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Planejamento e síntese de novos anti-inflamatórios esteróides das séries Lapdesf GL-FT e GL-TAU com potencial atividade anti-VEGF

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Chung Man Chin
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Processo:14/08728-6
Vigência: 01 de novembro de 2014 - 31 de agosto de 2016
Convênio/Acordo de cooperação com a FAPESP: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Assunto(s):Anti-inflamatórios
Resumo
Os glicocorticoides (GCs), anti-inflamatórios de natureza esteroide, são fármacos utilizados amplamente na terapêutica devido suas atividades anti-inflamatória, imunossupressora e antiangiogênica. Possuem a capacidade de reduzir a transcrição de uma série de enzimas/proteínas inflamatórias como a ciclooxigenase-2 (COX-2) e óxido nítrico sintase induzida (iNOS); citocinas pró-inflamatórias e o fator de crescimento vascular endotelial (VEGF). A modulação da citocina fator de necrose tumoral alfa (TNF-±), super expressa em diversas doenças inflamatórias, tornou-se uma abordagem interessante no tratamento de doenças inflamatórias crônicas, principalmente daqueles pacientes que não respondem ao tratamento convencional. Dessa forma, no presente trabalho, planejou-se através da estratégia de hibridação molecular, novos derivados anti-inflamatórios esteroides moduladores da citocina TNF-± com potencial atividade anti-VEGF, úteis no tratamento de doenças inflamatórias crônicas, incluindo doenças oculares. Nesse contexto, serão sintetizados e caracterizados derivados da prednisolona e budesonida das séries Lapdesf GL-FT e Lapdesf GL-TAU. Os compostos serão avaliados quanto à atividade anti-inflamatória em modelo de colite ulcerativa distal, produção de citocinas pró-inflamatórias, determinação do log P experimental e anti-VEGF. Espera-se que os derivados propostos apresentem atividade anti-inflamatória e anti-VEGF superior aos padrões (prednisolona e budesonida). (AU)

Efeitos do suco de maçã concentrado na colite induzida por TNBS em ratos wistar

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Ana Paula Ribeiro Paiotti
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:13/26845-7
Vigência: 01 de novembro de 2014 - 31 de outubro de 2016
Assunto(s):Compostos fenólicosEstresse oxidativoGastroenterologia
Resumo
A Doença de Crohn (DC) e colite ulcerativa (CU) são formas proeminentes de doenças inflamatórias intestinais (DIIs). A patogênese das DIIs é um processo multifatorial que leva a uma resposta imunológica exacerbada e um desequilíbrio na produção de citocinas, mediadores pró-inflamatórios e espécies reativas do oxigênio (EROs), que levam a lesão tecidual. Os antioxidantes são capazes de interceptar os radicais livres gerados pelo metabolismo celular ou por fontes exógenas, evitando a formação de lesões e perda da integridade celular. Vários estudos têm demonstrado efeitos biológicos relacionados a uma dieta rica em compostos fenólicos, tais como atividade antioxidante, anti-inflamatória, antimicrobiana e anti-carcinogênica. A maçã (Malus domestica) apresenta uma série de compostos ativos, chamados de fitoquímicos, que estão relacionados à prevenção de doenças crônicas. Extratos de maçã podem proteger o DNA, reduzir a proliferação e invasão de células tumores. Destarte, o objetivo do trabalho será avaliar os efeitos anti-inflamatórios e antioxidantes dos compostos fenólicos provenientes do suco de maçã na colite experimental crônica, utilizando-se do modelo TNBS. A fim de compreender o maquinário biológico envolvido nesse processo, avaliaremos a expressão gênica do TNF-±, NF-kappaB, ICAM-1, iNOS, COX-2 e das enzimas antioxidantes tais como catalase, Cu-Zn superóxido dismutase e Mn superóxido dismutase. (AU)

Influência da microbiota intestinal residente sob a ativação de subpopulações de células dendríticas no modelo de colite ulcerativa aguda experimental

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Niels Olsen Saraiva Câmara
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Processo:14/09450-1
Vigência: 01 de agosto de 2014 - 30 de abril de 2017
Convênio/Acordo de cooperação com a FAPESP: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Assunto(s):InflamaçãoMicrobiota intestinalPrebióticosCélulas dendríticas
Resumo
As doenças inflamatórias intestinais são condições que afetam milhões de pessoas no mundo todo. A participação de diversos fatores do sistema imune tem sido descrita em diversos estudos, com papel da imunidade inata e adaptativa, além da influência da microbiota intestinal residente no processo inflamatório. A dieta é um importante fator modulador da composição dessa microbiota, cuja disponibilidade de substrato favorece o crescimento de determinadas espécies bacterianas. Sabe-se que espécies dos gêneros Lactobacillus e Bifidobacterium são benéficas para o hospedeiro e que seu estabelecimento é favorecido pelo consumo de dietas contendo prebióticos, como oligofrutoses. Neste contexto, as células dendríticas da lâmina própria merecem destaque por sua vigilância constante do ambiente externo e sua capacidade de interligar a resposta imune inata com a adaptativa. Entretanto, o perfil de células dendríticas que participam dos quadros inflamatórios intestinais bem como os mecanismos que envolvem a modulação da composição da microbiota intestinal com a resposta imune ainda não foram bem descritos. Assim, nosso estudo visa investigar a influência da microbiota intestinal induzida pelo consumo de prebióticos sobre a modulação da resposta imune por células dendríticas num modelo de colite ulcerativa aguda. Esses objetivos visam responder nossa hipótese onde a composição da microbiota intestinal influenciaria subpopulações distintas de células dendríticas da lâmina própria e, assim, a resposta imune, ao assumir perfis mais agressivos ou mais atenuados. Enfatizaremos nas vias de sinalização pela qual as células dendríticas poderiam ser ativadas quando da modulação da microbiota, em especial a via do mTOR. Esperamos gerar dados inovadores que possam agregar conhecimento a literatura atual e possa condicionar melhores terapias para os pacientes com doenças inflamatórias intestinais. (AU)

Indução de colite experimental por TNBS e de tolerância oral a OVA em modelo experimenal murino

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Patricia Ucelli Simioni
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Processo:14/08619-2
Vigência: 01 de junho de 2014 - 31 de maio de 2015
Assunto(s):CamundongosOvalbumina
Resumo
A quebra da tolerância aantígenos próprios na mucosa intestinal, por injúria ou predisposição genética, pode levar a doenças inflamatórias intestinais, tais como a doença de Crohn e a colite ulcerativa (Faria & Weiner 2005). As doenças inflamatórias intestinais (IBD, do inglês intestinal bowel diseases), tem sido foco de grande atenção devido ao aumento da incidência dessas doenças na população (Cosnes et al., 2011; Molodecky et al., 2012). A colite experimental induzida por 2,4,6 -ácido trinitrobenzenosulfônico (TNBS) é capaz de gerar lesões semelhantes à observada na doença inflamatória intestinal que ocorre em humanos, sendo este modelo muito utilizado nos estudos das enterocolites. Em trabalho recente, mostramos que é possível proteger camundongos contra a artrite experimental (CIA) induzida por colágeno+OVA em adjuvante pela tolerização oral com OVA ou pela transferência adotiva de células dendríticas tolerogênicas, tanto de forma preventiva como terapêutica (Thomé et al., 2012). Nesta parte do projeto,analisaremos os efeitos da tolerância oral sobre aresposta imune observadana colite experimental induzida por TNBSem camundongos BALB/c. A tolerância oral será induzida em camundongos pela ingestão de OVA, tanto na fase precoce como concomitante com aindução da colite. A nossa hipótese de trabalho consiste em que o contexto gerado pela resposta imunitária aosantígenos da dieta pode atenuar os danos observados na colite experimental. (AU)

Padronização dos extratos polares das partes aéreas de Actinocephalus divaricatus (Koern.) Sano (Eriocaulaceae) por HPLC-PDA

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Química (IQ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Lourdes Campaner dos Santos
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Orgânica
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Processo:14/04593-9
Vigência: 01 de junho de 2014 - 29 de fevereiro de 2016
Convênio/Acordo de cooperação com a FAPESP: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Assunto(s):EriocaulaceaeFitoquímica
Resumo
As sempre-vivas são plantas cada vez mais exploradas comercialmente, tanto no mercado nacional quanto no internacional. Contudo, a maior parte é endêmica do Brasil e algumas espécies correm um sério risco de extinção. A grande dificuldade em estudar quimicamente os extratos destas espécies é a pouca massa oferecida para realização da etapa fitoquímica e obter massa em quantidade necessária para realização dos ensaios biológicos e muitas vezes até para a identificação da molécula por métodos espectroscópicos. Porém os estudos químicos das espécies precisam ser continuados, uma vez que ainda existem centenas de espécies sem estudos.A cromatografia líquida de alta eficiência acoplada a detector de arranjos de diodos (HPLC-PDA) tem proporcionado um estudo quali e quantitiativo de extratos vegetais de maneira rápida, eficiente e com a utilização de pouca massa para as análises.Nosso grupo de pesquisas já estuda espécies de Eriocaulaceae há mais de duas décadas, resultando no isolamento e na identificação de uma centena de moléculas, algumas inéditas outras já existentes na literatura com propriedades antioxidante, citotóxica, antiulcerogênica, antiinflamatória, doenças intestinais, colite ulcerativa e doença Chron. Deste modo, esta família de plantas possui uma química interessante, constituída por moléculas biologicamente ativas. Portanto, este projeto tem como objetivo estudar os extratos polares de capítulos, escapos e folhas de Actinocephalus divaricatus pertencente à Eriocaulaceae utilizando a técnica acoplada HPLC-PDA, que permitirá uma análise quali e quantitativa rápida e eficaz, possibilitando a identificação dos metabólitos existentes nos extratos polares da espécie proposta para estudo neste projeto de pesquisa. (AU)

Papel do eixo hipotálamo-pituitária adrenal e glicocorticóides exógenos na modulação da resposta imune na doença inflamatória intestinal

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Cristina Ribeiro de Barros Cardoso
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Processo:14/04898-4
Vigência: 01 de maio de 2014 - 31 de agosto de 2014
Assunto(s):ColiteResposta imuneImunologia
Resumo
Esta é uma solicitação de reconsideração para REIMPLANTAÇÃO de bolsa de Treinamento Técnico previamente concedida, vinculada ao projeto Jovem Pesquisador (JP) Fapesp 2010/20162-7. Baseia-se na necessidade urgente de auxílio técnico especializado para a execução do projeto acima referido, além de propiciar o treinamento de estudante de nível superior vinculada ao programa JP, financiado pela FAPESP. Logo, o plano de trabalho aqui apresentado visa, assim como o projeto JP, avaliar a participação do eixo hipotálamo-pituitária adrenal (HPA) e de glicocorticoides (GC) exógenos na modulação da resposta imunológica em doenças inflamatórias intestinais (DII). Para atingir os objetivos propostos, camundongos C57BL/6, fêmeas, selvagens, adrenalectomizados, com ou sem indução da colite experimental e tratados ou não com GC foram avaliados diariamente quanto à presença de sinais clínicos como diarreia, sangramento intestinal, perda de peso acentuada, piloereção, ânus molhado e hipoatividade. No 6º dia de experimento, os camundongos foram eutanasiados e foram coletados segmentos intestinais (cólon) para o processamento histológico. Sendo assim, para melhor avaliação da resposta imunológica na DII, este plano de trabalho agora apresentado visa aumentar o número de amostras histológicas analisadas para avaliação do infiltrado inflamatório, assim como padronizar, confeccionar e avaliar lâminas coradas com ácido periódico de Schiff (PAS) para verificação da formação do muco e células caliciformes, importantes marcadores da inflamação intestinal. Finalmente, essas análises irão contribuir para a melhor elucidação dos mecanismos e da capacidade imunomoduladora do sistema endócrino nas DII, em especial o papel do eixo HPA e GC, possibilitando bases científicas para o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas mais eficientes para o tratamento da colite ulcerativa e/ou doença de Crohn. (AU)

Prevalência de polimorfismo no gene da tiopurina S-metiltransferase e dosagem dos metabólitos 6-tioguanina e 6-metilmercaptopurina em pacientes com doença inflamatória intestinal atendidos no Hospital São Paulo - Universidade Federal de São Paulo

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Ana Paula Ribeiro Paiotti
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:13/22824-5
Vigência: 01 de abril de 2014 - 31 de março de 2016
Assunto(s):GastroenterologiaDoenças inflamatórias intestinaisDoença de CrohnColite ulcerativaPolimorfismoAzatioprinaCromatografia líquida de alta pressão
Resumo
A Doença Crohn (DC) e a colite ulcerativa (CU) são formas proeminentes de doenças inflamatórias intestinais (DIIs). Em ambas as doenças a etiologia permanece desconhecida, porém, fatores genéticos, infecciosos e imunológicos desempenham papel importante no processo inflamatório e no dano tecidual. As opções terapêuticas farmacológicas para tratamento das DIIs incluem os aminosalicilatos, corticosteroides e imunossupressores tais como a azatioprina (AZA). AZA é a droga mais comum utilizada para manter a remissão clínica nas DIIs. No entanto, o tratamento com azatioprina pode levar a efeitos adversos: supressão medula óssea, distúrbios gastrointestinais, hepatotoxicidade e pancreatite. Polimorfismo no gene da tiopurina S-Metiltransferase correlaciona-se com diminuição da atividade da enzima que determina um aumento na incidência destas reações adversas em pacientes tratados com tiopurinas. O objetivo do estudo é investigar a prevalência de polimorfismo no gene da TPMT bem como, a dosagem dos metabólitos 6-Tioguanina e 6-Metilmercaptopurina da AZA, em pacientes com doença inflamatória intestinal atendidos no Hospital São Paulo - Escola Paulista de Medicina, a fim de fornecer dados para a utilização do fármaco de maneira mais segura. (AU)

Atividade in vitro e in vivo anti-Candida albicans e anti-Helicobacter pylori de extratos de Astronium sp. incorporados ou não em sistemas nanoestruturados

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Taís Maria Bauab
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:13/25432-0
Vigência: 01 de abril de 2014 - 31 de março de 2016
Assunto(s):FitoterápicosAstroniumAroeiraExtratos vegetaisDoenças do sistema digestórioAtividade antimicrobianaAntiulcerososNanotecnologia
Resumo
O Brasil apresenta uma das mais ricas biodiversidades, situando-se em uma posição privilegiada por possuir cerca de 25% da flora mundial. Adicionalmente, a comunidade científica tem se interessado cada vez mais pelas plantas medicinais e pela fitoterapia, fato este justificado pelo custo mais baixo destas formas terapêuticas quando comparadas com os medicamentos industrializados. Além disso, o uso irracional de agentes antimicrobianos no tratamento de infecções resultou no surgimento de cepas microbianas multirresistentes, aumentando assim a chance de falha no tratamento medicamentoso, o que reforça a necessidade de se utilizar formas alternativas no controle das doenças infecciosas. O tratamento de doenças crônicas é urgente no contexto nacional e internacional. O aumento da expectativa de vida elevou a demanda por medicamentos para tratar doenças que afetam o trato digestório (úlceras gástricas e duodenais, colite ulcerativa e doença de Crohn), diabetes, câncer e outras doenças inflamatórias. O uso de fitoterápicos padronizados com eficácia e segurança determinadas tem apresentado resultados surpreendentes para tratar tais enfermidades. Com o objetivo de ampliar os estudos com plantas medicinais e contribuir para o desenvolvimento de novas drogas, um grupo transdisciplinar com participantes de várias unidades da UNESP propuseram o projeto "Fitoterápicos padronizados para o tratamento de doenças crônicas", em consonância com a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos do Ministério da Saúde. Dentre as plantas que serão estudadas, está o gênero Astronium (Anacardiaceae) que possui diversas espécies medicinais como, por exemplo, a Aroeira (A. urundeuva), A fraxinifolium e A. graveolens. São utilizadas popularmente como adstringentes, antitérmicos, antidiarreicos e no tratamento de reumatismos, câncer e infecções microbianas, pelas propriedades atribuídas aos componentes químicos, dentre estes as lignanas, flavonoides, triterpenos, xantonas, entre outros. Neste projeto serão estudados extratos hidroalcoólicos das espécies A. urundeuva, A. fraxinifolium e A. graveolens, com o objetivo de determinar a atividade antimicrobiana destas espécies vegetais utilizando para tal determinação, a técnica de diluição em microplacas frente aos microrganismos: Staphylococcus aureus, Escherichia coli, Salmonella sp, Helicobacter pylori e Candida albicans. Posteriormente os extratos serão incorporados em sistemas nanoestruturados e novamente avaliados quanto sua atividade antimicrobiana. A expectativa é que nessas formulações, os extratos vegetais tenham atividade potencializada, garantindo assim o desenvolvimento de uma alternativa terapêutica eficaz com doses menores. Além disso, serão realizados ensaios in vivo com o objetivo de determinar o potencial anti-candidíase vulvovaginal, anti-Helicobacter pylori e antiulcerogênico dos extratos incorporados e não incorporados nos sistemas propostos. (AU)

"avaliação dos efeitos imunomoduladores de estatinas e glicocorticóides na terapêutica da colite experimental"

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Cristina Ribeiro de Barros Cardoso
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Processo:13/11042-6
Vigência: 01 de março de 2014 - 12 de abril de 2015
Assunto(s):GlucocorticoidesEstatinas
Resumo
A Doença de Crohn (DC) e a Colite Ulcerativa (CU) são as principais enfermidades que compõem as Doenças Inflamatórias Intestinais (DII), cuja etiologia envolve fatores genéticos, imunológicos e ambientais. A inflamação descontrolada na mucosa intestinal relaciona-se à resposta exacerbada de células T, principalmente Th1 e Th17 (DC), e à regulação ineficaz de células T reguladoras (Tregs). Os glicocorticoides (GCs) são anti-inflamatórios esteroidais utilizados no tratamento das DII. No entanto, mais de 30% dos pacientes se tornam não responsivos a essas drogas, dificultando e encarecendo a terapia, além de aumentar as chances de intervenções cirúrgicas. Por outro lado, as estatinas, fármacos hipocolesterolemiantes, exercem efeitos pleiotrópicos, essencialmente anti-inflamatórios, e seu uso concomitante com os GCs tem gerado boas perspectivas em várias doenças autoimunes e inflamatórias, inclusive DII, por reestabelecer parcialmente a responsividade dos pacientes aos anti-inflamatórios esteroidais e diminuindo as doses ministradas. Apesar de já existirem estudos que apontam para a melhora de pacientes com DII pela utilização combinada de GCs e estatinas, ainda há escassez de dados que mostrem as alterações causadas no sistema imunológico. Assim, o objetivo desse trabalho é avaliar os efeitos imunomoduladores do uso concomitante de GCs e estatinas na colite experimental induzida por dextran sulfato de sódio (DSS). Para isso, camundongos saudáveis e doentes receberão tratamentos simples e/ou combinados para observação de sinais clínicos e sobrevivência, além da obtenção de amostras para análises posteriores. A resposta inflamatória local será analisada por histopatologia (HE) e citometria de fluxo. A presença de neutrófilos, eosinófilos e macrófagos será avaliada por ensaios de mieloperoxidase, eosinófilo-peroxidase e N-acetil glicosaminidase respectivamente, nos segmentos intestinais coletados. Será caracterizada a subpopulação de células T CD4 produtora de IL-4, IFN-gama, IL-17 e T reguladora no baço e linfonodos mesentéricos. A capacidade imunomoduladora dos GCs e estatinas na DII será avaliada por meio da quantificação de citocinas dos padrões Th1, Th2, Th17 e T regulador por ELISA e por meio de ensaios de supressão das células T reguladoras de camundongos com DII submetidos à terapia com GCs/estatinas. Finalmente, a melhor elucidação dos mecanismos e da capacidade imunomoduladora dos GCs e estatinas nas DII, poderá proporcionar novas estratégias terapêuticas mais eficientes para a colite ulcerativa e/ou doença de Crohn. (AU)

Estudo elétrico e mecânico da motilidade colônica sob influência de colite ulcerativa

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu, SP, Brasil
Pesquisador responsável:José Ricardo de Arruda Miranda
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Biofísica - Biofísica de Processos e Sistemas
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Processo:13/09095-4
Vigência: 01 de agosto de 2013 - 31 de julho de 2016
Assunto(s):Biosusceptometria de corrente alternadaColite ulcerativaEletromiografia
Resumo
A colite ulcerativa é uma doença inflamatória intestinal (DII) que atualmente tem aumentado sua incidência, principalmente em países desenvolvidos. De patogênese pouco compreendida, essa doença têm seus principais sintomas, como diarreia e dor abdominal, associados com alterações da motilidade colônica. Esse projeto visa aplicar, de forma inédita, uma instrumentação específica para investigar o comportamento da motilidade colônica em cólons normais e sob influência de colite ulcerativa. As técnicas utilizadas serão a Eletromiografia (EMG), para as medidas da atividade elétrica, e a Biosusceptometria de Corrente Alternada (BAC), para as medidas da atividade mecânica e monitoramento externo de traçador magnético associado à refeição. Os estudos serão desenvolvidos a partir de dois modelos, o humano e o animal, sendo os parâmetros analisados a atividade de contração e o trânsito colônico.No modelo animal, serão utilizados ratos machos linhagem Wistar e a colite será induzida a partir de uma solução de ácido trinitrobenzeno sulfônico (TBNS) via retal. No estudo clínico, os estudos serão realizados a partir de um grupo controle (voluntários) e um grupo de pacientes do Hospital das Clínicas de Botucatu (HCFMB) que possuem colite ulcerativa moderada. Espera-se que os resultados demonstrem as respostas motoras e elétricas desse tipo de doença e seus reflexos na motilidade colônica, bem como as características e influencias da inflamação em diferentes estágios de recuperação. Além disso, este trabalho também terá como resultado a padronização de uma metodologia para avaliação da atividade colônica, a qual é bastante insipiente até o presente. A comparação entre humanos e o modelo animal deverá traçar paralelos onde possam ser construídas pontes para o desenvolvimento de novos tratamentos e terapias, além de um maior entendimento da doença, explorando aspectos pouco estudados que envolvem a fisiopatologia do aumento da motilidade intestinal. Em suma, almeja-se avaliar elétrica e mecanicamente a atividade colônica e o trânsito segmentar do cólon de ratos e, em humanos, avaliar a atividade mecânica colônica e o trânsito segmentar colônico em situação envolvendo colite. (AU)
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