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Impacto de um protocolo de mobilidade progressiva na funcionalidade de pacientes na unidade de terapia intensiva

Beneficiário:Carolina Fu
Instituição: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Carolina Fu
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:13/24245-2
Vigência: 01 de março de 2014 - 29 de fevereiro de 2016
Resumo
Pacientes críticos internados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) apresentam altas taxas de mortalidade e morbidade (Douglas SL , 2002; Martin UJ , 2002). Mesmo após o controle da doença e suas comorbidades, esses experimentam baixa mobilidade nesse período hospitalar, o que tem sido associado a resultados adversos como o declínio funcional (Brown CJ, 2004). A diminuição no nível de atividade física, caracterizada pela baixa mobilidade hospitalar, ficando o paciente restrito ao leito, resulta em perdas em vários sistemas, principalmente na capacidade funcional do sistema cardiovascular e musculoesquelético. Sendo esse dois sistemas fundamentais para a manutenção da independência funcional, as perdas de capacidades desses durante a internação leva a grande morbidade (Topp R, 2002; King L, 2012).A longo prazo, a maior morbidade depois de um episódio de doença crítica é a piora na qualidade de vida depois da alta, principalmente devido a diminuição dos domínios físicos nos questionários de qualidade de vida. Isso se dá devido a falta de condicionamento físico, disfunções musculares e nervosas, levando a um declínio do estado funcional(Hopkins RO, 2005; Dowdy DW, 2006).Portanto, o principal desafio a ser encarado é reverter o estado de imobilidade que esses pacientes podem experimentar durante a internação na unidade terapia intensiva, que irá levar a curto e longo prazo a um declínio funcional.Recentes estudos têm indicado que atividade precoce e progressiva para pacientes em UTI é segura e barata, resultando em diminuição das complicações relacionadas a imobilidade (Bailey P, 2007; Morris PE, 2008; Schweickert WD, 2009; Winkelman C,2009)Visto que estudos sugerem que pacientes em UTI tem atividade terapêutica infrequente e de curta duração (C. Winkelman, 2007; Bernhardt J, 2004; Brown JC, 2009; Callen BL, 2004), o uso de protocolos de mobilidade pode ser uma opção para que uma atividade adequada seja ofertada para esse tipo de paciente.Portanto, o objetivo primário deste estudo é comparar o nível de atividade física realizada por pacientes em UTI sem e com o uso de um protocolo de mobilidade e verificar o impacto na funcionalidade pós alta. Como objetivos secundários comparar o impacto na força muscular e nos dias de internação na UTI dos pacientes com e sem o uso do protocolo de mobilidade. E avaliar se o nível de atividade física que os pacientes sem protocolo são submetidos é adequado levando em consideração o grau de força muscular. (AU)

Efeito do treinamento físico em pacientes com insuficiência cardíaca e fibrilação atrial permanente

Beneficiário:Guilherme Veiga Guimarães
Instituição: Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Guilherme Veiga Guimarães
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia do Esforço
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:13/17031-6
Vigência: 01 de fevereiro de 2014 - 31 de janeiro de 2016
Assunto(s):Fisiologia do exercícioFibrilação atrialInsuficiência cardíacaTreinamento físico
Resumo
INTRODUÇÃO: O efeito positivo do treinamento físico em pacientes com insuficiência cardíaca (IC) tem sido cada vez mais estabelecido. Entretanto, a presença da fibrilação atrial (FA), principalmente em sua forma permanente, torna o quadro clínico desses pacientes mais comprometido. Dessa maneira, a literatura não tem demonstrado estudos envolvendo a indicação da terapêutica com o exercício físico quando a FA está associada a IC.OBJETIVO: Avaliar o efeito do treinamento físico sobre a capacidade funcional, oxigenação cerebral, aspectos autonômico, aspectos vasculares, função cardíaca, marcadores plasmáticos, qualidade de vida e função cognitiva em pacientes com IC e FA.METODOLOGIA: Serão estudados 22 indivíduos de ambos os gêneros, com idade de 30 a 65 anos com IC (NYHA II-III) e FA permanente com fração de ejeção ventricular esquerda d40%. Os pacientes serão randomizados em dois grupos: grupo 1 (n=11) insuficiência cardíaca em fibrilação atrial - treinamento físico (ICFAt) e grupo 2 (n=11) insuficiência cardíaca em fibrilação atrial - sedentário (ICFAs). Um grupo de 11 indivíduos saudáveis (grupo 3) será utilizado para controle. Em todos os pacientes será medido a oxigenação e fluxo sanguíneo cerebral, atividade nervosa simpática muscular, fluxo sanguíneo muscular, função endotelial, velocidade de onda de pulso, freqüência cardíaca e pressão arterial de repouso, variáveis cardiorrespiratórias, estrutura e função cardíaca, níveis de ANP e BNP, marcadores plasmáticos inflamatórios, angiotensina, qualidade de vida e função cognitiva. O grupo 1 realizará o protocolo de treinamento físico supervisionado com duração de 12 semanas. Já o grupo 2 e 3 serão orientados a não participarem de qualquer programa regular de condicionamento físico. Todos os participantes da pesquisa serão reavaliados após o período de 12 semanas. DESCRITORES: treinamento físico, insuficiência cardíaca, fibrilação atrial e qualidade de vida. (AU)

Influência do condicionamento físico prévio na transdiferenciação de células dos túbulos renais de ratos com lesão renal provocada por cisplatina

Beneficiário:Lucas Chaves
Instituição: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Heloísa Della Coletta Francescato
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:13/23113-5
Vigência: 01 de dezembro de 2013 - 30 de novembro de 2014
Assunto(s):Fisiologia renalInflamaçãoExercício físico
Resumo
A transição epitélio-mesenquimal (TEM) é um evento importante de uma série de etapas que resultam na fibrose tecidual. A transdiferenciação é o processo pelo qual as células renais e extrarrenais, sob o efeito de citocinas liberadas durante o processo inflamatório tais como TGF-² (transforming growth factor ²), endotelina e angiotensina II, modificam o seu fenótipo e passam a produzir componentes da matriz extracelular (MEC), vários tipos de colágenos e fibronectina. O acúmulo excessivo de componentes da MEC pode levar a perda progressiva da função renal. Após a lesão renal, as células renais e extrarrenais podem se transformar em miofibroblastos ativados que são os responsáveis pelo acúmulo da MEC no rim. A origem exata destes miofibroblastos não está clara. Foi demonstrado que durante a fibrose renal em camundongos, aproximadamente 12% dos fibroblastos são derivados da medula óssea e 30% são derivados da transdiferenciação endotelial-mesenquimal de células associadas com a microvasculatura renal. As células epiteliais tubulares podem também se transformar em miofibroblastos após a lesão, passando a expressar a ±-actina de músculo liso (±-SMA - Smooth Muscle Actin) um marcador de miofibroblastos. Nesse processo as células dos túbulos renais perdem os seus marcadores de células epiteliais (citoqueratina) e passam expressar marcadores de células mesenquimais (±-SMA). As células endoteliais têm uma participação importante no processo inflamatório que está associado com necrose tubular aguda provocada pelo quimioterápico cisplatina. Evidências clínicas e experimentais mostram efeitos benéficos do treinamento físico na função e estrutura endotelial. Nossa hipótese é a de que o pré-condicionamento físico pode ter efeitos benéficos na evolução da lesão renal provocada pela cisplatina, atenuando o processo inflamatório e a liberação de citocinas, reduzindo com o isso o processo de transdiferenciação e a fibrose residual que ocorre no córtex renal desses animais. Ratos Wistar machos serão colocados em esteira para pequenos animais uma semana antes do treinamento para adaptação ao exercício padronizado. Após padronização do protocolo de exercício aeróbio, os animais serão treinados 5 dias por semana, por 8 semanas. Vinte e quatro horas após o último dia de treinamento, os animais de cada grupo serão divididos em: A. Grupo não treinado (GNT; n=10): receberão uma injeção de salina (0,9 %, i.p.); B. Grupo não treinado + Cisplatina (n=10): receberão uma injeção de cisplatina (5 mg/kg, i.p.); C. Grupo treinado controle (n=20): animais submetidos ao treinamento físico prévio que receberão uma injeção de salina; D. Grupo treinado + Cisplatina (n=20): animais submetidos ao treinamento físico prévio que receberão uma injeção de cisplatina (5 mg/kg, i.p.). Cinco ou 20 dias após a administração de cisplatina será retirado sangue dos animais e realizado a avaliação da função renal. Em seguida os animais serão eutanasiados e os rins serão retirados para análise histológica, morfométrica e de imuno-histoquímica. No estudo de imunohistoquímica serão utilizados marcadores de inflamação (anticorpos para neutrófilos, macrófagos e linfócitos) e de fibrose (anticorpo anti-fibronectina). Serão realizados também estudos com dupla marcação para avaliar transdiferenciação epitélio-mesenquimal, utilizando os anticorpos anti-±-SMA (marcador de miofibroblastos) e anti-citoqueratina (marcador de célula epitelial). As amostras de sangue e urina dos animais dos diferentes grupos coletadas no 5o ou 20º dias após a administração de cisplatina serão utilizadas para as determinações dos níveis plasmáticos de creatinina, Na+, K+ e osmolalidade urinária. (AU)

Avaliação da aptidão física de tabagistas por meio de limiares anaeróbios

Beneficiário:Rebeca Nunes Silva
Instituição: Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Ercy Mara Cipulo Ramos
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:13/17345-0
Vigência: 01 de dezembro de 2013 - 30 de novembro de 2014
Assunto(s):Aptidão físicaLimiar anaeróbioHábito de fumar
Resumo
Introdução: O tabagismo causa efeitos deletérios à saúde, o que reduz significativamente o condicionamento físico do indivíduo, podendo ainda dificultar a realização de atividades diárias. Entretanto, não há evidências que analisem a aptidão física de tabagistas por meio dos limiares anaeróbios. Objetivos: Avaliar e comparar os limiares anaeróbios (LAn), o consumo máximo de oxigênio (VO2máx) e a intensidade de exercício correspondente ao VO2máx (iVO2máx) de tabagistas e não tabagistas. Métodos: Tabagistas com idade entre 30 e 50 anos, com função pulmonar normal atestada por espirometria, serão submetidos a um teste progressivo exaustivo em esteira para a determinação do LAn, VO2máx e iVO2máx. Indivíduos não tabagistas com características semelhantes serão submetidos às mesmas avaliações. Análise Estatística: Para análise dos dados será utilizado o programa estatístico Graphpad Prism. A normalidade na distribuição dos dados será avaliada por meio do teste de Shapiro-Wilk, e a descrição dos resultados será realizada como média ± desvio padrão, com exceção de variáveis com distribuição não normal, que serão descritas como mediana (intervalo interquartílico 25-75). Para análise intergrupos (tabagistas e não tabagistas) será utilizado o teste t não pareado ou teste de Mann-Whitney dependendo da normalidade dos dados. O nível de significância utilizado será de p<0,05. (AU)

Estudo do equilíbrio ácido-básico em cavalos da raça Mangalarga marchador submetidos a treinamento e suplementação com L-carnitina ou cromo

Beneficiário:Isadora Mestriner Rodrigues
Instituição: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Guilherme de Camargo Ferraz
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia do Esforço
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:13/15215-2
Vigência: 01 de novembro de 2013 - 31 de outubro de 2014
Assunto(s):Eletrólitos
Resumo
O propósito deste estudo será caracterizar possíveis adaptações eletrolíticas e no equilíbrio ácido-base de equinos submetidos ao exercício e treinamento físico associado à suplementação com carnitina ou cromo. Quinze equinos da raça Mangalarga Machador, fêmeas, serão distribuídas aleatoriamente em três grupos: um treinado e recebendo somente dieta (GD, n=5), outro treinado recebendo dieta e suplementado diariamente com 10 g de carnitina (GCAR, n=5) e finalmente, treinado recebendo dieta e suplementação com 10 mg de cromo (GCR, n=5). A dieta será a mesma para todos os grupos experimentais. Testes de esforço incremental (TEI) serão realizados em esteira para avaliação do efeito do treinamento e da suplementação com carnitina ou cromo. O programa de condicionamento físico será realizado em esteira rolante, três vezes por semana, e no andador automático, duas vezes por semana, com duração total de seis semanas, na intensidade média de esforço relacionada a 70% do limiar de lactato (70% LL). Amostras de sangue venoso serão coletadas antes, imediatamente e 30 minutos após o teste de esforço. Para o estudo das possíveis alterações da homeostasia ácido-base serão quantificadas variáveis venosas hemogasométricas e eletrolíticas como o potencial hidrogeniônico (pH), pressão parcial de dióxido de carbono (PCO2), pressão parcial de oxigênio (PO2), excesso de base (BEecf), bicarbonato (HCO3-), dióxido de carbono total (tCO2), saturação de oxigênio (sO2%), sódio (Na+), potássio (K+), cloreto (Cl-) cálcio ionizado (Ca++) e diferença de ions fortes (DIF). (AU)

Efeito do treinamento e da suplementação com carnitina ou cromo sobre a microbiota fecal de equinos

Beneficiário:Maria Luiza Mendes de Almeida
Instituição: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Eliana Gertrudes de Macedo Lemos
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Molecular e de Microorganismos
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Processo:13/14703-3
Vigência: 01 de outubro de 2013 - 31 de julho de 2015
Assunto(s):Fisiologia do exercício
Resumo
O sistema gastrintestinal abriga populações microbianas caracterizadas pela alta diversidade, sendo um dos ecossistemas mais complexos do planeta que desempenha papel crítico na manutenção da saúde ou no aparecimento de enfermidades. A disponibilidade de estudos que caracterizaram o microbioma intestinal da espécie equina, por meio das novas tecnologias de sequenciamento genético é incipiente e sua relação com o exercício, treinamento físico e suplementação ergogênica, restrita. O propósito deste estudo será caracterizar, por meio de sequenciamento de nova geração, o microbioma fecal de equinos submetidos ao exercício e treinamento físico associado à suplementação com carnitina ou cromo. Vinte e dois equinos da raça Mangalarga Machador, fêmeas, serão distribuídas aleatoriamente em quatro grupos: um controle sem treinamento e somente recebendo dieta (GC, n=6), outro treinado e recebendo somente dieta (GD), outro treinado recebendo dieta e suplementado diariamente com 10 g de carnitina (GCAR, n=6) e finalmente, treinado recebendo dieta e suplementação com 10 mg de cromo (GCR, n=5). A dieta será a mesma para todos os grupos experimentais. Testes de esforço incremental (TEI) serão realizados em esteira para avaliação do efeito do treinamento e da suplementação com carnitina ou cromo. O programa de condicionamento físico será realizado em esteira rolante, três vezes por semana, e no andador automático, duas vezes por semana, com duração total de seis semanas, na intensidade média de esforço relacionada a 70% do limiar de lactato (70% LL). Amostras de fezes de cada equino serão coletadas antes e após o período de condicionamento. Aproximadamente 10 g de fezes serão coletas pela via retal, e congeladas a -80°C até a extração do DNA. A caracterização das populações bacterianas presentes em cada amostra se dará por sequenciamento da região V3-V4 do gene 16S rRNA. O software QIIME será utilizado para a exclusão de sequências de baixa qualidade e para a realização das análises estatísticas. (AU)

Efeitos do pré-condicionamento físico na hipertensão induzida pela dexametasona: papel do sistema renina angiotensina

Beneficiário:Paula Bessi Constantino Prazeres
Instituição: Faculdade de Ciências (FC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Sandra Lia do Amaral Cardoso
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Processo:12/19722-3
Vigência: 01 de maio de 2013 - 28 de fevereiro de 2014
Assunto(s):Pressão sanguíneaAngiotensina IIExercício físico
Resumo
Os glicocorticóides sintéticos são amplamente utilizados no tratamento de inflamações e alergias, porém seu uso crônico determina vários efeitos colaterais no metabolismo de açúcar, gordura e proteína. Demonstramos recentemente que o tratamento por 10 dias com dexametasona (Dexa) causa um importante quadro de hiperglicemia acompanhada de hiperinsulinemia, atrofia muscular e hipertensão (HA), no entanto, os mecanismos responsáveis por estas respostas ainda não são totalmente compreendidos. Tem sido descrito que o sistema renina-angiotensina (SRA) é um importante regulador da pressão arterial e um aumento de sua atividade possa ser um dos possíveis mecanismos responsáveis pelo aumento da pressão arterial (PA) induzida pela Dexa. Por outro lado, o exercício físico aeróbio, de baixa e moderada intensidade, tem sido recomendado como coadjuvante no tratamento da HA e seus efeitos sobre o SRA tem sido demonstrados na literatura. Demonstramos recentemente que o pré-condicionamento físico contribui para reduzir a hipertensão induzida pela Dexa, no entanto pouco se sabe sobre os mecanismos responsáveis por esta resposta. Portanto, o objetivo deste trabalho é investigar se os mecanismos desencadeados pelo exercício aeróbio na atenuação da hipertensão induzida por Dexa envolvem SRA. Ratos Wistar machos (200g) serão submetidos a um protocolo de exercício físico aeróbio na esteira (60% da capacidade máxima por 70 dias, 5 dias por semana, 1 hora por dia) ou mantidos como sedentários. Além disso, nos últimos 10 dias, os animais serão tratados ou não com Dexa (1,0 mg/kg de peso corporal, por dia, i.p.), compondo assim 4 grupos, a saber: sedentário controle (SC), sedentário tratado (SD), treinado controle (TC) e treinado e tratado (TD). Um grupo extra de animais será tratado farmacologicamente com losartan durante o tratamento com Dexa. Serão analisados peso corporal, glicemia de jejum e pressão arterial de repouso antes e após o tratamento por 10 dias com Dexa. Após o procedimento hemodinâmico, os animais serão anestesiados para obtenção e processamento dos músculos esqueléticos (tibial anterior, sóleo e flexor longo do hálux) para a avaliação da expressão gênica e protéica de diferentes componentes do SRA. Os resultados serão apresentados como média + erro padrão da média. ANOVA de dois caminhos será realizada para comparação entre grupos e quando necessário será usado o post hoc de tukey. (AU)

Efeito do grau de condicionamento sobre a expressão de transportadores monocarboxilatos em equinos brasileiros de hipismo

Beneficiário:Walter Heinz Feringer Júnior
Instituição: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Guilherme de Camargo Ferraz
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Processo:11/15804-2
Vigência: 01 de abril de 2013 - 28 de fevereiro de 2014
Assunto(s):Condicionamento físico animalTransportadores de ácidos monocarboxílicosLactatosHipismoEquinos
Resumo
O propósito deste projeto será determinar a expressão de transportadores monocarboxilatos musculares e hemáticos de cavalos de hipismo clássico, com dois níveis de condicionamento físico. Para tanto, dezesseis equinos da raça BH, machos e fêmeas, adultos, com níveis distintos de condicionamento serão distribuídos em dois grupos, um de condicionamento inferior (CI, n=8) e outro superior (CS, n=8). Dentre os indicadores proteômicos será determinada a expressão de transportadores de lactato e íons H+, os monocarboxilatos, especificamente as isoformas MCT1 e MCT4 que serão relacionadas com o grau de condicionamento físico, no que diz respeito à capacidade oxidativa ou glicolítica. Será colhida amostra de sangue venoso de cada indivíduo. Para a determinação da expressão muscular será realizado biópsia do músculo glúteo. As membranas celulares das hemácias de do músculo glúteo serão purificadas e as isoformas MCT1 e MCT4 quantificadas por meio de western blot. (AU)

Evolução da lesão renal aguda e crônica em ratos submetidos ao pré-condicionamento físico: participação do endotélio

Beneficiário:Heloísa Della Coletta Francescato
Instituição: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Heloísa Della Coletta Francescato
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Apoio a Jovens Pesquisadores
Processo:12/50180-2
Vigência: 01 de abril de 2013 - 31 de março de 2016
Assunto(s):EndotélioExercício físicoInflamaçãoLesão renal agudaÓxido nítrico
Resumo
As células progenitoras endoteliais (CPEs) podem participar na regeneração das células endotélias e na neovascularização por vias diretas ou indiretas. A quantidade de CPEs circulantes é influenciada por vários fatores, como diferentes estágios de doença, medicação, idade, nível de condicionamento físico e é um preditor independente da progressão da doença e de eventos cardiovasculares. Estudos clínicos e experimentais durante os últimos 10 anos demonstram claramente que o treinamento físico tem efeitos benéficos na função endotelial e fornecem evidências sólidas de que podem induzir a mobilização das CPEs a partir da medula óssea, assim influenciando possivelmente a regeneração da camada de células endoteliais. Neste estudo avaliaremos a participação do treinamento físico em modelos experimentais de lesão renal aguda (induzida pela administração de cisplatina) e crônica (modelo de nefrectomia 5/6), com foco na participação das CPEs na regeneração do endotélio, no processo inflamatório e na evolução da lesão renal observada nesses animais. Ratos Wistar machos, submetidos ou não previamente a treinamentos físicos em corrida em esteira durante 8 semanas, serão posteriormente injetados com cisplatina (5 mg/kg) ou submetidos à nefrectomia 5/6. A estrutura e função renal, os níveis de angiotensina II, de TGF (transforming growth factor)-β, de MCP-1 (monocyte chemotactic protein 1) e de citocinas pró ou antiinflamatórias [tumoral necrosis factor (TNF)-α, interleucin (IL)-1β e IL-10] no tecido renal e na urina, a função endotelial e os níveis de CPEs serão avaliados 5 dias após a injeção de cisplatina ou 15 e 90 dias após a nefrectomia. Portanto, este estudo visa contribuir para o avanço no entendimento da participação da célula endotelial na evolução da lesão renal aguda ou crônica, bem como a influência do pré-treinamento físico nesse processo. (AU)

Evolução da lesão renal aguda e crônica em ratos submetidos ao pré-condicionamento físico: participação do endotélio

Beneficiário:Heloísa Della Coletta Francescato
Instituição: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Heloísa Della Coletta Francescato
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Apoio a Jovens Pesquisadores
Processo:13/06706-2
Vigência: 01 de abril de 2013 - 31 de março de 2015
Assunto(s):Fisiologia renalInflamaçãoÓxido nítricoEndotélioExercício físico
Resumo
As células progenitoras endoteliais (CPEs) podem participar na regeneração das células endoteliais e na neovascularização por vias diretas ou indiretas. A quantidade de CPEs circulantes é influenciada por vários fatores, como diferentes estágios de doença, medicação, idade ou nível de condicionamento físico e é um preditor da progressão da doença e de eventos cardiovasculares. Estudos clínicos e experimentais realizados durante os últimos 10 anos demonstram claramente que o treinamento físico tem efeitos benéficos na função endotelial e fornecem evidências sólidas de que pode induzir a mobilização das CPEs a partir da medula óssea, influenciando possivelmente a regeneração da camada de células endoteliais. Neste estudo avaliaremos a participação do treinamento físico em modelos experimentais de lesão renal aguda (induzida pela administração de cisplatina) e crônica (modelo de nefrectomia à 5/6), com foco na participação das CPEs na regeneração do endotélio, no processo inflamatório e na evolução da lesão renal observada nesses animais. Ratos Wistar machos, submetidos ou não previamente a treinamento físico em corrida em esteira durante 8 semanas, serão posteriormente injetados com cisplatina (5 mg/kg) ou submetidos à nefrectomia à 5/6. A estrutura e função renal, os níveis de angiotensina II, de TGF (transforming growth factor)-², de MCP-1 (monocyte chemotactic protein 1) e de citocinas pró ou antiinflamatórias [tumoral necrosis factor (TNF)-±, interleucin (IL)-1² e IL-10] no tecido renal e na urina, a função endotelial e os níveis de CPEs serão avaliados 2 e 5 dias após a injeção de cisplatina ou 15, 30 e 90 dias após a nefrectomia. (AU)
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