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Avaliação da reparação e mineralização óssea em animais submetidos ao tratamento com alendronato

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Odontologia (FOAr). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Silvana Regina Perez Orrico
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:12/16939-1
Vigência: 01 de abril de 2013 - 31 de março de 2015
Assunto(s):Implantes dentáriosReparo ósseoCalcificação fisiológicaDifosfonatosAlendronato
Resumo
Este estudo terá como objetivo avaliar, em ratas, o efeito da terapia com bifosfonato sobre o processo de reparação e mineralização óssea ao redor de implantes. Para isso, 180 ratas serão distribuídas aleatoriamente em 2 grupos: grupo teste, no qual os animais receberão administração subcutânea de alendronato uma vez por semana, e grupo controle, no qual os animais receberão semanalmente a administração de placebo, durante todo o período experimental. Após 120 dias do início do tratamento, será instalado um implante de titânio na metáfise tibial, de ambos os lados. Dez animais de cada grupo serão sacrificados nos dias 5, 10, 15, 20, 25, 30, 45, 60 pós-cirurgia, sendo retirados o fêmur esquerdo, as vértebras lombares e as tíbias, direita e esquerda. Cinco animais/grupo receberão injeção subcutânea de marcadores fluorocrômicos para marcação das bandas de neoformação óssea, a intervalos de 7 dias, e serão sacrificados nos períodos de 30 e 60 dias. Serão coletadas amostras de sangue e urina no dia do sacrifício para avaliação de marcadores de formação e reabsorção óssea. O fêmur e as vértebras lombares serão analisados para a determinação da densidade mineral óssea. Os espécimes relativos às tíbias serão submetidos à análise de parâmetros histológicos e histométricos, parâmetros dinâmicos de formação óssea e imunoistoquímica para avaliação das implicações do tratamento com bifosfonato sobre a reparação do tecido ósseo. (AU)

Adesão, proliferação e diferenciação de pré-osteoblastos cultivados sobre a superfície de titânio irradiada com laser

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Odontologia (FOAr). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Carlos Alberto de Souza Costa
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Materiais Odontológicos
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:12/14912-9
Vigência: 01 de março de 2013 - 28 de fevereiro de 2015
Assunto(s):ImplantodontiaTratamento de superfíciesTitânioÓsseointegraçãoLaser do estado sólidoProliferação celularOsteoblastoCalcificação fisiológica
Resumo
O titânio é um metal amplamente usado para substituição de estruturas anatômicas, sendo que na Odontologia, é considerado o principal material a ser empregado em casos de implantes ósseointegráveis. A osseointegração, requisito indispensável para a boa funcionalidade dos implantes, é um processo lento, caracterizado sequencialmente pelas etapas de adesão, proliferação e diferenciação celular, bem como pela aposição e mineralização da matriz óssea pelos osteoblastos. Assim como a técnica de aplicação dos implantes, a qualidade óssea e o tratamento da superfície do titânio influenciam diretamente no processo de osseointegração. Desta maneira, o objetivo do presente estudo é avaliar, in vitro, a influência do tratamento de superfícies de titânio com laser de alta potência nos processos biológicos de adesão, proliferação e diferenciação de pré-osteoblatos obtidos de calvária de camundongos. Para isto, será analisado o metabolismo das células primárias em cultura (ensaio de MTT), a expressão de genes envolvidos na proliferação celular e das marcas fenotípicas de osteoblastos por PCR em tempo real (qPCR), bem como a atividade enzimática da fosfatase alcalina, formação de nódulos de mineralização (vermelho de Alizarina), morfologia celular e adesão focal por microscopia confocal. Os valores numéricos obtidos com o desenvolvimento dos protocolos de pesquisa serão submetidos a análise estatística de acordo as características de cada conjunto de dados. Os dados científicos a serem obtidos com o desenvolvimento deste estudo certamente serão relevantes para a área do conhecimento no qual se enquadra o projeto, visto que acelerar o processo de formação de osso peri-implantar, significa reduzir o tempo de espera para a aplicação segura de uma carga funcional sobre implantes de titânio. (AU)

Influência do Diabetes Mellitus na resposta tecidual e da capacidade de mineralização dos cimentos Sealapex®, MTA Fllapex® e MTA Angelus®: estudo histológico em ratos

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Odontologia (FOA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba, SP, Brasil
Pesquisador responsável:João Eduardo Gomes Filho
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Endodontia
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:12/01153-2
Vigência: 01 de abril de 2012 - 31 de março de 2014
Assunto(s):Cimentos endodônticosPolietilenoCalcificação fisiológicaDiabetes mellitusTeste de biocompatibilidade
Resumo
O objetivo desse estudo será avaliar a relação entre o diabetes mellitus e a resposta tecidual e a capacidade de mineralização dos cimentos endodônticos Sealapex®, MTA Fillapex® e Ângelus MTA®. Serão utilizados 24 ratos, divididos em 02 grupos de 12 animais: grupo I: ratos normais e grupo II: ratos diabéticos induzidos com aloxano. Todos os animais receberão individualmente quatro implantes de tubos de polietileno, sendo três contendo os cimentos a serem testados e mais um tubo vazio como controle. Aos 7, 14 e 21 dias serão realizadas injeções de fluorocromos (calceína, alizarina e oxitetraciclina). Os períodos de avaliação serão de 07 e 30 dias. Após cada período pós-operatório, seis animais de cada grupo serão sacrificados e os tubos de polietileno juntamente com o tecido que o circunda serão removidos, fixados em glicol metacrilato e processados para análise microscopia, com inclusão em glicol metacrilato e coloração por HE, Von Kossa e sem coloração para análise com luz polarizada e fluorescência. O critério de avaliação será de 0: nenhuma ou poucas células e nenhuma reação; 1: menos de 25 células e reação leve; 2: entre 25 e 125 células e reação moderada; 3: 125 ou mais células e severa reação. Cápsula fibrosa será considerada fina quando < 150µm e espessa quando > 150µm. Presença de mineralização será registrada como presente ou ausente. Os resultados serão analisados estatisticamente pelos testes de ANOVA e Kruskal Wallis. (AU)

Achados incidentais de ateromas calcificados em artérias carótidas e calcificações da região sub-hióidea em exames de tomografia computadorizada de feixe cônico

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Izabel Regina Fischer Rubira Bullen
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Radiologia Odontológica
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:11/21047-0
Vigência: 01 de fevereiro de 2012 - 31 de dezembro de 2012
Assunto(s):Calcificação fisiológicaTomografia computadorizada de feixe cônicoDiagnóstico por imagem
Resumo
A tomografia computadorizada de feixe cônico esta sendo cada vez mais um exame de escolha para a odontologia, dessa forma as calcificações de tecidos moles localizados na região de cabeça e pescoço são achados incidentais comumente encontrados nessas imagens. Apesar de ser tridimensional, algumas das calcificações são dificilmente diagnosticadas com precisão, já que a justificativa e finalidade para a realização dele não é para esse propósito. Portanto é necessário estudar algumas dessas calcificações que a literatura mostra entrar no diagnóstico diferencial dos ateromas calcificados de artéria carótida que são: ossificação do ligamento tireohióideo lateral, calcificação da cartilagem tritícea e ossificação do corno superior da cartilagem tireóidea, todas essas são calcificações localizadas na região sub-hióidea, são cartilagens da laringe e são muitas vezes confundidas umas com as outras, devido a sua localização e anatomia serem pouco estudadas pelos cirurgiões-dentistas. A diferenciação entre essas calcificações é importante pois se o diagnostico presuntivo do exame de imagem for de ateroma o paciente deve ser encaminhado para o médico especialista para que se evite a possibilidade de um acidente vascular cerebral, muito comum em pacientes com calcificações em artérias localizadas na região de pescoço. (AU)

Efeito do fator de transformação de crescimento -beta 1 (TGF-²1) e da dexametasona na biomineralização: estudo in vitro nas vias de sinalização

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Odontologia (FO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Victor Elias Arana-Chavez
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Clínica Odontológica
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:10/18094-3
Vigência: 01 de junho de 2011 - 31 de maio de 2013
Assunto(s):Biologia oralFator de crescimento transformador beta1Calcificação fisiológicaOsteoblastoDexametasonaCultura de células
Resumo
O sistema de cultura de células tem sido usado rotineiramente em estudos detalhados da formação óssea em ambientes controlados, em que é possível analisar minuciosamente eventos celulares e da MEC. Além das linhagens osteoblásticas, outro sistema in vitro comumente usado é a cultura de células osteogênicas primárias - derivadas de calvárias de rato. Em estudo anterior realizado no nosso laboratório foram testados a dexametasona -Dex (10-7 M) e o TGF-²1 (5 ng/mL), separadamente e simultaneamente, em células osteogênicas derivadas de calvárias de rato e, em todos os tratamentos, houve a expressão das proteínas OPN, BSP e FN. As células tratadas apenas com a Dex formaram nódulos de mineral, mas esses, na maioria das vezes, estavam entre poucas fibrilas de colágeno e/ou depositados sobre o substrato, sugerindo que teria ocorrido uma nucleação espontânea desse mineral. Já quando tratadas com o TGF-²1, foram observadas alterações na morfologia das células, bem como a ausência de componentes da MEC. Por outro lado, quando tratadas com as duas moléculas simultaneamente, a morfologia apresentou-se igual à encontrada nas células tratadas apenas com o TGF-b1; porém, foram observados alguns focos de fibrilas de colágeno. O presente projeto propõe investigar os efeitos moleculares do TGF-b1 e da Dex, bloqueando seus receptores e estudando alguns elementos das respectivas vias de sinalização, bem como a atuação dessas na habilidade de diferenciação das células osteogênicas em diferentes estágios correspondentes à biomineralização, efetuando estudos bioquímicos - atividade de fosfatase alcalina, marcação de nódulos de mineral pelo método de histoquímica; a expressão de proteínas não colágenas como: OPN, BSP, OC e ON, envolvidas nesse processo, através de imunofluorescência com microscopia de confocal, e também a quantificação por Western-blot e RT-PCR. (AU)

Análise em larga escala da expressão de microRNAs em células osteoblásticas crescidas sobre titânio com nanotopografia

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Márcio Mateus Beloti
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Cirurgia Buco-maxilo-facial
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:10/18395-3
Vigência: 01 de maio de 2011 - 30 de abril de 2013
Assunto(s):MicroRNAsCalcificação fisiológicaImplantes osseointegradosTitânioNanotopografia
Resumo
MicroRNAs (miRs) são pequenos RNAs funcionais, com aproximadamente 22 nucleotídeos, que não codificam proteínas e estão envolvidos em diversos processos biológicos, incluindo a diferenciação osteoblástica in vitro e a formação óssea in vivo, eventos diretamente relacionados ao processo de osseointegração de implantes de titânio (Ti). Sabe-se que superfícies de Ti com nanotopografia favorecem a mineralização da matriz extracelular; no entanto, os mecanismos celulares envolvidos não são completamente entendidos. Nesse sentido, é possível especular que miRs fazem parte da maquinaria celular que regula a interação entre osteoblastos e superfícies de Ti. O objetivo do presente projeto é analisar a expressão em larga escala de miRs em células osteoblásticas crescidas sobre superfícies de Ti com nanotopografia. Células osteoblásticas diferenciadas a partir de células mesenquimais derivadas de medula óssea de humanos serão cultivadas sobre discos de Ti com e sem nanotopografia e serão avaliados os seguintes parâmetros: proliferação e viabilidade celulares; expressão gênica (RNA mensageiro - RNAm), por Real-time PCR, e proteica, por Western blot, de Runx2, fator de transcrição essencial para o estabelecimento do fenótipo osteoblástico; formação de matriz mineralizada e expressão de miRs por Microarray. Por fim, miRs que apresentarem alterações significativas de expressão na análise por Microarray, redução ou aumento de cinco vezes, quando comparadas as superfícies de Ti com e sem nanotopografia, serão submetidos à análise por Real-time PCR para a validação dos dados. (AU)

Avaliação do efeito do fluoreto sobre as vesículas de matriz de osteoblastos in vitro: análise comparativa em duas linhagens com diferentes susceptibilidades ao fluoreto

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Rodrigo Cardoso de Oliveira
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Cirurgia Buco-maxilo-facial
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:10/18934-1
Vigência: 01 de maio de 2011 - 31 de outubro de 2013
Assunto(s):OsteoporoseOsteoblastoCalcificação fisiológicaFluoretos
Resumo
O osso é um tecido conjuntivo especializado, mineralizado que apresenta um processo de remodelação (reabsorção e síntese) constante. O processo de mineralização, síntese do tecido ósseo é marcado inicialmente (ou mesmo precedido) pela liberação das chamadas vesículas de matriz, responsáveis pela maturação dos cristais de hidroxiapatita. Sabe-se que o flúor (na forma de fluoreto) causa alterações químicas e celulares no tecido ósseo, a depender da dosagem e do tempo de exposição a esse elemento. Diversos trabalhos já demonstraram que alterações clínicas importantes, como a osteoporose, osteopetrose e esclerose óssea, podem ser influenciadas pelo fluoreto. Alguns protocolos preconizam o uso do fluoreto como terapêutico (ou em conjunto com outras drogas) para osteoporose. Em face disso, buscamos avaliar o efeito do fluoreto na diferenciação de osteoblastos e síntese/liberação de vesículas de matriz extracelular (VM). Utilizaremos células pré-osteoblásticas derivadas de 2 linhagens de camundongos com densidades ósseas distintas e conhecidas, C3H/HeJ (alta densidade) e C57BL/6J (baixa densidade), submetidas a tratamento com diferentes concentrações de NaF (10-3, 10-4, 10-5 e 0 M) por 24, 48, 72, 96 e 120h. Decorridos os tempos experimentais, realizaremos ensaios comprobatórios da diferenciação osteoblástica e mineralização. Por meio de ultracentrifugação, isolaremos as VM que serão comparadas com as vesículas isoladas do grupo controle (0M de NaF) quanto ao conteúdo protéico (Ensaio de Bradford e expressão protéica por Western Blotting para Fosfatase alcalina; Anexina; Osterix; Runx-2 e BSP) e alteração da expressão gênica de anexina V, osterix, colágeno tipo I, Lrp-5, osteocalcina,, sialoproteína óssea e runx2. Os dados serão expressos como média ± desvio padrão e serão submetidos à análise de variância (ANOVA) e ao teste de Tukey para as comparações individuais e os testes de Kruskal-Wallis para múltipla comparação (p<0,05). (AU)

Sistemas miméticos de vesículas da matriz: sistemas de proteolipossomos multienzimticos para estudos da biomineralização

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Pietro Ciancaglini
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Enzimologia
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:09/17407-0
Vigência: 01 de fevereiro de 2010 - 31 de julho de 2012
Assunto(s):Biologia celularBiomiméticaFosfatase alcalinaDiester fosfórico hidrolases Pirofosfato de cálcioCalcificação fisiológicaMatriz extracelular
Resumo
A mineralização de cartilagem e osso ocorre por uma série de processos físico-químicos e bioquímicos que juntos facilitam a deposição de hidroxiapatita (HA) em areas específicas da matriz extracelular (MEC). Evidências experimentais mostram a presença de cristais de HA junto com fibrilas de colágeno na MEC e também no interior do lúmen de vesículas da matriz (MVs) derivadas de condroblastos e osteoblastos. Os pesquisadores na área da mineralização óssea geralmente estão divididos entre apoiar o mecanismo de mineralização mediado pelas MVs e aquele mediado por colágeno. Nós não vemos nenhuma incompatibilidade entre estes mecanismos. Acreditamos que a mineralização óssea é iniciada primariamente dentro do lúmen das MVs e, em uma segunda etapa, os cristais de HA crescem além das fronteiras das MVs e tornam-se expostos ao meio extracelular, onde continuam a se propagar junto com as fibrilas de colágeno. A fosfatase alcalina tecido não-específica (TNAP) tem um papel crucial em limitar a concentração de pirofosfato inorgânico (PPi) extracelular, um inibidor da mineralização, para manter uma razão Pi/PPi adequada para a mineralização óssea normal. A função primária da TNAP é degradar o pirofosfato inorgânico extracelular (ePPi), um potente inibidor da mineralização, que é produzido ectoplasmicamente pela atividade enzimática da nucleotídeo pirofosfatase/fosfodiesterase-1 (NPP1). Ambas as enzimas agem ao nível da membrana de osteoblastos e de MVs derivadas de osteoblastos. Assim, este projeto, que será realizado em colaboração com o laboratório do Prof. Dr. José Luis Millan, do Burnham Institute for Medical Research, La Jolla, Califórnia, EUA e permitirá comparar o comportamento de lipossomos contendo em sua superfície TNAP, NPP1 ou ambas as enzimas em combinação, bem como comparar as propriedades cinéticas e a habilidade de calcificação destas vesículas simplificadas e artificiais com aquelas de MVs selvagem. Tais estudos ajudarão a desenvolver e validar o sistema de lipossomos como um sistema in vitro alternativo para se estudar os eventos iniciais que induzem o processo de calcificação biológica. O desenvolvimento de tal sistema nanovesicular artificial que possa mimetizar a calcificação biológica poderá potencialmente ser útil para o reparo/tratamento de defeitos craniofaciais e outros defeitos esqueléticos, bem como para facilitar a mineralização de implantes dentários baseados em titânio. (AU)

Densidade e conteúdo mineral ósseo de adolescentes saudáveis do sexo feminino na faixa etária de 10 a 20 anos e suas relações com marcadores ósseos de formação e reabsorção

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Tamara Beres Lederer Goldberg
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:07/07731-0
Vigência: 01 de maio de 2008 - 30 de abril de 2010
Assunto(s):PediatriaDesenvolvimento ósseoMetabolismo mineralDensitometria ósseaCalcificação fisiológicaAdolescentes
Resumo
A osteoporose é considerada um grave problema de saúde pública, estudos indicam que é uma doença pediátrica, com manifestações clínicas presentes na senilidade. Embora estas manifestações relacionadas aos quadros de osteoporose ocorram principalmente na terceira idade, sua predisposição tem início na infância e adolescência, períodos de máxima incorporação do capital mineral ósseo. Assim, este estudo contempla a avaliação de alguns aspectos do metabolismo ósseo em adolescentes saudáveis do sexo feminino, conjugando conhecimentos imprescindíveis para compreensão do mesmo. Para isto, serão recrutadas 75 adolescentes do sexo feminino para o estudo do conteúdo (CMO) e densidade mineral ósseo (DMO) por densitometria óssea por atenuação de Rx de dupla energia (DXA), relacionando-os aos níveis e comportamento de alguns marcadores bioquímicos de remodelação óssea como: osteocalcina, fosfatase alcalina óssea e sCTX. Estes marcadores bioquímicos, CMO e DMO serão analisados em faixas etárias no intervalo de idade de 10 a 20 anos incompletos e associados aos dados antropométricos (peso, estatura, índice de massa corpórea), avaliação dietética, maturação sexual e idade óssea. Para o tratamento dos dados será realizada análise de variância para comparação entre todas as faixas etárias e níveis maturacionais frente ao CMO, DMO e teste de Tukey para localizar as diferenças significativas, adotando p menor 5% . (AU)

Avaliação da estatura fina, mineralização e qualidade óssea de adultos portadores de síndrome nefrótica idiopática na infância e adolescência

Beneficiário:
Instituição: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Vera Hermina Kalika Koch
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:07/00509-0
Vigência: 01 de novembro de 2007 - 31 de outubro de 2009
Assunto(s):PediatriaSíndrome nefróticaCalcificação fisiológicaAdolescentes
Resumo
Serão avaliados os pacientes com Síndrome Nefrótica idiopática (SN) que estejam ou foram acompanhados no Instituto da criança do Hospital das Clínicas da USP, com idade mínima de dezenove anos ou Desenvolvimento genital P4G4 nos masculinos e Menarca nos femininos. Estudo retrospectivo dos prontuários dos pacientes com o objetivo de avaliarmos como a SN e outros aspectos relacionadas com doença ou com seu tratamento interferiram na estatura final, mineralização e qualidade óssea. Estudo Prospectivo com a convocação dos pacientes para uma consulta atual na qual serão solicitados exames laboratoriais para a avaliação da mineralização e qualidade óssea. (AU)
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