Busca avançada

X

Criar um alerta por e-mail


Novos resultados para a sua pesquisa em seu e-mail, semanalmente.

Seu e-mail:

Tamanho do e-mail:



Seu endereço de e-mail não será divulgado.

Refine sua pesquisa

Pesquisa
  • Uma ou mais palavras adicionais
Publicações científicas
Publicações acadêmicas
Excel (CSV)Alerta por e-mail   RSS
7 resultado(s)
|
Resumo

Modelos conceituais e numéricos indicam que mudanças abruptas na circulação meridional do Atlântico teriam afetado a porção superior da Corrente do Brasil, mas esta hipótese carece de comprovação. Neste projeto serão utilizados resultados de análises isotópicas de oxigênio em testas de foraminíferos planctônicos para: (i) reconstituir a estratificação da porção superior da coluna de água da Corrente do Brasil na região do Banco de Abrolhos durante os últimos 48.000 anos; e (ii) verificar se as mudanças reconstituídas estão relacionadas a alterações na intensidade da circulação meridional do Atlântico. (AU)

Resumo

A Circulação Meridional do Atlântico (AMOC) desempenha um papel fundamental na circulação e no clima do Atlântico e adjacências. Resultados de modelos globais acoplados oceano-atmosfera indicam um enfraquecimento da AMOC para as próximas décadas. Modelos conceituais e numéricos sugerem que períodos de mudanças climáticas abruptas do Quaternário tardio deveriam produzir marcantes alterações na geometria de massas de água profundas da porção oeste do Atlântico Sul. No entanto, a verificação desta hipótese ainda não foi possível, principalmente em função da carência de registros paleoceanográficos adequados. Consequentemente, aprofundar a compreensão da resposta da porção oeste do Atlântico Sul às mudanças na AMOC é questão de suma importância. Neste projeto serão obtidos e utilizados resultados de análises isotópicas de oxigênio e carbono em testas de foraminíferos epibentônicos de três testemunhos sedimentares marinhos da porção oeste tropical do Atlântico Sul para: i) reconstituir a geometria das massas de água profundas da porção oeste do Atlântico Sul tropical desde o Estágio Isotópico Marinho 3, e ii) verificar a existência/ausência de relação entre as mudanças na geometria das massas de águas profundas e alterações na intensidade da AMOC em escala milenar. (AU)

Resumo

A Corrente do Brasil (CB) representa o ramo sul da bifurcação da Corrente Sul Equatorial que interage com a margem continental leste e sul do Brasil. A CB exerce um importante papel no controle da intensidade do Sistema de Monção da América do Sul, que é responsável pela precipitação de verão em grande parte do continente sul-americano. Além disto, esta corrente é marcantemente influenciada pela Célula de Revolvimento Meridional do Atlântico cujas oscilações pretéritas em intensidade foram responsáveis por mudanças abruptas no clima global.Atualmente, os poucos registros paleoceanográficos disponíveis no sudoeste do Atlântico Sul não permitem uma reconstituição detalhada das mudanças ocorridas na CB entre o último período glacial e o interglacial atual.Diante do exposto, este projeto de mestrado visa reconstituir a variabilidade da CB ao redor de 32oS durante os Estágios Isotópicos Marinhos 1-3, bem como seus impactos no clima da porção sudeste da América do Sul. Para tanto serão investigados dois testemunhos sedimentares marinhos coletados na margem continental sul do Brasil em um sítio sob a influência da CB. Para estes testemunhos serão realizados modelos de idades baseados em datações 14C, análises de isótopos estáveis de oxigênio e carbono em testas de foraminíferos planctônicos e análises de fluorescência de raios-X em amostras de sedimento total. (AU)

Resumo

Um forte aumento na precipitação sobre a porção sudeste da América do Sul (SEAS) está previsto para as próximas décadas. Este aumento pode implicar em significativos transtornos e perdas nas áreas urbanas e rurais assim como em uma intensificação na erosão continental e no aporte de sedimentos para a porção oeste subtropical do Atlântico Sul. Uma forma de diminuir as marcantes incertezas associadas ao comportamento futuro da erosão continental é estudar os efeitos que significativas alterações pretéritas na precipitação sobre o SEAS tiveram sobre o aporte de sedimentos ao ambiente marinho. Neste projeto propomos reconstituir a taxa de acumulação de sedimentos siliciclásticos ao longo do talude continental do SEAS durante os últimos 8.000 anos, de modo a verificar se períodos-chave de mudanças na precipitação sobre o SEAS (e.g., Holoceno Médio, Holoceno Superior) estiveram relacionados a variações na erosão e no aporte de sedimentos siliciclásticos para a porção oeste subtropical do Atlântico Sul. Este objetivo será atingido por meio da datação 14C AMS de diversas amostras de foraminíferos planctônicos provenientes de testemunhos sedimentares coletados entre as latitudes 27 e 39oS coletados ao largo do SEAS. (AU)

Resumo

Ciclos naturais de variabilidade climática podem interferir com efeitos antropogênicos acarretando a transposição de limiares essenciais do sistema climático. Registros climáticos instrumentais são adequados ao estudo da variabilidade climática interanual, mas não são extensos o suficiente para permitir o estudo da variabilidade climática decadal e multidecadal. Neste projeto, a descarga do Rio Amazonas será reconstituída desde aproximadamente 1400 A.D. com alta resolução temporal. Esta reconstituição será alcançada por meio de indicadores isotópicos, geoquímicos e sedimentológicos analisados em testemunhos sedimentares coletados sob a pluma de baixa salinidade do Rio Amazonas na plataforma continental Amazônica. Os resultados deste projeto permitirão um passo significativo no sentido da detecção de ciclos naturais de variabilidade climática com períodos decadais e multidecadais além de contribuir decisivamente no desacoplamento dos efeitos naturais e antropogênicos sobre o clima amazônico. (AU)

Padrão de fraturamento do maciço alcalino de Passa Quatro (sp-mg-rj)

Processo:01/11126-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência: 01 de março de 2002 - 29 de fevereiro de 2004
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geologia
Pesquisador responsável:Claudio Riccomini
Beneficiário:
Instituição-sede: Instituto de Geociências (IGC). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Assunto(s):Cenozoico
Resumo

O maciço Alcalino de Passa Quatro é um batólito mesozóico-cenozóico, de forma elíptica, localizado na divisa tríplice dos estados de SP - MG - RJ. Apesar da sua localização entre as duas maiores cidades do país, é ainda hoje um local praticamente desconhecido devido principalmente à dificuldade de acesso às suas porções mais elevadas. A exemplo de outros corpos alcalinos contemporâneos já estudados, acredita-se que suas rochas registraram boa parte da evolução tectônica cenozóica do sudeste do Brasil. Este projeto objetiva caracterizar o padrão de fraturamento do maciço (geometria e cinemática) bem como correlacioná-lo com a evolução tectônica mesozóico-cenozóica do sudeste do país. Para tal, serão efetuados: (1) modelos numéricos do terreno; (2) mapas morfométricos e de lineamentos morfoestruturais; (3) levantamentos de campo; (4) análises petrográficas; (5) tratamento dos dados estruturais; (6) esboço geológico do maciço; e (7) correlação com os modelos de evolução tectônica propostos na literatura. (AU)

Resumo

Este projeto de iniciação científica objetiva caracterizar a hidrogeoquímica da zona não saturada do aqüífero adamantina na cidade de Urânia/SP. Pretende-se (1) produzir dados hidrogeoquímicos em campo através da coleta e análises de amostras de água; (2) tratar os dados hidrogeoquímicos em programas específicos; (3) caracterizar os minerais em processo de intemperismo, definindo sua contribuição a composição da água da zona não saturada; e (4) comparar os dados de mineralogia e qualidade da água. (AU)

7 resultado(s)
|
Exportar 0 registro(s) selecionado(s)
Marcar todos desta pagina | Limpar seleção