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Indução de colite experimental por TNBS e de tolerância oral a OVA em modelo experimenal murino

Beneficiário:Caique Lopes Souza
Instituição: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Patricia Ucelli Simioni
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Processo:14/08619-2
Vigência: 01 de junho de 2014 - 31 de maio de 2015
Assunto(s):CamundongosOvalbumina
Resumo
A quebra da tolerância aantígenos próprios na mucosa intestinal, por injúria ou predisposição genética, pode levar a doenças inflamatórias intestinais, tais como a doença de Crohn e a colite ulcerativa (Faria & Weiner 2005). As doenças inflamatórias intestinais (IBD, do inglês intestinal bowel diseases), tem sido foco de grande atenção devido ao aumento da incidência dessas doenças na população (Cosnes et al., 2011; Molodecky et al., 2012). A colite experimental induzida por 2,4,6 -ácido trinitrobenzenosulfônico (TNBS) é capaz de gerar lesões semelhantes à observada na doença inflamatória intestinal que ocorre em humanos, sendo este modelo muito utilizado nos estudos das enterocolites. Em trabalho recente, mostramos que é possível proteger camundongos contra a artrite experimental (CIA) induzida por colágeno+OVA em adjuvante pela tolerização oral com OVA ou pela transferência adotiva de células dendríticas tolerogênicas, tanto de forma preventiva como terapêutica (Thomé et al., 2012). Nesta parte do projeto,analisaremos os efeitos da tolerância oral sobre aresposta imune observadana colite experimental induzida por TNBSem camundongos BALB/c. A tolerância oral será induzida em camundongos pela ingestão de OVA, tanto na fase precoce como concomitante com aindução da colite. A nossa hipótese de trabalho consiste em que o contexto gerado pela resposta imunitária aosantígenos da dieta pode atenuar os danos observados na colite experimental. (AU)

Padronização dos extratos polares das partes aéreas de Actinocephalus divaricatus (Koern.) Sano (Eriocaulaceae) por HPLC-PDA

Beneficiário:Ana Caroline Zanatta Silva
Instituição: Instituto de Química (IQ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Lourdes Campaner dos Santos
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Orgânica
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Processo:14/04593-9
Vigência: 01 de junho de 2014 - 29 de fevereiro de 2016
Convênio/Acordo de cooperação com a FAPESP: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Assunto(s):EriocaulaceaeFitoquímica
Resumo
As sempre-vivas são plantas cada vez mais exploradas comercialmente, tanto no mercado nacional quanto no internacional. Contudo, a maior parte é endêmica do Brasil e algumas espécies correm um sério risco de extinção. A grande dificuldade em estudar quimicamente os extratos destas espécies é a pouca massa oferecida para realização da etapa fitoquímica e obter massa em quantidade necessária para realização dos ensaios biológicos e muitas vezes até para a identificação da molécula por métodos espectroscópicos. Porém os estudos químicos das espécies precisam ser continuados, uma vez que ainda existem centenas de espécies sem estudos.A cromatografia líquida de alta eficiência acoplada a detector de arranjos de diodos (HPLC-PDA) tem proporcionado um estudo quali e quantitiativo de extratos vegetais de maneira rápida, eficiente e com a utilização de pouca massa para as análises.Nosso grupo de pesquisas já estuda espécies de Eriocaulaceae há mais de duas décadas, resultando no isolamento e na identificação de uma centena de moléculas, algumas inéditas outras já existentes na literatura com propriedades antioxidante, citotóxica, antiulcerogênica, antiinflamatória, doenças intestinais, colite ulcerativa e doença Chron. Deste modo, esta família de plantas possui uma química interessante, constituída por moléculas biologicamente ativas. Portanto, este projeto tem como objetivo estudar os extratos polares de capítulos, escapos e folhas de Actinocephalus divaricatus pertencente à Eriocaulaceae utilizando a técnica acoplada HPLC-PDA, que permitirá uma análise quali e quantitativa rápida e eficaz, possibilitando a identificação dos metabólitos existentes nos extratos polares da espécie proposta para estudo neste projeto de pesquisa. (AU)

Papel do eixo hipotálamo-pituitária adrenal e glicocorticóides exógenos na modulação da resposta imune na doença inflamatória intestinal

Beneficiário:Ana Carolina Dias de Carvalho
Instituição: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Cristina Ribeiro de Barros Cardoso
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Processo:14/04898-4
Vigência: 01 de maio de 2014 - 31 de agosto de 2014
Assunto(s):ColiteResposta imune
Resumo
Esta é uma solicitação de reconsideração para REIMPLANTAÇÃO de bolsa de Treinamento Técnico previamente concedida, vinculada ao projeto Jovem Pesquisador (JP) Fapesp 2010/20162-7. Baseia-se na necessidade urgente de auxílio técnico especializado para a execução do projeto acima referido, além de propiciar o treinamento de estudante de nível superior vinculada ao programa JP, financiado pela FAPESP. Logo, o plano de trabalho aqui apresentado visa, assim como o projeto JP, avaliar a participação do eixo hipotálamo-pituitária adrenal (HPA) e de glicocorticoides (GC) exógenos na modulação da resposta imunológica em doenças inflamatórias intestinais (DII). Para atingir os objetivos propostos, camundongos C57BL/6, fêmeas, selvagens, adrenalectomizados, com ou sem indução da colite experimental e tratados ou não com GC foram avaliados diariamente quanto à presença de sinais clínicos como diarreia, sangramento intestinal, perda de peso acentuada, piloereção, ânus molhado e hipoatividade. No 6º dia de experimento, os camundongos foram eutanasiados e foram coletados segmentos intestinais (cólon) para o processamento histológico. Sendo assim, para melhor avaliação da resposta imunológica na DII, este plano de trabalho agora apresentado visa aumentar o número de amostras histológicas analisadas para avaliação do infiltrado inflamatório, assim como padronizar, confeccionar e avaliar lâminas coradas com ácido periódico de Schiff (PAS) para verificação da formação do muco e células caliciformes, importantes marcadores da inflamação intestinal. Finalmente, essas análises irão contribuir para a melhor elucidação dos mecanismos e da capacidade imunomoduladora do sistema endócrino nas DII, em especial o papel do eixo HPA e GC, possibilitando bases científicas para o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas mais eficientes para o tratamento da colite ulcerativa e/ou doença de Crohn. (AU)

Prevalência de polimorfismo no gene da tiopurina S-metiltransferase e dosagem dos metabólitos 6-Tioguanina e 6-Metilmercaptopurina em pacientes com doença inflamatória intestinal atendidos no Hospital São Paulo - Universidade Federal de São Paulo

Beneficiário:Ana Paula Ribeiro Paiotti
Instituição: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Ana Paula Ribeiro Paiotti
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:13/22824-5
Vigência: 01 de abril de 2014 - 31 de março de 2016
Assunto(s):AzatioprinaPolimorfismo
Resumo
A Doença Crohn (DC) e a colite ulcerativa (CU) são formas proeminentes de doenças inflamatórias intestinais (DIIs). Em ambas as doenças a etiologia permanece desconhecida, porém, fatores genéticos, infecciosos e imunológicos desempenham papel importante no processo inflamatório e no dano tecidual. As opções terapêuticas farmacológicas para tratamento das DIIs incluem os aminosalicilatos, corticosteróides e imunossupressores tais como a azatioprina (AZA). AZA é a droga mais comum utilizada para manter a remissão clínica nas DIIs. No entanto, o tratamento com azatioprina pode levar a efeitos adversos: supressão medula óssea, distúrbios gastrointestinais, hepatotoxicidade e pancreatite. Polimorfismo no gene da tiopurina S-Metiltransferase correlaciona-se com diminuição da atividade da enzima que determina um aumento na incidência destas reações adversas em pacientes tratados com tiopurinas. O objetivo do estudo é investigar a prevalência de polimorfismo no gene da TPMT bem como, a dosagem dos metabólitos 6-Tioguanina e 6-Metilmercaptopurina da AZA, em pacientes com doença inflamatória intestinal atendidos no Hospital São Paulo - Escola Paulista de Medicina, a fim de fornecer dados para a utilização do fármaco de maneira mais segura. (AU)

Atividade in vitro e in vivo anti-Candida albicans e anti-Helicobacter pylori de extratos de Astronium SP. incorporados ou não em sistemas nanoestruturados

Beneficiário:Tais Maria Bauab
Instituição: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Tais Maria Bauab
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:13/25432-0
Vigência: 01 de abril de 2014 - 31 de março de 2016
Resumo
O Brasil apresenta uma das mais ricas biodiversidades, situando-se em uma posição privilegiada por possuir cerca de 25% da flora mundial. Adicionalmente, a comunidade científica tem se interessado cada vez mais pelas plantas medicinais e pela fitoterapia, fato este justificado pelo custo mais baixo destas formas terapêuticas quando comparadas com os medicamentos industrializados. Além disso, o uso irracional de agentes antimicrobianos no tratamento de infecções resultou no surgimento de cepas microbianas multirresistentes, aumentando assim a chance de falha no tratamento medicamentoso, o que reforça a necessidade de se utilizar formas alternativas no controle das doenças infecciosas. O tratamento de doenças crônicas é urgente no contexto nacional e internacional. O aumento da expectativa de vida elevou a demanda por medicamentos para tratar doenças que afetam o trato digestório (úlceras gástricas e duodenais, colite ulcerativa e doença de Crohn), diabetes, câncer e outras doenças inflamatórias. O uso de fitoterápicos padronizados com eficácia e segurança determinadas tem apresentado resultados surpreendentes para tratar tais enfermidades. Com o objetivo de ampliar os estudos com plantas medicinais e contribuir para o desenvolvimento de novas drogas, um grupo transdisciplinar com participantes de várias unidades da UNESP propuseram o projeto "Fitoterápicos padronizados para o tratamento de doenças crônicas", em consonância com a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos do Ministério da Saúde. Dentre as plantas que serão estudadas, está o gênero Astronium (Anacardiaceae) que possui diversas espécies medicinais como, por exemplo, a Aroeira (A. urundeuva), A fraxinifolium e A. graveolens. São utilizadas popularmente como adstringentes, antitérmicos, antidiarreicos e no tratamento de reumatismos, câncer e infecções microbianas, pelas propriedades atribuídas aos componentes químicos, dentre estes as lignanas, flavonoides, triterpenos, xantonas, entre outros. Neste projeto serão estudados extratos hidroalcoólicos das espécies A. urundeuva, A. fraxinifolium e A. graveolens, com o objetivo de determinar a atividade antimicrobiana destas espécies vegetais utilizando para tal determinação, a técnica de diluição em microplacas frente aos microrganismos: Staphylococcus aureus, Escherichia coli, Salmonella sp, Helicobacter pylori e Candida albicans. Posteriormente os extratos serão incorporados em sistemas nanoestruturados e novamente avaliados quanto sua atividade antimicrobiana. A expectativa é que nessas formulações, os extratos vegetais tenham atividade potencializada, garantindo assim o desenvolvimento de uma alternativa terapêutica eficaz com doses menores. Além disso, serão realizados ensaios in vivo com o objetivo de determinar o potencial anti-candidíase vulvovaginal, anti-Helicobacter pylori e antiulcerogênico dos extratos incorporados e não incorporados nos sistemas propostos. (AU)

"avaliação dos efeitos imunomoduladores de estatinas e glicocorticóides na terapêutica da colite experimental"

Beneficiário:Paulo José Basso
Instituição: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Cristina Ribeiro de Barros Cardoso
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Processo:13/11042-6
Vigência: 01 de março de 2014 - 31 de maio de 2014
Assunto(s):Estatinas
Resumo
A Doença de Crohn (DC) e a Colite Ulcerativa (CU) são as principais enfermidades que compõem as Doenças Inflamatórias Intestinais (DII), cuja etiologia envolve fatores genéticos, imunológicos e ambientais. A inflamação descontrolada na mucosa intestinal relaciona-se à resposta exacerbada de células T, principalmente Th1 e Th17 (DC), e à regulação ineficaz de células T reguladoras (Tregs). Os glicocorticoides (GCs) são anti-inflamatórios esteroidais utilizados no tratamento das DII. No entanto, mais de 30% dos pacientes se tornam não responsivos a essas drogas, dificultando e encarecendo a terapia, além de aumentar as chances de intervenções cirúrgicas. Por outro lado, as estatinas, fármacos hipocolesterolemiantes, exercem efeitos pleiotrópicos, essencialmente anti-inflamatórios, e seu uso concomitante com os GCs tem gerado boas perspectivas em várias doenças autoimunes e inflamatórias, inclusive DII, por reestabelecer parcialmente a responsividade dos pacientes aos anti-inflamatórios esteroidais e diminuindo as doses ministradas. Apesar de já existirem estudos que apontam para a melhora de pacientes com DII pela utilização combinada de GCs e estatinas, ainda há escassez de dados que mostrem as alterações causadas no sistema imunológico. Assim, o objetivo desse trabalho é avaliar os efeitos imunomoduladores do uso concomitante de GCs e estatinas na colite experimental induzida por dextran sulfato de sódio (DSS). Para isso, camundongos saudáveis e doentes receberão tratamentos simples e/ou combinados para observação de sinais clínicos e sobrevivência, além da obtenção de amostras para análises posteriores. A resposta inflamatória local será analisada por histopatologia (HE) e citometria de fluxo. A presença de neutrófilos, eosinófilos e macrófagos será avaliada por ensaios de mieloperoxidase, eosinófilo-peroxidase e N-acetil glicosaminidase respectivamente, nos segmentos intestinais coletados. Será caracterizada a subpopulação de células T CD4 produtora de IL-4, IFN-gama, IL-17 e T reguladora no baço e linfonodos mesentéricos. A capacidade imunomoduladora dos GCs e estatinas na DII será avaliada por meio da quantificação de citocinas dos padrões Th1, Th2, Th17 e T regulador por ELISA e por meio de ensaios de supressão das células T reguladoras de camundongos com DII submetidos à terapia com GCs/estatinas. Finalmente, a melhor elucidação dos mecanismos e da capacidade imunomoduladora dos GCs e estatinas nas DII, poderá proporcionar novas estratégias terapêuticas mais eficientes para a colite ulcerativa e/ou doença de Crohn. (AU)

Estudo elétrico e mecânico da motilidade colônica sob influência de colite ulcerativa

Beneficiário:Marcos Felipe de Freitas Calabresi
Instituição: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu, SP, Brasil
Pesquisador responsável:José Ricardo de Arruda Miranda
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Biofísica - Biofísica de Processos e Sistemas
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Processo:13/09095-4
Vigência: 01 de agosto de 2013 - 31 de julho de 2016
Assunto(s):Biosusceptometria de corrente alternadaColite ulcerativaEletromiografia
Resumo
A colite ulcerativa é uma doença inflamatória intestinal (DII) que atualmente tem aumentado sua incidência, principalmente em países desenvolvidos. De patogênese pouco compreendida, essa doença têm seus principais sintomas, como diarreia e dor abdominal, associados com alterações da motilidade colônica. Esse projeto visa aplicar, de forma inédita, uma instrumentação específica para investigar o comportamento da motilidade colônica em cólons normais e sob influência de colite ulcerativa. As técnicas utilizadas serão a Eletromiografia (EMG), para as medidas da atividade elétrica, e a Biosusceptometria de Corrente Alternada (BAC), para as medidas da atividade mecânica e monitoramento externo de traçador magnético associado à refeição. Os estudos serão desenvolvidos a partir de dois modelos, o humano e o animal, sendo os parâmetros analisados a atividade de contração e o trânsito colônico.No modelo animal, serão utilizados ratos machos linhagem Wistar e a colite será induzida a partir de uma solução de ácido trinitrobenzeno sulfônico (TBNS) via retal. No estudo clínico, os estudos serão realizados a partir de um grupo controle (voluntários) e um grupo de pacientes do Hospital das Clínicas de Botucatu (HCFMB) que possuem colite ulcerativa moderada. Espera-se que os resultados demonstrem as respostas motoras e elétricas desse tipo de doença e seus reflexos na motilidade colônica, bem como as características e influencias da inflamação em diferentes estágios de recuperação. Além disso, este trabalho também terá como resultado a padronização de uma metodologia para avaliação da atividade colônica, a qual é bastante insipiente até o presente. A comparação entre humanos e o modelo animal deverá traçar paralelos onde possam ser construídas pontes para o desenvolvimento de novos tratamentos e terapias, além de um maior entendimento da doença, explorando aspectos pouco estudados que envolvem a fisiopatologia do aumento da motilidade intestinal. Em suma, almeja-se avaliar elétrica e mecanicamente a atividade colônica e o trânsito segmentar do cólon de ratos e, em humanos, avaliar a atividade mecânica colônica e o trânsito segmentar colônico em situação envolvendo colite. (AU)

Avaliação da fermentação in vitro das cascas de maracujá e sua atuação na inflamação intestinal

Beneficiário:Cinthia Baú Betim Cazarin
Instituição: Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Mário Roberto Maróstica Junior
Local de pesquisa: Universidad de Granada (UGR) (Espanha)
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Nutrição
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Processo:12/24262-1
Vigência: 01 de julho de 2013 - 31 de outubro de 2013
Assunto(s):Colite ulcerativaInflamaçãoFermentação
Resumo
O potencial nutricional e funcional de resíduos da agroindústria tem aumentado ao longo dos anos. Frutas nativas brasileiras como o maracujá apresenta em sua casca elevado teor de fibras e compostos fenólicos. O consumo deste tipo subproduto industrial está diretamente relacionado à diminuição da incidência de doenças crônicas não transmissíveis. O processo de fermentação das fibras dietéticas favorece a modulação da microbiota, em especial o aumento das colônias benéficas de lactobacilos e bifidobactérias. Dentre os produtos finais gerados pelo processo fermentativo estão os ácidos graxos de cadeia (AGCC), que, além de serem utilizados como fonte energética pelos enterócitos apresenta ação anti-inflamatória. Os compostos fenólicos presentes nestes alimentados são excelentes antioxidantes naturais, os quais podem melhorar o status antioxidante in vivo. Em adição estes compostos podem apresentar ainda dentre outros efeitos, ação anti-inflamatória. Neste sentido, a avaliação da fermentação da casca de maracujá in vitro, poderia auxiliar na identificação da concentração ideal para promover a modulação da microbiota e o aumento da produção dos AGCC. Além disso, possibilitaria avaliar a biodisponibilidade de alguns compostos fenólicos presentes na matriz alimentar, assim como o efeito do consumo da casca na modulação de mediadores inflamatórios presentes na colite ulcerativa. (AU)

Avaliação da atividade anti-inflamatória intestinal de 4-metilesculetina no modelo experimental de colite induzida por DSS em linhagens de camundongos selecionadas geneticamente

Beneficiário:Ellen Cristina Souza de Oliveira
Instituição: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Aline Witaicenis Fantinati
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia - Farmacognosia
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:13/01297-7
Vigência: 01 de maio de 2013 - 31 de dezembro de 2013
Resumo
A Doença Inflamatória Intestinal (DII) engloba duas doenças distintas: a Doença de Crohn e a Colite Ulcerativa. Essas doenças são multifatoriais com etiologia pouco elucidada, mas com evidências de interação entre o sistema imune, susceptibilidade genética, fatores ambientais e a flora bacteriana. Considerando-se que um tratamento etiológico da DII não está disponível e que os fármacos correntemente utilizados apresentam sérios efeitos colaterais, estudos voltados para o desenvolvimento de novas estratégias de tratamento são importantes. Dentre os modelos experimentais mais utilizados para indução de colite, o modelo de indução por dextran sulfato de sódio (DSS) é um importante modelo para avaliação de substâncias e que permite correlacionar o modelo experimental à colite ulcerativa humana, e, além disso, permite estudar a patogênese da DII, bem como os mecanismos imunes envolvidos na doença. Porém, este modelo experimental apresenta muita variação, pois os animais apresentam diferente susceptibilidade e responsividade à indução da colite, portanto o uso de animais que apresentem uma resposta padrão e homogênea frente ao desenvolvimento do processo inflamatório colônico representa uma ferramenta muito mais confiável na avaliação de substâncias que possam intervir no processo inflamatório colônico. Dados obtidos em nossos estudos anteriores demonstraram que 4-metilesculetina atua como potente agente antioxidante e apresenta atividade benéfica no processo inflamatório intestinal induzido por TNBS em ratos. Com base no exposto, o presente projeto tem por objetivo avaliar a atividade de 4-metilesculetina no modelo de colite induzida por DSS em duas novas linhagens experimentais, denominadas Airmax (que são camundongos que desenvolvem intensamente o processo inflamatório) e Airmin (que são animais que desenvolvem fracamente o processo inflamatório). Para tanto, a indução do processo inflamatório será realizada em camundongos (n=10) que receberão água filtrada estéril contendo 2,5% de DSS durante 5 dias, seguido por 2 dias de água potável regular. O tratamento será administrado por via oral (4-metilesculetina dose de 5mg/Kg ou sulfassalazina 150mg/Kg) e se iniciará simultaneamente à administração do DSS e será mantido até 7° dia. Os animais serão avaliados em diferentes parâmetros de caráter geral e será determinado um índice de atividade da doença (DAI) que será obtido a partir de três principais sinais clínicos: perda de peso, diarreia e sangramento retal. Após a morte dos animais, os cólons serão extraídos e analisados quanto aos prejuízos intestinais considerando-se parâmetros macroscópicos (relação peso e comprimento colônico, existência de aderências entre o intestino e órgãos adjacentes, análise da severidade e extensão do prejuízo intestinal) e bioquímicos (mieloperoxidase, glutationa, TNF-± e IL-1²). Adicionalmente, serão realizados estudos de microscopia óptica. (AU)

Estudo de espécies de Eriocaulaceae por técnicas acopladas

Beneficiário:Vitor Malaman Benaglia
Instituição: Instituto de Química (IQ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Lourdes Campaner dos Santos
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Orgânica
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Processo:13/08647-3
Vigência: 01 de maio de 2013 - 30 de abril de 2014
Assunto(s):Doença de CrohnFlavonoidesEriocaulaceae
Resumo
Técnicas acopladas como High Performance Liquid Chromatography - Photodiode Array Detector (HPLC/PDA) tem sido efetivamente utilizada na tentativa de se estabelecer os teores dos principais metabólitos secundários em espécies de extratos vegetais. A importância desta técnica tem sido também demonstrada com o avanço da tecnologia, pois novas formas de acoplamentos foram desenvolvidas como o acoplamento entre cromatografia líquida e a espectrometria de massas (High Performance Liquid Chromatography - Mass Spectrometry, HPLC/MS), o que permite a análise on line de diversas matrizes complexas. A espectrometria de massas oferece ainda outras possibilidades como o acoplamento entre dois estágios de análise (MS/MS), sendo este um dos mais utilizados. Nosso grupo de pesquisas já estuda espécies de Eriocaulaceae há mais de duas décadas, resultando no isolamento e na identificação de uma centena de moléculas, algumas inéditas outras já existentes na literatura com propriedades antioxidante, citotóxica, antiulcerogênica, anti-inflamatória, doenças intestinais, colite ulcerativa e doença de Crohn. Portanto, esta família de plantas possui uma química interessante, constituída por moléculas biologicamente ativas. Portanto, este projeto tem como objetivo estudar extratos de plantas pertencentes à Eriocaulaceae por técnicas acopladas como HPLC/PDA, HPLC/MS e FIA-ESI-IT-MSn (Flow Injection Analysis - Electrospray Ionization - Ion Trap - Mass Spectrometry ou seja, Espectrometria de Massas acoplada a um ion-trap com interface de Ionização por Electrospray e inserção direta da amostra) que permitirão uma análise quali e quantitativa rápida e eficaz, possibilitando a identificação dos metabólitos existentes nos extratos polares das espécies propostas para estudo neste projeto de pesquisa. As sempre-vivas são plantas cada vez mais exploradas comercialmente, tanto no mercado nacional quanto no internacional. Contudo, a maior parte é endêmica do Brasil e algumas espécies correm um sério risco de extinção. A grande dificuldade em estudar quimicamente os extratos destas espécies é a pouca massa oferecida para realização da etapa fitoquímica e obter massa em quantidade necessária para realização dos ensaios biológicos e muitas vezes até para a identificação da molécula por métodos espectroscópicos. Porém os estudos químicos das espécies precisam ser continuados, uma vez que ainda existem centenas de espécies sem estudos. Pretendemos, na medida do possível, estudar o maior número de espécies de Eriocaulaceae, porém os estudos de algumas espécies já foram iniciados em nosso laboratório por alunos de Iniciação Científica e Mestrado como: Paepalanthus chiquitensis, Paepalanthus geniculatus, Tonina fluviatilis e incluiremos ainda Actinocephalus divaricatus. (AU)
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