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Pacing no judô

Processo:17/08167-2
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Pesquisa
Vigência: 13 de dezembro de 2017 - 12 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Pesquisador responsável:Emerson Franchini
Beneficiário:
Anfitrião: Clare Humberstone
Instituição-sede: Escola de Educação Física e Esporte (EEFE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Local de pesquisa: Australian Institute of Sport (AIS) (Austrália)
Assunto(s):JudôEsportesTreinamento esportivo
Resumo

O pacing tem sido considerado aspecto importante para determinar o desempenho em diferentes modalidades. No judô, os atletas realizam simulações de luta em diferentes condições (i.e., após sessões de treinamento técnico-tático, de condicionamento físico e de randori - simulação de luta). Essas condições podem afetar o pacing - ataques por minuto - especialmente quando a simulação é conduzida no final da sessão, devido à fadiga acumulada. Assim, o presente estudo tem como objetivo comparar o pacing durante a simulação de luta entre situações de fadiga e controle. Para isso, os atletas de judô irão realizar três lutas de quatro minutos contra os mesmos oponentes, com 15 minutos de intervalo entre elas, simulando o que ocorre em competição oficial (i.e., após o aquecimento), como conduzido em sessões de treinamento da modalidade (i.e., no último período da sessão) e após protocolo de exercício intervalado de elevada intensidade (dois blocos de 10 séries de 20s de uchi-komi na maior intensidade possível, com 10s de intervalo entre as séries e cinco minutos entre os blocos, com projeção do oponente na última execução de cada série). As lutas serão executadas três minutos após cada condição. A ordem destas condições será determinada aleatoriamente, com mínimo de 72h e máximo de 96h entre elas. Todas as lutas serão filmadas e as variáveis relacionadas ao Tempo Total de Combate, Tempo de Combate em Pé, Deslocamento sem Contato, Tempo de Pegada, Tempo de Execução de Técnica de Projeção, Tempo de Luta no Solo e Tempo de Pausa serão determinados. Os ataques por minuto serão considerados o desfecho central e comparados entre as diferentes condições. Adicionalmente, a concentração de lactato, a frequência cardíaca, a taxa de percepção de esforço e de recuperação serão mensuradas antes e após cada luta e antes e após cada condição prévia (aquecimento, sessão típica de judô e protocolo intervalado de uchi-komi na maior intensidade possível) e comparadas. (AU)

Resumo

Os metabolismos aeróbio e a anaeróbio, bem como a potência muscular estão sempre muito presentes no jogo de basquetebol por conta do dinamismo dessa modalidade. O teste do lactato mínimo foi recentemente adaptado para atletas do basquetebol, utilizando o Running Anaerobic Sprint Test (RAST) como indutor à hiperlactacidemia. Essa avaliação permite obter medidas de capacidade aeróbia e de potência anaeróbia. Além do condicionamento físico, respostas a intervenções agudas podem contribuir para a melhora da performance de atletas em situação de jogo. Por exemplo, exercícios pliométricos, que facilitam o recrutamento muscular num mínimo período de tempo podem contribuir para auxiliar o movimento do arremesso em movimento no basquetebol. Diante disso, o objetivo do presente projeto será verificar a influência do condicionamento aeróbio e anaeróbio e da pré-ativação sobre o desempenho técnico e físico ao longo de exercícios específicos da modalidade de basquetebol. Para isso, 12 praticantes de basquetebol serão avaliados durante quatro sessões de teste. Na primeira, em laboratório, será realizada anamnese, em seguida um exercício de pliometria visando pré-ativação muscular e construção de uma linha do tempo desse efeito no desempenho de salto. Ainda nessa sessão, um teste de 30 s em corrida atada na esteira não motorizada será realizado. As três sessões seguintes, executadas em quadra de basquetebol, consistem de: I) realização do teste lactato mínimo e avaliações técnicas de aproveitamento de arremessos parado; II) teste de aproveitamento de arremessos ao longo de condição de imposição de fadiga e corrida atada de 15 metros com o intuído de verificar a queda da potência do atleta; III) teste de aproveitamento de arremessos ao longo de uma condição de imposição de fadiga após a realização de pré-ativação ou placebo. Dessa maneira será possível investigar a influência de diversos índices de potência anaeróbia, capacidade aeróbia e da pliometria sobre a eficiência técnica do arremesso. (AU)

Resumo

O handebol de areia apresenta um ambiente de jogo de alta complexidade que exige grande capacidade de tomada de decisão dos jogadores. Esse esporte vem crescendo nos últimos anos, mas a grande maioria dos estudos enfatiza uma busca de informações relacionadas ao condicionamento físico e outros parâmetros biológicos e são escassos os estudos que se preocupam em estudar os aspectos pedagógicos do handebol de areia. Identificar os conteúdos defensivos e ofensivos considerados mais importantes pelos treinadores, assim como os métodos de ensino-aprendizagem-treinamento adotados por esses são aspectos importantes para a compreensão e análise do seu panorama. Nesse contexto, este projeto de pesquisa tem como objetivos: a) mapear os principais conteúdos técnico-táticos do handebol de areia (ofensivos e defensivos); e b) identificar e discutir os métodos de ensino utilizados pelos treinadores ao longo do processo de EAT. Para isso, serão entrevistados treinadores de equipes masculinas e femininas que tenham participado de pelo menos uma das etapas do circuito paulista de handebol de areia de 2015. A pesquisa terá caráter qualitativo e será composta de um instrumento de entrevista semiestruturada. Os dados obtidos serão analisados a partir do método do Discurso do Sujeito Coletivo (DSC). (AU)

Resumo

Dentre os vários mecanismos que contribuem para a alta incidência da hipertensão arterial (HA) o envelhecimento, enrijecimento arterial, fatores humorais, neurais e o estresse oxidativo tem recebido especial atenção. Entretanto, a prática regular de exercício físico pode contribuir para regular tais mecanismos envolvidos no controle da pressão arterial (PA) e função vascular. No entanto, ainda há uma carência de estudos que avaliem concomitantemente os fatores humorais (óxido nítrico, sistema renina-angiotensina aldosterona), o estresse oxidativo, fatores neurais e estruturais (enrijecimento arterial) tanto em condições de repouso, quanto durante a realização de uma sessão de exercício físico, visando entender qual deles seria o mais responsivo diante de tal estímulo. Desta forma, o objetivo geral deste projeto de pesquisa é realizar uma análise comparativa dos mecanismos envolvidos no controle da pressão arterial e na função vascular de adultos e idosos, hipertensos e normotensos com diferentes níveis de condicionamento físico, num momento de repouso e, avaliar como tais mecanismos responderiam quando o indivíduo é submetidos ao exercício físico agudo. Os participantes realizarão as seguintes avaliações: pressão arterial, consumo máximo de oxigênio, avaliação do enrijecimento arterial, coleta sanguínea estando em 12 hs de jejum e uma segunda coleta sanguínea (apenas 2 hs de jejum) nos momentos pre e pos uma sessão aguda de exercício físico realizado a 50-60% do Vo2max. As coletas de sangue serão destinadas para as análises do estresse oxidativo, óxido nítrico e sistema renina-angiotensina, perfil lipídico e glicêmico. (AU)

Resumo

A evolução dos tratamentos dentro da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), tem aumentado a sobrevida e a morbidade pós internação. A incapacidade funcional nesses pacientes tem seu principal fator na fraqueza e perda de massa muscular, sendo as maiores complicações relatadas por esses pacientes (P Kortebein, 2007; W Gruther, 2008). O maior resultado negativo em longo prazo pós UTI é o impacto na qualidade de vida e o declínio funcional, devido a alterações musculares e no condicionamento físico (Hopkins RO, 2005). Isso se dá pelo período de inatividade e repouso prolongado, levando a perdas e alterações em diversos sistemas do corpo. Diante desses fatos, intervenções para uma maior mobilidade no leito e fora dele se tronam importantes. Programas de mobilização precoce tem se mostrado benéficos, porém, como em outros tipos de reabilitação, os exercícios devem ser prescritos com suas características específicas, incluindo a intensidade e pouco se tem descrito na literatura sobre nível de atividade na UTI, medido quantitativamente através de acelerômetros. O uso de tecnologias parece facilitar o oferecimento desse tipo de terapia, suprindo suas limitações. Diante da escassez de estudos controlados e randomizados para investigar esses fatores, o objetivo desse estudo é verificar seu o uso de um programa de mobilidade precoce e progressiva é capaz de aumentar o nível de atividade física e quais os benefícios para o sistema respiratório, muscular e funcionalidade para pacientes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). (AU)

Resumo

Introdução: O treinamento aeróbio (TA) aumenta o condicionamento físico que está associado com a melhora do controle clínico, da qualidade de vida e redução da ansiedade, depressão e da inflamação pulmonar nos pacientes asmáticos. Porém, pouco é compreendido sobre os benefícios de tipos de treinamento nestes pacientes. Objetivos: Comparar o impacto, a curto e médio prazo, do TA e treinamento intervalado (TI) prazo na melhora da capacidade aeróbia, fatores psicossociais e nível de atividade física em pacientes asmáticos. Será também comparado o efeito dos treinamentos na inflamação pulmonar. Casuística: Serão estudados 50 pacientes com asma persistente moderada ou grave que serão aleatoriamente alocados em um dos 2 grupos: TA e TI. O programa de treinamento físico terá a duração de 24 sessões (3 meses), cada sessão de exercício terá duração de 40 minutos. O TA terá 5 min. de aquecimento, 30 min. de exercício e 5 min. de volta e será iniciado com intensidade entre 60 e 80% da capacidade aeróbia máxima (VO2max). O TI terá 5 min. de aquecimento e serão realizados intervalados de 30 seg. de exercício com o mesmo período de repouso numa intensidade inicial entre 80 e 100% do VO2max. Antes do programa de exercício, os pacientes participarão de programa um educacional. Antes e no final das intervenções, os pacientes serão avaliados quanto à capacidade física (VO2max) no limiar anaeróbio (isotime), controle clínico (ACT, ACQ e diário de sintomas), fatores de saúde relacionados à qualidade de vida (AQLQ) e níveis de ansiedade e depressão (HADS). A inflamação pulmonar será avaliada pela fração de oxido nítrico no ar exalado (FEno; quimioluminescência) e quantificação dos níveis séricos do cortisol (fluorimunoensaio) e das interleucinas (IL)-4, IL-5, IL-6, IL-8, IL-2, IL-12, IL-17, IL-10, IFN-g, TNF-a, TGF-b, quimiocinas MCP-1, RANTES, MIG, IP-10 (CBA). Antes e após 3 meses do final dos programas TA e TI, os pacientes terão avaliado o controle da asma e o nível de atividade física com uso pedômetro quantificado por 7 dias e do questionário de barreiras da atividade física. A normalidade dos dados será feita com o teste Shapiro-Wilk. Os dados contínuos serão analisados com testes paramétricos (ANOVA e Bonferroni) ou não paramétricos (ANOVA e Mann-Whitney), ainda será feito teste para medidas repetidas (Friedman ou Tukey). Para os dados categóricos será aplicado o teste de qui-quadrado. Também será feito análise do tamanho do efeito. O nível de significância para todos os testes será de 5% (p<0,05). (AU)

Resumo

A mitocôndria é o principal local de produção energética, sendo derivada de proteobacterias que se envolveram anteriormente em processos de endossimbiose com células eucariotas. Esta organela manteve vestígios do genoma de seus ancestrais, o DNA mitocondrial circular, que codifica 13 subunidades de complexos multiproteicos de fosforilação oxidativa na cadeia transportadora de elétrons (CTE), enquanto os 80 componentes restantes da CTE são codificados no DNA nuclear (nDNA). Outras 1400 proteínas, que são essenciais para a manutenção do bom funcionamento mitocondrial também são codificadas no nDNA. Com isso, a maioria das proteínas mitocondriais são traduzidas no citoplasma, sendo posteriormente importadas, processadas e finalizadas dentro das mitocôndrias. Um interno controle da qualidade do processamento de proteínas, formado por chaperonas e proteases que reorganizam ou degradam as proteínas defeituosas, é responsável pela manutenção da proteostase mitocondrial e garante a saúde não só da célula, como do organismo como um todo. A resposta mitocondrial de proteínas malformadas (UPRmt) é um mecanismo de controle recentemente descoberto, que percebe distúrbios na proteostase específicos na mitocôndria e realiza respostas a tal estresse de maneira retrógrada, sinalizando ao núcleo e ativando genes protetores. Tal sistema não só resolve o estresse local, como também tem efeitos duradouros no metabolismo corporal, condicionamento físico e na longevidade do indivíduo. Acredita-se que o exercício físico tenha um papel importante na ativação da UPRmt, devido às importantes adaptações fisiológicas, bem como seus diversos efeitos protetores, sendo importante descobrir se esta ativação realmente ocorre, quais mecanismos estariam envolvidos nela e como são os ajustes moleculares na via de sinalização que medeia tais respostas. A compreensão das vias relacionadas às mudanças fisiológicas e fisiopatológicas desencadeadas pela UPRmt, bem como seu ajuste fino em pontos chave de regulação, pode auxiliar no tratamento de diversas doenças desencadeadas pela disfunção mitocondrial, como doenças metabólicas, câncer e processos neurodegenerativos. (AU)

Resumo

Introdução: O exercício físico aumenta o condicionamento físico e está associado com a melhora do controle clínico, qualidade de vida, redução da ansiedade, depressão e da inflamação pulmonar nos pacientes asmáticos. Porém, pouco é compreendido sobre o melhor treinamento físico apresenta maiores benefícios nestes pacientes. Objetivos: Comparar o impacto dos treinamentos aeróbio (TA) e intervalado (TI) na percepção de esforço, fatores relacionados à qualidade de vida e nível de atividade física em pacientes asmáticos. Casuística: Serão estudados 28 pacientes com asma persistente moderada ou grave que serão aleatoriamente alocados num dos 2 grupos: TA ou TI. Os programas de treinamento físico terão a duração de 24 sessões (3 meses), cada sessão de exercício terá duração de 40 minutos. O TA terá 5 min. de aquecimento, 30 min. de exercício e 5 min. de resfriamento, e a intensidade será baseada na capacidade aeróbia (VO2pico). O TI terá 5 min. de aquecimento e serão realizados com 30 seg. de exercício intervalado com o mesmo período de repouso numa intensidade inicial entre 80 da potencia em Watts. Antes dos programas de treinamento físico, os pacientes participarão um de programa educacional. Antes e no final das intervenções, os pacientes serão avaliados quanto à capacidade física (VO2max), controle clínico (ACT, ACQ e diário de sintomas), fatores de saúde relacionados à qualidade de vida (AQLQ) e níveis de ansiedade e depressão (HADS). Análise estatística: O número de pacientes (28) foi determinado por cálculo amostral. Todos os testes estatísticos serão feitos com intenção de tratar. A normalidade dos dados será feita com o teste Shapiro-Wilks. Os dados contínuos serão analisados com testes paramétricos (ANOVA e Bonferroni) ou não paramétricos (ANOVA on ranks e Mann-Whitney). Para os dados categóricos será aplicado o teste de qui-quadrado. Também será feito análise do tamanho do efeito. O nível de significância para todos os testes será de 5% (p<0,05). (AU)

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