável e Agamaglobulinemia Ligada ao X apresentaram aumento de marcadores inflamatórios, que associados com a diminuição do HDL-c e dos níveis de apo A-I, podem predispor ao elevado risco cardiovascular. (AU)
234 resultado(s)
|
Exportar 0 registro(s) selecionado(s) | Limpar seleção
CDi/FAPESP - Centro de Documentação e Informação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo

R. Pio XI, 1500 - Alto da Lapa - CEP 05468-901 - São Paulo/SP - Brasil
cdi@fapesp.br - Converse com a FAPESP