Busca avançada
Ano de início
Entree
X

Criar um alerta por e-mail


Novos resultados para a sua pesquisa em seu e-mail, semanalmente.

Seu e-mail:

Tamanho do e-mail:



Seu endereço de e-mail não será divulgado.
Refine sua pesquisa
Pesquisa
  • Uma ou mais palavras adicionais
Publicações científicas
Excel (CSV)Alerta por e-mail   RSS
2 resultado(s)
|
Resumo

A circulação meridional do Atlântico (AMOC) desempenha um papel fundamental na oceanografia e no clima do Atlântico e dos continentes vizinhos. Resultados de modelos globais acoplados oceano-atmosfera indicam uma desintensificação da AMOC para as próximas décadas. Portanto, a compreensão aprofundada da resposta da porção oeste do Atlântico às mudanças na AMOC em diversas escalas temporais é uma questão de suma importância. Neste projeto propõe-se reconstituir mudanças na estratificação da porção superior da coluna de água além da geometria das massas de águas profundas da porção oeste do Atlântico desde o Estágio Isotópico Marinho 3 para verificar a resposta da porção oeste do Atlântico às mudanças na AMOC nas escalas de tempo milenar a sazonal. Para atingir este objetivo serão efetuadas análises de isótopos de oxigênio e carbono além de razões Mg/Ca em foraminíferos planctônicos e bentônicos de 18 testemunhos sedimentares provenientes da porção oeste do Atlântico tropical e subtropical. Os testemunhos sedimentares terão modelos de idades baseados em datações 14C AMS obtidas em amostras monoespecíficas de foraminíferos. Adicionalmente, a variabilidade na precipitação continental será detalhada por meio de análises geoquímicas em amostras de sedimento total. Com este projeto espera-se: (i) contribuir de maneira significativa para o debate dos possíveis impactos que mudanças futuras na AMOC possam ter sobre a porção oeste do Atlântico; (ii) estabelecer um grupo de pesquisas do mais alto nível em paleoceanografia/paleoclimatologia na Escola de Artes, Ciências e Humanidades, USP; e (iii) montar nesta mesma instituição um laboratório de ponta especializado em análises de isótopos estáveis de oxigênio e carbono em diminutas amostras de carbonatos (i.e., ca. 10 microg). (AU)

Resumo

A porção sudeste da América do Sul (SEAS) é a região mais densamente povoada e com a maior produtividade agrícola do continente, dependendo marcantemente da precipitação associada ao Sistema de Monção da América do Sul (SMAS). Portanto, a compreensão aprofundada da atividade do SMAS em diversas escalas temporais é uma questão de suma importância para a região. Neste projeto propõe-se reconstituir a temperatura da superfície do mar e da termóclina da porção oeste do Atlântico Sul subtropical desde o Último Máximo Glacial para verificar se períodos de marcantes mudanças na precipitação sobre o SEAS (e.g., Heinrich Stadial 1, Bølling-Allerød, Younger Dryas, Holoceno médio) estiveram relacionados a mudanças na temperatura da superfície do mar no oeste do Atlântico Sul subtropical bem como à migração latitudinal da Zona de Confluência Brasil-Malvinas. Para atingir este objetivo serão efetuadas análises de Mg/Ca e de isótopos de oxigênio em foraminíferos planctônicos de três testemunhos sedimentares provenientes da porção oeste do Atlântico Sul subtropical. Os testemunhos sedimentares terão modelos de idades baseados em datações 14C AMS obtidas em amostras monoespecíficas de foraminíferos. Adicionalmente, a variabilidade na precipitação continental será detalhada por meio de análises geoquímicas em amostras de sedimento total. Com este projeto espera-se contribuir de maneira significativa para o debate dos possíveis impactos das mudanças climáticas futuras sobre o SEAS. (AU)

2 resultado(s)
|
Exportar 0 registro(s) selecionado(s)
Marcar todos desta pagina | Limpar seleção