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Resumo

Ceras cuticulares são utilizadas por rainhas de algumas espécies de himenópteros sociais na manutenção do seu monopólio reprodutivo. Esse tipo de regulação social foi recentemente descrito para espécies de abelhas sem ferrão e formigas. Embora o grupo das abelhas melíferas seja o melhor estudado com relação a esses aspectos, a homogeneidade do grupo dificulta uma análise evolutiva da dominância reprodutiva da rainha. Nesse contexto, as abelhas sem ferrão se mostram um excelente grupo de estudo visto a diversidade nas estratégias ecológicas e fisiológicas relacionadas a oviposição das operárias. Uma filogenia global do grupo das abelhas sem ferrão foi recentemente descrita com base em dados moleculares. A filogenia aponta uma primeira ramificação separando os táxons Neotropicais dos Paleotropicais. O clado Paleotropical por sua vez se ramificou formando uma linhagem Afrotropical e uma Indo-Malásio/Australásio, sendo que espécies desses dois clados podem ser atualmente encontradas em território Australiano. A possibilidade de estudar as espécies Paleotropicais somada às análises das espécies Neotropicais, atualmente em andamento, torna possível uma análise global da evolução da regulação social e manutenção do monopólio reprodutivo da rainha em abelhas sem ferrão. (AU)

Resumo

A presença de uma casta estéril em insetos sociais apresentou inicialmente uma dificuldade de adequação dentro da teoria da seleção natural. Um comportamento altruísta pode ser evolutivamente estável desde que o ganho com a reprodução indireta na próxima geração supere a perda com a reprodução direta. Nesse modelo, operárias dos himenópteros sociais são favorecidas pela fertilidade da rainha caso ela esteja produzindo fêmeas, mas existe um conflito de interesses na produção de machos. A regulação da reprodução colonial pode ocorrer através de sinais honestos que indiquem a presença de uma rainha fértil na colônia. Recentemente foi mostrada a direta atuação dos hidrocarbonetos cuticulares da rainha na inibição do desenvolvimento ovariano de operárias de formigas e abelhas sem ferrão. As abelhas sem ferrão são um excelente grupo no estudo dessa regulação visto a grande variação de estratégias sócio-evolutivas encontradas. Apesar do crescente número de trabalhos a respeito da ecologia química desses insetos sociais, as técnicas comumente utilizadas apresentam limitações na identificação de compostos de grande peso molecular bem como a localização desses compostos no corpo do individuo. A utilização de uma técnica de espectrometria de massas com ionização por MALDI em duas dimensões para a identificação e localização de toda a gama de compostos cuticulares de rainhas de abelhas sem ferrão é um dos grandes desafios químicos dessas técnicas modernas. Sua aplicação a grupos com diferentes estratégias de regulação social trará um avanço técnico e científico não só para o grupo das abelhas sem ferrão mas todos os insetos sociais, como também fornecerá subsídios para o desenvolvimento na geração de imagens de micro moléculas. (AU)

Resumo

As relações entre flores e abelhas durante a evolução tiveram um importantepapel na adaptação desses insetos, uma vez que elas utilizam os recursos florais (néctare pólen) para sua alimentação. A adaptação a essa estratégia alimentar fica evidente pelapresença de estruturas morfológicas modificadas nessas abelhas, como a corbícula.Além disso, a utilização de recursos florais está presente em praticamente todas asespécies de abelhas sociais. No entanto, algumas espécies de abelhas sem ferrão(Meliponini), apresentam um tipo de comportamento alimentar que difere bastante detodos os outros encontrados em abelhas sociais. No comportamento conhecido comocleptoparasita, as abelhas não visitam flores e conseguem seu alimento através do saquede outras colônias. Este comportamento está presente nos gêneros Lestrimelitta eCleptotrigona. Durante o saque são levados da colônia pilhada, mel, pólen, cerúmen e,principalmente, alimento larval. Apesar de alguns estudos já terem sido realizados,muitas questões inportantes relacionadas à ecologia comportamental docleptoparasitismo ainda não foram respondidas. Pouco se sabe sobre o que motiva aescolha da espécie atacada, bem como sobre os fatores que estão relacionados àfreqüência dos ataques. Além disso, algumas importantes questões a respeito dos fatoresquímicos relacionados aos ataques necessitam de uma análise experimental muito maisrobusta (AU)

Resumo

Dentre os himenópteros sociais, segundo a teoria de seleção de parentesco, em alguns casos podem ocorrer conflitos de interesses, entre rainhas e operárias, na produção dos descendentes. Em um sistema haplodiplóide o número de machos com os quais a rainha copula tem sérias implicações na produção ou não de machos por operárias. Nas abelhas do gênero Apis foi identificado um feromônio produzido pela rainha que além de outras funções atua inibindo o desenvolvimento ovariano das operárias, impedindo, dessa forma, que essas botem ovos que dariam origem a machos. Já no grupo dos Meliponini, é encontrada uma maior diversidade tanto no comportamento quanto na fisiologia no que se refere ao desenvolvimento ovariano e oviposição por operárias. Nesse grupo, algumas espécies apresentam ovários desenvolvidos mesmo na presença da rainha, outras espécies se assemelham as abelhas melíferas apresentando ovários desenvolvidos apenas na ausência da rainha e ainda outras espécies não desenvolvem ovários mesmo quando a colônia se encontra em estado de orfandade. Dessa forma, os Meliponini se configuram um ótimo material biológico para o estudo de questões evolutivas relacionadas aos mecanismos de regulação ovariano de operárias por compostos possivelmente provenientes da rainha, visto que apresentam estágios extremos de regulação bem como estágios intermediários. Dessa forma, o presente projeto visa investigar a possível existência de um feromônio produzido pela rainha e sua possível atuação na regulação social na abelha sem ferrão Friesella schrottkyi. (AU)

Resumo

A capacidade de discriminação entre indivíduos mais ou menos relacionados é de fundamental importância na teoria de Hamilton da Seleção Parental. Além disso, tal capacidade apresenta um papel decisivo na manutenção da integridade de ninho de insetos sociais, sendo decisivo na proteção contra predadores e parasitas. Esses insetos utilizam-se do olfato no reconhecimento, sendo os hidrocarbonetos presentes na cutícula dos indivíduos os responsáveis por mediação. Nos diversos grupos de insetos sociais a origem das pistas de reconhecimento pode de ser de diversas fontes distintas, existindo tanto uma origem endógena quanto uma origem exógena. As pistas de origem endógena são determinadas geneticamente, sendo fundamentais na discriminação entre irmãs completas e meio-irmãs em operárias de abelhas do gênero Apis, por exemplo. As pistas exógenas, por sua vez, podem provir de materiais de construção do ninho, alimentos ou da rainha. Apesar de existir uma grande literatura a respeito dessa aquisição em formigas, cupins, abelhas do gênero Apis e abelhas solitárias, nada é conhecido em abelhas da subfamilia Meliponinae. Dessa forma, o presente projeto tem como principais objetivos a investigação das possíveis origens das pistas utilizadas no reconhecimento em meliponíneos. Utilizando-se, para tal, de testes comportamentais e comparações com análises químicas dos compostos presentes na cutícula dos indivíduos. (AU)

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