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Resumo

Um número crescente de evidências indicam que a facilitação direta entre plantas é uma interação freqüente, especialmente em ambientes sob condições ambientais severas. No entanto, a facilitação também pode ocorrer através de mecanismos indiretos que envolvem outros organismos do mesmo nível trófico, um fenômeno muito menos investigado. O objetivo deste projeto é testar a existência de facilitação indireta entre adultos e plântulas mediada por espécies herbáceas em uma comunidade de restinga arbustiva. Para tanto, usaremos como modelo de estudo um par de espécies lenhosas na qual a facilitação direta por sombra foi previamente identificada. Especificamente, testaremos: i) se Guapira opposita tem efeito direto negativo sobre o desempenho de plantas herbáceas; ii) se plantas herbáceas têm efeito direto negativo sobre as plântulas de Ternstroemia brasiliensis e iii) se adultos de G. opposita facilitam indiretamente plântulas de T. brasiliensis através da redução dos efeitos de competição das plantas herbáceas sobre as plântulas. Para testar essas hipóteses utilizaremos uma abordagem observacional que envolve a identificação de padrões de associação espacial, e experimentos em campo que envolvem a manipulação da presença de G. opposita e das espécies herbáceas e o transplante e monitoramento do desempenho de plântulas de T. brasiliensis. Além disso, com a intenção de entender os mecanismos responsáveis pelas interações entre estas espécies, nós também testaremos como a presença destas plantas altera a fertilidade, umidade e temperatura do solo, a intensidade luminosa, assim como a temperatura e a umidade do ar. De maneira geral, os resultados deste projeto serão importantes para entendermos a importância da facilitação em restinga em um cenário de múltiplas interações, condição pouco investigada até o momento. (AU)

Resumo

Objetivo: para estudar as influências biogeográficas sobre a biota xérica na Floresta Atlântica Brasileira (FAB), um hotspot de biodiversidade, nós estudamos um grupo monofilético composto por três espécies de cactos para realizar um estudo filogeográfico: Cereus fernambucensis subsp. fernambucensis, C. fernambucensis subsp. sericifer and C. insularis. Localização: ambientes xéricos ao longo da FAB, incluindo afloramentos rochosos de granito e gnaisse (Inselbergues), matas de restinga e costões rochosos de um arquipélago oceânico (Fernando de Noronha). Métodos: foram usados como marcadores moleculares o gene nuclear fitocromo C (PHYC) e o espaçador interplastidial trnS-trnG. Diferentes analises estatísticas foram realizadas para reconstruir a história filogeográfica do grupo em suas dimensões espacial e temporal. Resultados: nas análises de estruturação foram recuperados quatro grupos populacionais, que correspondem a ramos altamente suportados na filogenia (baseada no método "species tree") e que iniciaram sua diversificação no Pleistoceno médio: distribuição sul de C. fernambucensis subsp. fernambucensis, distribuição norte de C. fernambucensis subsp. fernambucensis juntamente com C. insularis, destruição sul de C. fernambucensis subsp. sericifer, e distribuição norte de C. fernambucensis subsp. sericifer. Reconstruções biogeográficas indicam a região sul como o centro de dispersão do grupo. Principais conclusões: os resultados mostram que a diversidade genética de grupos populacionais foi fortemente moldada pelo evento de colonização inicial desde o sul até o norte da distribuição, seguido por fragmentação. O padrão filogenético encontrado para C. insularis é coerente com um padrão de especiação peripátrica em Fernando de Noronha. As flutuações climáticas e no nível do mar que ocorreram no Pleistoceno, bem como atividades neotectônicas na FAB foram discutidos como possíveis influências abióticas direcionando a diversificação das espécies de cactos estudadas. (AU)

Resumo

A recente especiação das formigas cortadeiras resultou herbívoros vorazes, que se tornaram pragas agrícolas amplamente distribuídas nas Américas. Resultou também, ao menos em dois casos, tímidos herbívoros, habitantes restritos de campos ou restingas, que raramente ou nunca foram relatados como pragas. O presente projeto de pesquisa caracterizará as alterações genéticas subjacentes à especiação das cortadeiras, gerando e analisando trasnscriptomas em busca de genes codificadores de proteínas que individualizem 36 populações pertencentes a seis espécies pragas e duas não pragas. Em cada um desses genes, pressões seletivas e funções biológicas serão identificadas, de modo a reconstruir as alterações fenotípicas e funcionais associadas ao processo que resultou grupos irmão de cortadeiras a partir de um ancestral comum, nas seguintes situações: (1) uma espécie praga e outra não; (2) duas espécies pragas; (2) populações de uma mesma espécie. Essas ações identificarão marcadores moleculares de populações, de espécies não pragas e de espécies pragas. Estes últimos marcadores, em particular, poderão se tornar alvos para o controle de cortadeiras pragas. O conjunto de marcadores identificados será mais informativo para estudos filogenéticos do que aqueles atualmente utilizados, proporcionando mais resolução e uma abordagem funcional inédita ao estudo da evolução deste importante grupo de formigas. (AU)

Resumo

Introdução: A obesidade se estabeleceu atualmente como um problema de saúde pública e necessita de intervenções que possibilitem seu combate. A instalação do quadro de inflamação sub-clínica crônica bem como alterações epigenéticas estão relacionadas com patologia desta doença multifatorial. Com isso a busca por alimentos capazes de atuar no combate e prevenção dessas doenças se tornou cada vez maior. Nesse sentido, o fruto da palmeira juçara tem se mostrado um alimento com potencial contra a obesidade devido a sua composição rica em antocianinas, ácidos graxos poli-insaturados e fibras alimentares. Objetivo: Analisar o efeito da ingestão da polpa do fruto da Palmeira Juçara (Euterpe edulis Mart.), sobre o estado pró-inflamatório e modificações epigenéticas da obesidade. Métodos: 60 indivíduos com obesidade (IMC 30,0 - 39,9 Kg/m2) de ambos os gêneros com idade entre 31 e 59 anos serão randomizados divididos em 2 grupos em uso ou não (placebo) de suplementação da polpa da fruta por 6 semanas. Será realizado calorimetria indireta (Quark), antropometria, avaliação da ingestão alimentar, perfil de ácidos graxos presentes no soro, marcadores epigenéticos (metilação global do DNA em monócitos; expressão proteica e gênica de proteínas envolvidas nos mecanismos epigenéticos: DNMT1, DNMT3a, DNMT3b e MeCP2; e atividade da enzima HDAC em monócitos); O perfil inflamatório de monócitos da cascata de ativação de TLR4/NFºB, através da expressão gênica das seguintes proteínas associadas à inflamação: TLR4, TLR2, IL-6R, IL-10R±, TNFR1, ADIPOR2, IL-10, IL-6, TNF-±, Ob-R; e expressão proteica das seguintes proteínas: TLR4, TLR2, IL-6R, IL-10R±, TNFR1, ADIPOR2, Ob-R, MyD88, TRAF6, e frações total e fosforilada de IKK ±/², e NF-ºB (subunidades p50 e p65). (AU)

Resumo

Antecedentes: A hipóxia e altitudes elevadas afetam vários órgãos, o que prejudica importantes funções fisiológicas,Disrupção da barreira intestinal mediada por translocação aumentada de bactérias e níveis aumentados de endotoxina circulante. FisicaExercício pode alterar a concentração de endotoxina na normoxia. O objetivo deste estudo é avaliar os efeitos do exercício moderado sobreDe endotoxina em hipoxia normobarica.Métodos: Nove voluntários saudáveis voluntários exercitados em esteira rolante por 60 minutos a uma intensidade de 50% VO2pico em normoxic ouCondições hipóxicas (4200 m). O sangue foi coletado em repouso, imediatamente após o exercício e 1 hora após o exercício para avaliar o soroEndotoxina.Resultados: Em condições de exercício hipóxico, a saturação de SaO2% foi menor após o exercício em relação aos níveis de repouso (P <0,05) eRetornou ao nível de repouso durante a recuperação na normoxia (P <0,05). A concentração de endotoxina aumentou após o exercício na hipóxia (P <0.05); Permaneceu alta uma hora após o exercício em hipoxia comparada com normoxia (P <0,05) e foi maior após o exercício e recuperaçãoComparado com os níveis de repouso (P <0,05). A FC foi maior durante o exercício em relação basal em ambas as condições (P <0,05) e RPRAumento após 60 minutos em comparação com 20 minutos na hipóxia (P <0,05).Conclusão: Exercício moderado realizado em hipoxia equivalente a 4200 m aumentou a concentração plasmática de endotoxina apósexercício. Uma hora de repouso em condições normoxic foi insuficiente para a recuperação de endotoxinas circulantes. (AU)

Resumo

Estudos de zonas de hibridação natural são essenciais para o entendimento do processo de especiação. O acúmulo gradual de incompatibilidades reprodutivas tende a intensificar as diferenças entre linhagens próximas, e múltiplas barreiras podem atuar em conjunto na manutenção da integridade de espécies ainda em formação. Existem casos em que a coesão de espécies é mantida mesmo na presença de fluxo gênico, e entender como a permeabilidade das barreiras reprodutivas afeta a integridade de espécies, em zonas de hibridação, é uma questão ainda pouco explorada em regiões tropicais. O objetivo deste projeto é investigar como a seleção por habitats distintos pode atuar como uma barreira de isolamento reprodutivo, contribuindo para a manutenção da integridade de Epidendrum fulgens e E. puniceoluteum, duas espécies que formam extensas zonas de hibridação em vegetação de restinga. Serão testadas as hipóteses de que as barreiras de isolamento estão associadas à mecanismos determinísticos associados à seleção por habitats distintos, e que a troca de genes de alto valor adaptativo ocorre na população simpátrica onde as espécies hibridizam. Amostras de populações simpátricas e alopátricas serão comparadas para avaliar o papel da hibridação na transferência de genes entre E. fulgens e E. puniceoluteum. Amostras serão coletadas na zona de hibridação localizada na Ilha do Cardoso - SP, e nas populações alopátricas de Bertioga - SP (E. fulgens) e Paranaguá - PR (E. puniceoluteum). Técnicas de sequenciamento em larga escala serão utilizadas para analisar a intensidade das misturas genéticas entre as espécies parentais, avaliar os níveis de introgressão dos genomas e medir a expressão gênica diferencial entre as espécies e híbridos, através da análise de transcriptomas, a qual pode indicar a presença de seleção divergente ligada a habitats distintos. Os níveis de ploidia dos indivíduos envolvidos em todas as análises serão medidos através de citometria de fluxo. Estas informações serão fundamentais para um melhor entendimento sobre a evolução do isolamento reprodutivo em zonas híbridas de plantas na região Neotropical, bem como dos processos evolutivos que moldaram a elevada biodiversidade observada na região. (AU)

Resumo

Introdução: A neuropatia autonômica cardiovascular é uma das complicações mais comuns da diabetes mellitus tipo 1 (DM1) apresentando como uma das suas primeiras manifestações subclínicas as alterações na variabilidade da frequência cardíaca (VFC). Assim, torna-se importante a análise da VFC associada ao teste ortostático ativo nessa população. Objetivos: Analisar a resposta da modulação autonômica de crianças com DM1 induzidas pela realização do teste ortostático ativo e estudar nessas crianças a modulação autonômica, por meio de índices de VFC. Métodos: Foram analisados dados de 35 crianças, de ambos os sexos, com idade entre 7 e 15 anos, as quais foram divididas em dois grupos: Diabético (n = 16) e Controle (n = 19). Inicialmente foram coletados: peso, altura, porcentagem de gordura corporal, frequência cardíaca, pressão arterial e glicemia casual. Posteriormente, para análise da modulação autonômica, a frequência cardíaca foi captada batimento a batimento por meio de um cardiofrequencímetro na posição supina por 30 minutos e após 10 minutos em pé durante a realização do teste ortostático ativo. Índices de VFC foram calculados nos domínios do tempo e da frequência. Para análise dos dados utilizou-se a Análise de Covariância para comparação dos grupos e a Anova de medidas repetidas para comparar os efeitos do teste ortostático ativo. Esses dados foram ajustados por idade, sexo, raça, percentual de gordura e glicemia casual, com nível de significância de 5%. Resultados: Os resultados obtidos apontam que as crianças diabéticas em repouso apresentaram redução de SDNN (50,4 vs 75,2), RMSSD (38,7 vs 57,6) e LFms² (693,6 vs 1874,6). Durante a realização do teste ortostático ativo as crianças de ambos os grupos apresentaram uma redução do SDNN, RMSSD e do LFms² em comparação com o repouso, sendo que essa resposta foi menos acentuada no grupo diabético. Conclusão: Conclui-se que independente de idade, sexo, raça, percentual de gordura corporal e glicemia casual, a realização do teste ortostático ativo promoveu em ambos os grupos aumento da modulação simpática e redução da modulação parassimpática, sendo que esta resposta é menos acentuada nas crianças diabéticas e que, essas crianças apresentaram redução de variabilidade global e da atividade parassimpática. (AU)

Resumo

O objetivo do presente estudo será analisar as respostas agudas e crônicas do treinamento combinado sobre inflamação, fatores metabólicos e marcadores séricos, moleculares e de imagem relacionados ao tecido adiposo marrom (TAM) e browning do tecido adiposo branco (TAB) em diabéticos tipo 2 de meia idade. A amostra será composta por indivíduos diabéticos tipo 2, de ambos os sexos, com idade entre 40 e 60 anos e índice de massa corporal (IMC) <35kg/m², distribuídos em grupo controle (GC; n=15) e grupo treinamento combinado (TC; n= 15). Nos momentos pré e pós-período experimental serão realizadas análises funcionais (força muscular, aptidão aeróbia e taxa metabólica de repouso), de composição corporal (Pletismografia), bioquímicas (clínicos básicos, incretinas, inflamatórios e estimulantes de TAM e browning), imagem (Tomografia por Emissão de Pósitrons acoplado a Tomografia Computadorizada (PET-CT)) e moleculares (genes relacionados a morfologia/funcionalidade de células adiposas subcutâneas). As análises séricas de indutores de TAM e browning também serão realizadas logo após a primeira e última sessão de treinamento. O programa de TC será composto pela realização do treinamento de força (~30 min, 1-3 séries de 8 a 12 repetições, 50 a 75% de 1RM, de 1 a 1 min. e 30 seg. de intervalo) seguido de treinamento aeróbio (35 min. em 50-60% do VO2máx) na mesma sessão, realizados 3 vezes semanais, durante 16 semanas. Espera-se que com o programa de TC proposto e as coletas em momentos variados sejam observados aumentos dos indutores séricos de TAM e browning do TAB, associadas à mudanças moleculares de células e melhora em variáveis metabólicas, inflamatórias e de composição corporal. (AU)

Resumo

A febre amarela silvestre é uma doença ressurgente nas duas últimas décadas em São Paulo. Nessa ocasião surtos acometeram a população humana e epizootias ocorreram na população de primatas não humanos. Consideramos que face às alterações antrópicas e à disposição atual dos remanescentes da vegetação no Estado de São Paulo, a distribuição das espécies vetoras silvestres de febre amarela é desconhecida. Na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) a população humana seria altamente vulnerável além da possível ocorrência de vetores nos remanescentes florestais. O Parque Estadual da Cantareira situado no norte da RMSP apresenta configuração espacial em que os principais componentes para ocorrência de surtos da febre amarílica: hospedeiros bugios (Allouatta clamitans), a população humana e potenciais espécies vetoras estão em contato inerente. Tal configuração poderia em caso de introdução de um caso humano, amplificar a ocorrência de casos nos hospedeiros. Nosso objetivo é levantar a informação sobre dois dos componentes: identificar as espécies de vetores que se criam nos criadouros específicos (ocos-de-árvore), as espécies arbóreas que formam tais criadouros e identificar as áreas de abrigo dos bugios em espécies arbóreas. Esperamos fornecer ao gestor em saúde, informações que permitam identificar se a RMSP pode ser uma área de risco de ocorrência de surtos e epizootias e realizar ações preventivas. (AU)

Resumo

Rios de águas pretas constituem uma importante fração dos ambientes lóticos de Mata Atlântica, porém diversos aspectos relacionados à ictiofauna e sua relação com escalas espaciais como macro e mesohabitats ainda são pouco conhecidos na Região Sudeste do Brasil. O presente projeto visa delimitar os principais macro e mesohabitats de alguns rios de águas pretas localizados no Parque Estadual das Restingas de Bertioga - SP, verificando a influência da escala local sobre a estrutura, composição e aspectos funcionais da ictiofauna. Após uma coleta piloto, serão selecionados até 12 rios na época seca, adaptando-se uma classificação de macro e mesohabitats para os mesmos. Os peixes serão amostrados com pesca elétrica em cada um dos macrohabitats (rios) e mesohabitats delimitados, após caracterização de parâmetros morfológicos dos habitats, e físicos e químicos da água. Será também analisado o teor de Carbono Orgânico Total (COT) e dissolvido (COD), uma vez que estes ambientes possuem alto teor de ácidos húmicos, que podem estar relacionados à composição e biomassa das comunidades de peixes. Os dados ambientais e da ictiofauna serão agrupados por macro e mesohabitat para cálculo da abundância, biomassa, riqueza e diversidade de Shannon, bem como abundância de grupos funcionais. Os dados serão analisados por meio de uma análise exploratória, incluindo técnicas de análise multivariada como a Análise de Escalonamento Multidimensional Não Métrico (NMDS) e Análise de Correspondência Canônica para correlacionar as espécies e variáveis ambientais. Os dados de COT e COD serão correlacionados à biomassa e abundância através de técnicas lineares e correlações simples. Os resultados obtidos auxiliarão na compreensão dos padrões de distribuição das espécies nestes ecossistemas, permitindo subsidiar programas de monitoramento de corpos d'água, prever e avaliar os efeitos das pressões antrópicas sobre ecossistemas similares. (AU)

Investigando a formação e manutenção da água modal subtropical do Atlântico Sul (SAMOWA)

Processo:15/26450-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2016 - 31 de março de 2018
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia - Oceanografia Física
Pesquisador responsável:Olga Tiemi Sato
Beneficiário:
Instituição-sede: Instituto Oceanográfico (IO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesq. associados:

Marcelo Dottori ; Paulo Henrique Rezende Calil ; Paulo Simionatto Polito

Assunto(s):Atlântico Sul
Resumo

Neste projeto visamos o entendimento dos mecanismos que controlam a presença da água modal subtropical no sudoeste do Atlântico Sul. A característica da água modal é a homogeneidade de parâmetros como a temperatura e salinidade, tanto na vertical quanto ao longo de sua extensão horizontal. Esse tipo particular de água modal subtropical ocupa uma região entre 30S e 40S na borda oeste do giro subtropical, possui uma extensão zonal de 3000 km e em média chega a ter 160 m de espessura vertical. Essa massiva quantidade de água é formada entre os meses de Julho e Outubro como consequência dos processos de interação entre o oceano e a atmosfera. A camada superior é homogeneizada e resfriada, de forma que afunda até uma isopicnal de equilíbrio próxima à região de formação. Esse processo está fortemente ligado à perda de calor do oceano. Entretanto, a variabilidade do volume formado não é diretamente um reflexo das variações do fluxo de calor. Especula--se que outros processos que ocorrem fora da região de formação afetem tanto a quantidade de água modal formada como a destruída. Dentre esses fatores, inclui-se a interação com a Corrente do Brasil e processos turbulentos associados à vórtices de mesoescala e anomalias devido ao vento na forma de transporte de Ekman. Para uma plena compreensão dos processos que levam a formação da água modal é crucial que tenhamos uma descrição precisa do estado do oceano no período antes e depois da formação. Para tanto, a obtenção de perfis sinóticos in situ da camada superior do oceano juntamente com uma amostragem contínua em alta resolução através de um glider em combinação com os campos derivados através de dados de satélites é a estratégia até então sem precedentes planejada para entendermos esses processos no Atlântico Sul. (AU)

Resumo

A disfunção endotelial caracterizada em doenças cardiovasculares como hipertensão, se deve à redução da vasodilatação dependente do endotélio. O desequilíbrio entre a produção endotelial de fatores relaxantes (EDRFs) como o óxido nítrico (NO), prostaciclina (PGI2) e fatores contráteis (EDCFs) como o tromboxano A2 (TXA2), podem contribuir para a disfunção endotelial geralmente associada à excessiva produção de espécies reativas de oxigênio (EROs). Resultados obtidos em nosso laboratório demonstraram que a resposta contrátil induzida por fenilefrina (PE) sob tensão de repouso de 1,5 g é menor em aortas com endotélio (E+), isoladas de ratos hipertensos renais 2R-1C do que a resposta contrátil induzida pela PE em aortas E+, isoladas de ratos normotensos sham-operados (2R). Isto se deve à produção de peróxido de hidrogênio (H2O2) que ativa a eNOS em 2R-1C E+ por aumentar a fosforilação do resíduo de Ser1177, resíduo ativador da eNOS. Embora a enzima ciclooxigenase (COX) também esteja mais expressa e ativa em aortas de ratos 2R-1C, o efeito do NO prevalece sobre o efeito do prostanóide contrátil TXA2. Aortas de ratos 2R-1C, com endotélio, sob tensão basal de 3,0 g, apresentam aumento na resposta contrátil à PE. Isto não acontece em aortas de ratos 2R. Com base em dados da literatura e em resultados obtidos em nosso laboratório, a hipótese deste trabalho é de que na hipertensão arterial, o aumento da resistência vascular modifica o estiramento vascular radial, o que deve modificar a sinalização celular e determinar a maior produção de EROS e consequentemente modular a atividade das enzimas endoteliais eNOS e COX. Desta forma, este trabalho tem por objetivo avaliar o papel dos níveis de pressão arterial e do estiramento vascular radial para a atividade das enzimas endoteliais eNOS e COX sobre as respostas contráteis em aorta e artéria coronária de ratos 2R e 2R-1C. Avaliaremos o efeito vasodilatador dependente do endotélio vascular estimulado pela acetilcolina e pelo doador de NO associado ao inibidor da COX, indometacina (NCX2121), em artérias aortas e coronárias isoladas de ratos 2R e 2R-1C.Palavras Chave: Disfunção endotelial, estiramento vascular, hipertensão renovascular, vasoconstrição, vasodilatação, óxido nítrico, eNOS, COX (AU)

Resumo

As atividades do Congresso estão subdivididas em palestras magistrais, simpósios, mesas redondas, exposições, reuniões diversas, lançamento de livros, concursos e excursões científicas.ATIVIDADES PRÉ-CONGRESSO: Serão oferecidos e realizados no dia 23 de outubro de 2015 12 Mini-cursos, os quais terão abordagens metodológicas diversificadas.ATIVIDADES DURANTE O CONGRESSO: Palestras magistrais - cinco palestras magistrais de pesquisadores de reconhecimento internacional sobre temáticas amplas; Simpósios - 26 simpósios com palestras que abrangem várias áreas da botânica. Mesas-redondas - abordando variados temas da botânica. Sessões de apresentação de trabalhos científicos na forma de pôster - permitirão a divulgação ao público presente da ampla gama de pesquisas em andamento no país. Será uma oportunidade em que os autores terão um maior contato com o público em geral e certamente receberão muitas contribuições para a melhoria da versão final dos trabalhos. Sessão de apresentações orais de Teses e Dissertações - serão selecionadas nove Teses e nove Dissertações para apresentação oral dentro de um simpósio específico (Atualidades em Botânica). Reuniões temáticas - reuniões de especialistas das diferentes áreas da Botânica. Assembléia da SBB -atividade obrigatória e realizada na quarta-feira à tarde. Excursões científicas - Será realizada uma excursão botânica ao Parque Estadual Restingas de Bertioga (PERB), com o objetivo de conhecer a flora e aspectos ecológicos e fitogeográficos da região litorânea de São Paulo. Exposições: fotografias, aquarelas, ilustrações botânicas, artesanato local, dentre outros. (Lançamento de livros -lançamentos de livros botânicos em diversas áreas. Premiações - serão conferidos prêmios aos melhores trabalhos científicos de iniciação científica e aos melhores trabalhos apresentados no simpósio "Atualidades em Botânica". (AU)

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