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Análise do Discurso de treinadores de handebol de areia sobre os métodos de ensino e os conteúdos defensivos e ofensivos

Processo:15/19960-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência: 01 de outubro de 2016 - 30 de setembro de 2017
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Pesquisador responsável:Rafael Pombo Menezes
Beneficiário:
Instituição-sede: Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto (EEFERP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Assunto(s):Pedagogia do esporteHandebolTreinamento esportivoAnálise do discurso
Resumo
O handebol de areia apresenta um ambiente de jogo de alta complexidade que exige grande capacidade de tomada de decisão dos jogadores. Esse esporte vem crescendo nos últimos anos, mas a grande maioria dos estudos enfatiza uma busca de informações relacionadas ao condicionamento físico e outros parâmetros biológicos e são escassos os estudos que se preocupam em estudar os aspectos pedagógicos do handebol de areia. Identificar os conteúdos defensivos e ofensivos considerados mais importantes pelos treinadores, assim como os métodos de ensino-aprendizagem-treinamento adotados por esses são aspectos importantes para a compreensão e análise do seu panorama. Nesse contexto, este projeto de pesquisa tem como objetivos: a) mapear os principais conteúdos técnico-táticos do handebol de areia (ofensivos e defensivos); e b) identificar e discutir os métodos de ensino utilizados pelos treinadores ao longo do processo de EAT. Para isso, serão entrevistados treinadores de equipes masculinas e femininas que tenham participado de pelo menos uma das etapas do circuito paulista de handebol de areia de 2015. A pesquisa terá caráter qualitativo e será composta de um instrumento de entrevista semiestruturada. Os dados obtidos serão analisados a partir do método do Discurso do Sujeito Coletivo (DSC). (AU)

Variação dos mecanismos de regulação da pressão arterial durante a realização do exercício físico agudo em adultos e idosos, hipertensos e normotensos e com diferentes níveis de condicionamento físico

Processo:15/24847-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de agosto de 2016 - 31 de julho de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Pesquisador responsável:Anderson Saranz Zago
Beneficiário:
Instituição-sede: Faculdade de Ciências (FC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru, SP, Brasil
Assunto(s):EnvelhecimentoEstresse oxidativoHipertensãoExercício físicoÓxido nítricoSistema renina-angiotensina
Resumo
Dentre os vários mecanismos que contribuem para a alta incidência da hipertensão arterial (HA) o envelhecimento, enrijecimento arterial, fatores humorais, neurais e o estresse oxidativo tem recebido especial atenção. Entretanto, a prática regular de exercício físico pode contribuir para regular tais mecanismos envolvidos no controle da pressão arterial (PA) e função vascular. No entanto, ainda há uma carência de estudos que avaliem concomitantemente os fatores humorais (óxido nítrico, sistema renina-angiotensina aldosterona), o estresse oxidativo, fatores neurais e estruturais (enrijecimento arterial) tanto em condições de repouso, quanto durante a realização de uma sessão de exercício físico, visando entender qual deles seria o mais responsivo diante de tal estímulo. Desta forma, o objetivo geral deste projeto de pesquisa é realizar uma análise comparativa dos mecanismos envolvidos no controle da pressão arterial e na função vascular de adultos e idosos, hipertensos e normotensos com diferentes níveis de condicionamento físico, num momento de repouso e, avaliar como tais mecanismos responderiam quando o indivíduo é submetidos ao exercício físico agudo. Os participantes realizarão as seguintes avaliações: pressão arterial, consumo máximo de oxigênio, avaliação do enrijecimento arterial, coleta sanguínea estando em 12 hs de jejum e uma segunda coleta sanguínea (apenas 2 hs de jejum) nos momentos pre e pos uma sessão aguda de exercício físico realizado a 50-60% do Vo2max. As coletas de sangue serão destinadas para as análises do estresse oxidativo, óxido nítrico e sistema renina-angiotensina, perfil lipídico e glicêmico. (AU)

Uso de um programa de mobilidade progressiva e tecnologia para o aumento do nível de atividade física e seus benefícios no sistema respiratório, muscular e funcionalidade de pacientes em UTI: um ensaio clínico randomizado

Processo:15/18768-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2016 - 28 de fevereiro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Carolina Fu
Beneficiário:
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Assunto(s):Terapia intensivaReabilitaçãoServiço hospitalar de fisioterapiaDeambulação precoceMovimento
Resumo
A evolução dos tratamentos dentro da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), tem aumentado a sobrevida e a morbidade pós internação. A incapacidade funcional nesses pacientes tem seu principal fator na fraqueza e perda de massa muscular, sendo as maiores complicações relatadas por esses pacientes (P Kortebein, 2007; W Gruther, 2008). O maior resultado negativo em longo prazo pós UTI é o impacto na qualidade de vida e o declínio funcional, devido a alterações musculares e no condicionamento físico (Hopkins RO, 2005). Isso se dá pelo período de inatividade e repouso prolongado, levando a perdas e alterações em diversos sistemas do corpo. Diante desses fatos, intervenções para uma maior mobilidade no leito e fora dele se tronam importantes. Programas de mobilização precoce tem se mostrado benéficos, porém, como em outros tipos de reabilitação, os exercícios devem ser prescritos com suas características específicas, incluindo a intensidade e pouco se tem descrito na literatura sobre nível de atividade na UTI, medido quantitativamente através de acelerômetros. O uso de tecnologias parece facilitar o oferecimento desse tipo de terapia, suprindo suas limitações. Diante da escassez de estudos controlados e randomizados para investigar esses fatores, o objetivo desse estudo é verificar seu o uso de um programa de mobilidade precoce e progressiva é capaz de aumentar o nível de atividade física e quais os benefícios para o sistema respiratório, muscular e funcionalidade para pacientes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). (AU)

Comparação dos efeitos dos treinamentos aeróbio e intervalado na melhora da capacidade aeróbia, fatores psicossociais e impacto no nível de atividade física em pacientes com asma moderada e grave: um estudo clínico controlado, aleatorizado e cego

Processo:13/12707-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência: 01 de novembro de 2015 - 31 de outubro de 2017
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Celso Ricardo Fernandes de Carvalho
Beneficiário:
Instituição-sede: Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo, SP, Brasil
Assunto(s):AsmaReabilitação pulmonarTreinamento físico
Resumo
Introdução: O treinamento aeróbio (TA) aumenta o condicionamento físico que está associado com a melhora do controle clínico, da qualidade de vida e redução da ansiedade, depressão e da inflamação pulmonar nos pacientes asmáticos. Porém, pouco é compreendido sobre os benefícios de tipos de treinamento nestes pacientes. Objetivos: Comparar o impacto, a curto e médio prazo, do TA e treinamento intervalado (TI) prazo na melhora da capacidade aeróbia, fatores psicossociais e nível de atividade física em pacientes asmáticos. Será também comparado o efeito dos treinamentos na inflamação pulmonar. Casuística: Serão estudados 50 pacientes com asma persistente moderada ou grave que serão aleatoriamente alocados em um dos 2 grupos: TA e TI. O programa de treinamento físico terá a duração de 24 sessões (3 meses), cada sessão de exercício terá duração de 40 minutos. O TA terá 5 min. de aquecimento, 30 min. de exercício e 5 min. de volta e será iniciado com intensidade entre 60 e 80% da capacidade aeróbia máxima (VO2max). O TI terá 5 min. de aquecimento e serão realizados intervalados de 30 seg. de exercício com o mesmo período de repouso numa intensidade inicial entre 80 e 100% do VO2max. Antes do programa de exercício, os pacientes participarão de programa um educacional. Antes e no final das intervenções, os pacientes serão avaliados quanto à capacidade física (VO2max) no limiar anaeróbio (isotime), controle clínico (ACT, ACQ e diário de sintomas), fatores de saúde relacionados à qualidade de vida (AQLQ) e níveis de ansiedade e depressão (HADS). A inflamação pulmonar será avaliada pela fração de oxido nítrico no ar exalado (FEno; quimioluminescência) e quantificação dos níveis séricos do cortisol (fluorimunoensaio) e das interleucinas (IL)-4, IL-5, IL-6, IL-8, IL-2, IL-12, IL-17, IL-10, IFN-g, TNF-a, TGF-b, quimiocinas MCP-1, RANTES, MIG, IP-10 (CBA). Antes e após 3 meses do final dos programas TA e TI, os pacientes terão avaliado o controle da asma e o nível de atividade física com uso pedômetro quantificado por 7 dias e do questionário de barreiras da atividade física. A normalidade dos dados será feita com o teste Shapiro-Wilk. Os dados contínuos serão analisados com testes paramétricos (ANOVA e Bonferroni) ou não paramétricos (ANOVA e Mann-Whitney), ainda será feito teste para medidas repetidas (Friedman ou Tukey). Para os dados categóricos será aplicado o teste de qui-quadrado. Também será feito análise do tamanho do efeito. O nível de significância para todos os testes será de 5% (p<0,05). (AU)

Papel do treinamento físico na UPRmt da musculatura esquelética de camundongos

Processo:15/06463-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência: 01 de outubro de 2015 - 30 de novembro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral
Pesquisador responsável:Eduardo Rochete Ropelle
Beneficiário:
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Limeira, SP, Brasil
Assunto(s):MitocôndriasExercício físicoBiologia molecularFisiologia do exercício
Resumo
A mitocôndria é o principal local de produção energética, sendo derivada de proteobacterias que se envolveram anteriormente em processos de endossimbiose com células eucariotas. Esta organela manteve vestígios do genoma de seus ancestrais, o DNA mitocondrial circular, que codifica 13 subunidades de complexos multiproteicos de fosforilação oxidativa na cadeia transportadora de elétrons (CTE), enquanto os 80 componentes restantes da CTE são codificados no DNA nuclear (nDNA). Outras 1400 proteínas, que são essenciais para a manutenção do bom funcionamento mitocondrial também são codificadas no nDNA. Com isso, a maioria das proteínas mitocondriais são traduzidas no citoplasma, sendo posteriormente importadas, processadas e finalizadas dentro das mitocôndrias. Um interno controle da qualidade do processamento de proteínas, formado por chaperonas e proteases que reorganizam ou degradam as proteínas defeituosas, é responsável pela manutenção da proteostase mitocondrial e garante a saúde não só da célula, como do organismo como um todo. A resposta mitocondrial de proteínas malformadas (UPRmt) é um mecanismo de controle recentemente descoberto, que percebe distúrbios na proteostase específicos na mitocôndria e realiza respostas a tal estresse de maneira retrógrada, sinalizando ao núcleo e ativando genes protetores. Tal sistema não só resolve o estresse local, como também tem efeitos duradouros no metabolismo corporal, condicionamento físico e na longevidade do indivíduo. Acredita-se que o exercício físico tenha um papel importante na ativação da UPRmt, devido às importantes adaptações fisiológicas, bem como seus diversos efeitos protetores, sendo importante descobrir se esta ativação realmente ocorre, quais mecanismos estariam envolvidos nela e como são os ajustes moleculares na via de sinalização que medeia tais respostas. A compreensão das vias relacionadas às mudanças fisiológicas e fisiopatológicas desencadeadas pela UPRmt, bem como seu ajuste fino em pontos chave de regulação, pode auxiliar no tratamento de diversas doenças desencadeadas pela disfunção mitocondrial, como doenças metabólicas, câncer e processos neurodegenerativos. (AU)

Envolvimento do NF-kB e PPAR-gamma na resposta inflamatória e metabólica em monócitos de indivíduos sedentários, fisicamente ativos e treinados

Processo:14/08003-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência: 01 de julho de 2015 - 30 de junho de 2017
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Convênio/Acordo de cooperação com a FAPESP:Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Fábio Santos de Lira
Beneficiário:
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente, SP, Brasil
Assunto(s):Exercício físicoSedentarismoMetabolismoInflamaçãoFatores de transcrição
Resumo
O estilo de vida sedentário associa-se com o quadro de dislipidemia, inflamação crônica de baixo grau e excesso de peso. Frente a essa questão, levantamos a hipótese de que alterações inflamatórias e metabólicas, sistêmicas e teciduais, favorecem a instalação e progressão de diversas alterações metabólicas, e estão diretamente envolvidas com o estado de treinamento. Sugerimos a participação de fatores de transcrição gênica coordenando tais alterações, tais como os receptores ativados por proliferador de peroxissomo gama (PPAR-³) e o fator nuclear kappa B (NF-ºB). O objetivo do presente projeto é analisar a resposta imuno-metabólica de indivíduos em diferentes condições de condicionamento físico (sedentário, fisicamente ativo e treinado). Uma melhor compreensão dos mecanismos envolvidos na resposta imuno-metabólica, em virtude do condicionamento físico, terá impacto direto na elucidação das questões relacionadas à dislipidemia, bem como no desenvolvimento de novas terapias que têm como alvo vias intracelulares envolvidas nos processos inflamatórios. Para testar a referida hipótese, serão recrutados 30 sujeitos do sexo masculino, eutróficos, com idade entre 18 e 30 anos, e que serão divididos em três grupos de acordo com o condicionamento físico aeróbio: Sedentário, Fisicamente ativo e Treinado. O projeto responderá duas questões: 1) Avaliar o comportamento de parâmetros metabólicos e inflamatórios plasmáticos durante exercício aeróbio agudo nos diferentes grupos e nos três domínios de intensidade (moderado, pesado e severo) em cicloergômetro; 2) Avaliar a expressão gênica e ativação dos fatores de transcrição gênica, PPAR-³ e NF-ºB, em monócitos (in vitro) dos diferentes grupos verificando suas contribuições na resposta imuno-metabólica de acordo com a presença ou ausência de agonistas e antagonistas específicos. (AU)

Papel da atividade física na prevenção da hiperplasia prostática e da disfunção vesical em ratos com síndrome metabólica

Processo:15/02335-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência: 01 de maio de 2015 - 30 de abril de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:Alberto Azoubel Antunes
Beneficiário:
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Assunto(s):UrologiaAtividade físicaHiperplasia prostáticaSíndrome metabólicaDiabetes mellitusBexigaPróstataObesidadeRatos Wistar
Resumo
Introdução: A Síndrome Metabólica (SM) tem sido associada a um aumento do risco de desenvolvimento de Sintomas do Trato Urinário Inferior (STUI) e Hiperplasia Prostática Benigna (HPB) em vários estudos observacionais. O foco na prevenção da SM através de medidas comportamentais, como atividade física, pode potencialmente ter um efeito positivo nos sintomas e na progressão da HPB e da disfunção vesical, entretanto a relação entre esses fatores ainda precisa ser esclarecida. Objetivos: Avaliar experimentalmente o papel da atividade física na prevenção da HPB e da disfunção vesical em ratos com SM; estudar a relação entre a indução de SM e as alterações nos marcadores hormonais, de inflamação e de isquemia no sangue e no tecido prostático; estudar a relação entre a indução de SM e as alterações funcionais na bexiga; estudar a associação entre SM e alterações moleculares na bexiga. Materias e métodos: Estudo experimental randomizado e controlado. Serão utilizados 28 ratos machos do tipo Wistar (200-220 gramas), com 8 semanas de idade. Os animais serão randomizados em 2 grupos de 14 animais e alocados em gaiolas com três a cinco animais cada. No grupo 1 utilizaremos um modelo de atividade física, e no grupo 2 (controle) os animais serão submetidos a uma rotina sedentária. No grupo 1 as cobaias serão submetidas a um programa de atividade física diária segundo protocolo descrito a seguir. Os animais deste grupo serão divididos em dois subgrupos de 7 animais cada: no subgrupo 1A, as cobaias receberão dieta hiperlipídica durante doze semanas, com o intuito de induzir a SM, enquanto que os animais do subgrupo 1B animais serão submetidos a uma dieta padrão. No grupo 2, os animais serão submetidos a uma rotina sedentária durante as mesmas doze semanas. Em analogia ao grupo 1, as cobaias serão divididas nos grupos 2A (dieta para SM), 2B (dieta padrão). As cobaias selecionadas para a rotina de atividade física serão submetidas a sessões de treinamento aquático durante o ciclo escuro, 60 minutos por dia, 5 dias por semana, por um período de 10 semanas. Os animais selecionados para a rotina sedentária permanecerão em gaiolas standard durante todo o período do estudo. No dia 90 do experimento, amostras sanguíneas serão coletadas, com análise por espectrofotometria da glicemia, níveis séricos de insulina, colesterol, triglicerídeos, proteína C reativa, testosterona total e livre, estrogênio, dihidrotestosterona, LH, FSH, IGF-1, além da proteína ligadora do IGF-1 (IGBP-3). A pressão arterial sistólica também será medida nestes períodos através do método tail-cuff. A avaliação do condicionamento físico dos animais será realizada logo após o fim do protocolo de treinamento, através do cálculo da absorção de oxigênio (VO2 máximo) por análise do oxigênio e gás carbônico expirado. No dia 90 do experimento os ratos serão anestesiados com 1,2 g/kg de uretana por via intraperitoneal e submetidos a cistometria. Após o estudo cistométrico, os animais serão submetidos a coleta de sangue e sacrificados por decaptação. Os lobos prostáticos serão separados e preparados para análise histológica e imunohistoquímica de proliferação celular (ki-67, PCNA), apoptose (TUNEL) e inflamação tecidual (TUR2, TUR4, COX, CD4 E CD8), além de análise biomolecular da via proliferativa induzida pelo IGF-1 (expressão gênica e proteica do IGF-1, do receptor de IGF-1, do receptor de insulina, MAPK e AKT), e da isquemia tecidual (VEGF1 e 2, receptores do VEGF 1 e 2, PDGF, receptor do PDGF e MTOR). As bexigas serão submetidas a estudo de expressão proteica por western blotting dos receptores de insulina, TRIB3, AKT, Nos, NO, GMPc, IGF-1 e PKC. (AU)

Comparação dos treinamentos físico contínuo e intervalado na percepção de esforço, nos fatores relacionados à qualidade de vida e no nível de atividade física em pacientes asmáticos

Processo:14/16511-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência: 01 de dezembro de 2014 - 30 de novembro de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Celso Ricardo Fernandes de Carvalho
Beneficiário:
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:09/53904-9 - Efeitos do ambiente e do estilo de vida sobre a asma e a doença pulmonar obstrutiva crônica: estudos experimentais e clínicos, AP.TEM
Assunto(s):AsmaReabilitação pulmonar
Resumo
Introdução: O exercício físico aumenta o condicionamento físico e está associado com a melhora do controle clínico, qualidade de vida, redução da ansiedade, depressão e da inflamação pulmonar nos pacientes asmáticos. Porém, pouco é compreendido sobre o melhor treinamento físico apresenta maiores benefícios nestes pacientes. Objetivos: Comparar o impacto dos treinamentos aeróbio (TA) e intervalado (TI) na percepção de esforço, fatores relacionados à qualidade de vida e nível de atividade física em pacientes asmáticos. Casuística: Serão estudados 28 pacientes com asma persistente moderada ou grave que serão aleatoriamente alocados num dos 2 grupos: TA ou TI. Os programas de treinamento físico terão a duração de 24 sessões (3 meses), cada sessão de exercício terá duração de 40 minutos. O TA terá 5 min. de aquecimento, 30 min. de exercício e 5 min. de resfriamento, e a intensidade será baseada na capacidade aeróbia (VO2pico). O TI terá 5 min. de aquecimento e serão realizados com 30 seg. de exercício intervalado com o mesmo período de repouso numa intensidade inicial entre 80 da potencia em Watts. Antes dos programas de treinamento físico, os pacientes participarão um de programa educacional. Antes e no final das intervenções, os pacientes serão avaliados quanto à capacidade física (VO2max), controle clínico (ACT, ACQ e diário de sintomas), fatores de saúde relacionados à qualidade de vida (AQLQ) e níveis de ansiedade e depressão (HADS). Análise estatística: O número de pacientes (28) foi determinado por cálculo amostral. Todos os testes estatísticos serão feitos com intenção de tratar. A normalidade dos dados será feita com o teste Shapiro-Wilks. Os dados contínuos serão analisados com testes paramétricos (ANOVA e Bonferroni) ou não paramétricos (ANOVA on ranks e Mann-Whitney). Para os dados categóricos será aplicado o teste de qui-quadrado. Também será feito análise do tamanho do efeito. O nível de significância para todos os testes será de 5% (p<0,05). (AU)

Desenvolvimento de protótipo virtual de um sistema para treinamento esportivo de usuários de cadeira de rodas

Processo:14/13180-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE  
Vigência: 01 de junho de 2014 - 28 de fevereiro de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Pesquisador responsável:Carlos Umberto Burato
Beneficiário:
Empresa:PMEC Sistemas - Serviços de Inovação Tecnológica Ltda
Vinculado ao auxílio:13/50870-1 - Desenvolvimento de protótipo virtual de um sistema para treinamento esportivo de usuários de cadeira de rodas, AP.PIPE
Assunto(s):Equipamentos de autoajudaProtótipoCadeira de rodasTreinamento esportivoJogos paraolímpicosAtletas paralímpicosAcessibilidade
Resumo
Trata do desenvolvimento de um sistema que permita realizar treinamento esportivo de usuários de cadeira de rodas, pois atualmente os equipamentos usados com esse fim são importados com custos onerosos, o que torna o seu acesso cada vez mais proibitivo, impossibilitando assim uma avaliação adequada desses esportistas. O Brasil figura atualmente entre as dez maiores potências do esporte paraolímpico, numa evolução de desempenho que vem ocorrendo desde as primeiras preparações sistemáticas desses atletas nas Paraolimpíadas de Sydney-2000 culminando com as conquistas recentes em Londres-2012. Há de se ressaltar que tal desempenho tem sido virtude, em sua grande maioria, do talento individual desses atletas. Apesar do grande investimento na formação de profissionais qualificados para atuarem na preparação física de alto rendimento, o atleta com deficiência ainda carece de tecnologia assistiva tanto para o seu treinamento como para a melhoria de sua qualidade de vida. É incipiente ainda no País, o número de empresas com qualificação necessária para atuar com qualidade nesse segmento de mercado, haja vista o edital FINEP 2012 para tecnologia assistiva aos paradesportos que, das 186 empresas que submeteram seus projetos apenas duas delas obtiveram aprovação para execução dos mesmos. Mesmo assim, nenhum destes contempla sistemas para treinamento esportivo de usuários de cadeira de rodas. O presente projeto permite que o paratleta realize essas avaliações em sua própria cadeira de rodas, evitando-se o desconforto de transposição e simulando de maneira mais adequada as condições reais de esforço físico e cardiorrespiratórios. Portanto, será projetada uma solução composta por um sistema mecânico com eletrônica embarcada e software de controle dos mecanismos, visando à realização de exercícios físicos por meio da autopropulsão estática possibilitando a execução de atividade física diária visando melhoria de sua saúde e qualidade de vida; e de avaliação física com a presença de um profissional de Educação física, permitindo identificar o nível de condicionamento físico, seja o usuário atleta ou não atleta. Propõe-se um estudo das patentes existentes para iniciar o desenvolvimento da solução técnica e elaboração do projeto conceitual com redação das especificações técnicas para levantamento dos custos do sistema proposto. Na metodologia para o desenvolvimento do projeto será adotado para o gerenciamento o padrão PMBOK e haverá uma equipe multidisciplinar com expertise nas áreas que abrangem esse desenvolvimento de tecnologia assistiva, que engloba profissionais das áreas da Mecânica, Mecânica fina, Mecatrônica, Eletrônica embarcada, programação/software e Educação física. Os resultados esperados são: a) finalização de um protótipo virtual 3D para iniciar os desenhos de projeto e detalhamento do processo de fabricação; b) dimensionamento do sistema eletrônico (instrumentação e controle) com a arquitetura e diagrama de blocos finalizado; c) preço do sistema proposto totalmente valorizado (R$); e d) dimensionamento da Fase 2 do PIPE elaborado. Conclui-se que nessa Fase 1 do PIPE o objetivo final é realizar um estudo de viabilidade técnico-científica com o desenvolvimento de um protótipo virtual para levantamento dos custos a serem empregados no desenvolvimento do projeto de pesquisa a ser realizado na Fase 2. (AU)

Análise comparativa entre o comprimento telomérico e características clínicas de portadores da mutação germinativa p.R337H no gene TP53

Processo:14/03279-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência: 01 de junho de 2014 - 31 de março de 2016
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica
Convênio/Acordo de cooperação com a FAPESP:Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Maria Isabel Alves de Souza Waddington Achatz
Beneficiário:
Instituição-sede: A C Camargo Cancer Center. Fundação Antonio Prudente (FAP). São Paulo, SP, Brasil
Assunto(s):OncogenéticaEncurtamento do telômeroMutação em linhagem germinativaGenes p53Síndrome de Li-FraumeniBrasil
Resumo
A síndrome de Li-Fraumeni é uma doença de predisposição hereditária ao câncer relacionada a mutações germinativas no gene TP53. Apesar de rara no mundo, verificou-se no Brasil a alta ocorrência de uma mutação fundadora neste gene, a p.R337H. Esta mutação, que ocorre no domínio de oligomerização da proteína p53, difere das demais comumente descritas em portadores da síndrome, uma vez que estas acontecem no domínio de ligação ao DNA. Em um subgrupo assintomático de portadores da mutação p.R337H, foram verificadas características específicas, como baixa frequência de alterações metabólicas e doenças típicas do envelhecimento, além de um condicionamento físico melhor que o da população geral. Frente a tais observações, foram propostas as primeiras evidências de que esses indivíduos apresentem fatores genéticos moduladores da senescência celular. Dada a interação da proteína p53 com a via dos telômeros e senescência celular, a hipótese deste projeto é que portadores da mutação p.R337H, sem câncer, tenham um comprimento telomérico maior quando comparados tanto a portadores da mesma mutação afetados por câncer, quanto ao grupo controle (assintomáticos e sem mutações descritas). Isto iria diferenciá-los dos portadores de outras mutações no gene TP53 que possuem telômeros menores do que a população de idade correspondente. Por meio da análise do comprimento telomérico e sua correlação com os dados clínicos, serão avaliados 40 pacientes portadores da mutação p.R337H, sendo 20 com câncer e 20 sem câncer, além de 40 indivíduos controle. Este estudo fornecerá um melhor entendimento das consequências biológicas da p.R337H TP53 e proporcionará informações adicionais sobre as características de portadores de uma das mutações mais prevalentes já descritas na população brasileira. (AU)
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