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Influência dos marcadores inflamatórios no metabolismo ósseo de pacientes infectados pelo HIV em uso ou não da terapia antirretroviral

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Anderson Marliere Navarro
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Nutrição
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Processo:13/10765-4
Vigência: 01 de abril de 2014 - 29 de fevereiro de 2016
Resumo
Os avanços da terapia antirretroviral(TARV) resultaram em melhora da sobrevida dos pacientes infectados pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). Apesar do sucesso da terapia, estudos vêm demonstrando que a infecção do HIV associada com a terapia antirretroviral leva a imunossenescência acelerada que contribui para a inflamação sistêmica e ao surgimento de doenças degenerativas e proliferativas. Objetivo: Investigar a influência dos marcadores inflamatórios no metabolismo ósseo de pacientes infectados pelo HIV em uso ou não da terapia antirretroviral. Metodologia: Será realizado um estudo observacional, não analítico, transversal com 50 homens adultos, soropositivos para HIV, em tratamento ou não com TARV e presença ou não de lipodistrofia. Serão avaliados os marcadores inflamatórios: interleucina-3 (IL-3); interleucina-4 (IL-4); interleucina-10 (IL-10); interleucina-13 (IL-13); fator de transformação do crescimento beta (TGF-f); interleucina-1 (IL-1); interleucina-2 (IL-2); interleucina-6 (IL-6); interleucina-8 (IL-8); interleucina-12 (IL-12); interleucina-17 (IL-17); interleucina-18 (IL-18); fator de necrose tumoral alfa (TNF-±); interferon gamma (IFN-³) e outros marcadores bioquímicos: osteocalcina, deoxipiridinolina urinária, cálcio total, magnésio, albumina, cálcio 24h, creatinina, PTH e 25-hidroxivitamina D. Serão aplicados métodos de avaliação da composição corporal e óssea utilizando DXA (Dual energy x-ray absorptiometry), medidas antropométricas, diagnóstico de lipodistrofia, avaliação do consumo alimentar e avaliação sócio-econômica. Os participantes serão subdivididos segundo o uso ou não da TARV, sendo Grupo GC: 10 participantes virgens de tratamento; Grupo G>2: 20 participantes em tratamento com a TARV > 2 anos, Grupo G<2: 20 participantes em tratamento com TARV < 2 anos e em relação a lipodistrofia serão organizados em dois grupos com ou sem presença de lipodistrofia. (AU)

Sinalização da inflamação e proliferação celular do epitélio da córnea

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Eduardo Melani Rocha
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Processo:13/18350-8
Vigência: 01 de março de 2014 - 31 de agosto de 2015
Assunto(s):Células epiteliaisCultura de célulasOftalmologia
Resumo
Doenças da córnea estão entre as principais causas de cegueira e os mecanismos de lesão e reparação estão em grande parte concentradas no epitélio, porém os mediadores-alvo para possíveis intervenções terapêuticas são desconhecidas. No epitélio da córnea, a cicatrização é prejudicada pela ativação do receptor de potencial transitório vanilóide 1 (TRPV1). Na comparação entre a cicatrização de córnea em camundongo sem esse receptor (TRPV1-/-) e controle, os TRPV1-/- tem o resultado de cicatrização muito melhor. Isso indica que nas lesões do epitélio da córnea a formação de metabólitos endógenos, ativam os canais TRPV1, contribuindo para a inflamação exagerada que atrasa ou impede o fechamento da ferida e prejudica a restauração da transparência da córnea. Nossa hipótese geral é que o TRPV1, module a liberação de mediadores inflamatórios, interagindo com receptor canabinóide (CB1) e o receptor do fator de necrose tumoral-alfa (TNF±R) através da ativação do transforming growth factor activated kinase 1 (TAK1) e a interação entre essas vias promova o equilíbrio na resposta inflamatória frente a uma agressão ao epitélio da córnea. Para avaliar isso, o nosso objetivo é identificar os mecanismos de sinalização envolvidos na resposta inflamatória e proliferativa em células epiteliais da córnea. Técnicas de cultivo de células epiteliais de córnea, dosagens de citocinas por ELISA após estímulo inflamatório, e "Western blot" para identificação e comparação da expressão dos receptores TRPV1, TNF±R, CB1 e ativação (fosforilação) de TAK1 sob o estimulo de agonistas ou antagonistas dos respectivos receptores. Os resultados permitirão identificar as vias de sinalização envolvidas, a interação entre elas e assim propor estratégias de modulação com potencial terapêutico dessas vias em situações patológicas como defeito epitelial persistente, inflamação excessiva ou processos auto-imunes. (AU)

Efeito da associação de anti-inflamatório e antioxidante sobre células musculares distróficas

Beneficiário:
Instituição: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Elaine Minatel
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Anatomia
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:13/17299-9
Vigência: 01 de janeiro de 2014 - 31 de dezembro de 2014
Assunto(s):InflamaçãoAntioxidantesEspécies de oxigênio reativasSaúde
Resumo
Processo inflamatório intenso e estresse oxidativo são fatores que contribuem para a fisiopatogênese das fibras musculares distróficas. Dentre os mecanismos envolvidos na resposta inflamatória na distrofia muscular de Duchenne (DMD) e no camundongo mdx (modelo experimental da DMD), destaca-se a via de sinalização do fator de NF-ºB, cuja principal via de atuação é a ativação de citoquinas pró-inflamatórias como o fator de necrose tumoral alfa (TNF-±) e interleucina IL-1². Em adição, as espécies reativas de oxigênio (EROs) também têm sido relacionadas à ativação do fator NF-ºB nas fibras musculares distróficas. Diante do exposto, no presente projeto levantamos a hipótese que o tratamento em conjunto do anti-inflamatório Diacereína com o antioxidante Vitamina E pode apresentar potencial efeito terapêutico sobre as fibras musculares distróficas dos camundongos mdx. Estudos demonstraram que diacereína inibe a síntese e atividade de citocinas pró-inflamatórias, tais como TNF-±, IL-6 e a IL-1², enquanto que a Vitamina E previne eficientemente a peroxidação lipídica de membrana. Para verificar a hipótese, cultura primária de células musculares de camundongos mdx será tratada com a associação de Diacereína e Vitamina E. Células mdx não tratadas e células musculares da linhagem C57BL/10 serão utilizadas como controle. Após o tratamento, as células musculares serão utilizadas para análise de cálcio intracelular (indicador Fluo-4), quantificação do conteúdo de TNF-±, NF-ºB e 4-HNE (Western Blotting) e determinação da concentração de H2O2 (Sonda Amplex Red). Os resultados serão submetidos à análise estatística. (AU)

Avaliação das proteínas moduladoras da osteogênese e do perfil inflamatório de pacientes com infarto agudo do miocárdio e indivíduos assintomáticos com calcificação arterial coronária

Beneficiário:
Instituição: Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEPAE). Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein (SBIBAE). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Antonio Eduardo Pereira Pesaro
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:13/06799-0
Vigência: 01 de dezembro de 2013 - 30 de novembro de 2015
Assunto(s):CardiologiaInfarto do miocárdioAteroscleroseMarcadores inflamatóriosCalcificação vascularOsteogênesePerfil metabólico
Resumo
Introdução: A calcificação arterial coronária (CAC) é um marcador de aterosclerose, além de um importante preditor de infarto agudo do miocárdio (IAM). As proteínas moduladoras da osteogênese (PMOs) participam no desenvolvimento e progressão da CAC e podem ser estimuladas pela atividade inflamatória vascular. Entretanto, ainda não se sabe quais PMOs estão mais associadas à CAC, qual seu comportamento após o IAM e qual sua correlação com marcadores de inflamação aterosclerótica. Objetivos: Nossos objetivos serão: (1) Avaliar o comportamento de fase aguda e subaguda das PMOs no IAM; (2) Identificar quais PMOs estão associadas à presença de CAC em indivíduos assintomáticos; e (3) Correlacionar PMOs e marcadores inflamatórios em indivíduos assintomáticos e em pacientes com IAM. Métodos: Trata-se de estudo observacional com desfecho primário transversal. Serão estudados 170 pacientes, divididos em: (1) grupo IAM, n=40; (2) grupo assintomático com CAC (score cálcio>300), n=100; e (3) indivíduos saudáveis (score cálcio=zero), n=30. Todos os pacientes serão submetidos à mensuração sérica de PMOs (osteoprotegerina/RANKL, osteopontina, proteína morfogênica óssea-2, fetuina-A, proteína glutâmica de matriz), marcadores inflamatórios (proteína C-reativa, LDL oxidado, fator de necrose tumoral-alfa e fator de crescimento tumoral-beta) e do perfil metabólico. No grupo IAM esses testes serão repetidos após 30 dias para verificar o comportamento dos marcadores após a fase aguda. Os níveis séricos de PMOs serão comparados: (1) Entre pacientes assintomáticos com CAC e indivíduos saudáveis; (2) entre pacientes com IAM e indivíduos saudáveis; e (3) entre a fase aguda e crônica (30 dias) de pacientes com IAM. Os níveis de PMOs e de marcadores inflamatórios serão correlacionados em todos os grupos, assim como os níveis de PMOs e o escore de cálcio em indivíduos assintomáticos com CAC. (AU)

Determinação de CD163 solúvel e de citocinas no plasma de gestantes portadoras de pré-eclâmpsia

Beneficiário:
Instituição: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Maria Terezinha Serrão Peraçoli
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:13/12260-7
Vigência: 01 de novembro de 2013 - 31 de outubro de 2014
Assunto(s):Interleucina-1Interleucina-10Pré-eclâmpsiaFator de necrose tumoral alfaMonócitosSaúde materno-infantil
Resumo
A pré-eclâmpsia (PE) é uma síndrome específica da gravidez que se manifesta a partir da 20ª. semana de gestação, sendo caracterizada por intensa resposta inflamatória sistêmica. Monócitos do sangue periférico de gestantes portadoras de pré-eclâmpsia encontram-se ativados endogenamente e secretam níveis elevados de radicais livres e citocinas inflamatórias. A molécula CD163 é considerada um marcador específico de monócitos/macrófagos anti-inflamatórios e é liberada no plasma em condições patológicas. Níveis elevados de CD163 solúvel no plasma se correlacionam com a atividade e progressão de doenças inflamatórias, sendo considerado um marcador da ativação de monócitos/macrófagos. O presente projeto tem por objetivo determinar se existe associação entre níveis plasmáticos do receptor solúvel (sCD163) liberado de monócitos e de citocinas pró e anti-inflamatórias com a gravidade da doença em gestantes portadoras de PE. Serão estudadas 84 gestantes, sendo 28 normotensas, 28 portadoras de PE leve e 28 portadoras de PE grave, pareadas pela idade gestacional. Um grupo de 28 mulheres saudáveis não grávidas e de mesma faixa etária das gestantes será avaliado para estabelecer a comparação entre os grupos. Será colhido sangue periférico das gestantes e das mulheres saudáveis para a determinação de sCD163 e das citocinas IL-1b, IL-6, IL-10, TGF-beta1 e TNF-alfaa por ensaio imunoenzimático. Espera-se com desenvolvimento deste projeto determinar se esse receptor solúvel no plasma ou sua associação com as citocinas pode ser um marcador da ativação de monócitos, da gravidade e do prognóstico da doença. (AU)

Papel do tecido adiposo perivascular em artérias aorta e femoral de camundongos treinados e tratados com dieta hiperlipídica

Beneficiário:
Instituição: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Maria Andréia Delbin
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:13/02960-1
Vigência: 01 de setembro de 2013 - 31 de agosto de 2015
Assunto(s):Fisiologia cardiovascularTecido adiposoArtéria femoralAortaDieta hiperlipídicaAdipocinasExpressão de proteínas
Resumo
O sedentarismo associado à adiposidade são considerados fatores de risco para a gênese das doenças cardiovasculares. Mais recentemente, estudos demonstram que adicional à relevância do endotélio, o tecido adiposo perivascular desempenha importante papel no controle do sistema cardiovascular e endócrino-metabólico. Assim o presente estudo terá por objetivo avaliar o papel do tecido adiposo perivascular na reatividade vascular de artérias aorta e femoral de camundongos treinados e tratados com dieta hiperlipídica. A reatividade vascular na presença e na ausência de tecido adiposo perivascular (PVAT+/PVAT-) será verificada através de curvas concentração-resposta à: leptina, adiponectina, acetilcolina, nitroprussiato de sódio, fenilefrina, análogo do tromboxano A2 e endotelina-1. A expressão das proteínas: sintase endotelial do óxido nítrico (eNOS), sintase induzível do óxido nítrico (iNOS), Cu/Zn superóxido dismutase (SOD-1), Mn superóxido dismutase (SOD-2), extracelular superóxido dismutase (EC-SOD) e fator de necrose tumoral alfa (TNF-±) serão determinadas nas artérias e no respectivo PVAT. A produção de óxido nítrico (NO) e geração espécies reativas de oxigênio (ROS) serão determinadas em artérias PVAT+/PVAT-. Análise de fatores bioquímicos plasmáticos será realizada: glicose, colesterol total, triglicerídeos, TNF-±, IL-10, leptina, adiponectina, resistina, nitrito/nitrato e substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico. (AU)

Efeitos do tabagismo e do consumo moderado de álcool sobre a expressão de transportador de glicose GLUT4 e citocinas em músculo esquelético de ratos

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Patricia Monteiro Seraphim
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Processo:13/10564-9
Vigência: 01 de agosto de 2013 - 30 de abril de 2015
Resumo
Sabe-se que o consumo de álcool e o tabagismo possuem forte correlação com o desenvolvimento e instalação de obesidade, resistência à insulina e diabetes. Estas alterações são bem correlacionadas com estado inflamatório, caracterizado por aumento de citocinas circulantes. Uma consideração importante quanto a este aspecto concentra-se no fato de que indivíduos que gostam de fumar e que bebem, em geral, não executam nenhum tipo de atividade física, o que, obviamente contribui mais ainda para obesidade e redução de sensibilidade à insulina. Hoje se sabe que o treinamento físico é uma ferramenta importante, acessível e de baixo custo para o controle do peso corpóreo e sensibilidade à insulina, além dos benefícios cardiovasculares e combate aos quadros alterados associados ao alcoolismo e tabagismo. Durante a atividade contrátil ocorre uma redução na relação ATP/ADP, ativando uma proteína cinase dependente de 5'-AMP (AMPK), a qual estimula a captação de glicose por uma via distinta da via da insulina. O principal transportador de glicose na musculatura envolvida nesta ação é o GLUT4. Além disso, em humanos, foi verificado que o treinamento físico tem um efeito positivo sobre o quadro inflamatório mesmo em indivíduos obesos reduzindo citocinas circulantes. Em ratos infartados foi verificado que o treinamento físico em esteira rolante durante 8 semanas foi suficiente para melhorar o quadro inflamatório muscular, com redução de expressão de TNF e aumento de expressão de Il10. O projeto visa verificar o efeito do tabagismo e alcoolismo sobre a expressão dos genes Il10, Tnf, Prkaa2, Slc2a4 e de conteúdo protéico do transportador de glicose GLUT4 e de AMPK e sua fosforilação (pAMPK) em músculo esquelético gastrocnemio e avaliar o exercício aeróbico sobre o efeito do tabagismo e alcoolismo. Para isso serão utilizados 80 ratos machos Wistar, subdivididos em: N: grupo não fumante e não alcoólico; F: grupo fumante; A: grupo alcoólico; FA: grupo fumante alcoólico; E : grupo exercício físico; FE : grupo fumante exercício físico; AE : grupo alcoólico exercício físico; AFE : grupo alcoólico fumante exercício físico, mantidos em biotério. Os grupos fumantes serão expostos a um protocolo de exposição à fumaça com combustão de 4 cigarros, durante 30 min., duas vezes ao dia, cinco dias por semana, durante 60 dias ininterruptos. Nos grupos alcoólicos será administrado o álcool a 10% v/v, durante 60 dias ininterruptos. Os grupos exercitados serão submetidos a um protocolo de exercício aeróbico em um ciclo ergômetro de esteira rolante de velocidade 9,75 m/min, 60 min. por 60 dias corridos. Para a avaliação da sensibilidade à insulina será feito o Teste de Tolerância à insulina, e Teste de Tolerância à Glicose (GTT), com coleta de sangue por punção caudal. Será feito a analise da lactacidemia para caracterizar a atividade física realizada. A coleta de tecido muscular esquelético gastrocnemio será feita após 24h da última sessão de treinamento, com os animais anestesiados com tiopental sódico (50 mg/Kg PC). Serão utilizadas as técnicas RT-PCR para avaliação de expressão dos genes Slc2a4 (que codifica o GLUT4), Prkaa2 (que codifica AMPKa2), Tnf (que codifica o fator de necrose tumoral alfa) e Il10 (que codifica a interleucina 10). Para a quantificação de proteína GLUT4 e AMPK e sua fosforilação será utilizada a técnica Western Blotting. A análise estatística vai ser feita através da comparação das médias, utilizando o Teste ANOVA, paramétrico, com pós-teste quando necessário (Bonferroni). As diferenças entre os grupos serão consideradas significantes quando o valor de P for menor que 0,05. (AU)

Avaliação dos linfócitos T regulatórios e Th17 e sua correlação com a dosagem de citoquinas pró e antiinflamatória em pacientes com linfoma de Hodgkin clássico

Beneficiário:
Instituição: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Otavio Cesar Carvalho Guimarães Baiocchi
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:12/16864-1
Vigência: 01 de junho de 2013 - 31 de maio de 2015
Assunto(s):OncologiaNeoplasias hematológicasDoença de HodgkinLinfócitos T reguladoresCélulas Th17
Resumo
O linfoma de Hodgkin é uma doença curável em 70 a 80% das vezes, porém a letalidade nos casos refratários ou recidivados é alta. Diferente de todas as neoplasias humanas, as células malignas denominadas Hodgkin-Reed-Sternberg (HRS) compõe 1 a 5% de toda a massa tumoral sendo o restante composto por células inflamatórias normais. As células de HRS perpetuam-se em meio a este microambiente devido à incapacidade das células de defesa de reconhecerem estas células e combatê-las. Os mecanismos pelos quais as células de HRS conseguem "burlar" o sistema imunológico ainda se mantêm, em grande parte, desconhecidos. O vírus Epstein-Barr (EBV) infecta as células de HRS em uma frequência variável. Em um estudo feito pela nossa Instituição, a prevalência do LHc relacionado ao EBV foi de 52%. O EBV parece ser a responsável pelo recrutamento das células para o microambiente tumoral, propiciando assim, o escape imune das células de HRS.Recentemente, com a identificação de uma nova subpopulação de linfócitos T CD4+ que também expressa o marcador CD25+ e o marcador Foxp3+ (Forkhead box P3), denominados linfócitos T regulatórios (CD4+CD25+Foxp3+), foi retomada a discussão sobre a importância do microambiente tumoral na perpetuação das células HRS. Os linfocitos T CD4+ ou T helper (TH) são os responsáveis pela homeostase do sistema imunológico. Eles são divididos em 4 subclasses (TH1, TH2, TH17 e Tregs) que, juntas, compõem o equilíbrio pró e antiinflamatório existente no corpo humano. Os linfócitos TH1 são importantes na resposta imune celular e se caracterizam pela produção de interleucina-2 (IL-2), interferon-gama (IFN-³) e fator de necrose tumoral-alfa (TNF-±). Os linfócitos TH2 produzem, principalmente, as IL-5, TGF² e IL-10 e desempenham um papel na imunidade humoral e na alergia. Recentemente, foram descritas duas novas subclasses: Os Tregs que inibem a imunidade celular citotóxica através do contato célula-célula e secretando citoquinas imunossupressoras, como IL-10 e TGF²; e os linfócitos TH17, produtores da IL-17 e IL-22, que participam na restauração da imunidade celular e controle a resposta inflamatória auto-imune.As células Tregs desempenham um papel importante na modulação de toda a resposta imunológica celular. O aumento de células Tregs tem sido observado em amostras tumorais de pacientes com com adenocarcinoma de cólon e carcinoma de nasofaringe, e esses achados correlacionam-se com pior prognóstico. Recentemente, em um estudo realizado pelo nosso grupo mostramos que os pacientes com LHc relacionado ao EBV possuíam maior número de Tregs no microambiente tumoral e que, a presença destas células aumentadas constituia um fator prognóstico independente na resposta destes pacientes ao tratamento quimioterápico (Dados enviados para publicação em abril de 2012 e apresentação oral no European Hematology Association Meeting em 2011). Novos estudos investigando a relação do EBV com os Tregs e a inibição da imunidade antitumoral no LHc se fazem imperiosos. As células TH17 são linfócitos T efetores CD4+ e tem um papel importante nas doenças autoimunes e inflamatórias. Os linfócitos TH17, produtores da IL-17, são a mais nova linhagem identificada de linfócitos T helper. Além da IL-17, a célula TH17 também produz IL-17F e IL-22 (5). As IL-17A e IL-17F são citocinas responsáveis pela restauração da imunidade celular, papel oposto dos Tregs. Interessantemente, as células Tregs e TH17 podem se originar da mesma célula e a sua diferenciação para um dos dois tipos ocorre devido a presença de citoquinas, como a IL-6 e IL-22 no microambiente. Alguns estudos têm sugerido que a depleção de Tregs através de uma possível "reprogramação" destas células para TH17 poderia ser uma estratégia de imunoterapia antitumoral. Até o presente momento, não há estudos que avaliaram a relação existente entre os Tregs e os linfócitos TH17 no microambiente tumoral e no sangue periférico de pacientes com linfoma de Hodgkin. (AU)

Análise imunohistoquímica do efeito do recobrimento com gel purificado de colágeno na integração de telas de polipropileno em ratas

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Cássio Luís Zanettini Riccetto
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:13/05841-3
Vigência: 01 de junho de 2013 - 31 de maio de 2015
Assunto(s):BiomateriaisColágenoPolipropilenosTelas cirúrgicasIncontinência urináriaProlapso uterinoImunohistoquímica
Resumo
Telas sintéticas representam, na atualidade, o pilar do tratamento da incontinência urinária e de prolapsos vaginais, sendo o polipropileno monofilamentar o material sintético mais utilizado. Apesar de taxas de cura de até 90%, complicações relacionadas à integração, tais como exposição ou erosão das telas, não podem ser negligenciadas. O colágeno por ser um material biologicamente compatível, pouco imunogênico e com propriedades moduladoras do processo inflamatório pode ser utilizado como um importante agente cicatricial melhorando a integração das telas. O objetivo deste estudo será avaliar, por meio de técnicas imunohistoquímicas, o efeito do recobrimento de tela de polipropileno monofilamentar, implantada no subcutâneo de ratas, com gel purificado de colágeno, do ponto de vista da resposta imuno-inflamatória, do metabolismo do colágeno, angiogênese, necrose e apoptose celular. Serão utilizadas amostras obtidas em procedimentos já executados por ocasião de projeto anterior do nosso grupo de pesquisa, no qual foram utilizadas 20 ratas fêmeas da raça Wistar, tendo sido implantada, em cada animal, de um lado da parede abdominal, uma tela de polipropileno monofilamentar e, do outro lado, uma tela semelhante recoberta com gel purificado de colágeno. Os animais foram divididos em três sub-grupos contendo 5 animais cada e foram eutanaziados em 7, 14, 21 e 90 dias após o implante. Nesta pesquisa será realizada avaliação imunohistoquímica das amostras, inicialmente, mediante uso de reagentes específicos, para avaliação dos aspectos de interesse: a) Imunológicos (Interleucina 1 (IL-1)); b) Metabolismo do colágeno (Metaloproteinases de Matriz 2 e 3 (MMP-2 e 3)); c) Angiogênese (Antígeno de Superfície CD-31); d) Necrose e apoptose (Receptor do Fator de Necrose Tumoral alfa - TNF - alfa). Com os resultados dessa análise, espera-se compreender de forma mais adequada o processo de integração tecidual de próteses de polipropileno recobertas com colágeno bovino purificado. (AU)

Avaliação da resposta metabólica associada à mastectomia em cadelas com neoplasias mamárias

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Andrigo Barboza de Nardi
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:13/02460-9
Vigência: 01 de maio de 2013 - 30 de abril de 2015
Assunto(s):Neoplasias em animalNeoplasias mamáriasMastectomiaCães
Resumo
Tumores mamários representam 50% de todas as neoplasias que acometem fêmeas da espécie canina. A cirurgia é considerada o tratamento de eleição, entretanto existem controvérsias quanto aos benefícios da realização de técnicas cirúrgicas radicais em detrimento de técnicas conservadoras no tratamento das neoplasias mamárias. A mastectomia total unilateral garante a remoção de todo o tecido mamário da cadeia afetada pela neoplasia, minimizando as chances de aparecimento de novos tumores, contudo, esta técnica induz excessivo trauma cirúrgico, aumentando a morbidade dos pacientes. Resposta metabólica ao trauma é a designação dada para o conjunto de alterações neuroendócrinas, hematológicas e imunológicas que ocorrem após a injúria cirúrgica. Face a inexistência de estudos relacionados a avaliação da resposta metabólica associada as técnicas de mastectomia em animais, o presente estudo objetiva determinar a glicemia, os níveis de fibrinogênio plasmático e a concentração sérica de cortisol, interleucina-2, interleucina-6 e fator de necrose tumoral-alfa, no pós-operatório de cadelas com neoplasias mamárias submetidas a mastectomia total unilateral ou mastectomia regional, associadas ou não a ovariosalpingohistercetomia. Para verificar a diferença entre os parâmetros avaliados, nos diferentes momentos, dentro de cada grupo será utilizada a análise estatística ANOVA e o teste T para análise entre os grupos. Os resultados obtidos possibilitarão um melhor entendimento sobre as alterações metabólicas secundárias ao trauma cirúrgico induzido nas cirurgias de mastectomia em cadelas. Desta forma, contribuirão para a instituição de estratégias terapêuticas que minimizem a morbidade e mortalidade dos pacientes no período perioperatório. (AU)
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