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Análise químico-farmacêutica de rifaximina em matéria-prima e comprimidos, estudos de estabilidade de curta duração, dissolução e polimorfismo

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Hérida Regina Nunes Salgado
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia - Análise e Controle de Medicamentos
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Processo:14/22019-8
Vigência: 01 de maio de 2015 - 30 de abril de 2017
Assunto(s):Eletroforese capilarCromatografia líquidaDissoluçãoControle da qualidadeInfravermelhoComprimidos
Resumo
Rifaximina é um antimicrobiano oral, intestino - seletivo, com baixo nível de seleção para mutações bacterianas resistentes e não sistêmico com efeitos adversos comparados ao placebo. É utilizado para o tratamento de encefalopatia hepática, diarréia dos viajantes, síndrome do intestino irritável, Clostridium difficile, colite ulcerativa e diarréia aguda. No mercado são encontrados comprimidos de rifaximina de 200 mg com o nome comercial FlonormTM. A forma cristalina presente na rifaximina e com absorção sistêmica mínima é a ±, sendo a forma amorfa significativamente diferente. A rifaximina, até então, não possui métodos de análise padronizados na maioria dos compêndios oficiais. Este fato justifica novas pesquisas nesta área. Assim, este projeto tem como objetivos realizar (i) a caracterização físico-química do fármaco; (ii) o desenvolvimento e a validação de metodologias analíticas para a rifaximina em matéria-prima e comprimidos, incluindo espectrofotometria na região do ultravioleta, espectroscopia na região do infravermelho, eletroforese capilar, cromatografia líquida e turbidimetria; (iii) a realização de estudo de estabilidade de curta duração; (iv) a realização de estudo de dissolução e (v) a obtenção de polimorfos de rifaximina e avaliação quanto as suas diferenças bem como dispor de (vi) técnicas de identificação qualitativa para a forma farmacêutica, matéria-prima e substância química de referência. Os resultados poderão ser utilizados na construção da monografia da matéria prima e do produto, comprimido de rifaximina, como também serão publicados em periódicos internacionais e divulgados em eventos científicos. Esta pesquisa contempla um tema atual, inovador e extremamente importante para a área de Controle de Qualidade de fármacos e medicamentos. (AU)

Isolamento e avaliação da eficácia de bactérias láticas comensais nos parâmetros inflamatórios e microbiológicos associados à colite ulcerativa

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Daniela Cardoso Umbelino Cavallini
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Processo:14/15130-0
Vigência: 01 de maio de 2015 - 31 de maio de 2017
Convênio/Acordo de cooperação com a FAPESP: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Assunto(s):Colite ulcerativaProbióticos
Resumo
O uso de determinadas cepas de bactérias láticas vem sendo apontado como uma possível, e promissora, abordagem terapêutica na diminuição do risco de doenças inflamatórias intestinais, mais precisamente na colite ulcerativa. Esse trabalho tem como objetivo estudar a eficácia da ingestão diária de cepas de bactérias láticas comensais, potencialmente probióticas, isoladas das fezes dos animais em estudo, em diferentes estágios da colite induzida em camundongos e investigar os possíveis mecanismos associados. A colite será induzida quimicamente, pela administração de dextran sulfato de sódio a 3%, e serão investigados dois estágios da colite: aguda (14 dias) e crônica (28 dias). Os animais serão distribuídos aleatoriamente em quatro grupos (n=10): Grupo C: Animais sadios que não receberão os produtos em estudo. Grupo CL: Animais com colite e que não receberão os produtos em estudo. Grupo CLC: Animais com colite e que receberão uma mistura de cepas probióticas (E. faecium CRL 183, L. helveticus 416 e B. longum ATCC 15707). Grupo CLP: Animais com colite e que receberão uma mistura de cepas isoladas das fezes de cada animal doador (tratamento individualizado). As bactérias láticas isoladas das fezes dos animais serão submetidas à determinação de resistência gastrintestinal, sensibilidade a antibióticos e identificação da espécie/cepa por técnicas de biologia molecular. Ao longo do período experimental serão monitorados os seguintes parâmetros: índice de atividade da doença, concentração de ácidos graxos de cadeia curta nas fezes e composição da microbiota fecal por técnicas independentes de cultivo. Ao final de cada fase da colite, os animais serão eutanasiados e o intestino grosso será removido para realização da análise histológica e imunohistoquímica do cólon, determinação da concentração de citocinas (IL-1², IL-6, IL-10, IL12, TGF- ² e TNF-±) análise de marcadores bioquímicos (atividade da enzima MPO, MDA e ON) e expressão de proteínas (ZO1, Claudina 1, 2, 3 e Ocludina). (AU)

Isolamento e avaliação da eficácia bactérias láticas comensais e de uma bebida probiótica nos parâmetros inflamatórios e microbiológicos associados à colite ulcerativa

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Daniela Cardoso Umbelino Cavallini
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:14/15129-1
Vigência: 01 de março de 2015 - 28 de fevereiro de 2017
Assunto(s):Colite ulcerativaBactérias láticasProbióticosAlimentos fermentadosSojaMicrobiota intestinal
Resumo
O uso de determinadas cepas de bactérias láticas vem sendo apontado como uma possível, e promissora, abordagem terapêutica na diminuição do risco de doenças inflamatórias intestinais, mais precisamente na colite ulcerativa. Esse trabalho tem como objetivo estudar a eficácia da ingestão diária de cepas de bactérias láticas comensais, potencialmente probióticas, isoladas das fezes dos animais em estudo, em diferentes estágios da colite induzida em camundongos e investigar os possíveis mecanismos associados. Para efeito de comparação serão também investigados os efeitos de uma bebida à base de soja probiótica - fermentada com Enterococcus faecium CRL 183 e Lactobacillus helveticus 416 e com adição de Bifidobacterium longum ATCC 15707 - e de cepas puras dos mesmos microrganismos probióticos. A colite será induzida quimicamente, pela administração de dextran sulfato de sódio a 3%, e serão investigados dois estágios da colite: aguda (14 dias) e crônica (28 dias). Os animais serão distribuídos aleatoriamente em cinco grupos (n=10): Grupo C: animais sadios que não receberão os produtos em estudo; Grupo CL: animais com colite e que não receberão os produtos em estudo; Grupo CLC: animais com colite e que receberão uma mistura de cepas probióticas (E. faecium CRL 183, L. helveticus 416 e B. longum ATCC 15707); Grupo CLF: animais com colite e que receberão o produto fermentado (E. faecium CRL 183, L. helveticus 416 e B. longum ATCC 15707); Grupo CLP: animais com colite e que receberão uma mistura de cepas isoladas das fezes de cada animal doador (tratamento individualizado). As bactérias láticas isoladas das fezes dos animais serão submetidas à determinação de resistência gastrintestinal, sensibilidade a antibióticos e identificação da espécie/cepa por técnicas de biologia molecular. Ao longo do período experimental serão monitorados os seguintes parâmetros: índice de atividade da doença, concentração de ácidos graxos de cadeia curta nas fezes e composição da microbiota fecal por técnicas independentes de cultivo. Ao final de cada fase da colite, os animais serão eutanasiados e o intestino grosso será removido para realização da análise histológica e imunohistoquímica do cólon, determinação da concentração de citocinas (IL-1², IL-6, IL-10, IL12, TGF- ² e TNF-±) análise de marcadores bioquímicos (atividade da enzima MPO, MDA e ON) e expressão de proteínas (ZO1, Claudina 1, 2, 3 e Ocludina). (AU)

Efeitos do suco de maçã concentrado na colite induzida por TNBS em ratos Wistar

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Ana Paula Ribeiro Paiotti
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:13/26845-7
Vigência: 01 de novembro de 2014 - 31 de outubro de 2016
Assunto(s):GastroenterologiaCompostos fenólicosEstresse oxidativoColite
Resumo
A Doença de Crohn (DC) e colite ulcerativa (CU) são formas proeminentes de doenças inflamatórias intestinais (DIIs). A patogênese das DIIs é um processo multifatorial que leva a uma resposta imunológica exacerbada e um desequilíbrio na produção de citocinas, mediadores pró-inflamatórios e espécies reativas do oxigênio (EROs), que levam a lesão tecidual. Os antioxidantes são capazes de interceptar os radicais livres gerados pelo metabolismo celular ou por fontes exógenas, evitando a formação de lesões e perda da integridade celular. Vários estudos têm demonstrado efeitos biológicos relacionados a uma dieta rica em compostos fenólicos, tais como atividade antioxidante, anti-inflamatória, antimicrobiana e anti-carcinogênica. A maçã (Malus domestica) apresenta uma série de compostos ativos, chamados de fitoquímicos, que estão relacionados à prevenção de doenças crônicas. Extratos de maçã podem proteger o DNA, reduzir a proliferação e invasão de células tumores. Destarte, o objetivo do trabalho será avaliar os efeitos anti-inflamatórios e antioxidantes dos compostos fenólicos provenientes do suco de maçã na colite experimental crônica, utilizando-se do modelo TNBS. A fim de compreender o maquinário biológico envolvido nesse processo, avaliaremos a expressão gênica do TNF-±, NF-kappaB, ICAM-1, iNOS, COX-2 e das enzimas antioxidantes tais como catalase, Cu-Zn superóxido dismutase e Mn superóxido dismutase. (AU)

Planejamento e síntese de novos anti-inflamatórios esteroides das séries Lapdesf GL-FT e GL-TAU com potencial atividade anti-VEGF

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Chung Man Chin
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Processo:14/08728-6
Vigência: 01 de novembro de 2014 - 31 de agosto de 2016
Convênio/Acordo de cooperação com a FAPESP: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Assunto(s):Anti-inflamatórios esteroidesGlicocorticoidesFatores de crescimento endotelial vascular
Resumo
Os glicocorticoides (GCs), anti-inflamatórios de natureza esteroide, são fármacos utilizados amplamente na terapêutica devido suas atividades anti-inflamatória, imunossupressora e antiangiogênica. Possuem a capacidade de reduzir a transcrição de uma série de enzimas/proteínas inflamatórias como a ciclooxigenase-2 (COX-2) e óxido nítrico sintase induzida (iNOS); citocinas pró-inflamatórias e o fator de crescimento vascular endotelial (VEGF). A modulação da citocina fator de necrose tumoral alfa (TNF-±), super expressa em diversas doenças inflamatórias, tornou-se uma abordagem interessante no tratamento de doenças inflamatórias crônicas, principalmente daqueles pacientes que não respondem ao tratamento convencional. Dessa forma, no presente trabalho, planejou-se através da estratégia de hibridação molecular, novos derivados anti-inflamatórios esteroides moduladores da citocina TNF-± com potencial atividade anti-VEGF, úteis no tratamento de doenças inflamatórias crônicas, incluindo doenças oculares. Nesse contexto, serão sintetizados e caracterizados derivados da prednisolona e budesonida das séries Lapdesf GL-FT e Lapdesf GL-TAU. Os compostos serão avaliados quanto à atividade anti-inflamatória em modelo de colite ulcerativa distal, produção de citocinas pró-inflamatórias, determinação do log P experimental e anti-VEGF. Espera-se que os derivados propostos apresentem atividade anti-inflamatória e anti-VEGF superior aos padrões (prednisolona e budesonida). (AU)

Simulação por dinâmica molecular de compostos candidatos a anti-inflamatórios em quitosana

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia (CCET). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Ignez Caracelli
Supervisor no exterior: Ran Friedman
Local de pesquisa: Linnaeus University (Suécia)
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Processo:14/05227-6
Vigência: 01 de setembro de 2014 - 28 de fevereiro de 2015
Resumo
A utilização de polímeros naturais para o encapsulamento de fármacos evita alguns efeitos colaterias indesejáveis. Neste contexto, anti-inflamatórios sintetizados para atingir a região do cólon necessitam de seu encapsulamento por uma matriz polimérica, como a quitosana, com o intuito de servir como um sistema de veículo do fármaco. Para entender as possivéis interações entre fármaco e quitosana, e também explicar os dados experimentais, estudos de simulações de dinâmica molecular se fazem como uma ferramenta virtual muito importante. (AU)

Influência da microbiota intestinal residente sob a ativação de subpopulações de células dendríticas no modelo de colite ulcerativa aguda experimental

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Niels Olsen Saraiva Câmara
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Processo:14/09450-1
Vigência: 01 de agosto de 2014 - 30 de abril de 2017
Convênio/Acordo de cooperação com a FAPESP: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Assunto(s):InflamaçãoMicrobiota intestinalPrebióticosCélulas dendríticas
Resumo
As doenças inflamatórias intestinais são condições que afetam milhões de pessoas no mundo todo. A participação de diversos fatores do sistema imune tem sido descrita em diversos estudos, com papel da imunidade inata e adaptativa, além da influência da microbiota intestinal residente no processo inflamatório. A dieta é um importante fator modulador da composição dessa microbiota, cuja disponibilidade de substrato favorece o crescimento de determinadas espécies bacterianas. Sabe-se que espécies dos gêneros Lactobacillus e Bifidobacterium são benéficas para o hospedeiro e que seu estabelecimento é favorecido pelo consumo de dietas contendo prebióticos, como oligofrutoses. Neste contexto, as células dendríticas da lâmina própria merecem destaque por sua vigilância constante do ambiente externo e sua capacidade de interligar a resposta imune inata com a adaptativa. Entretanto, o perfil de células dendríticas que participam dos quadros inflamatórios intestinais bem como os mecanismos que envolvem a modulação da composição da microbiota intestinal com a resposta imune ainda não foram bem descritos. Assim, nosso estudo visa investigar a influência da microbiota intestinal induzida pelo consumo de prebióticos sobre a modulação da resposta imune por células dendríticas num modelo de colite ulcerativa aguda. Esses objetivos visam responder nossa hipótese onde a composição da microbiota intestinal influenciaria subpopulações distintas de células dendríticas da lâmina própria e, assim, a resposta imune, ao assumir perfis mais agressivos ou mais atenuados. Enfatizaremos nas vias de sinalização pela qual as células dendríticas poderiam ser ativadas quando da modulação da microbiota, em especial a via do mTOR. Esperamos gerar dados inovadores que possam agregar conhecimento a literatura atual e possa condicionar melhores terapias para os pacientes com doenças inflamatórias intestinais. (AU)

Padronização dos extratos polares das partes aéreas de Actinocephalus divaricatus (Koern.) Sano (Eriocaulaceae) por HPLC-PDA

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Química (IQ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Lourdes Campaner dos Santos
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Orgânica
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Processo:14/04593-9
Vigência: 01 de junho de 2014 - 04 de abril de 2015
Convênio/Acordo de cooperação com a FAPESP: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Assunto(s):EriocaulaceaeFitoquímica
Resumo
As sempre-vivas são plantas cada vez mais exploradas comercialmente, tanto no mercado nacional quanto no internacional. Contudo, a maior parte é endêmica do Brasil e algumas espécies correm um sério risco de extinção. A grande dificuldade em estudar quimicamente os extratos destas espécies é a pouca massa oferecida para realização da etapa fitoquímica e obter massa em quantidade necessária para realização dos ensaios biológicos e muitas vezes até para a identificação da molécula por métodos espectroscópicos. Porém os estudos químicos das espécies precisam ser continuados, uma vez que ainda existem centenas de espécies sem estudos.A cromatografia líquida de alta eficiência acoplada a detector de arranjos de diodos (HPLC-PDA) tem proporcionado um estudo quali e quantitiativo de extratos vegetais de maneira rápida, eficiente e com a utilização de pouca massa para as análises.Nosso grupo de pesquisas já estuda espécies de Eriocaulaceae há mais de duas décadas, resultando no isolamento e na identificação de uma centena de moléculas, algumas inéditas outras já existentes na literatura com propriedades antioxidante, citotóxica, antiulcerogênica, antiinflamatória, doenças intestinais, colite ulcerativa e doença Chron. Deste modo, esta família de plantas possui uma química interessante, constituída por moléculas biologicamente ativas. Portanto, este projeto tem como objetivo estudar os extratos polares de capítulos, escapos e folhas de Actinocephalus divaricatus pertencente à Eriocaulaceae utilizando a técnica acoplada HPLC-PDA, que permitirá uma análise quali e quantitativa rápida e eficaz, possibilitando a identificação dos metabólitos existentes nos extratos polares da espécie proposta para estudo neste projeto de pesquisa. (AU)

Atividade in vitro e in vivo anti-Candida albicans e anti-Helicobacter pylori de extratos de Astronium sp. incorporados ou não em sistemas nanoestruturados

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Taís Maria Bauab
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:13/25432-0
Vigência: 01 de abril de 2014 - 31 de março de 2016
Assunto(s):FitoterápicosAstroniumAroeiraExtratos vegetaisDoenças do sistema digestórioAtividade antimicrobianaAntiulcerososNanotecnologia
Resumo
O Brasil apresenta uma das mais ricas biodiversidades, situando-se em uma posição privilegiada por possuir cerca de 25% da flora mundial. Adicionalmente, a comunidade científica tem se interessado cada vez mais pelas plantas medicinais e pela fitoterapia, fato este justificado pelo custo mais baixo destas formas terapêuticas quando comparadas com os medicamentos industrializados. Além disso, o uso irracional de agentes antimicrobianos no tratamento de infecções resultou no surgimento de cepas microbianas multirresistentes, aumentando assim a chance de falha no tratamento medicamentoso, o que reforça a necessidade de se utilizar formas alternativas no controle das doenças infecciosas. O tratamento de doenças crônicas é urgente no contexto nacional e internacional. O aumento da expectativa de vida elevou a demanda por medicamentos para tratar doenças que afetam o trato digestório (úlceras gástricas e duodenais, colite ulcerativa e doença de Crohn), diabetes, câncer e outras doenças inflamatórias. O uso de fitoterápicos padronizados com eficácia e segurança determinadas tem apresentado resultados surpreendentes para tratar tais enfermidades. Com o objetivo de ampliar os estudos com plantas medicinais e contribuir para o desenvolvimento de novas drogas, um grupo transdisciplinar com participantes de várias unidades da UNESP propuseram o projeto "Fitoterápicos padronizados para o tratamento de doenças crônicas", em consonância com a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos do Ministério da Saúde. Dentre as plantas que serão estudadas, está o gênero Astronium (Anacardiaceae) que possui diversas espécies medicinais como, por exemplo, a Aroeira (A. urundeuva), A fraxinifolium e A. graveolens. São utilizadas popularmente como adstringentes, antitérmicos, antidiarreicos e no tratamento de reumatismos, câncer e infecções microbianas, pelas propriedades atribuídas aos componentes químicos, dentre estes as lignanas, flavonoides, triterpenos, xantonas, entre outros. Neste projeto serão estudados extratos hidroalcoólicos das espécies A. urundeuva, A. fraxinifolium e A. graveolens, com o objetivo de determinar a atividade antimicrobiana destas espécies vegetais utilizando para tal determinação, a técnica de diluição em microplacas frente aos microrganismos: Staphylococcus aureus, Escherichia coli, Salmonella sp, Helicobacter pylori e Candida albicans. Posteriormente os extratos serão incorporados em sistemas nanoestruturados e novamente avaliados quanto sua atividade antimicrobiana. A expectativa é que nessas formulações, os extratos vegetais tenham atividade potencializada, garantindo assim o desenvolvimento de uma alternativa terapêutica eficaz com doses menores. Além disso, serão realizados ensaios in vivo com o objetivo de determinar o potencial anti-candidíase vulvovaginal, anti-Helicobacter pylori e antiulcerogênico dos extratos incorporados e não incorporados nos sistemas propostos. (AU)

Prevalência de polimorfismo no gene da tiopurina S-metiltransferase e dosagem dos metabólitos 6-tioguanina e 6-metilmercaptopurina em pacientes com doença inflamatória intestinal atendidos no Hospital São Paulo - Universidade Federal de São Paulo

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Ana Paula Ribeiro Paiotti
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:13/22824-5
Vigência: 01 de abril de 2014 - 31 de março de 2016
Assunto(s):GastroenterologiaDoenças inflamatórias intestinaisDoença de CrohnColite ulcerativaPolimorfismoAzatioprinaCromatografia líquida de alta pressão
Resumo
A Doença Crohn (DC) e a colite ulcerativa (CU) são formas proeminentes de doenças inflamatórias intestinais (DIIs). Em ambas as doenças a etiologia permanece desconhecida, porém, fatores genéticos, infecciosos e imunológicos desempenham papel importante no processo inflamatório e no dano tecidual. As opções terapêuticas farmacológicas para tratamento das DIIs incluem os aminosalicilatos, corticosteroides e imunossupressores tais como a azatioprina (AZA). AZA é a droga mais comum utilizada para manter a remissão clínica nas DIIs. No entanto, o tratamento com azatioprina pode levar a efeitos adversos: supressão medula óssea, distúrbios gastrointestinais, hepatotoxicidade e pancreatite. Polimorfismo no gene da tiopurina S-Metiltransferase correlaciona-se com diminuição da atividade da enzima que determina um aumento na incidência destas reações adversas em pacientes tratados com tiopurinas. O objetivo do estudo é investigar a prevalência de polimorfismo no gene da TPMT bem como, a dosagem dos metabólitos 6-Tioguanina e 6-Metilmercaptopurina da AZA, em pacientes com doença inflamatória intestinal atendidos no Hospital São Paulo - Escola Paulista de Medicina, a fim de fornecer dados para a utilização do fármaco de maneira mais segura. (AU)
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