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Resumo

A Corrente do Brasil (CB) exerce um papel fundamental na distribuição de energia entre os hemisférios. Ela estoca e redireciona para as latitudes médias do Hemisfério Sul uma porção significativa de calor em períodos de desintensificação da Atlantic Meridional Overturning Circulation (AMOC). Adicionalmente, a CB influencia a precipitação de verão em grande parte do continente sul-americano. Recentemente, anomalias até então desconhecidas da posição e intensidade da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) foram descritas para o Heinrich Stadial (HS) 1 e denominadas "mega-ZCAS". Tais anomalias foram associadas à desintensificação da AMOC e teriam produzido drásticas mudanças no clima da América do Sul. Visto que os HS podem, até certo ponto, ser considerados como análogos pretéritos de condições futuras e que uma redução de até 44% da intensidade da AMOC está prevista para ocorrer até o final do século, um melhor entendimento do fenômeno descrito acima se faz urgente. Este projeto de Doutorado visa reconstituir a variabilidade oceanográfica e climática da porção oeste do Atlântico Sul ao redor de 10,5°S e do continente adjacente durante o último período glacial e posterior deglaciação. Assim, será possível determinar a ocorrência e impacto da mega-ZCAS na porção leste da América do Sul durante o último período glacial. Serão investigados os testemunhos sedimentares marinhos M125-95-2/3 coletados em um sítio sob a influência da CB sujeito ao aporte de sedimentos terrígenos oriundos da bacia de drenagem do rio São Francisco, localizada em grande parte sob a influência da ZCAS. Para estes testemunhos serão realizados modelos de idades baseados em datações 14C, análises de fluorescência de raios-X, análises de isótopos estáveis de oxigênio e carbono, e análises de Mg/Ca. (AU)

Resumo

A Corrente do Brasil (CB) representa o ramo sul da bifurcação da Corrente Sul Equatorial que interage com a margem continental leste e sul do Brasil. A CB exerce um importante papel no controle da intensidade do Sistema de Monção da América do Sul, que é responsável pela precipitação de verão em grande parte do continente sul-americano. Além disto, a CB é influenciada pela Célula de Revolvimento Meridional do Atlântico cujas oscilações pretéritas em intensidade foram responsáveis por mudanças abruptas no clima global.Atualmente, os poucos registros paleoceanográficos disponíveis no oeste do Atlântico Sul não permitem uma reconstituição detalhada das mudanças ocorridas na CB durante último período glacial. Esta proposta de estágio de pesquisa visa reconstituir a variabilidade da temperatura da superfície do mar da CB ao redor de 32°S entre 19.000 e 33.000 anos antes do presente através de análises de Mg/Ca em testas de foraminíferos planctônicos. Para tanto será investigado um testemunho sedimentar marinho coletado na margem continental sul do Brasil em um sítio sob a influência da CB. (AU)

Resumo

A circulação meridional do Atlântico (AMOC) desempenha um papel fundamental na circulação e no clima do Atlântico e adjacências. Resultados de modelos globais acoplados oceano-atmosfera indicam um enfraquecimento da AMOC para as próximas décadas. Modelos conceituais e numéricos sugerem que períodos de mudanças climáticas abruptas do Quaternário tardio deveriam produzir marcantes alterações na geometria de massas de água profundas da porção oeste do Atlântico Sul. No entanto, a verificação desta hipótese ainda não foi possível, principalmente em função da carência de registros paleoceanográficos adequados. Consequentemente, aprofundar a compreensão da resposta da porção oeste do Atlântico Sul às mudanças na AMOC é questão de suma importância. Neste projeto serão obtidos e utilizados resultados de análises isotópicas de oxigênio e carbono em testas de foraminíferos epibentônicos de três testemunhos sedimentares marinhos da porção oeste tropical do Atlântico Sul para: (i) reconstituir a geometria das massas de água profundas da porção oeste do Atlântico Sul tropical desde o Estágio Isotópico Marinho 3, e (ii) verificar a existência/ausência de relação entre as mudanças na geometria das massas de águas profundas e alterações na intensidade da AMOC em escala milenar. (AU)

Resumo

Modelos conceituais e numéricos indicam que mudanças abruptas na circulação meridional do Atlântico teriam afetado a porção superior da Corrente do Brasil, mas esta hipótese carece de comprovação. Neste projeto serão utilizados resultados de análises isotópicas de oxigênio em testas de foraminíferos planctônicos para: (i) reconstituir a estratificação da porção superior da coluna de água da Corrente do Brasil na região do Banco de Abrolhos durante os últimos 48.000 anos; e (ii) verificar se as mudanças reconstituídas estão relacionadas a alterações na intensidade da circulação meridional do Atlântico. (AU)

Resumo

A Circulação Meridional do Atlântico (AMOC) desempenha um papel fundamental na circulação e no clima do Atlântico e adjacências. Resultados de modelos globais acoplados oceano-atmosfera indicam um enfraquecimento da AMOC para as próximas décadas. Modelos conceituais e numéricos sugerem que períodos de mudanças climáticas abruptas do Quaternário tardio deveriam produzir marcantes alterações na geometria de massas de água profundas da porção oeste do Atlântico Sul. No entanto, a verificação desta hipótese ainda não foi possível, principalmente em função da carência de registros paleoceanográficos adequados. Consequentemente, aprofundar a compreensão da resposta da porção oeste do Atlântico Sul às mudanças na AMOC é questão de suma importância. Neste projeto serão obtidos e utilizados resultados de análises isotópicas de oxigênio e carbono em testas de foraminíferos epibentônicos de três testemunhos sedimentares marinhos da porção oeste tropical do Atlântico Sul para: i) reconstituir a geometria das massas de água profundas da porção oeste do Atlântico Sul tropical desde o Estágio Isotópico Marinho 3, e ii) verificar a existência/ausência de relação entre as mudanças na geometria das massas de águas profundas e alterações na intensidade da AMOC em escala milenar. (AU)

Resumo

A Corrente do Brasil (CB) representa o ramo sul da bifurcação da Corrente Sul Equatorial que interage com a margem continental leste e sul do Brasil. A CB exerce um importante papel no controle da intensidade do Sistema de Monção da América do Sul, que é responsável pela precipitação de verão em grande parte do continente sul-americano. Além disto, esta corrente é marcantemente influenciada pela Célula de Revolvimento Meridional do Atlântico cujas oscilações pretéritas em intensidade foram responsáveis por mudanças abruptas no clima global.Atualmente, os poucos registros paleoceanográficos disponíveis no sudoeste do Atlântico Sul não permitem uma reconstituição detalhada das mudanças ocorridas na CB entre o último período glacial e o interglacial atual.Diante do exposto, este projeto de mestrado visa reconstituir a variabilidade da CB ao redor de 32oS durante os Estágios Isotópicos Marinhos 1-3, bem como seus impactos no clima da porção sudeste da América do Sul. Para tanto serão investigados dois testemunhos sedimentares marinhos coletados na margem continental sul do Brasil em um sítio sob a influência da CB. Para estes testemunhos serão realizados modelos de idades baseados em datações 14C, análises de isótopos estáveis de oxigênio e carbono em testas de foraminíferos planctônicos e análises de fluorescência de raios-X em amostras de sedimento total. (AU)

Resumo

A circulação meridional do Atlântico é um componente central do sistema climático. Modelos conceituais indicam que períodos de mudanças climáticas abruptas do Quaternário tardio deveriam estar associados a marcantes alterações na geometria das massas de água profunda da porção oeste do Atlântico equatorial. No entanto, a verificação desta hipótese ainda não foi possível, principalmente em função da carência de registros paleoceanográficos adequados. Neste projeto serão utilizados resultados de análises isotópicas de oxigênio e carbono em testas de foraminíferos bentônicos para: (i) reconstituir a geometria das massas de água profunda da porção oeste do Atlântico equatorial durante o Quaternário tardio; (ii) verificar se existe uma relação entre as mudanças na geometria das massas de água profunda e alterações na intensidade da circulação meridional do Atlântico; e (iii) propor um mecanismo que acople ambos fenômenos. (AU)

Resumo

A circulação meridional do Atlântico (AMOC) desempenha um papel fundamental na oceanografia e no clima do Atlântico e dos continentes vizinhos. Resultados de modelos globais acoplados oceano-atmosfera indicam uma desintensificação da AMOC para as próximas décadas. Portanto, a compreensão aprofundada da resposta da porção oeste do Atlântico às mudanças na AMOC em diversas escalas temporais é uma questão de suma importância. Neste projeto propõe-se reconstituir mudanças na estratificação da porção superior da coluna de água além da geometria das massas de águas profundas da porção oeste do Atlântico desde o Estágio Isotópico Marinho 3 para verificar a resposta da porção oeste do Atlântico às mudanças na AMOC nas escalas de tempo milenar a sazonal. Para atingir este objetivo serão efetuadas análises de isótopos de oxigênio e carbono além de razões Mg/Ca em foraminíferos planctônicos e bentônicos de 18 testemunhos sedimentares provenientes da porção oeste do Atlântico tropical e subtropical. Os testemunhos sedimentares terão modelos de idades baseados em datações 14C AMS obtidas em amostras monoespecíficas de foraminíferos. Adicionalmente, a variabilidade na precipitação continental será detalhada por meio de análises geoquímicas em amostras de sedimento total. Com este projeto espera-se: (i) contribuir de maneira significativa para o debate dos possíveis impactos que mudanças futuras na AMOC possam ter sobre a porção oeste do Atlântico; (ii) estabelecer um grupo de pesquisas do mais alto nível em paleoceanografia/paleoclimatologia na Escola de Artes, Ciências e Humanidades, USP; e (iii) montar nesta mesma instituição um laboratório de ponta especializado em análises de isótopos estáveis de oxigênio e carbono em diminutas amostras de carbonatos (i.e., ca. 10 microg). (AU)

Resumo

Um forte aumento na precipitação sobre a porção sudeste da América do Sul (SEAS) está previsto para as próximas décadas. Este aumento pode implicar em significativos transtornos e perdas nas áreas urbanas e rurais assim como em uma intensificação na erosão continental e no aporte de sedimentos para a porção oeste subtropical do Atlântico Sul. Uma forma de diminuir as marcantes incertezas associadas ao comportamento futuro da erosão continental é estudar os efeitos que significativas alterações pretéritas na precipitação sobre o SEAS tiveram sobre o aporte de sedimentos ao ambiente marinho. Neste projeto propomos reconstituir a taxa de acumulação de sedimentos siliciclásticos ao longo do talude continental do SEAS durante os últimos 8.000 anos, de modo a verificar se períodos-chave de mudanças na precipitação sobre o SEAS (e.g., Holoceno Médio, Holoceno Superior) estiveram relacionados a variações na erosão e no aporte de sedimentos siliciclásticos para a porção oeste subtropical do Atlântico Sul. Este objetivo será atingido por meio da datação 14C AMS de diversas amostras de foraminíferos planctônicos provenientes de testemunhos sedimentares coletados entre as latitudes 27 e 39oS coletados ao largo do SEAS. (AU)

Resumo

A porção sudeste da América do Sul (SEAS) é a região mais densamente povoada e com a maior produtividade agrícola do continente, dependendo marcantemente da precipitação associada ao Sistema de Monção da América do Sul (SMAS). Portanto, a compreensão aprofundada da atividade do SMAS em diversas escalas temporais é uma questão de suma importância para a região. Neste projeto propõe-se reconstituir a temperatura da superfície do mar e da termóclina da porção oeste do Atlântico Sul subtropical desde o Último Máximo Glacial para verificar se períodos de marcantes mudanças na precipitação sobre o SEAS (e.g., Heinrich Stadial 1, Bølling-Allerød, Younger Dryas, Holoceno médio) estiveram relacionados a mudanças na temperatura da superfície do mar no oeste do Atlântico Sul subtropical bem como à migração latitudinal da Zona de Confluência Brasil-Malvinas. Para atingir este objetivo serão efetuadas análises de Mg/Ca e de isótopos de oxigênio em foraminíferos planctônicos de três testemunhos sedimentares provenientes da porção oeste do Atlântico Sul subtropical. Os testemunhos sedimentares terão modelos de idades baseados em datações 14C AMS obtidas em amostras monoespecíficas de foraminíferos. Adicionalmente, a variabilidade na precipitação continental será detalhada por meio de análises geoquímicas em amostras de sedimento total. Com este projeto espera-se contribuir de maneira significativa para o debate dos possíveis impactos das mudanças climáticas futuras sobre o SEAS. (AU)

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