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Baco e os patronos da poesia na Roma Augustana

Processo:16/11825-9
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência: 01 de setembro de 2016 - 30 de novembro de 2016
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Letras - Línguas Clássicas
Pesquisador responsável:Paulo Martins
Beneficiário:
Supervisor no Exterior: Andrew Feldherr
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Local de pesquisa: Princeton University (Estados Unidos)
Resumo

Baco (também chamado de Liber/Lyaeus/Lenaeus) desempenha diferentes papéis na poesia Augustana, sendo principalmente apresentado como divindade simpótica e orgiástica, patrono da poesia e herói deificado. Esta pesquisa analisará as associações entre Baco e patronagem na poesia Augustana, levando em consideração questões de celebração simpótica e poética dionisíaca. O enfoque principal é sobre Líber como alegoria para os poderes dos reais patronos da poesia na Roma Augustana. Serão investigados: como as relações entre poetas e patronos se dão por mediação do - ou identificação com o - ambivalente Baco; e também o simpósio (presidido por Líber) como cenário metafórico da relação de amizade entre poetas e patronos. A amizade (amicitia) entre os participantes de um simpósio pressupunha a libertas, que também era uma prerrogativa do poeta. Libertas tem forte conotação política na República Romana. Como discurso livre, ela também é palavra técnica que se refere aos gêneros poéticos. Baco, como solta-língua, concede libertas no simpósio, o que pode ter diversas implicações, e essa característica o torna uma figura interessante para os poetas Augustanos, que se esforçavam por conciliar panegírico com discurso livre. (AU)

Baco em Horácio

Processo:15/21921-2
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência: 01 de janeiro de 2016 - 31 de março de 2016
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Letras - Literaturas Clássicas
Pesquisador responsável:Paulo Martins
Beneficiário:
Supervisor no Exterior: William Fitzgerald
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Local de pesquisa: King's College London (Inglaterra)
Assunto(s):PoéticaImagem
Resumo

A celebração de Baco era um tema favorito entre os poetas augustanos, que consideravam este deus como fonte de engenho e do conhecimento secreto dos poetas. Como deus do vinho, da poesia e símbolo de libertas, Baco desempenha um importante papel na poesia simpótica de Horácio. As Odes e Epodos são fontes de exemplos das representações de Baco na poesia, enquanto as Epístolas, Sátiras e Arte Poética tocam em algumas questões-chave da poética dionisíaca. A pesquisa "Baco em Horácio" explora as representações de Baco com enfoque especial na poética dionisíaca em quatro temas associados a esse deus em Horácio: a política, a guerra, o amor e o ofício do poeta. O principal objetivo consiste em observar de que modo Horácio utiliza o repertório dionisíaco em certas metáforas, símiles e alegorias, adaptando a deidade para novos interesses em questão. Esta pesquisa fornecerá bases sólidas para o estudo de Baco na poesia latina, abrangendo questões de poética e celebração simpótica em Horácio. (AU)

Resumo

Esta pesquisa ocupa-se da realização das anotações, comentários, tradução dos dois primeiros livros de Elegia de Propércio, além de a realização de dois ensaios: um a respeito das novas perspectivas à obra de Propércio e o segundo a respeito das visualidades poéticas nos dois primeiros livros. (AU)

Amor nas Odes de Horácio

Processo:12/10577-0
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado
Vigência: 12 de setembro de 2012 - 11 de dezembro de 2012
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Letras - Línguas Clássicas
Pesquisador responsável:Paulo Martins
Beneficiário:
Supervisor no Exterior: William Fitzgerald
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Local de pesquisa: King's College London (Inglaterra)
Assunto(s):ElegiaPoéticaAmor
Resumo

O projeto de pesquisa "Amor nas Odes de Horácio" tem por objetivo o estudo das imagens do Amor personificado (Puer/Iocus/Cupido) nas Odes 1.2, 1.19, 1.32, 2.8, 3.27, 4.1 e 4.13, as quais pertencem a uma coleção de quatro livros de poemas de Horácio, as Odes, a qual apresenta excepcional variedade de temas e formas líricas. Este estudo envolve questões relativas aos gêneros poéticos na poesia latina em que serão discutidas as relações entre a presença de Cupido e aspectos referentes à métrica, à matéria e à elocução de cada umas das Odes analisadas. É, ainda, preocupação da pesquisa estudar nessas Odes aspectos relativos à organização dos livros, à ordem dos poemas e das palavras, à estrutura das frases e às figuras de linguagem. (AU)

Descritividade e narratividade: quadros idílicos de Virgílio

Processo:11/06855-2
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Pesquisa
Vigência: 12 de fevereiro de 2012 - 11 de maio de 2012
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Letras - Literaturas Clássicas
Pesquisador responsável:Paulo Martins
Beneficiário:
Anfitrião: Martin Dinter
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Local de pesquisa: King's College London (Inglaterra)
Assunto(s):PoesiaPoética
Resumo

O gênero Idílio (eidyllion) está fundado no caráter visual: não é à toa que nome do gênero, seja ele antigo, seja tardio, tenha o mesmo étimo de eidos, "imagem", e eidolon, "imagem mental ". Dos idílios, a matéria bucólica é parte nos autores gregos (Teócrito, Mosco e Bíon), mas não em Virgílio, em que comparece em todos os poemas desse gênero, agora também chamado "bucólico". Em suma, se nos autores gregos não se podem rigorosamente identificar idílio e bucólica, em Virgílio eles coincidem. Em Virgílio, pois, a poesia bucólica é gênero poético cujo cerne é a visualidade ou visualização daquilo que é operado verbalmente; pode, portanto, ser considerada como a "pintura que fala", parafraseando Simônides. A visualidade tem uma relação indene e essencial com os preceitos retórico-poéticos que norteiam a écfrase, que grosso modo se pode entender por "descrição". A écfrase na verdade pretende produzir a enargia (enárgeia), isto é, a vividez da descrição. Tal qualidade descritiva, que pode ser entendida retoricamente como virtude da elocução, é elemento textual particularmente estratégico porque imprime movimento aos elementos estáticos da imagem, isto é, transforma, na imagem, o que é estático em cinético e assim une descrição, cuja matéria em princípio são só objetos e cenas, a narração, cuja matéria são ações e eventos. Bem por causa da enargia, a descrição, que então será ecfrástica, difere das meras descrições de objetos estáticos. Assim esta pesquisa além de verificar as marcas estilísticas da écfrase nas Bucólicas de Virgílio, propõe-se a indicar características linguísticas específicas dessa descritividade que tende à narratividade. (AU)

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