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Correlação da sinovite sem dor com parâmetros clínicos, laboratoriais e de imagem (RX e ultrassom) em pacientes com ar estabelecida

Beneficiário:Rita Nely Vilar Furtado
Instituição: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Rita Nely Vilar Furtado
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:12/04867-6
Vigência: 01 de julho de 2012 - 30 de junho de 2014
Assunto(s):ReumatologiaSinoviteDorArtrite reumatoideUltrassomRaios X
Resumo
Introdução/Objetivo: Existe um grupo de pacientes com Artrite Reumatóide (AR) que apresenta cronicamente sinovite "indolor" em mãos. O significado desta sinovite "indolor" crônica ainda é ignorado, não havendo na literatura estudos que avaliem as variáveis preditoras desse comportamento sinovial nem seu potencial em causar erosões ósseas. O objetivo deste estudo é comparar a sinovite indolor (fria) com a sinovite sintomática segundo achados sinoviais ultrassonográficos (Gray-scale e Power Doppler), dano articular (ultrassom e RX), variáveis clínicas, laboratoriais e demográficas em pacientes com artrite reumatóide. Material/Métodos: Estudo de caso-controle em pacientes com artrite reumatóide (AR), onde serão avaliadas articulações metacarpofalângicas de pacientes sem queixa de dor local. Serão selecionados 60 pacientes com AR dos ambulatórios da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que serão divididos em dois grupos de 30 pacientes cada: Grupo "sinovite indolor" e Grupo "sinovite dolorosa". Todos pacientes serão submetidos a avaliação clínica, ultrassonográfica de mãos e colherão exames laboratoriais (VHS, fator reumatóide a anti-CCP) no mesmo dia. A avaliação clínica dos grupos será realizada por um médico reumatologista treinado e capacitado em exame físico articular (sinovite), anteriormente ao exame de US. Serão utilizados os seguintes instrumentos de avaliação: contagem de articulações dolorosas; contagem de articulações edemaciadas; Escala visual analógica (EVA 0-10) para dor; EVA para edema; EVA para atividade da doença; aferição de força de preensão palmar e de pinça com dinamômetro Jamar e Preston Pinch Gauge; 44 joint Disease Activity Score (DAS 44); Stanford Health Assessment Questionnaire (HAQ); Cochin Hand Functional Scale (CHFS); avaliação clínica do paciente. O nível de significância estatística adotado será de 5%. (AU)

Avaliação dos efeitos da lidocaína em sinovite experimental induzida por lipopolisacarídeo (LPS) de Escherichia coli, em equinos

Beneficiário:Rita de Cássia Campebell
Instituição: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Carlos Augusto Araújo Valadão
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Processo:96/12598-0
Vigência: 01 de março de 1997 - 31 de agosto de 1997

Avaliação dos efeitos da lidocaína em sinovite experimental induzida por lipopolissacaridio (LPS) de escherichia coli, em equinos

Beneficiário:Carlos Augusto Araújo Valadão
Instituição: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Carlos Augusto Araújo Valadão
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:96/02787-0
Vigência: 01 de setembro de 1996 - 31 de agosto de 1997
Assunto(s):LidocaínaSinovite
Resumo
Os processos inflamatórios nos eqüinos são freqüentes e possuem origens diversas. Dentre estes, encontram-se aqueles de origem infecciosa induzidos por processos sépticos, localizados ou sistêmicos, dos quais participam as bactérias Gram negativas. O lipopolissacarídeo (LPS) da parede destas bactérias tem demonstrado propriedades pró-inflamatórias quando injetado a nível articular em eqüinos sadios. Os anestésicos locais do grupo amida, como a lidocaína, amplamente utilizados na rotina diagnostica das alterações locomotoras dos eqüinos, inibem a reação inflamatória induzida pelas células leucocitárias. Neste estudo propõe-se avaliar o efeito da lidocaína injetada a nível articular sobre a resposta inflamatória sinovial induzida pela injeção de LPS de E. coli. (AU)

Analgesia por infusão intravenosa contínua de opióides em equinos submetidos à sinovite carpal com lipopolissacarídeo

Beneficiário:Adriano Bonfim Carregaro
Instituição: Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Adriano Bonfim Carregaro
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:12/06296-6
Vigência: 01 de agosto de 2012 - 31 de julho de 2014
Assunto(s):Anestesiologia veterináriaSinoviteEquinosButorfanolMetadonaMorfinaTramadol
Resumo
O estudo objetiva avaliar a eficácia da infusão intravenosa contínua de morfina, burtofanol, metadona ou tramadol no controle da dor em equinos com sinovite carpal aguda, induzida por lipopolissacarídeo (LPS). Serão utilizados doze equinos adultos e hígidos, machos ou fêmeas, com peso entre 350 - 500kg. Os animais serão submetidos ao modelo de sinovite, administrando-se 0,5ng de LPS na articulação radiocarpiana direita ou esquerda e, 3 horas pós-LPS, serão submetidos a dois dos quatro tratamentos propostos, a saber: Grupo morfina (Mo), consistindo em um bolus IV de 0,15mg/kg de morfina seguido de infusão contínua de 0,1mg/kg/h; Grupo butorfanol (B), com bolus inicial de 25¼g/kg de butorfanol seguido de infusão contínua de 25¼g/kg/h; Grupo metadona (Me), com bolus inicial de 0,5mg/kg de metadona seguido de infusão contínua de 0,5mg/kg/h, e grupo tramadol (T), com bolus inicial de 1,5mg/kg de tramadol seguido de infusão contínua de 1mg/kg/h. Todas as infusões serão mantidas por um período de três horas. Serão avaliados grau de claudicação, frequência cardíaca, pressão arterial sistólica, temperatura e motilidade intestinal antes do LPS (basal), em 90 min, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 12, 14, 16 e 24 h pós-LPS. Espera-se que um ou mais tratamentos sejam eficazes no controle da dor articular naqueles equinos e que, em decorrência da dose e modo de administração, acredita-se que os efeitos adversos do uso de opioides em equinos seja minimizado, o que garantirá analgesia considerável e estabilidade fisiológica. (AU)

Ultrassonografia articular em artrite idiopática juvenil em remissão: um estudo prospectivo

Beneficiário:Maria Teresa de Sande e Lemos Ramos Ascensão Terreri
Instituição: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Maria Teresa de Sande e Lemos Ramos Ascensão Terreri
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:10/50128-5
Vigência: 01 de junho de 2010 - 31 de maio de 2012
Assunto(s):Artrite reumatoide juvenilSinoviteUltrassonografia Doppler
Resumo
A artrite idiopática juvenil (AIJ) é a doença reumática crônica mais freqüente na infância. Tem prognóstico variável, sendo caracterizada por períodos de atividade e remissão. A fisiopatologia da AIJ inclui processo inflamatório da sinóvia e tecido periarticular, com produção de panus sinovial. O panus é o principal fator patológico de destruição da cartilagem e osso, podendo levar à anquilose da articulação. Os avanços no tratamento da AIJ contribuíram para a melhora na qualidade de vida dos pacientes evitando sequelas e promovendo aumento das taxas de remissão clínica. Os critérios preliminares de doença inativa e remissão clínica com ou sem medicação em AIJ são fundamentados em parâmetros clínicos e laboratoriais. Estudos em pacientes com AIJ nos quais foram avaliadas, por meio de ultrassonografia (US), as articulações como joelhos, quadris, interfalangianas de mãos e outras, demonstraram presença de sinovite subclínica em pacientes considerados sem atividade de doença. Não está claro se a sinovite subclínica detectada por técnicas de imagem pode predizer subsequente dano articular progressivo e piora funcional em articulações clinicamente assintomáticas. O objetivo deste estudo é avaliar a presença de sinovite subclínica por meio de US Doppler em pacientes com AIJ em remissão clínica e avaliar a correlação dos achados ultrassonográficos articulares com variáveis clínicas, laboratoriais e funcionais desses pacientes no início do estudo e a longo prazo. (AU)

Efeito do exercício físico na hemartrose em camundongos hemofílicos a (Knockout FVIII)

Beneficiário:Suzana Beatriz Verissimo de Mello
Instituição: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Suzana Beatriz Verissimo de Mello
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:12/18588-1
Vigência: 01 de maio de 2013 - 30 de abril de 2015
Assunto(s):ReumatologiaArtropatiasHemartroseHemofiliaExercício físico
Resumo
A artropatia hemofílica é uma das principais complicações na Hemofilia sendo resultado de repetidos sangramentos no espaço intra-articular. Tal condição gera severas limitações funcionais e piora da qualidade de vida. São responsáveis pelo desenvolvimento da artropatia, tanto alterações inflamatórias na membrana sinovial quanto degenerativas na cartilagem. O processo de remoção do sangue do espaço intra-articular pela membrana sinovial acarreta em um acumulo de hemossiderina na sinóvia o que estimula a proliferação, hipertrofia e neovascularização. Uma sinovite crônica se instala levando a uma produção de mediadores inflamatórios como IL-1², TNF-±, a geração de espécies reativas de oxigênio e de nitrogênio capazes de provocar danos em biomoléculas e que desencadeiam processos deletérios a cartilagem. Geralmente, o tratamento preconizado após o sangramento articular é a reposição do fator deficitário acompanhado de repouso, gelo e elevação do membro, entretanto podem ser necessárias outras condutas como a punção articular e infiltração de anestésicos e antiinflamatórios. Os exercícios terapêuticos são amplamente indicados para os pacientes com hemofilia com os objetivos de prevenir deformidades articulares, manutenção da força muscular e melhora da capacidade funcional. Porém, ao contrário do grande número de estudos que demonstram benefícios da prática de exercícios físicos em doenças articulares degenerativas (osteoartrose) e inflamatórias (artrite reumatoide), ainda não são estabelecidos os reais benefícios do exercício nos componentes articulares após um episódio de hemartrose. Assim, o objetivo deste estudo é avaliar os efeitos do exercício físico (natação) na hemartrose aguda e na sinovite crônica induzida em camundongos hemofílicos A (knockout FVIII). (AU)

Avaliação da eficácia e segurança da sinovectomia radioisotópica com hidroxiapatita-samário-153 em pacientes com hemofilia

Beneficiário:Allan de Oliveira Santos
Instituição: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Allan de Oliveira Santos
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Radiologia Médica
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:13/05255-7
Vigência: 01 de junho de 2013 - 31 de maio de 2015
Assunto(s):Doenças musculoesqueléticas ArtropatiasHemartroseHemofiliaRadioisótoposSamário
Resumo
A hemofilia é um distúrbio hemorrágico hereditário, decorrente da deficiência da atividade coagulante do fator VIII (hemofilia A) ou fator IX (hemofilia B). A apresentação clinica é semelhante para a hemofilia A ou B, sendo caracterizada por sangramentos intra-articulares (hemartroses), hemorragias musculares ou em outros tecidos ou cavidades. A hemorragia intra-articular é a manifestação musculoesquelética mais comum e dolorosa com implicações econômicas, físicas e psicológicas que caracterizam o quadro debilitante da hemofilia. Sucessivas hemartroses resultam em uma patologia inflamatória e proliferativa denominada sinovite crônica hemofílica. Apesar da sequência de eventos clínicos do ciclo: hemartrose ” sinovite crônica ” hemartrose serem bem documentados, os componentes no sangue e as mudanças moleculares responsáveis pela sinovite ainda não são totalmente elucidados. Com o tempo instala-se uma progressiva e incapacitante debilidade em função da progressão da destruição articular o que chamamos de artropatia hemofílica crônica. A experiência clínica no tratamento das hemartroses com a reposição do concentrado de fator resulta em uma diminuição da prevalência da artropatia crônica. Todavia, isto não é capaz de conter a instalação do quadro de sinovite crônica. A sinoviórtese é uma opção de tratamento que retarda o desenvolvimento da artropatia hemofílica. O projeto objetiva avaliar prospectivamente a viabilidade, eficácia e segurança da SR com hidroxiapatita marcada com samário-153 (153Sm) no tratamento e controle das hemartroses recorrentes em pacientes com hemofilia e doença de von Willebrand grave que apresentam sinovite crônica, acompanhados na Unidade de tratamento de Hemofilia "Cláudio Luis Pizzigatti Correa", no Centro de Hematologia e Hemoterapia do Hemocentro da UNICAMP. Atualmente existem cadastrados nesta unidade 231 pacientes com Hemofilia A e 65 com hemofilia B. Desse total, 155 são classificados como graves, 71 moderados e 70 leves. Pela ausência de programas locais de profilaxia primária, a freqüência de sinovite crônica é elevada nestes pacientes.Serão submetidos ao tratamento pacientes a partir dos 6 anos de idade, com hemofilia e articulação alvo (3 ou mais episódios de hemartrose em uma mesma articulação em um período de 3 meses). Serão tratados 20 joelhos e 20 tornozelos/cotovelos. A dose efetiva nos joelhos dos pacientes tratados será estimada e comparada à dose efetiva nos tratamentos realizados com ítrio-90. Imagens após o procedimentos serão obtidas para avaliar eventual extravasamento extra-articular e amostras de sangue periférico serão utilizadas para a avaliação da presença de aberrações cromossômicas. A ocorrência de eventos adversos, número de hemartroses, quantidade de fator de coagulação usado para controle das hemartroses e escore articular (clínico e radiológico) 6 meses após o tratamento serão comparados aos mesmos dados verificados nos 12 meses anteriores ao tratamento. (AU)

Avaliação ultra sonográfica de pés assintomáticos de pacientes com artrite reumatóide

Beneficiário:Jamil Natour
Instituição: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Jamil Natour
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:08/57530-3
Vigência: 01 de março de 2009 - 31 de maio de 2011
Assunto(s):Artrite reumatoideSinovite
Resumo
A artrite reumatóide (AR) é uma doença auto-imune sistêmica que pode evoluir com dano articular grave e incapacidade funcional. Cerca de 90% dos pacientes com AR apresentam-se com o pé acometido durante o curso da doença. A avaliação clínica do pé reumatóide pode ser prejudicada por vários fatores (deformidades, obesidade, edema periférico), sendo as manifestações da AR muitas vezes subestimadas. A radiografia tem papel limitado em relação às alterações de partes moles, e não detecta erosões precocemente. A tomografia computadorizada e a ressonância nuclear magnética têm alto custo, mas são úteis na detecção de anormalidades precoces no pé reumatóide. O ultrassom (US) representa um exame de acurácia, segurança e baixo custo que pode ser utilizado para a avaliação do pé e tornozelo em paciente com doença reumática. Não existem estudos com US em pés reumatóides assintomáticos. Se comprovada a presença de sinovite subclinica (ao US), de maneira estatisticamente significativa, este método poderá contribuir para avaliação de atividade de doença e monitorização terapêutica. Será realizado um estudo transversal com dais grupos: 1-Estudo: pacientes com AR e pés assintomáticos; 2-Controle: indivíduos saudáveis sem enfermidades osteoarticulares. A avaliação clínica será através de avaliação de dor e edema (escala visual analógica) de mãos, goniometria de mãos e pés, questionários de avaliação (HAQ e FFI) e índice de atividade da doença (DAS-28). O avaliador clínico será "cego" para os achados de US e raio X Os pacientes realizarão radiografia de pés e tornozelos. O avaliador radiologista será "cego" para a avaliação clínica e de US. Haverão dois médicos para a realização do US. Serão realizados US de pés e mãos dos pacientes e vinte pacientes repetirão o US de pés pelo mesmo ultra-sonografista e por um segundo para avaliação de reprodutibilidade infra e inter-observador, respectivamente. (AU)

Comparação da resposta inflamatória articular decorrente da distensão capsular líquida ou gasosa em equinos submetidos a exame artroscópico

Beneficiário:Luis Cláudio Lopes Correia da Silva
Instituição: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Luis Cláudio Lopes Correia da Silva
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:04/14930-0
Vigência: 01 de junho de 2005 - 31 de janeiro de 2007
Assunto(s):ArtroscopiaDióxido de carbonoInflamaçãoSinovite
Resumo
Diversos estudos já relataram inúmeras vantagens obtidas durante o procedimento artroscópico com a utilização de distensão gasosa com dióxido de carbono (CO2), quando comparada à técnica tradicional de distensão capsular líquida. Contudo, os efeitos inflamatórios causados pela infusão intra-articular de gás não são relatados, sendo o objetivo desse trabalho. Serão utilizados 8 eqüinos hígidos, sendo que cada animal será submetido a anestesia geral inalatória em decúbito dorsal para realização de artroscopia tibiotársica bilateral. Em uma articulação, a distensão para realização da artroscopia será realizada com solução fisiológica (G1), e na articulação contralateral será utilizada distensão com CO2 (G2). Para avaliação da resposta inflamatória, serão realizadas artrocenteses seriadas, ao início do procedimento e durante o período pós-operatório, para mensuração de PGE2, TNF-α e avaliação do burst oxidativo das células no líquido sinovial, assim como exame histopatológico e imuno-histoquímico da membrana sinovial. (AU)

Associação entre ativação policlonal e Artrite Reativa provocada por Yersinia enteocolitica

Beneficiário:Eloisa Elena Cangiani
Instituição: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Beatriz Maria Machado de Medeiros
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunoquímica
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Processo:98/01821-6
Vigência: 01 de junho de 1998 - 31 de agosto de 2000
Assunto(s):Yersinia enterocolitica
Resumo
Os mecanismos através dos quais patógenos artritogênicos como Yersinia enterocolitica interagem com o sistema imune humano para produzir sinovite inflamatória não estão totalmente esclarecidos. Um dos mecanismos imunomoduladores usados pelos patógenos artritogênicos é a ativação policlonal de linfócitos. Infecções clínicas por Yersinia enterocolitica são seguidas pelo desenvolvimento de auto-anticorpos, cuja produção pode resultar de ativação policlonal de linfócitos B. Neste trabalho tentaremos aprofundar nossa investigação a respeito do mecanismo imunomodulador da ativação policlonal de linfócitos B, procurando verificar a extensão da ativação provocada por uma amostra artritogênica de Y. enterocolitica O:3 e comparar com aquela provocada por amostras virulentas porém não artritogênicas e amostras não virulentas de Y. enterocolitica O:3. Pesquisaremos também a presença de auto-anticorpos no soro dos animais infectados, com reatividade para diferentes estruturas moleculares autólogas. A ativação policlonal será verificada através da determinação da cinética de células esplênicas secretoras de imunoglobulinas, pela técnica de ELISPOT. A cinética de produção de auto-anticorpos será determinada através do teste Dot-Blot. (AU)
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