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Efeito do consumo de probiótico na microbiota fecal em camundongos induzidos por dextran sulfato de sódio

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Daniela Cardoso Umbelino Cavallini
Supervisor no Exterior: Bruce A. Vallance
Local de pesquisa: University of British Columbia (UBC) (Canadá)
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Processo:15/21958-3
Vigência: 01 de março de 2016 - 28 de fevereiro de 2017
Assunto(s):MicrobiotaBactérias láticasColite ulcerativaProbióticos
Resumo
Atualmente, a microbiota intestinal tem sido amplamente investigada, principalmente considerando a densidade e a diversidade dessa população microbiana e suas complexas interações. Estudos indicam que diversas células bacterianas influenciam processos imunológicos, nutricionais e inclusive fisiológicos no hospedeiro. O uso de métodos independentes de cultivo, baseados na diversidade apresentada pelo gene 16S RNA, possibilitou a análise da composição da microbiota intestinal e a sua relação com alguns distúrbios de saúde. Esse trabalho tem como objetivo investigar o efeito de microrganismos potencialmente benéficos na composição da microbiota fecal e na resposta imune, através da quantificação de mRNA, em diferentes estágios da colite quimicamente induzida em camundongos e investigar os possíveis mecanismos associados. A colite será induzida quimicamente, pela administração de dextran sulfato de sódio a 3%, e serão investigados dois estágios da colite: aguda (14 dias) e crônica (28 dias). Os animais serão distribuídos aleatoriamente em cinco grupos (n=10): Grupo C: Animais sadios que não receberão os produtos em estudo. Grupo CL: Animais com colite e que não receberão os produtos em estudo. Grupo CLC: Animais com colite e que receberão uma mistura de cepas probióticas (E. faecium CRL 183, L. helveticus 416 e B. longum ATCC 15707). Grupo CLP: Animais com colite e que receberão uma mistura de cepas isoladas das fezes de cada animal doador (tratamento individualizado). A composição da microbiota intestinal será investigada por técnica independente de cultivo (qPCR) antes, durante e após a ingestão dos microrganismos em estudo. Ao final de cada fase da colite, os animais serão eutanaziados e o cólon será removido para avaliar possíveis repostas inflamatórias utilizando mRNA (transcrição de genes dos mediadores inflamatórios). (AU)

Marcadores de virulência plasmidial (vapN ou "tipo bovino", VapA e VapB) em linhagens de Rhodococcus equi isoladas de linfonodos e das fezes de bovinos de abatedouro e de humanos com rodococose, com e sem AIDS

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Marcio Garcia Ribeiro
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Processo:15/20585-9
Vigência: 01 de março de 2016 - 28 de fevereiro de 2017
Assunto(s):LinfonodosFezesZoonosesBovinosRhodococcus equi
Resumo
Rhodococcus equi é conhecido como bactéria gram-positiva, intracelular, oportunista, relacionada com infecções piogranulomatosas em animais domésticos, selvagens/silvestres e humanos. Recentemente, tem sido descrito como um patógeno emergente para pacientes imunossuprimidos, particularmente acometidos pela síndrome da imunodeficiência humana adquirida (Aids). Nas últimas décadas, a patogenicidade de R. equi tem sido atribuída a presença de proteínas associadas a virulência (Vap) codificadas em plasmídios. Até o momento, três níveis de virulência eram reconhecidos: linhagens virulentas (VapA), de virulência intermediária (VapB) e avirulentas. Linhagens VapA são consideradas a principal causa de pneumonia supurativa e colite ulcerativa em potros, enquanto estirpes VapB têm sido predominantemente identificadas em linfonodos de suínos (com e sem linfadenite) e em humanos imunossuprimidos, notadamente com Aids. Isolados avirulentos são identificados no solo de animais de produção (principalmente de bovinos e equinos), no ambiente de parques e jardins de entretenimento humano, bem como em humanos, com e sem Aids. Curiosamente, vários pacientes humanos com rodococose não tem histórico de contato com animais de produção (bovinos, equinos, suínos e pequenos ruminantes). Assim, recentes evidências suportam que o consumo de carne de animais de produção contaminados com as fezes ou conteúdo dos linfonodos pode ser uma via de transmissão alternativa do patógeno para os humanos. Em 2015, um novo tipo de plasmídio associado a virulência foi reconhecido denominado "tipo-bovino" ou VapN, descrito em linfonodos de bovinos e em humanos. Com efeito, a presença de VapN em linfonodos e/ou fezes de bovinos poderia explicar, em parte, a rodococose em pacientes humanos sem histórico de contato com animais de produção ou ambiente de fazendas, posto que a infecção desses pacientes poderia ocorrer em razão da contaminação da carne dos bovinos com o conteúdo dos linfonodos ou das fezes no momento do abate. Nesse contexto, muitos isolados de R. equi de humanos e de animais considerados "avirulentos" em estudos posteriores poderiam ser VapN. Devido a recente descrição de VapN, não existem estudos em outros países - tampouco no Brasil - que avaliem o impacto desse novo tipo de perfil plasmidial na patogenicidade de R. equi em bovinos e em humanos. Com efeito, o presente estudo pretende investigar a ocorrência de marcadores de virulência plasmidial (vapN ou "tipo bovino", vapA e vapB) em linhagens de Rhodococcus equi isoladas de linfonodos e das fezes de bovinos de abatedouro e de humanos com rodococose, com e sem Aids. (AU)

Sistemas híbridos nanoestruturados para liberação modificada de fármacos antiinflamatórios: desenvolvimento e avaliação farmacológica

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Centro de Ciências Naturais e Humanas (CCNH). Universidade Federal do ABC (UFABC). Santo André, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Daniele Ribeiro de Araujo
Pesquisadores associados:Christiane Bertachini Lombello
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia - Farmacotecnia
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:14/26200-9
Vigência: 01 de agosto de 2015 - 31 de julho de 2017
Assunto(s):Anti-inflamatóriosSistemas de liberação de medicamentosHidrogéisPoloxâmero
Resumo
O desenvolvimento de sistemas e de novas formulações de liberação modificada tem possibilitado a manipulação tanto de propriedades físico-químicas quanto farmacodinâmicas e farmacocinéticas, melhorando os efeitos terapêuticos e favorecendo a utilização clínica de diferentes moléculas. Dentre os vários sistemas carreadores, encontram-se as estruturas auto-organizadas na forma de micelas, como as constituídas por co-polímeros da classe dos poloxamers. Os poloxamers têm sido investigados como sistemas para liberação de fármacos por apresentarem a capacidade de, em soluções concentradas, formarem géis em temperaturas próximas à corporal (transição sol-gel), tornando-os bases eficazes para nanopartículas e complexos de inclusão, favorecendo a administração das formulações por diferentes vias e a capacidade de controlar a liberação de fármacos por longos períodos de tempo. O uso de poloxamers com diferentes características físico-químicas (como os poloxamers 407 e 403) é interessante no sentido de investigar as propriedades de sistemas híbridos como carreadores de fármacos e como a inserção de outros carreadores influenciariam na transição sol-gel, na estrutura micelar, nas propriedades reológicas e na razão de liberação do fármaco incorporado. Como aplicação direta, este projeto surgiu da necessidade de se disponibilizar possíveis novas estratégias terapêuticas e formulações para o tratamento de processos inflamatórios crônicos como artrite reumatóide e colite ulcerativa. Dessa forma, esta proposta envolve desde o preparo e caracterização físico-química até os estudos da atividade in vitro/in vivo de fármacos administrados pelas vias intra-articular e intra-colônica (naproxeno e budesonida, respectivamente). Para isso, os fármacos serão encapsulados em nanopartículas (naproxeno) ou complexados com ciclodextrinas (budesonida) e, posteriormente, dispersos em hidrogéis de co-polímeros termorreverssíveis, visando o desenvolvimento de sistemas híbridos nanoestruturados. (AU)

Análise químico-farmacêutica de rifaximina em matéria-prima e comprimidos, estudos de estabilidade de curta duração, dissolução e polimorfismo

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Hérida Regina Nunes Salgado
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia - Análise e Controle de Medicamentos
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Processo:14/22019-8
Vigência: 01 de maio de 2015 - 30 de abril de 2017
Assunto(s):Eletroforese capilarCromatografia líquidaDissoluçãoControle da qualidadeInfravermelhoComprimidos
Resumo
Rifaximina é um antimicrobiano oral, intestino - seletivo, com baixo nível de seleção para mutações bacterianas resistentes e não sistêmico com efeitos adversos comparados ao placebo. É utilizado para o tratamento de encefalopatia hepática, diarréia dos viajantes, síndrome do intestino irritável, Clostridium difficile, colite ulcerativa e diarréia aguda. No mercado são encontrados comprimidos de rifaximina de 200 mg com o nome comercial FlonormTM. A forma cristalina presente na rifaximina e com absorção sistêmica mínima é a ±, sendo a forma amorfa significativamente diferente. A rifaximina, até então, não possui métodos de análise padronizados na maioria dos compêndios oficiais. Este fato justifica novas pesquisas nesta área. Assim, este projeto tem como objetivos realizar (i) a caracterização físico-química do fármaco; (ii) o desenvolvimento e a validação de metodologias analíticas para a rifaximina em matéria-prima e comprimidos, incluindo espectrofotometria na região do ultravioleta, espectroscopia na região do infravermelho, eletroforese capilar, cromatografia líquida e turbidimetria; (iii) a realização de estudo de estabilidade de curta duração; (iv) a realização de estudo de dissolução e (v) a obtenção de polimorfos de rifaximina e avaliação quanto as suas diferenças bem como dispor de (vi) técnicas de identificação qualitativa para a forma farmacêutica, matéria-prima e substância química de referência. Os resultados poderão ser utilizados na construção da monografia da matéria prima e do produto, comprimido de rifaximina, como também serão publicados em periódicos internacionais e divulgados em eventos científicos. Esta pesquisa contempla um tema atual, inovador e extremamente importante para a área de Controle de Qualidade de fármacos e medicamentos. (AU)

Isolamento e avaliação da eficácia de bactérias láticas comensais nos parâmetros inflamatórios e microbiológicos associados à colite ulcerativa

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Daniela Cardoso Umbelino Cavallini
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Processo:14/15130-0
Vigência: 01 de maio de 2015 - 29 de fevereiro de 2016
Convênio/Acordo de cooperação com a FAPESP: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Assunto(s):Colite ulcerativaProbióticosMicrobiota intestinal
Resumo
O uso de determinadas cepas de bactérias láticas vem sendo apontado como uma possível, e promissora, abordagem terapêutica na diminuição do risco de doenças inflamatórias intestinais, mais precisamente na colite ulcerativa. Esse trabalho tem como objetivo estudar a eficácia da ingestão diária de cepas de bactérias láticas comensais, potencialmente probióticas, isoladas das fezes dos animais em estudo, em diferentes estágios da colite induzida em camundongos e investigar os possíveis mecanismos associados. A colite será induzida quimicamente, pela administração de dextran sulfato de sódio a 3%, e serão investigados dois estágios da colite: aguda (14 dias) e crônica (28 dias). Os animais serão distribuídos aleatoriamente em quatro grupos (n=10): Grupo C: Animais sadios que não receberão os produtos em estudo. Grupo CL: Animais com colite e que não receberão os produtos em estudo. Grupo CLC: Animais com colite e que receberão uma mistura de cepas probióticas (E. faecium CRL 183, L. helveticus 416 e B. longum ATCC 15707). Grupo CLP: Animais com colite e que receberão uma mistura de cepas isoladas das fezes de cada animal doador (tratamento individualizado). As bactérias láticas isoladas das fezes dos animais serão submetidas à determinação de resistência gastrintestinal, sensibilidade a antibióticos e identificação da espécie/cepa por técnicas de biologia molecular. Ao longo do período experimental serão monitorados os seguintes parâmetros: índice de atividade da doença, concentração de ácidos graxos de cadeia curta nas fezes e composição da microbiota fecal por técnicas independentes de cultivo. Ao final de cada fase da colite, os animais serão eutanasiados e o intestino grosso será removido para realização da análise histológica e imunohistoquímica do cólon, determinação da concentração de citocinas (IL-1², IL-6, IL-10, IL12, TGF- ² e TNF-±) análise de marcadores bioquímicos (atividade da enzima MPO, MDA e ON) e expressão de proteínas (ZO1, Claudina 1, 2, 3 e Ocludina). (AU)

Isolamento e avaliação da eficácia bactérias láticas comensais e de uma bebida probiótica nos parâmetros inflamatórios e microbiológicos associados à colite ulcerativa

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Daniela Cardoso Umbelino Cavallini
Pesquisadores associados:Luis Carlos Spolidorio; Bruce A. Vallance; Luis Caetano Martha Antunes; Alexandra Ivo de Medeiros; Raquel Bedani; Elizeu Antonio Rossi
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:14/15129-1
Vigência: 01 de março de 2015 - 28 de fevereiro de 2017
Assunto(s):Colite ulcerativaBactérias láticasProbióticosAlimentos fermentadosSojaMicrobiota intestinal
Resumo
O uso de determinadas cepas de bactérias láticas vem sendo apontado como uma possível, e promissora, abordagem terapêutica na diminuição do risco de doenças inflamatórias intestinais, mais precisamente na colite ulcerativa. Esse trabalho tem como objetivo estudar a eficácia da ingestão diária de cepas de bactérias láticas comensais, potencialmente probióticas, isoladas das fezes dos animais em estudo, em diferentes estágios da colite induzida em camundongos e investigar os possíveis mecanismos associados. Para efeito de comparação serão também investigados os efeitos de uma bebida à base de soja probiótica - fermentada com Enterococcus faecium CRL 183 e Lactobacillus helveticus 416 e com adição de Bifidobacterium longum ATCC 15707 - e de cepas puras dos mesmos microrganismos probióticos. A colite será induzida quimicamente, pela administração de dextran sulfato de sódio a 3%, e serão investigados dois estágios da colite: aguda (14 dias) e crônica (28 dias). Os animais serão distribuídos aleatoriamente em cinco grupos (n=10): Grupo C: animais sadios que não receberão os produtos em estudo; Grupo CL: animais com colite e que não receberão os produtos em estudo; Grupo CLC: animais com colite e que receberão uma mistura de cepas probióticas (E. faecium CRL 183, L. helveticus 416 e B. longum ATCC 15707); Grupo CLF: animais com colite e que receberão o produto fermentado (E. faecium CRL 183, L. helveticus 416 e B. longum ATCC 15707); Grupo CLP: animais com colite e que receberão uma mistura de cepas isoladas das fezes de cada animal doador (tratamento individualizado). As bactérias láticas isoladas das fezes dos animais serão submetidas à determinação de resistência gastrintestinal, sensibilidade a antibióticos e identificação da espécie/cepa por técnicas de biologia molecular. Ao longo do período experimental serão monitorados os seguintes parâmetros: índice de atividade da doença, concentração de ácidos graxos de cadeia curta nas fezes e composição da microbiota fecal por técnicas independentes de cultivo. Ao final de cada fase da colite, os animais serão eutanasiados e o intestino grosso será removido para realização da análise histológica e imunohistoquímica do cólon, determinação da concentração de citocinas (IL-1², IL-6, IL-10, IL12, TGF- ² e TNF-±) análise de marcadores bioquímicos (atividade da enzima MPO, MDA e ON) e expressão de proteínas (ZO1, Claudina 1, 2, 3 e Ocludina). (AU)

Planejamento e síntese de novos anti-inflamatórios esteroides das séries Lapdesf GL-FT e GL-TAU com potencial atividade anti-VEGF

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Chung Man Chin
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Processo:14/08728-6
Vigência: 01 de novembro de 2014 - 31 de agosto de 2016
Convênio/Acordo de cooperação com a FAPESP: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Assunto(s):Anti-inflamatórios esteroidesGlicocorticoidesFatores de crescimento endotelial vascular
Resumo
Os glicocorticoides (GCs), anti-inflamatórios de natureza esteroide, são fármacos utilizados amplamente na terapêutica devido suas atividades anti-inflamatória, imunossupressora e antiangiogênica. Possuem a capacidade de reduzir a transcrição de uma série de enzimas/proteínas inflamatórias como a ciclooxigenase-2 (COX-2) e óxido nítrico sintase induzida (iNOS); citocinas pró-inflamatórias e o fator de crescimento vascular endotelial (VEGF). A modulação da citocina fator de necrose tumoral alfa (TNF-±), super expressa em diversas doenças inflamatórias, tornou-se uma abordagem interessante no tratamento de doenças inflamatórias crônicas, principalmente daqueles pacientes que não respondem ao tratamento convencional. Dessa forma, no presente trabalho, planejou-se através da estratégia de hibridação molecular, novos derivados anti-inflamatórios esteroides moduladores da citocina TNF-± com potencial atividade anti-VEGF, úteis no tratamento de doenças inflamatórias crônicas, incluindo doenças oculares. Nesse contexto, serão sintetizados e caracterizados derivados da prednisolona e budesonida das séries Lapdesf GL-FT e Lapdesf GL-TAU. Os compostos serão avaliados quanto à atividade anti-inflamatória em modelo de colite ulcerativa distal, produção de citocinas pró-inflamatórias, determinação do log P experimental e anti-VEGF. Espera-se que os derivados propostos apresentem atividade anti-inflamatória e anti-VEGF superior aos padrões (prednisolona e budesonida). (AU)

Efeitos do suco de maçã concentrado na colite induzida por TNBS em ratos Wistar

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Ana Paula Ribeiro Paiotti
Pesquisadores associados:Maurício Mercaldi Pastrelo; Andréa Pittelli Boiago Gollucke; Sender Jankiel Miszputen
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:13/26845-7
Vigência: 01 de novembro de 2014 - 31 de outubro de 2016
Assunto(s):GastroenterologiaCompostos fenólicosEstresse oxidativoColite
Resumo
A Doença de Crohn (DC) e colite ulcerativa (CU) são formas proeminentes de doenças inflamatórias intestinais (DIIs). A patogênese das DIIs é um processo multifatorial que leva a uma resposta imunológica exacerbada e um desequilíbrio na produção de citocinas, mediadores pró-inflamatórios e espécies reativas do oxigênio (EROs), que levam a lesão tecidual. Os antioxidantes são capazes de interceptar os radicais livres gerados pelo metabolismo celular ou por fontes exógenas, evitando a formação de lesões e perda da integridade celular. Vários estudos têm demonstrado efeitos biológicos relacionados a uma dieta rica em compostos fenólicos, tais como atividade antioxidante, anti-inflamatória, antimicrobiana e anti-carcinogênica. A maçã (Malus domestica) apresenta uma série de compostos ativos, chamados de fitoquímicos, que estão relacionados à prevenção de doenças crônicas. Extratos de maçã podem proteger o DNA, reduzir a proliferação e invasão de células tumores. Destarte, o objetivo do trabalho será avaliar os efeitos anti-inflamatórios e antioxidantes dos compostos fenólicos provenientes do suco de maçã na colite experimental crônica, utilizando-se do modelo TNBS. A fim de compreender o maquinário biológico envolvido nesse processo, avaliaremos a expressão gênica do TNF-±, NF-kappaB, ICAM-1, iNOS, COX-2 e das enzimas antioxidantes tais como catalase, Cu-Zn superóxido dismutase e Mn superóxido dismutase. (AU)

Influência da microbiota intestinal residente sob a ativação de subpopulações de células dendríticas no modelo de colite ulcerativa aguda experimental

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Niels Olsen Saraiva Câmara
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Processo:14/09450-1
Vigência: 01 de agosto de 2014 - 30 de abril de 2017
Vinculado ao auxílio:12/02270-2 - Novos mecanismos celulares, moleculares e imunológicos das lesões renais agudas e crônicas: busca por novas estratégias terapêuticas, AP.TEM
Convênio/Acordo de cooperação com a FAPESP: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Assunto(s):InflamaçãoMicrobiota intestinalPrebióticosCélulas dendríticas
Resumo
As doenças inflamatórias intestinais são condições que afetam milhões de pessoas no mundo todo. A participação de diversos fatores do sistema imune tem sido descrita em diversos estudos, com papel da imunidade inata e adaptativa, além da influência da microbiota intestinal residente no processo inflamatório. A dieta é um importante fator modulador da composição dessa microbiota, cuja disponibilidade de substrato favorece o crescimento de determinadas espécies bacterianas. Sabe-se que espécies dos gêneros Lactobacillus e Bifidobacterium são benéficas para o hospedeiro e que seu estabelecimento é favorecido pelo consumo de dietas contendo prebióticos, como oligofrutoses. Neste contexto, as células dendríticas da lâmina própria merecem destaque por sua vigilância constante do ambiente externo e sua capacidade de interligar a resposta imune inata com a adaptativa. Entretanto, o perfil de células dendríticas que participam dos quadros inflamatórios intestinais bem como os mecanismos que envolvem a modulação da composição da microbiota intestinal com a resposta imune ainda não foram bem descritos. Assim, nosso estudo visa investigar a influência da microbiota intestinal induzida pelo consumo de prebióticos sobre a modulação da resposta imune por células dendríticas num modelo de colite ulcerativa aguda. Esses objetivos visam responder nossa hipótese onde a composição da microbiota intestinal influenciaria subpopulações distintas de células dendríticas da lâmina própria e, assim, a resposta imune, ao assumir perfis mais agressivos ou mais atenuados. Enfatizaremos nas vias de sinalização pela qual as células dendríticas poderiam ser ativadas quando da modulação da microbiota, em especial a via do mTOR. Esperamos gerar dados inovadores que possam agregar conhecimento a literatura atual e possa condicionar melhores terapias para os pacientes com doenças inflamatórias intestinais. (AU)
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