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Resumo

Introdução: As infecções de corrente sangüínea (ICS) são importantes causas de morbidade e mortalidade. Objetivos: Primário: Avaliar as características epidemiológicas das ICS hospitalares no Brasil, a distribuição das espécies e o perfil de resistência dos patógenos causadores de infecção. Secundário: Avaliar as características acima descritas em pacientes transplantados. Desenho do Estudo: Os dados clínicos serão colhidos de forma prospectiva pelos controlados de infecção dos centros brasileiros selecionados que submeterão as informações para o centro coordenador do projeto (UNIFESP) com envio de cada isolado microbiológico. Materiais e Métodos: Os critérios de inclusão serão os seguintes: 1)As ICS hospitalares serão definidas pelo isolamento de uma ou mais amostras de hemoculturas positivas em pelo menos 48 horas de admissão com organismo patogênico. 2)Episódios repetitivos de ICS num mesmo paciente serão excluídos; porém novos episódios de ICS que ocorram num mesmo paciente em diferentes admissões serão considerados como casos separados. 3)Os hospitais brasileiros que participarem do estudo deverão participar por pelo menos 12 meses. Os hospitais que não participarem do tempo mínimo estipulado estarão excluídos do estudo. 4)As taxas de incidência das ICS deverão ser calculadas pelo numero de ICS por 10.000 admissões hospitalares. Para o cálculo das taxas de incidência, deverão ser coletados dados sobre as admissões hospitalares de cada hospital. A identificação dos isolados de hemoculturas bem como os testes de sensibilidade (com metodologia rotineiramente utilizada) deverão ser realizados pelos laboratórios afiliados aos centros hospitais brasileiros incluídos no estudo. Todos os laboratórios afiliados deverão ter uma certificação (Sociedade Brasileira de Patologia) e todos deverão utilizar metodologia microbiológica consistente com os critérios adotados pelo Clinical and Laboratory Standards Institute (CLSI, antes NCCLS). Os laboratórios que não cumprirem com esses padrões descritos anteriormente, deverão encaminhar as amostras para o Laboratório Especial de Microbiologia Clínica da Unifesp (LEMC) ou outro laboratório que seja designado para realizar a função de re-identificação e de testes de sensibilidade. (AU)

Resumo

Com base em uma hipótese prévia de relações do gênero Moenkhausia, Bario steindachneri forma um grupo monofilético com espécies de Moenkhausia, sustentado por cinco caracteres morfológicos derivados. Considerando a não relação desse grupo com Moenkhausia xinguensis, espécie tipo do gênero, Bario foi então expandido para abrigar as espécies componentes desse clado. Devido aos baixos índices de consistência, retenção e de decaimento verificados nessa hipótese prévia, pretendemos aqui, através de novas análises morfológicas e de dados moleculares, testar a hipótese de que de Bario steindachneri forma um grupo monofilético junto com as espécies Moenkhausia sp. n. “Chapada Diamantina”, M. diktyota, M. cotinho, M. pyrophthalma, M. oligolepis e M. sanctaefilomenae e desta forma, confirmar ou refutar a proposta de um gênero Bario expandido. (AU)

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