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Resumo

Estudos em humanos e animais demonstram que o exercício físico influencia vários aspectos da função cerebral e pode exercer grandes efeitos benéficos na saúde cerebral. O exercício físico ativa cascatas celulares e moleculares que aumentam e mantém a plasticidade cerebral, induz expressão de genes associados à plasticidade, promove neurogênese e aumento da vascularização e metabolismo cerebral. Estas alterações funcionais e estruturais têm sido observadas em várias regiões do sistema nervoso central, mas tem sido mais bem estudada no hipocampo, região de enfoque neste projeto. O mecanismo chave para estes benefícios é a indução de fatores tróficos centrais e periféricos. O BDNF é fundamental para estes mecanismos e apresenta significativamente aumentado durante o exercício. O aumento dos níveis de BDNF cerebral é controlado pela atividade neuronal, neurotransmissores e interações com fatores periféricos como o estrogênio e nutrição. Mecanismos que interferem com a sinalização dos fatores neurotróficos, especificamente a inflamação, são modulados pelo exercício no sistema nervoso periférico e central. Neste projeto examinaremos a influência do exercício agudo na sinaptogênese das fibras musgosas do hipocampo, do exercício agudo e crônico nos sistemas opióide e canabinóide, do ciclo circadiano na plasticidade cerebral induzida pelo exercício físico, de diferentes intensidades de exercício no desenvolvimento cerebral e no processo inflamatório cerebral e por fim, a associação da nutrição e exercício físico na plasticidade cerebral. (AU)

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