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Resumo

O problema filosófico que está em questão é como interpretar a afirmação boeciana de que substâncias são boas porque são. Com isto Boécio quer dizer que ao predicar Ser das substâncias (i.e., dizer "substâncias são"), portanto se pode predicar conversamente que "são boas"? Ser e Bem seriam convertíveis um ao outro e, pois, co-extensivos? Ou ainda poderia ser o caso em que Ser implicaria ser bom, mas Bem não implicaria Ser? O Bem seria então, assim como em Platão, mais extenso que Ser, e Ser implicaria Bem, porque justamente todo Ser é bom? São essas as questões que nos interessam neste nosso projeto. (AU)

Resumo

Boécio escreveu uma série de tratados teológicos. Aquele que nos interessa particularmente ficou conhecido como de Hebdomadibus, devido a uma referência textual esotérica ao número sete, que não se sabe ao certo se foram o número de dias em que ele discutira com um interlocutor, ou ainda, talvez, o número dos axiomas fundamentais para a discussão de sua questão (embora haja nove axiomas, eles poderiam ser reduzidos a sete). A questão que anima nossa pesquisa é a consolidação do vocabulário filosófico do ser, por meio da latinização de Aristóteles sob o neoplatonismo tardo-antigo; nisto Boécio é o maior representante, assim como sua obra mais original: o pequeno tratado de Hebdomadibus, que versa justamente sobre a questão de como as substâncias podem ser boas em virtude do fato de que têm ser, sem que sejam bens substanciais. (AU)

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