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Avaliação da terapia fotodinâmica antimicrobiana como coadjuvante na terapia cirúrgica de acesso à raspagem em pacientes com periodontite crônica avançada

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Sérgio Luís Scombatti de Souza
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Periodontia
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:14/09801-9
Vigência: 01 de outubro de 2014 - 30 de setembro de 2016
Assunto(s):Terapia a laser de baixa intensidadeCirurgia bucalPeriodontite crônica
Resumo
A periodontite crônica (PC) é uma doença infecciosa resultando em inflamação das estruturas de suporte dos dentes, perda progressiva de inserção e perda óssea. O objetivo deste estudo será avaliar o efeitos da Terapia Fotodinâmica antimicrobiana (TFDa) como adjuvante ao tratamento periodontal cirúrgico (TPC) em pacientes diagnosticados com periodontite crônica avançada generalizada (PCAG). Em um modelo tipo boca divida, 20 pacientes com diagnóstico clinico de PCAG receberão inicialmente preparo básico periodontal não cirúrgico com sessões periódicas de raspagem a alisamento radicular (RAR). Depois disso, os sítios com indicação de terapia cirúrgica serão tratados com TFDa associada a raspagem e alisamento radicular (RAR) a retalho ou apenas RAR a retalho. Para protocolo da TFDa, será utilizada um fonte de luz laser 660nm de comprimento de onda associada ao fotossentitizador fenotiazida. Todos os pacientes serão acompanhados por 90 dias. Nos períodos baseline, pós-terapia básica, 30 e 90 dias após a terapia cirúrgica será realizada a avaliação clinica de índice de placa, profundidade de bolsa a sondagem, nível de inserção clinico relativo e sangramento a sondagem, além da coleta de amostras de placa subgengival para contagem de 40 espécies microbianas utilizando o método checkerboard DNA-DNA hybridization. Nos mesmos períodos serão coletadas também amostras do fluido crevicular gengival para avaliação do volume do fluido (Periotron) e dos níveis de Interleucina 1 beta, MMP-8, Fator de Necrose Tumoral alfa, RANK-L e Osteoprotegerina (OPG). Os dados obtidos serão analisados estatisticamente com os testes adequados para a amostra. (AU)

Efeito da grelina sobre o eixo GH/IGF-1 em ratos submetidos à endotoxemia

Beneficiário:
Instituição: Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Evelin Capellari Cárnio
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:14/13586-6
Vigência: 01 de outubro de 2014 - 30 de setembro de 2015
Assunto(s):EndotoxemiaHormônio do crescimentoSepseNeuroendocrinologia
Resumo
Durante a endotoxemia, observa-se alteração no eixo hormônio do crescimento (GH)/fator de crescimento semelhante à insulina (IGF-1), de forma que ocorre aumento na concentração sanguínea de GH e diminuição de IGF-1. Um dos mecanismos propostos para a ocorrência desta relação paradoxal é a resistência hepática ao GH. Em estudos de endotoxemia, observaram-se diminuições dos receptores de GH em tecido hepático, assim como dessensibilização destes receptores. A resistência hepática ao GH tem sido relacionada às altas concentrações de citocinas pró-inflamatórias, como o fator de necrose tumoral alfa (TNF-±) e interleucina 1beta (IL-1²). As altas concentrações de GH sanguíneo durante a endotoxemia é relacionada a aumento na mortalidade, e a restauração deste eixo mostra-se potencialmente benéfica durante a endotoxemia. Diversos estudos apontam a capacidade da grelina de reduzir citocinas pró-inflamatórias durante a sepse. Trata-se de um hormônio peptídico produzido principalmente pelo estômago. Sua administração durante modelos de endotoxemia foi capaz de atenuar a hipotensão e febre características do modelo, que somados à sua propriedade antiinflamatória, foi capaz de aumentar a sobrevida dos animais. A hipótese deste projeto é de a grelina seja capaz de favorecer a restauração do eixo GH/IGF-1 por diminuir citocinas pró-inflamatórias, restaurando a sensibilidade hepática ao GH, favorecendo o aumento circulante de IGF-1. (AU)

Interleucina-1beta, interleucina-6, interleucina-10, fator de necrose tumoral-alfa e fator de crescimento transformante-beta1 em queloide

Beneficiário:
Instituição: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Alfredo Gragnani Filho
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:14/13069-1
Vigência: 01 de outubro de 2014 - 30 de setembro de 2015
Assunto(s):Fator de crescimento transformador beta1Interleucina-10Interleucina-1betaInterleucina-6QueloideFator de necrose tumoral alfaCirurgia plástica
Resumo
O queloide é a forma mais exuberante do processo de cicatrização de feridas e se desenvolve exclusivamente em humanos, e é mais comum em países tropicais. Apesar de não existirem dados estatísticos sobre este assunto, é frequente no Brasil provavelmente devido ao clima tropical e à intensa miscigenação da população. Em todas as fases da cicatrização de feridas, citocinas e fatores de crescimento desempenham um papel particularmente importante na interação com receptores celulares, durante o processo inflamatório. Portanto, as citocinas Interleucina-1beta, Interleucina-6, Interleucina-10, Fator de Necrose Tumoral alfa e o Fator de Crescimento Transformador beta1 foram escolhidos a fim de confirmar a expressão dos genes respectivos em amostras de tecido queloide. Foi elaborada a hipótese de utilizar método de Western Blot em pacientes com queloide, em comparação ao grupo controle, com a finalidade de construir um perfil de proteínas produzidas em cada grupo de pacientes. Este método foi escolhido por suas vantagens técnicas e pelo fato do material ser diretamente obtido do tecido digerido. (AU)

Participação do TNF-alfa nas disfunções vasculares induzidas pelo consumo crônico de etanol: envolvimento do tecido adiposo perivascular

Beneficiário:
Instituição: Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Carlos Renato Tirapelli
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Cardiorenal
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Processo:14/09595-0
Vigência: 01 de setembro de 2014 - 31 de março de 2016
Convênio/Acordo de cooperação com a FAPESP: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Assunto(s):Estresse oxidativoEtanolInflamação
Resumo
O consumo crônico de etanol atua como um importante fator de risco no desenvolvimento de doenças cardiovasculares, induzindo aumento da pressão arterial, alteração na reatividade vascular, inflamação e aumento do estresse oxidativo em vários tecidos. Além disso, estudos mostram que o consumo crônico de etanol induz aumento dos níveis de TNF-alfa(Fator de necrose tumoral - alfa), uma citocina pró-inflamatória associada à disfunção vascular. O receptor TNFR1 induz ativação das vias intracelulares das MAPKs (Mitogen-Activated Protein Kinases) e NFkB (fator nuclear kappa B), além de causar redução da biodisponibilidade de NO (óxido nítrico) e aumento da produção de ERO (espécies reativas de oxigênio) e citocinas pró-inflamatórias. Além disso, a inflamação vascular causada pelo consumo de etanol pode envolver a participação do tecido adiposo perivascular (Perivascular adipose tissue - PVAT), conhecido como uma importante fonte de adipocinas e citocinas pró-inflamatórias, incluindo o TNF-alfa. Em condições fisiológicas, o PVAT desempenha ação benéfica na regulação do tônus vascular, no entanto pode ser prejudicial em situações patológicas. Diante desses dados, a hipótese do presente estudo é a de que o consumo crônico de etanol estimule a produção de TNF-alfa que, por sua vez, induzirá um aumento na produção de ERO, redução de NO, ativação das MAPKs e NFkB, produção de interleucinas (IL-1B, IL-6 e IL-18). Haverá prejuízo no papel protetor do PVAT sobre o tônus vascular. Tais processos levarão a disfunção vascular com conseqüente alteração da reatividade vascular e aumento da pressão arterial. Logo, o presente trabalho é delineado de forma a avaliar a participação do TNF-alfa nos efeitos vasculares induzidos pelo consumo crônico de etanol e o envolvimento do PVAT neste processo. (AU)

Influência dos marcadores inflamatórios no metabolismo ósseo de pacientes infectados pelo HIV em uso ou não da terapia antirretroviral

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Anderson Marliere Navarro
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Nutrição
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:13/11535-2
Vigência: 01 de agosto de 2014 - 31 de julho de 2016
Assunto(s):HIVTerapia antirretroviralMetabolismo ósseoMediadores inflamatóriosMarcadores inflamatóriosInterleucinasLipodistrofia
Resumo
Os avanços da terapia antirretroviral (TARV) resultaram em melhora da sobrevida dos pacientes infectados pelo HIV. Apesar do sucesso desta terapia, estudos vêm demonstrando que a sua exposição tem contribuído para uma perturbação no metabolismo ósseo, alterações na expressão gênica das células ósseas, presença da disfunção mitocondrial que conduz a um processo inflamatório. Portanto, a infecção pelo HIV associada com a TARV leva a imunossenescência acelerada que contribui para a inflamação sistêmica e ao surgimento de doenças ósseas. Objetivo: Investigar a influência dos marcadores inflamatórios no metabolismo ósseo de pacientes infectados pelo HIV e determinar a associação entre a densidade mineral óssea, marcadores inflamatórios, lipodistrofia e exposição ao tempo de uso da terapia antirretroviral. Metodologia: Será realizado um estudo transversal com 50 homens adultos, soropositivos para HIV, em tratamento ou não com TARV e presença ou não de lipodistrofia. Serão avaliados os marcadores inflamatórios: interleucina-3 (IL-3); interleucina-4 (IL-4); interleucina-10 (IL-10); interleucina-13 (IL-13); fator de transformação do crescimento beta (TGF-f); interleucina-1 (IL-1); interleucina-2 (IL-2); interleucina-6 (IL-6); interleucina-8 (IL-8); interleucina-12 (IL-12); interleucina-17 (IL-17); interleucina-18 (IL-18); fator de necrose tumoral alfa (TNF-±); interferon gamma (IFN-³) e outros marcadores bioquímicos: osteocalcina, deoxipiridinolina urinária, cálcio total, magnésio, albumina, cálcio 24h, creatinina, PTH e 25-hidroxivitamina D. Serão aplicados métodos de avaliação da composição corporal e óssea utilizando DXA (Dual energy x-ray absorptiometry), diagnóstico de lipodistrofia, avaliação do consumo alimentar e avaliação sócio-econômica. Os participantes serão subdivididos em: Grupo GC: 10 participantes virgens de tratamento; Grupo G>2: 20 participantes em tratamento com a TARV > 2 anos, Grupo G<2: 20 participantes em tratamento com TARV < 2 anos e em relação à lipodistrofia todos os voluntários serão organizados em dois grupos com ou sem presença de lipodistrofia. (AU)

Influência dos marcadores inflamatórios no metabolismo ósseo de pacientes infectados pelo HIV em uso ou não da terapia antirretroviral

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Anderson Marliere Navarro
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Nutrição
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Processo:13/10765-4
Vigência: 01 de abril de 2014 - 29 de fevereiro de 2016
Assunto(s):HivMediadores da inflamaçãoMetabolismo ósseoOsteoporose
Resumo
Os avanços da terapia antirretroviral(TARV) resultaram em melhora da sobrevida dos pacientes infectados pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). Apesar do sucesso da terapia, estudos vêm demonstrando que a infecção do HIV associada com a terapia antirretroviral leva a imunossenescência acelerada que contribui para a inflamação sistêmica e ao surgimento de doenças degenerativas e proliferativas. Objetivo: Investigar a influência dos marcadores inflamatórios no metabolismo ósseo de pacientes infectados pelo HIV em uso ou não da terapia antirretroviral. Metodologia: Será realizado um estudo observacional, não analítico, transversal com 50 homens adultos, soropositivos para HIV, em tratamento ou não com TARV e presença ou não de lipodistrofia. Serão avaliados os marcadores inflamatórios: interleucina-3 (IL-3); interleucina-4 (IL-4); interleucina-10 (IL-10); interleucina-13 (IL-13); fator de transformação do crescimento beta (TGF-f); interleucina-1 (IL-1); interleucina-2 (IL-2); interleucina-6 (IL-6); interleucina-8 (IL-8); interleucina-12 (IL-12); interleucina-17 (IL-17); interleucina-18 (IL-18); fator de necrose tumoral alfa (TNF-±); interferon gamma (IFN-³) e outros marcadores bioquímicos: osteocalcina, deoxipiridinolina urinária, cálcio total, magnésio, albumina, cálcio 24h, creatinina, PTH e 25-hidroxivitamina D. Serão aplicados métodos de avaliação da composição corporal e óssea utilizando DXA (Dual energy x-ray absorptiometry), medidas antropométricas, diagnóstico de lipodistrofia, avaliação do consumo alimentar e avaliação sócio-econômica. Os participantes serão subdivididos segundo o uso ou não da TARV, sendo Grupo GC: 10 participantes virgens de tratamento; Grupo G>2: 20 participantes em tratamento com a TARV > 2 anos, Grupo G<2: 20 participantes em tratamento com TARV < 2 anos e em relação a lipodistrofia serão organizados em dois grupos com ou sem presença de lipodistrofia. (AU)

Sinalização da inflamação e proliferação celular do epitélio da córnea

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Eduardo Melani Rocha
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Processo:13/18350-8
Vigência: 01 de março de 2014 - 31 de agosto de 2015
Assunto(s):Células epiteliaisMediadores da inflamaçãoCultura de célulasOftalmologia
Resumo
Doenças da córnea estão entre as principais causas de cegueira e os mecanismos de lesão e reparação estão em grande parte concentradas no epitélio, porém os mediadores-alvo para possíveis intervenções terapêuticas são desconhecidas. No epitélio da córnea, a cicatrização é prejudicada pela ativação do receptor de potencial transitório vanilóide 1 (TRPV1). Na comparação entre a cicatrização de córnea em camundongo sem esse receptor (TRPV1-/-) e controle, os TRPV1-/- tem o resultado de cicatrização muito melhor. Isso indica que nas lesões do epitélio da córnea a formação de metabólitos endógenos, ativam os canais TRPV1, contribuindo para a inflamação exagerada que atrasa ou impede o fechamento da ferida e prejudica a restauração da transparência da córnea. Nossa hipótese geral é que o TRPV1, module a liberação de mediadores inflamatórios, interagindo com receptor canabinóide (CB1) e o receptor do fator de necrose tumoral-alfa (TNF±R) através da ativação do transforming growth factor activated kinase 1 (TAK1) e a interação entre essas vias promova o equilíbrio na resposta inflamatória frente a uma agressão ao epitélio da córnea. Para avaliar isso, o nosso objetivo é identificar os mecanismos de sinalização envolvidos na resposta inflamatória e proliferativa em células epiteliais da córnea. Técnicas de cultivo de células epiteliais de córnea, dosagens de citocinas por ELISA após estímulo inflamatório, e "Western blot" para identificação e comparação da expressão dos receptores TRPV1, TNF±R, CB1 e ativação (fosforilação) de TAK1 sob o estimulo de agonistas ou antagonistas dos respectivos receptores. Os resultados permitirão identificar as vias de sinalização envolvidas, a interação entre elas e assim propor estratégias de modulação com potencial terapêutico dessas vias em situações patológicas como defeito epitelial persistente, inflamação excessiva ou processos auto-imunes. (AU)

Planejamento síntese e avaliação farmacológica de híbridos com potencial atividade no tratamento da Doença de Alzheimer

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Chung Man Chin
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia - Análise e Controle de Medicamentos
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Processo:13/23461-3
Vigência: 01 de março de 2014 - 28 de fevereiro de 2017
Assunto(s):Doença de alzheimerÓxido nítricoFator de necrose tumoral alfaQuímica farmacêutica
Resumo
A doença de Alzheimer (DA) é claramente a principal e mais comum causa de demência senil no mundo contribuindo com 60-70% dos casos diagnosticados. Quarta causa de morte em países desenvolvidos a DA fica atrás somente de doenças cardiovasculares, câncer e acidente vascular cerebral. Mundialmente, a prevalência da demência é estimada em 3,9% das pessoas com 60 anos ou mais. Em países desenvolvidos, cerca de um em cada dez idosos, com 65 anos ou mais, possui algum grau de demência, enquanto mais de um terço das pessoas consideradas como muito idosas, com mais de 85 anos, apresentam sintomas e sinais de demência. A DA é uma doença cerebral progressiva, pacientes diagnosticados mostram uma extensa perda de sinapses e neurônios no hipocampo e nos córtex frontal e temporal, o que gradualmente compromete sua memória, capacidade de aprendizado, raciocínio, comunicação e realização de atividades diárias. Atualmente não há tratamento capaz de curar ou modificar de maneira eficaz a doença, os medicamentos disponíveis no mercado (tacrina, donepezila, rivastigmina, galantamina e memantina) reduzem somente alguns sintomas manifestados pelos pacientes. Assim, é fundamental o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas, para obtenção de novos fármacos capazes de retardar ou impedir a progressão da doença. Este trabalho visa à obtenção de candidatos a fármaco com propriedades anti-inflamatória/neuroprotetora obtidos através da estratégia de hibridação molecular em que a inibição de TNF-±, ação estabilizadora de microtúbulos e doação de oxido nítrico, poderiam reduzir o processo de neuroinflamação associado à deposição de placas senis e emaranhados neurofibrilares, reduzir o estresse oxidativo e contribuir na plasticidade sináptica, cognição e memória, atenuando os efeitos associados à perda de neurônios dos pacientes acometidos pela DA. (AU)

Efeito da associação de anti-inflamatório e antioxidante sobre células musculares distróficas

Beneficiário:
Instituição: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Elaine Minatel
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Anatomia
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:13/17299-9
Vigência: 01 de janeiro de 2014 - 31 de dezembro de 2014
Assunto(s):InflamaçãoAntioxidantesVitamina EEspécies de oxigênio reativas
Resumo
Processo inflamatório intenso e estresse oxidativo são fatores que contribuem para a fisiopatogênese das fibras musculares distróficas. Dentre os mecanismos envolvidos na resposta inflamatória na distrofia muscular de Duchenne (DMD) e no camundongo mdx (modelo experimental da DMD), destaca-se a via de sinalização do fator de NF-ºB, cuja principal via de atuação é a ativação de citoquinas pró-inflamatórias como o fator de necrose tumoral alfa (TNF-±) e interleucina IL-1². Em adição, as espécies reativas de oxigênio (EROs) também têm sido relacionadas à ativação do fator NF-ºB nas fibras musculares distróficas. Diante do exposto, no presente projeto levantamos a hipótese que o tratamento em conjunto do anti-inflamatório Diacereína com o antioxidante Vitamina E pode apresentar potencial efeito terapêutico sobre as fibras musculares distróficas dos camundongos mdx. Estudos demonstraram que diacereína inibe a síntese e atividade de citocinas pró-inflamatórias, tais como TNF-±, IL-6 e a IL-1², enquanto que a Vitamina E previne eficientemente a peroxidação lipídica de membrana. Para verificar a hipótese, cultura primária de células musculares de camundongos mdx será tratada com a associação de Diacereína e Vitamina E. Células mdx não tratadas e células musculares da linhagem C57BL/10 serão utilizadas como controle. Após o tratamento, as células musculares serão utilizadas para análise de cálcio intracelular (indicador Fluo-4), quantificação do conteúdo de TNF-±, NF-ºB e 4-HNE (Western Blotting) e determinação da concentração de H2O2 (Sonda Amplex Red). Os resultados serão submetidos a análise estatística. (AU)

Avaliação das proteínas moduladoras da osteogênese e do perfil inflamatório de pacientes com infarto agudo do miocárdio e indivíduos assintomáticos com calcificação arterial coronária

Beneficiário:
Instituição: Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEPAE). Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein (SBIBAE). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Antonio Eduardo Pereira Pesaro
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:13/06799-0
Vigência: 01 de dezembro de 2013 - 30 de novembro de 2015
Assunto(s):CardiologiaInfarto do miocárdioAteroscleroseMarcadores inflamatóriosCalcificação vascularOsteogênesePerfil metabólico
Resumo
Introdução: A calcificação arterial coronária (CAC) é um marcador de aterosclerose, além de um importante preditor de infarto agudo do miocárdio (IAM). As proteínas moduladoras da osteogênese (PMOs) participam no desenvolvimento e progressão da CAC e podem ser estimuladas pela atividade inflamatória vascular. Entretanto, ainda não se sabe quais PMOs estão mais associadas à CAC, qual seu comportamento após o IAM e qual sua correlação com marcadores de inflamação aterosclerótica. Objetivos: Nossos objetivos serão: (1) Avaliar o comportamento de fase aguda e subaguda das PMOs no IAM; (2) Identificar quais PMOs estão associadas à presença de CAC em indivíduos assintomáticos; e (3) Correlacionar PMOs e marcadores inflamatórios em indivíduos assintomáticos e em pacientes com IAM. Métodos: Trata-se de estudo observacional com desfecho primário transversal. Serão estudados 170 pacientes, divididos em: (1) grupo IAM, n=40; (2) grupo assintomático com CAC (score cálcio>300), n=100; e (3) indivíduos saudáveis (score cálcio=zero), n=30. Todos os pacientes serão submetidos à mensuração sérica de PMOs (osteoprotegerina/RANKL, osteopontina, proteína morfogênica óssea-2, fetuina-A, proteína glutâmica de matriz), marcadores inflamatórios (proteína C-reativa, LDL oxidado, fator de necrose tumoral-alfa e fator de crescimento tumoral-beta) e do perfil metabólico. No grupo IAM esses testes serão repetidos após 30 dias para verificar o comportamento dos marcadores após a fase aguda. Os níveis séricos de PMOs serão comparados: (1) Entre pacientes assintomáticos com CAC e indivíduos saudáveis; (2) entre pacientes com IAM e indivíduos saudáveis; e (3) entre a fase aguda e crônica (30 dias) de pacientes com IAM. Os níveis de PMOs e de marcadores inflamatórios serão correlacionados em todos os grupos, assim como os níveis de PMOs e o escore de cálcio em indivíduos assintomáticos com CAC. (AU)
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