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Resumo

Pionus maximiliani é uma espécie de psitacídeo amplamente distribuída, ocorrendo desde o nordeste do Brasil até o norte da Argentina. O complexo P maximiliani atualmente compreende quatro subespécies: Pionus maximiliani maximiliani, P. m. siy, P. m. melanoblepharus e P. m. lacerus. De acordo com a literatura, a forma nominal ocorre na Caatinga, siy e lacerus habitam o Chaco enquanto melanoblepharus ocorre na Mata Atlântica e Cerrado. Dados preliminares sugerem que P. maximiliani esteja restrita a florestas ripárias e de galeria ao longo dos biomas da chamada diagonal árida, onde ocorre. Sua ampla distribuição e ocorrência tanto em biomas florestais como biomas de vegetação aberta permite a oportunidade de realizar uma análise filogeográfica com o objetivo de testar a independência entre as linhagens que ocorrem em biomas florestais e biomas áridos e para alcançar este objetivo a análise multilocus será empregada entre outros testes para avaliar a diferenciação genética entre as populações e inferir o tempo de divergência entre elas. (AU)

Resumo

A falta de dados sobre a ecologia de muitas espécies ameaçadas é um fator que impede a elaboração de estratégias de conservação e o manejo em vida livre e ameaça iniciativas de reintrodução no ambiente natural. O mutum-do-sudeste Crax blumenbachii faz parte de um dos grupos de aves mais ameaçados das Américas. Esta espécie é restrita a Mata Atlântica de tabuleiro e ocorria nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia, mas hoje está restrita a poucos fragmentos de Mata Atlântica no sul da Bahia e Norte do Espírito Santo, sendo globalmente classificada como "Em Perigo" devido ao desmatamento e a caça. Pouco se sabe sobre a biologia e o status dessa espécie que nunca havia sido estudada em vida livre. Entre Março de 2012 e Fevereiro de 2013 conduzimos campanhas mensais para a coleta de dados de densidade populacional e seleção de habitat de Crax blumenbachii na Reserva Natural Vale. Este projeto faz parte do projeto de mestrado (processo: 2012/08265-0) financiado pela FAPESP e tem como objetivo a realização de um estágio no exterior em um laboratório de Ecologia na Universidade de Alicante na Espanha para aprimorar o conhecimento do pesquisador principal em análises estatísticas, utilizando o programa DISTANCE e a linguagem de programação R. Os resultados serão extremamente importantes para que estratégias de manejo para a conservação do mutum-do-sudeste possam ser elaboradas e implementadas e as análises e linguagem de programação a serem aprendidas/aprimoradas neste estágio possuem aplicação imediata em projetos de conservação de outras espécies ameaçadas, ampliando a importância deste estágio e possibilitando a difusão do conhecimento em outros grupos de pesquisa brasileiros. (AU)

Resumo

Ferramentas de pesquisa como modelos ecológicos e sensoreamento remoto têm mostrado utilidade crescente na compreensão do comportamento de populações e sistemas naturais e nas tomadas de decisões em conservação, mas ainda são utilizadas timidamente em estudos de biologia e conservação de aves de rapina, ainda mais para as espécies Neotropicais. A perda e degradação de hábitat é crescente na maioria das formações naturais não-florestais brasileiras, e a preocupação com a conservação da biodiversidade nesses biomas, da qual aves de rapina têm um importante papel com alto valor biológico, é justificada. Os objetivos deste projeto são determinar como a comunidade de aves de rapina do Cerrado e Pantanal do Mato Grosso do Sul responderão à mudanças de uso do solo e do clima ao longo prazo. Serão utilizados modelos ecológicos para avaliar relações entre dados de contagens de aves de rapina em hábitat abertos em um período de três anos, dados de mudanças de uso do solo mensuradas a partir de imagens de sensoriamento remoto, e nicho climático mensurado a partir de bases de dados climáticos. Vamos: (1) Avaliar os efeitos da sazonalidade e transformação e fragmentação de hábitat em características da comunidade de rapinantes; (2) projetar a distribuição de espécies selecionadas e possíveis mudanças de distribuição entre estações e para cenários climáticos futuros utilizando Modelos de Nicho Ecológico; (3) investigar a adequabilidade das espécies estudadas como indicadores de qualidade ambiental; e (4) planejar um programa de monitoramento de aves de rapina de longo prazo para a área de estudo. (AU)

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