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Papel do GDF-15 na meteastase de tumores caninos

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Renee Laufer Amorim
Anfitrião: Robert B. Rebhun
Local de pesquisa: University of California, Davis (UC Davis) (Estados Unidos)
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Pesquisa
Processo:15/25468-0
Vigência: 21 de julho de 2016 - 20 de julho de 2017
Resumo
GDF-15 (Growth Differentiation Factor-15) é um membro da família TGF-beta; também chamado de MIC-1, PDGF-², PLAB, PDF e NAG-1. Seu papel no câncer não é claro, tendo sido descrito como um supressor tumoral e um oncogene. GDF-15 foi estudado em diferentes tumores do homem in vivo e in vitro, mas na medicina veterinária há um único artigo publicado (Yamagushi et al., 2008) que descreve a expressão deem tecido canino normal (pulmão, fígado e rim), e seu papel em cultura de células de osteossarcoma. Além do papel controverso no câncer, GDF-15 é um gene que é ativado pela ação de antiinflamatórios não esteroidais (NSAID). O uso de NSAIDs aumenta os níveis de transcrito de GDF-15, tendo um papel importante na quimioterapia. Os objetivos dessa pesquisa são: a avaliação da expressão de GDF-15 em culturas celulares de carcinoma mamário de cadela e melanoma; o papel dos NSAID na regulação genica e proteica de GDF-15 e sua relação com migração celular e potencial metastático. O estudo será divido em duas fases, in vitro e ex vivo, utilizando culturas celulares de amostras de tumores e tumores de ocorrência natural. O projeto será desenvolvido no laboratório do Dr Rebhun, no Center for Companion Animal Health, na University of California Davis, Davis/California/USA. Dr Rebhun já trabalha com essa proteína, com alguns resultados preliminares, sendo sua principal área de pesquisa oncologia comparada e translacional, com foco em biologia e tratamento de neoplasias metastáticas. (AU)

Novas abordagens para superar as deficiências do tratamento de leishmaniose: concepção de modelo de leishmaniose visceral in vitro baseado na tecnologia de organs-on-a-chip e avaliação de estratégias para reverter resistência ao antimônio

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Silvia Reni Bortolin Uliana
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Processo:15/23832-7
Vigência: 01 de maio de 2016 - 30 de abril de 2018
Assunto(s):Leishmania
Resumo
A leishmaniose é causada por mais de 20 espécies de protozoários do gênero Leishmania responsáveis por um amplo espectro de doenças distribuídas por todo o mundo. Devido sua alta incidência e mortalidade, a leishmaniose visceral é considerada pela Organização Mundial da Saúde como uma das principais doenças dos últimos tempos. A quimioterapia das leishmanioses consiste em um limitado número de fármacos disponíveis, incluindo antimoniais pentavalentes, anfotericina B, pentamidina e miltefosina, os quais apresentam importantes limitações como baixa eficácia, administração parenteral obrigatória na maioria dos casos, baixa tolerabilidade, alto custo, além de falhas terapêuticas muitas vezes relacionadas à parasitas resistentes. Desta forma, o desenvolvimento de novas alternativas e estratégias quimioterápicas para o controle da leishmaniose se torna evidente. A triagem de fármacos ativos contra Leishmania in vitro e in vivo é limitada em número e alcance, sendo muitas vezes cara e laboriosa, sem mencionar a presente preocupação ética sobre o bem-estar animal. Além disso, os modelos experimentais atuais são baseados principalmente em modelos animais, o qual pode ser inadequado quando é feita a conversão para humano. Consequentemente, novas tecnologias para predizer eficácia e toxicidade de candidatos a fármacos em humanos durante estágios pré-clínicos são necessários. O advento da tecnologia organs-on-a-chip tem possibilitado a geração de réplicas relevantes de modelos de doenças humanas em que a eficácia e metabolismo fármacos, assim como sua interação com diferentes órgãos, podem ser determinados simultaneamente. Este projeto tem o objetivo de desenvolver um dispositivo organs-on-a-chip capaz de simular infecções humanas por Leishmania chagasi, com a finalidade de se testar a eficácia, toxicidade e metabolismo de candidatos a fármacos leishmanicidas. Com o objetivo de melhorar a eficácia do arsenal terapêutico atualmente disponível para o tratamento de leishmaniose, nós também propomos a avaliação de reversão de resistência ao antimônio em Leishmania resistente submetida ao tratamento combinado com tamoxifeno, fármaco com propriedades leishmanicidas e atividade inibitória nos transportadores da família ABC. (AU)

Explorando o papel de Nrf2 e ciclio circadiano como mediadores de resistência a quimioterápicos

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Carlos Frederico Martins Menck
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Processo:15/25016-2
Vigência: 01 de maio de 2016 - 30 de abril de 2018
Vinculado ao auxílio:14/15982-6 - Consequências de deficiências de reparo de lesões no genoma, AP.TEM
Assunto(s):Reparação de DNAResistênciaNeoplasiasRitmo circadiano
Resumo
Diferentes tipos de câncer estão entre as principais causas de morbidade de mortalidade ao redor do mundo. O principal fator limitante no tratamento contra o câncer é a resistência a quimioterápicos. Vários são os mecanismos que comandam a resistência a drogas e muitos deles podem ser tecido ou droga específica. Uma vez que diferentes vias podem contribuir proporcionalmente para quimiorresistência, é fundamental identificar reguladores moleculares desses fatores de resistência, para neutraliza-los afim de obter uma melhor eficácia terapêutica. Glioma e melanoma são tipos de canceres particularmente agressivos. Temozolomida (TMZ) e cisplatina estão entre os quimioterápicos mais utilizados para tratar glioma e melanoma metastático. Entretanto, quimioterapia tem sucesso limitado pela resistência e como consequência esses tipos de tumores permanecem incuráveis. Nesse projeto, pretendemos investigar a mediadores moleculares da resistência à TMZ e cisplatina em linhagens celulares de glioma e melanoma. Nós formulamos a hipótese de que o fator transcricional antioxidante NRF2 e o ritmo circadiano podem ser mediadores centrais na resistência a essas drogas. Assim, primeiramente iremos gerar linhagens knockout e com expressão constitutiva do gene NRF2 usando o sistema de edição do genoma CRISPR/Cas9. Nessas células iremos avaliar, usando modelos in vitro e in vivo, importantes mecanismos de resistência como capacidade de reparo de DNA, níveis intracelulares de glutationa. Também iremos investigar o papel do ciclo circadiano na sobrevida celular em células tratadas com TMZ e cisplatina. Para essa parte do projeto, iremos gerar linhagens tumorais expressando promotores dos genes clock fusionada com o gene repórter luciferase a fim de facilmente monitorar e controlar o ciclo circadiano. Essas linhagens celulares irão ser empregadas para a análise de uma série de fatores de resistência a TMZ e cisplatina e avaliar se esses fatores são regulados pelos ciclo circadiano. Ferramentas moleculares inovadoras e modelos in vivo únicos serão utilizados como fruto de uma intense colaboração internacional com pesquisadores de grupos de pesquisa no Massachusetts Institute of Technology, Cambridge, MA, EUA, e Erasmus University, Rotterdam, Holanda. Como consequência desse projeto esperamos que sejamos capazes de desenhar e implementar protocolos pré clínicos mais adequados e eficientes para eventualmente possam servir de base para protocolos clínicos para pacientes com glioma ou melanoma. Assim, esse projeto irá contribuir para aprimorar nosso conhecimento sobre Resistencia a quimioterápicos em células de glioma ou melanoma o que por sua vez será fundamental para futuros protocolos clínicos para esses pacientes. (AU)

Produção de anticorpos monoclonais murinos reconhecedores de células tumorais prostáticas

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Andrei Moroz
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Processo:15/21884-0
Vigência: 01 de maio de 2016 - 28 de fevereiro de 2017
Assunto(s):Neoplasias da próstataBiofármacosAnticorpos monoclonais
Resumo
O câncer de próstata (CaP) é o câncer mais diagnosticado e a segunda causa de mortes por câncer entre os homens na América e nos países da Europa Ocidental. No Brasil, o número de novos casos de CaP estimado para o ano de 2014 foi de 68.800. A forma mais letal do CaP é aquele resistente a castração, para o qual os tratamentos disponíveis conferem sobrevida média de 24 meses, mas não há terapias curativas efetivas. Por isso, tratamentos adjuvantes associados aos tratamentos de quimioterapia e radioterapia têm grande importância e, dentre eles, se destaca à imunoterapia passiva que faz uso de anticorpos monoclonais, ferramentas que também tem importante papel para o diagnóstico e estadiamento da doença. Neste sentido, este projeto tem por objetivo a produção e caracterização de um painel de anticorpos monoclonais murinos, diferencialmente dirigidos contra células tumorais prostáticas humanas. Inicialmente, será realizada a imunização subtrativa com ciclofosfamida em camundongos BALB/C (linhagem celular RWPE-1 usada como tolerógeno e linhagem LNCaP como imunógeno). Após todas as etapas clássicas da obtenção dos clones de hibridomas, os anticorpos, depois de produzidos, terão sua classe e subclasse determinada e serão testados em blocos de tecidos tumorais prostáticos humanos, armazenados em serviço de patologia, com a finalidade de se comprovar a sua utilidade diagnóstica e de estadiamento. Além disso, reações de western blotting serão realizadas para se determinar o peso molecular aproximado da proteína identificada. Finalmente, serão caracterizadas as possíveis atividades antitumorais diretas dos dois melhores anticorpos obtidos. (AU)

Identificação de proteínas relacionadas à resistência a quimioterapia em células tumorais circulantes de pacientes com câncer de cólon localmente avançado

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: A C Camargo Cancer Center. Fundação Antonio Prudente (FAP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Ludmilla Thomé Domingos Chinen
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Processo:15/16952-6
Vigência: 01 de maio de 2016 - 31 de dezembro de 2018
Assunto(s):Biologia celular
Resumo
A incidência de câncer colorretal foi de aproximadamente 1,36 milhão de novos casos, causando 694 mil mortes no mundo em 2012. Estudos têm demonstrado que as células tumorais circulantes (CTCs) podem estar envolvidas no processo de metastatização. Desta forma, seu isolamento constitui uma estratégia potencial para o acompanhamento clínico, como método não invasivo. O presente estudo tem como objetivos: 1) Usar a Tecnologia ISETTM (Isolation by Size of Epithelial Tumor Cells) para isolar CTCs do sangue periférico de pacientes com câncer de cólon localmente avançado (estádio III), contar estas CTCs e, assim, correlacionar seus níveis com exames de imagem e sobrevida livre de progressão; 2) Analisar nas CTCs marcadores de resistência a drogas (TYMS, ERCC1, DPD, TIMP-1), de transição epitélio-mesênquima e invasão (MMP-2, MMP-9, TGF-beta), de proliferação (Ki-67) e de dormência (beta-galactosidase) e correlacionar com resposta a terapia e sobrevida livre de progressão; 3) Verificar a expressão de RNAm dos mesmos genes observados por imunocitoquímica nas CTCs e de fatores de transcrição indutores de transição epitélio-mesênquima (TEM) e sua correlação com resposta ao tratamento; 4) Verificar se há relação do seu perfil de expressão gênica das plaquetas, isoladas simultaneamente às CTCs dos pacientes com tumores de cólon com o do tumor de origem (por análise de prontuário e dados da literatura); 5) Identificar os muito bons e muito maus respondedores a tratamento e sequenciar seu RNAm (CTCs e plaquetas) no intuito de identificar novos alvos terapêuticos; 6) Quantificar, simultaneamente às CTCs dos pacientes com tumores de cólon incluídos neste estudo, neutrófilos e linfócitos e ver se há correlação entre as taxas destas células e sobrevidas livre de progressão. Serão analisadas as amostras de 50 pacientes. As amostras serão coletadas antes da cirurgia (baseline), após a cirurgia e antes da quimioterapia adjuvante (1º follow-up), após o fim da quimioterapia adjuvante (2º follow-up) e a cada 6 meses até recorrência da doença. As CTCs serão caracterizadas em todos os momentos por imunocitoquímica com anticorpos específicos para os marcadores acima citados. Todas as reações terão um controle negativo (sangue de indivíduos sadios) e controle positivo (este mesmo sangue, acrescido de células tumorais de cólon mantidas em cultura). Espera-se por meio deste trabalho, compreender melhor os mecanismos de recidiva, metástase e resistência ao tratamento em pacientes com câncer de cólon localmente avançado, por meio da análise da CTCs, de proteínas de resistência e fatores de transcrição indutores de TEM e microêmbolos tumorais circulantes. Espera-se, por meio da análise molecular das plaquetas e pela quantificação de neutrófilos e linfócitos, sermos capazes de identificar novos biomarcadores sanguíneos prognósticos que possam direcionar os clínicos para a melhor escolha terapêutica. Espera-se ainda, apontar novos alvos terapêuticos, por meio da análise de expressão gênica das plaquetas e das CTCs, que possam ser usados no desenvolvimento de novos fármacos. Espera-se, também, conseguir um melhor entendimento da biologia tumoral, além de uma validação, em outra população, de estudos realizados previamente em nosso laboratório com as proteínas TYMS e ERCC1, também relacionadas à resistência a quimioterapia. (AU)

As respostas dos ecossistemas a transformação urbana: o impacto da rápida urbanização sobre a demografia social em espécies ecologicamente significativas de insetos sociais

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Fábio Santos do Nascimento
Pesquisador responsável no exterior: Seirian Sumner
Instituição no exterior: University of Bristol. (Inglaterra)
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Comportamento Animal
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:14/50990-0
Vigência: 01 de abril de 2016 - 31 de março de 2017
Convênio/Acordo de cooperação com a FAPESP: NERC, RCUK
Assunto(s):Insetos sociaisUrbanizaçãoDemografiaImpactos ambientaisDoença de Chagas
Resumo
o Programa do Grupo de Cooperação Internacional em Biodiversidade (ICBG) objetiva o estudo de tópicos interdependentes na descoberta de fármacos, conservação da biodiversidade e crescimento econômicos sustentável (http://www.icbg.org/). Nosso projeto ICBG fornece um time com liderança interdisciplinar de físicos, farmacologistas, biólogos evolucionistas e químicos que irão descobrir e desenvolver agentes terapêuticos produzidos por bactérias brasileiras. O projeto objetiva estudar questões relacionadas aos seguintes problemas: 1) doenças fúngicas infecciosas, 2) cânceres do sangue, e 3) doença de chagas, todos dos quais requerem urgentemente novos agentes terapêuticos. Doenças fúngicas invasivas são um desafio para a saúde pública e agora matam mais pessoas do que malária ou tuberculose. Apesar de maiores investimentos em quimioterapia do câncer, este pode matar 8 milhões de pessoas no mundo este ano (13% de todas as mortes, WHO) e uma estimativa de 13 milhões em 2030. Doença de Chagas impõe um desafio especial ao Brasil, pois possui metade da população paciente do mundo (4 milhões), e a doença mata tanto quanto a tuberculose. O ICBG tem focado e separado plataformas "screening" para todas as três doenças que podem desenvolver todos os passos requeridos dos screens primários por meio de estudos-modelo in vivo em camundongos. O ICBG irá focar em bactérias simbiontes de insetos sociais como, por exemplo, formigas cortadeiras, pois estes organismos possuem bactérias simbiontes especializadas que produzem defesas químicas contra fungos patogênicos que ameaçam suas comunidades. O papel ecológico das defesas químicas produzidas pelas bactérias contra fungos patogênicos, mas mantendo os jardins de fungos benéficos e hospedeiros de insetos se adequa aos requerimentos terapêuticos para agentes anti-fúngicos, anti-câncer e anti-protozoários. A diversidade em nível populacional dos produtores bacterianos irá também fornecer variações múltiplas de uma família estrutural, a qual será útil como suporte de futuros estudos. Os esforços de novas descobertas serão extensivos na utilização de alta tecnologia e ferramentas genômicas. Bactérias serão micro-culturadas para estabelecimento de screens fenotípicos e prioridade de ativos serão re-culturados para screens secundários e de replicação. Todas as linhagens de bactérias serão genotipadas (16S) e arquitetura pipeline avançadas serão sequenciadas e sujeitas à análise bioinformática. Além disso, o ICBG produzirá esforços para catalogar a diversidade microbiana do Brasil, treinará cientistas brasileiros e dará suporte para o desenvolvimento de descobertas de medicamentos no país. (AU)

Quinazolinas biorredutíveis: síntese e avaliação biológica para diagnóstico por PET e tratamento de tumores em hipóxia

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Ivone Carvalho
Pesquisadores associados:Emerson Soares Bernardes
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:15/07893-6
Vigência: 01 de abril de 2016 - 31 de março de 2018
Assunto(s):Química médicaQuinazolinas
Resumo
A hipóxia, observada em tumores, é caracterizada pelo decréscimo no fornecimento de oxigênio para um determinado tecido ou célula devido à diminuição do aporte sanguíneo, e sua ocorrência está associada com resistência aos métodos convencionais de tratamento, como quimioterapia e radioterapia. A utilização de compostos biorredutíveis (p.e. nitro-derivados e hidroquinonas) no tratamento e diagnóstico de tumores em hipóxia é possível devido à existência de um potencial redutor diferenciado de células em região de hipóxia, em comparação às células presentes em regiões de normóxia. Atualmente, os pró-fármacos biorredutíveis e os radiofármacos marcados com 18F, os quais exploram as características existentes no microambiente hipóxico, apresentam ainda limitações que incentivam a busca por novas moléculas. Desta forma, este trabalho tem como objetivo sintetizar e avaliar a atividade biológica de novos compostos biorredutíveis e/ou 18F radiofármacos contendo a estrutura privilegiada de quinazolina, substituída nas posições C-5, C-6 e C-8, por grupos metoxila, flúor-etila e nitro-aromáticos ou heteroaromáticos, respectivamente. Os compostos serão sintetizados a partir do ácido 4,5-dimetoxiantranílico, usando métodos clássicos para obtenção do intermediário 8-cloro-quinazolina, o qual terá o cloro substituído por grupo nitro-aromático, tal como 2-([4-nitrobenzil]oxi)etanamina, seguido de desacetilação seletiva para substituição com fluor-etila em C-6. Os compostos biorredutíveis serão avaliados quanto ao efeito citotóxico frente a várias linhagens de células tumorais cultivadas sob hipóxia ou normóxia. Todos os compostos potencialmente úteis para o diagnóstico de tumores em hipóxia serão inicialmente obtidos com o flúor frio (19F) e posteriormente marcados com o isótopo radioativo 18F e avaliados em ensaios in vitro e in vivo (PET/CT). (AU)

Desenvolvimento de novo candidato a fármaco para o tratamento do carcinoma de pulmão de células não pequenas: CHY-1, inibidor de autofagia e protótipo de nova classe de inibidores da enzima CTP:fosfoetanolamina citidililtransferase

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Adilson Kleber Ferreira
Pesquisadores associados:Cristoforo Scavone; Liliana Marzorati; Marcio Henrique Zaim; Kerly Fernanda Mesquita Pasqualoto; Jose Alexandre Marzagão Barbuto
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Apoio a Jovens Pesquisadores
Processo:15/18528-7
Vigência: 01 de abril de 2016 - 31 de março de 2019
Assunto(s):AntineoplásicosAutofagia
Resumo
O câncer de pulmão é, hoje, uma das principais causas de mortalidade em todo o mundo. O tratamento quimioterápico de câncer de pulmão de células não pequenas (NSCLC, do inglês: Non-Small Cell Lung Cancer), o de maior incidência, é insatisfatório e a resistência terapêutica aos tratamentos disponíveis, continua a ser o principal problema no tratamento da doença avançada. Assim, o desenvolvimento de novos fármacos poderia beneficiar grande parcela da população mundial acometida pelo câncer de pulmão. A enzima CTP:fosfoetanolamina citidililtransferase (Pcyt-2), que utiliza a fosfoetanolamina como substrato, é um regulador chave na via de Kennedy, para a produção de fosfolipídios de membrana,. A inibição da Pcyt-2 implica diretamente na redução do glicerofosfolipídio zwitteriônico fosfatidiletanolamina (PE). Este fosfolipídio é um dos mais abundantes nas células eucarióticas e, por conseguinte, a redução de sua produção poderia afetar diretamente a divisão celular, a autofagia e a apoptose, principalmente em células tumorais, por sua alta taxa biossintética de membranas. Em estudo prévio, confirmamos que a Pcyt-2 é um alvo terapêutico em células de câncer de pulmão e identificamos um novo composto lead, ou protótipo para o desenvolvimento racional de inibidores da enzima Pcyt-2: o CHY-1. Tal composto foi utilizado como molde para o desenvolvimento racional baseado na estrutura (SBDD, do inglês: structure-based drug design) de novos potenciais inibidores da enzima Pcyt-2. O composto CHY-1 é capaz de reduzir os níveis intracelulares de PE, reduzindo o fluxo autofágico nas células de NSCLC, H460 e A549, ele não apresenta atividade hemolítica mas possui citotoxicidade preferencial sobre as células de linhagens de NSCLC, H460, A549, NCI-H1299 e NCI-H292. Cabe notar, além do mais, que o CHY-1 possui uma ampla faixa terapêutica in vivo, não causando sinais de toxicidade em camundongos. Diante disto, o presente projeto pretende estudar o efeito inibitório do CHY-1 na autofagia, determinando seu mecanismo com precisão e, também, analisar os efeitos deste novo candidato a fármaco em combinação com abordagens terapêuticas já padronizadas para câncer de pulmão. Este objetivo se baseia em recentes estudos, que tem investigado a associação da cloroquina ou da hidroxicloroquina, dois conhecidos inibidores de autofagia, com tratamentos estabelecidos, na tentativa de aumentar sua eficácia, provocando, porém, graves efeitos adversos. Desta forma, será avaliado se a combinação terapêutica do CHY-1 com cisplatina, taxol ou bevacizumab apresenta benefícios terapêuticos, com menores efeitos adversos. Em paralelo, numa abordagem interativa e multidisciplinar, pretendemos identificar e otimizar novas entidades químicas através de planejamento racional de fármacos potencialmente inibidores da enzima Pcyt2, utilizando o CHY-1 como lead. Com base na viabilidade sintética, estas novas moléculas serão caracterizadas e o potencial efeito antitumoral avaliado in vitro e in vivo. (AU)

Sinalização celular em Trypanosoma durante a interação do parasita com o hospedeiro

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Sergio Schenkman
Pesquisadores associados:Bradford Scott McGwire; Mark C Field; Beatriz Amaral de Castilho
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Temático
Processo:15/22031-0
Vigência: 01 de abril de 2016 - 31 de março de 2020
Assunto(s):AcetilaçãoTrypanosomaTradução
Resumo
Os mecanismos de resposta de protozoários parasitas às diferentes situações encontradas nos hospedeiros é pouco conhecida e o seu entendimento pode ajudar na identificação de novos alvos quimioterápicos e na compreensão dos mecanismos que levam a patogênese. O nosso grupo vem já há alguns anos estudando alguns destes aspectos, mais precisamente como é regulada a síntese proteica em Trypanosoma submetidos a condições de estresse. Neste projeto temático, além de dar continuidade a estes estudos, pretendemos estender estes objetivos a outros projetos já iniciados pelo grupo que são a caracterização do papel de deacetilases de proteínas e da ação de ciclofilinas (enzimas que isomerizam ligações de prolina em proteínas) de Trypanosoma cruzi, o agente da doença de Chagas. Também pretendemos iniciar um estudo original de caracterização de proteínas envolvidas na secreção de proteínas ancoradas por glicosilfosfatidilinositol de Trypanosoma que constituem os principais componentes de superfície do parasita. Serão quatro subprojetos interligados realizados por um grupo de 2 pós-doutorandos e 3 estudantes de pós-graduação, além de colaboradores externos, e que permitirão entender como estes parasitas controlam os diferentes tipos de estresse para sobreviver em seus diferentes hospedeiros (AU)

Impact of the circadian clock on the DNA repair capacity and drug sensitivity of normal and cancer cells: towards chronopersonalized chemotherapy

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Carlos Frederico Martins Menck
Pesquisador responsável no exterior: Gijsbertus Theodorus Johannes van der Horst
Instituição no exterior: Erasmus University Rotterdam (EUR). (Holanda)
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:15/50080-6
Vigência: 01 de abril de 2016 - 31 de março de 2018
Convênio/Acordo de cooperação com a FAPESP: Erasmus Universiteit Rotterdam
Assunto(s):QuimioterapiaProjetos SPRINT

Análise de biomarcadores moleculares associados à quimiorresistência mediada por células tronco tumorais de mama

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM). Hospital da Mulher Professor Doutor José Aristodemo Pinotti. Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Sophie Françoise Mauricette Derchain
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Processo:15/25056-4
Vigência: 01 de abril de 2016 - 31 de março de 2018
Assunto(s):BiomarcadoresExossomosNeoplasias mamáriasBiologia molecularQuimiorresistência
Resumo
Apesar dos avanços no conhecimento genético-molecular, o câncer de mama é o tipo de câncer mais comumente diagnosticado e com maior número de mortes em mulheres no mundo, devido principalmente ao processo metastático e à resistência ao tratamento. Após a quimioterapia, a via de resposta ao dano ao DNA (DDR) é ativada em resposta aos danos genotóxicos induzidos pelo tratamento, controlando a parada no ciclo celular ou ativando o reparo ao DNA. Estudos apontam que as células tronco tumorais (CSCs) podem promover a quimiorresistência através de DDR. Além disso, sabe-se que a transição epitélio-mesenquimal (EMT) pode gerar células com características de células tronco e regular o processo de quimiorresistência associada às CSCs. Os exossomos são microvesículas compostas por RNAs, miRNAs e proteínas que podem ser liberadas por diferentes tipos celulares, incluindo células tumorais e CSCs, e permitem a transferência do conteúdo de uma célula à outra. Sabe-se que as CSCs são capazes de formar tumores com fenótipo mais agressivo, com capacidade de migração, metástase, resistência ao tratamento e recorrência da doença. Até o momento, são escassos os estudos que determinam com clareza a interação dessas CSCs de mama com seu microambiente. Determinar as causas pelas quais um paciente não responde à quimioterapia, e assim poder guiar uma terapia mais adequada para cada paciente permanece um grande desafio na medicina moderna. Felizmente, o conteúdo genético presente no sangue circulante pode fornecer pistas e ajudar a mudar este cenário. Assim, pretende-se avaliar a possível transferência de miRNAs que regulem a quimiorresistência entre CSCs e células tumorais de mama derivados de exossomos a fim de compreender a complexidade da progressão e terapia do câncer de mama. (AU)

Envolvimento da ativação de PAFR frente à quimioterapia no fenômeno de repopulação de melanomas

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira (ICESP). Coordenadoria de Serviços de Saúde (CSS). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Roger Chammas
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Biologia Geral
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Processo:15/26262-7
Vigência: 01 de abril de 2016 - 30 de junho de 2017
Assunto(s):Microambiente tumoralMelanomaOncologiaQuimiorresistência
Resumo
Um dos desafios encontrados no tratamento do câncer é o processo de repopulação tumoral, no qual células resistentes à terapia são capazes de proliferar e reconstituir novamente o tumor. Apesar de ser recorrente na clínica, contribuindo para a falha terapêutica, os eventos celulares e moleculares envolvidos neste fenômeno ainda são pouco elucidados, sendo necessário melhor compreendê-los, para que, futuramente, se possa prevenir o processo e aperfeiçoar o tratamento. No único modelo proposto até então, denominado Phoenix Rising, células apoptóticas decorrentes de quimioterapia ou radioterapia, provêm sinais proliferativos para as demais células tumorais, em um mecanismo dependente da ativação de caspase 3 e fosfolipase A2 (pLA2). Um dos subprodutos de pLA2 é o fator de ativação de plaquetas, PAF, um lipídeo bioativo relacionado com diversas funções fisiológicas. Em tumores, foi observado que a ativação do receptor de PAF, PAFR, está relacionada a processos que favorecem o crescimento tumoral e a geração de mestástases. Além disso, PAFR está envolvido em processos de reciclagem celular, como a fagocitose de células apoptóticas por macrófagos, induzindo a polarização destas células no sentido de um perfil imunossupressor. Resultados prévios do grupo mostram que células expostas à hipóxia são mais resistentes a morte celular induzida por cisplatina e que a utilização do antagonista de PAFR, WEB 2086, sensibiliza as células neste contexto, havendo efeito sinérgico quando combinado com cisplatina. Além disso, experimentos in vivo mostram que em áreas de hipóxia do tumor, há aumento da expressão de PAFR. Sabe-se que células tumorais em hipóxia são mais resistentes aos tratamentos e podem levar a repopulação tumoral. Assim, o objetivo do trabalho é avaliar se em condições de hipóxia/reoxigenação, privação de nutriente e exposição a insultos citotóxicos, a ativação de PAFR está envolvida no processo de repopulação tumoral, desencadeando mecanismos relacionados à sobrevivência tumoral (como autofagia) e à proliferação celular. (AU)

Desenvolvimento de novo candidato a fármaco para o tratamento do carcinoma de pulmão de células não pequenas: CHY-1, inibidor de autofagia e protótipo de nova classe de inibidores da enzima CTP:fosfoetanolamina citidililtransferase

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Adilson Kleber Ferreira
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Apoio a Jovens Pesquisadores
Processo:16/05351-4
Vigência: 01 de abril de 2016 - 31 de março de 2018
Vinculado ao auxílio:15/18528-7 - Desenvolvimento de novo candidato a fármaco para o tratamento do carcinoma de pulmão de células não pequenas: CHY-1, inibidor de autofagia e protótipo de nova classe de inibidores da enzima CTP:fosfoetanolamina citidililtransferase, AP.JP
Assunto(s):AntineoplásicosAutofagia
Resumo
O câncer de pulmão é, hoje, uma das principais causas de mortalidade em todo o mundo. O tratamento quimioterápico de câncer de pulmão de células não pequenas (NSCLC, do inglês: Non-Small Cell Lung Cancer), o de maior incidência, é insatisfatório e a resistência terapêutica aos tratamentos disponíveis, continua a ser o principal problema no tratamento da doença avançada. Assim, o desenvolvimento de novos fármacos poderia beneficiar grande parcela da população mundial acometida pelo câncer de pulmão. A enzima CTP:fosfoetanolamina citidililtransferase (Pcyt-2), que utiliza a fosfoetanolamina como substrato, é um regulador chave na via de Kennedy, para a produção de fosfolipídios de membrana,. A inibição da Pcyt-2 implica diretamente na redução do glicerofosfolipídio zwitteriônico fosfatidiletanolamina (PE). Este fosfolipídio é um dos mais abundantes nas células eucarióticas e, por conseguinte, a redução de sua produção poderia afetar diretamente a divisão celular, a autofagia e a apoptose, principalmente em células tumorais, por sua alta taxa biossintética de membranas. Em estudo prévio, confirmamos que a Pcyt-2 é um alvo terapêutico em células de câncer de pulmão e identificamos um novo composto lead, ou protótipo para o desenvolvimento racional de inibidores da enzima Pcyt-2: o CHY-1. Tal composto foi utilizado como molde para o desenvolvimento racional baseado na estrutura (SBDD, do inglês: structure-based drug design) de novos potenciais inibidores da enzima Pcyt-2. O composto CHY-1 é capaz de reduzir os níveis intracelulares de PE, reduzindo o fluxo autofágico nas células de NSCLC, H460 e A549, ele não apresenta atividade hemolítica mas possui citotoxicidade preferencial sobre as células de linhagens de NSCLC, H460, A549, NCI-H1299 e NCI-H292. Cabe notar, além do mais, que o CHY-1 possui uma ampla faixa terapêutica in vivo, não causando sinais de toxicidade em camundongos. Diante disto, o presente projeto pretende estudar o efeito inibitório do CHY-1 na autofagia, determinando seu mecanismo com precisão e, também, analisar os efeitos deste novo candidato a fármaco em combinação com abordagens terapêuticas já padronizadas para câncer de pulmão. Este objetivo se baseia em recentes estudos, que tem investigado a associação da cloroquina ou da hidroxicloroquina, dois conhecidos inibidores de autofagia, com tratamentos estabelecidos, na tentativa de aumentar sua eficácia, provocando, porém, graves efeitos adversos. Desta forma, será avaliado se a combinação terapêutica do CHY-1 com cisplatina, taxol ou bevacizumab apresenta benefícios terapêuticos, com menores efeitos adversos. Em paralelo, numa abordagem interativa e multidisciplinar, pretendemos identificar e otimizar novas entidades químicas através de planejamento racional de fármacos potencialmente inibidores da enzima Pcyt2, utilizando o CHY-1 como lead. Com base na viabilidade sintética, estas novas moléculas serão caracterizadas e o potencial efeito antitumoral avaliado in vitro e in vivo. (AU)

Impacto metabólico da metformina na resposta anti-tumoral mediada pelo linfócito T

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Niels Olsen Saraiva Câmara
Supervisor no Exterior: Susan Kaech
Local de pesquisa: Yale School of Medicine (YSM) (Estados Unidos)
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Processo:15/21513-1
Vigência: 07 de março de 2016 - 06 de março de 2017
Assunto(s):MelanomaImunoterapiaMetformina
Resumo
O microambiente tumoral é notoriamente imunossupressor e o papel principal do campo da imunologia dos tumores é conceber métodos para reestimular as células do sistema imunológico a rejeitar as células tumorais e deter a sua. Através do estudo de modelos geneticamente modificadas de melanoma e câncer de pulmão em camundongos, estamos caracterizando as mudanças que ocorrem nas células do sistema imunológico presentes nesse contexto, particularmente os macrófagos associados a tumores (TAMs) e as células T, durante terapias imuno-quimioterapia e. Esse trabalho é necessário para compreender a ação de drogas anti-câncer e identificar terapias específicas que funcionem melhor em conjunto com imunoterapias recentemente aprovadas, como bloqueadores de PD-1 ou de CTLA-4. Diversos trabalhos mostram a relação do tratamento com a droga metformina, usada para o tratamento de diabetes tipo 2, e a redução do risco de desenvolver câncer. Classicamente, a metformina atua no fígado diminuindo a glicemia e melhorando a hiperinsulinemia secundária. Tais efeitos têm sido imputados também na tumorigênese, onde a hiperinsulinemia tem sido associada com prognóstico desfavorável em vários tipos de câncer, como de mama, cólon e próstata. Apesar disso, inúmeros trabalhos mostram que esta droga tem uma ação direta em células neoplásicas, porém ainda não estão todos estabelecidos. A via mTOR é possivelmente a via mais importante no efeito antineoplásico da metformina. A inibição de mTOR altera a síntese de proteínas e consequentemente a proliferação de células tumorais. A via mTOR é regulada pela AMPK, sendo esta um importante regulador das funções das células T, além de inibir a produção de linfócitos T efetores e promover a geração de células T de memória. Assim, propomos por meio deste trabalho avaliar se o impacto metformina no metabolismo dos linfócitos T, bem como entender quais são os mecanismos imunes efetores envolvidos neste processo. (AU)

Detalhamento funcional do papel de CD99 em astrocitomas

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Sueli Mieko Oba Shinjo
Pesquisadores associados:Suely Kazue Nagahashi Marie; Roseli da Silva
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:15/03614-5
Vigência: 01 de março de 2016 - 28 de fevereiro de 2018
Assunto(s):NeurologiaGlioblastomaAstrocitomaGlicoproteínas de membranaAntígenos CD99Expressão gênicaRNA-seq
Resumo
Os astrocitomas estão entre os tumores mais comuns do sistema nervoso central e são classificados de acordo com seu grau de malignidade em uma escala de I a IV, considerando características histológicas e alterações genéticas do tumor. O grau IV ou glioblastoma (GBM) é o mais frequente e maligno e o tratamento padrão consiste em ressecção cirúrgica do tumor seguida de radioterapia e quimioterapia com temozolamida. Mesmo com este tratamento agressivo, a sobrevida média dos pacientes é de aproximadamente 1 ano. Na expectativa de aumentar a sobrevida do paciente busca-se combinar a terapia padrão com outras terapias de base biológica. Para tanto diversos estudos têm sido desenvolvidos na busca por proteínas de membrana expressas em diferentes tipos de tumores, inclusive GBM, que poderiam servir como alvos terapêuticos. Entre estes está o CD99, uma proteína expressa na membrana de células hematopoiéticas e outros tipos celulares que desempenha papel na diferenciação, adesão e migração de linfócitos T e B. O CD99 também foi descrito em diversos tipos de tumores, incluindo sarcoma e GBM. Nosso laboratório demonstrou níveis elevados de RNA mensageiro e da proteína em amostras de tecido e linhagens de GBM. Um estudo detalhado da função de CD99 será realizado através da análise do transcriptoma de linhagens celulares de GBM (U87MG e A172) silenciadas e não-silenciadas para a expressão de CD99, a fim de identificar vias de sinalização moduladas por CD99. A análise do transcriptoma direcionará os estudos funcionais a serem realizados para comprovação dos achados. Adicionalmente, a capacidade tumorigênica das linhagens silenciadas será avaliada in vivo. (AU)

Desenvolvimento e caracterização de nanopartículas com propriedades mucoadesivas baseadas em ácido hialurônico para liberação cólon específica de metotrexato

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Maria Palmira Daflon Gremião
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia - Farmacotecnia
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Processo:15/21176-5
Vigência: 01 de março de 2016 - 30 de abril de 2017
Assunto(s):MetotrexatoQuitosanaÁcido hialurônicoHidrogel
Resumo
O câncer colorretal é o terceiro de maior incidência mundial, entre homens e mulheres, apesar dos avanços na terapia antineoplásica, o câncer permanece como um estigma para a sociedade gerando graves prejuízos à qualidade de vida do paciente. A quimioterapia intravenosa é uma escolha terapêutica, amplamente utilizada, para a maioria dos casos. Quando administrado, apenas uma pequena fração do agente quimioterápico atinge o tecido tumoral, o restante se distribui entre órgãos e tecidos sadios, reduzindo a eficácia do tratamento e causando severos efeitos colaterais. O metotrexato (MTX) é um clássico antagonista do ácido fólico e, um dos agentes terapêuticos disponíveis mais utilizados para o tratamento de tumores sólidos. A vetorização do MTX para a região do cólon, onde encontra-se o tumor, assim como a interação específica e prolongada do fármaco com o sítio de ação representa uma estratégia racional e promissora para aumentar a eficácia do tratamento e reduzir os efeitos colaterais. Nesse contexto, nanopartículas compostas de quitosana, ácido hialurônico e ftalato de hidroxipropilmetilcelulose contendo MTX serão obtidas por complexação polieletrolítica e caracterizadas através das análises de eficiência de encapsulação, tamanho, forma, potencial zeta, espectroscopia de absorção na região do infravermelho, propriedades térmicas (DSC e TG) e propriedades mucoadesivas. O desempenho das nanopartículas como sistemas de liberação controlada do MTX será avaliado pelo estudo de liberação in vitro, em meios com valores de pH que mimetizem às diferentes porções do TGI, seguido da determinação dos mecanismos de liberação do fármaco. (AU)

Efeito do treinamento físico aeróbio associado ao tratamento quimioterápico com doxorrubicina em camundongos com carcinoma de pulmão Lewis (LLC). papel da adiponectina no músculo estriado esquelético e no tumor

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:José Cesar Rosa Neto
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Metabolismo e Bioenergética
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Processo:15/17068-2
Vigência: 01 de março de 2016 - 31 de agosto de 2018
Assunto(s):MetabolismoSistema musculoesqueléticoNeoplasiasQuimioterapiaExercício físicoMorte celular
Resumo
O câncer é atualmente considerado uma das principais causas de mortalidade e morbidade no mundo. Para o tratamento dessa doença com freqüência são utilizadas estratégias farmacológicas. A doxorrubicina é um quimioterápico amplamente utilizado na prática clínica. Entretanto, sua aplicação é limitada por seus efeitos colaterais, inclusive no músculo esquelético e no tecido adiposo. A adiponectina, por sua vez é uma adipocina produzida principalmente pelo tecido adiposo branco e que estabelece cross-link entre diversos órgãos. Possui ação anti-diabetogênica no músculo esquelético e ação anti-proliferativa em células tumorais. Visto que, o exercício físico pode ser um potencial tratamento co-adjuvante ao tratamento quimioterápico e ao câncer, o objetivo do presente projeto é investigar se os efeitos do exercício físico associado ao tratamento quimioterápico com doxorrubicina em camundongos com carcinoma de pulmão Lewis (LLC) são dependentes de adiponectina, no músculo esquelético e no tumor. Para isso serão utilizados animais C57B/6 e animais knockout para adiponectina (Adipo K.O). Os animais serão tratados com doxorrubicina (5 mg/kg intraperitoneal), exercício físico aeróbio moderado (60 % vel. máx) ou ambos. Os seguintes grupos serão utilizados: Controle (grupo CT), LLC (grupo tumor), LLC + DOX (grupo tumor + doxorrubicina), LLC + T (grupo tumor + treino) e LLC+DOX+T (grupo tumor + doxorrubicina + treino). Adicionalmente utilizaremos grupos de animais Adipo K.O para avaliar se os efeitos do treinamento e do tratamento quimoterápico são dependentes de doxorrubicina. Será avaliada a sobrevida, desempenho físico e tamanho do tumor. No músculo esquelético realizaremos a expressão gênica e proteica envolvidas na sinalização da insulina, captação de glicose e oxidação de lipídios. Imunohistoquimicamente iremos caracterizar o fenótipo das fibras musculares. No tumor realizaremos a expressão protéica envolvida na sinalização IGF-1-AKT-mTOR-p53. Ensaios in vitro utilizando soro autólogo de animais treinados serão utilizados para avaliar a proliferação e apoptose celular. (AU)

Caracterização de L-asparaginase de Erwinia chrysanthemi melhorada por evolução sintética de proteínas e otimização das condições de produção

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Gisele Monteiro de Souza
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Processo:15/24463-5
Vigência: 01 de março de 2016 - 30 de junho de 2018
Vinculado ao auxílio:13/08617-7 - Produção de L-asparaginase extracelular: da bioprospecção à engenharia de um biofármaco antileucêmico, AP.TEM
Assunto(s):BiotecnologiaBiologia molecular
Resumo
L-Asparaginase (ASNase) é uma enzima tetramérica bacteriana, utilizada em sessões de quimioterapia que depletam asparagina (Asn) e glutamina (Gln), transformando-os em aspartato (Asp) ou glutamato (Glu), respectivamente, e em amônia. Contudo, a ASNase pode induzir resposta imune, levando à produção de anticorpos anti-asparaginase, a principal causa de resistência ao medicamento. Uma ASNase ideal seria aquela com alta atividade, alta estabilidade e baixo potencial alergênico, porém as ASNases comerciais hoje obtidas por Escherichia coli ou por Erwinia chrysanthemi não reúnem essas características simultaneamente. Por esta razão, o presente trabalho utiliza técnicas de mutagênese randômica e sítio-dirigida, a fim de criar uma nova isoforma de ASNase de E. chrysanthemi com uma melhor atividade e estabilidade em soro humano. Além disso, com auxílio de planejamento fatorial serão estudadas, em agitador metabólico, a linhagem mutante que expressar a melhor proteína recombinante de interesse, visando à otimização do processo de produção. Trata-se de uma conversão de projeto de Mestrado para Doutorado Direto, uma vez que já foi obtido um número expressivo de mutantes promissores. Até o momento a atividade específica da enzima padrão foi estabelecida como 455 U/mg e foi criada uma biblioteca com 1.056 mutantes; desses, trinta clones foram selecionados por apresentar atividade de 80 a 200% do valor de atividade obtida para a enzima padrão. Dos trinta, quatro mutantes não apresentaram nenhuma mutação, sete mutantes apresentaram apenas mutações silenciosas e dezenove mutantes (64%) possuem pelo menos uma mutação na proteína. Esses 19 mutantes terão suas proteínas resultantes avaliadas quanto aos parâmetros cinéticos e citotoxicidade e as mais promissoras serão selecionadas para estudo das melhores condições e otimização de produção. (AU)

Utilização da LAMP para diagnóstico e avaliação da eficácia terapêutica do cloridrato de isometamidium em bovinos naturalmente infectados com Trypanosoma vivax

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Fabiano Antonio Cadioli
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Processo:15/25397-6
Vigência: 01 de março de 2016 - 28 de fevereiro de 2018
Assunto(s):Trypanosoma vivaxBovinosTécnicas de diagnóstico animal
Resumo
Tripanossomíases são doenças que acometem humanos, animais domésticos e silvestres. No Brasil, especialmente nas duas últimas décadas, a infecção em rebanhos ruminantes por Trypanosoma vivax, têm tido incidência cada vez maior, impactando a produção leiteira. Sinais clínicos da enfermidade, como anemia e emagrecimento, são genéricos e como há intervalos aparasitêmicos, o diagnóstico da doença torna-se desafiador. Quimioterápicos como aceturato de diminazeno e cloridrato de isometamidum estão disponíveis para o tratamento da doença, sendo apenas o primeiro comercializado no Brasil, muito embora existam indícios de resistência ao princípio. O cloridrato de isometamidium está sendo utilizado no Brasil de forma imprópria para o tratamento desta enfermidade o que pode conduzir a resistência ao princípio. Embora métodos sorológicos sejam úteis, não permitem segregar animais com infecção ativa ou não, portanto, métodos moleculares de diagnóstico são as ferramentas mais indicadas em surtos. A Amplificação Circular Isotérmica do DNA (LAMP) tem sido considerada técnica menos susceptível de sofrer influência da qualidade da amostra que a PCR, além de ser um método de execução simples, rápido, com ausência de grandes recursos laboratoriais e com maior sensibilidade de detecção de material genético circulante. Este projeto pretende avaliar a LAMP como ferramenta para diagnóstico e verificar a cura parasitológica de bovinos naturalmente infectados por T. vivax após o tratamento com isometamidum, utilizando 20 bovinos fêmeas, naturalmente infectados com T. vivax, que serão tratados com cloridrato de isometamidium, na dosagem de 1,0 mg/Kg por via intramuscular profunda. Serão avaliadas amostras de sangue e soro colhidas nos dias 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 15, 30, 60, 90 e 120 dias após o tratamento através de método parasitológico direto, ELISA, PCR e LAMP, de modo a determinar o comportamento do DNA do T. vivax e a resposta de anticorpos, conhecimentos de extrema importância para que medidas de contenção de surtos possam ser aplicadas corretamente. (AU)

Obtenção de linhagens mutantes de Leishmania amazonensis capazes de expressar luciferases modificadas

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Silvia Reni Bortolin Uliana
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:15/26121-4
Vigência: 01 de março de 2016 - 28 de fevereiro de 2017
Assunto(s):Quimioterapia
Resumo
Protozoários do gênero Leishmania são os agentes etiológicos de leishmaniose visceral e tegumentar, doenças com apresentações clínicas bastante diversas. Anualmente cerca de 2 milhões de novos casos de leishmaniose tegumentar e visceral são diagnosticados no mundo. Poucos são os fármacos disponíveis para tratamento de leishmanioses no Brasil: antimoniato de meglumina, anfotericina B e pentamidina. Esses medicamentos apresentam diversos problemas como alta toxicidade, administração por via parenteral e alto custo. Existe, dessa forma, grande urgência em se buscar novas alternativas para a terapia dessas doenças. Em nosso laboratório, temos buscado identificar novos quimioterápicos para aplicação no tratamento de leishmanioses. Para isso, temos empregado modelos experimentais para teste de compostos candidatos utilizando parasitas mutantes expressores de genes repórter. Dessa forma a detecção dos parasitas é facilitada, tanto in vitro como in vivo. Mutantes expressores de luciferase foram obtidos e utilizados com sucesso na caracterização da atividade de fármacos. Entretanto, algumas limitações foram encontradas no uso da luciferase como repórter. Esse projeto tem como objetivo a obtenção de linhagens de Leishmania amazonensis mutantes expressoras de variantes da enzima luciferase denominadas NanoLuc, NanoLuc-PEST e RedLuc. Essas enzimas são capazes de catalisar reações que produzem luz com maior atividade específica ou em comprimentos de onda diferentes da luciferase tradicional, de forma que deverão possibilitar um grande aumento de sensibilidade na detecção de parasitas nos testes in vitro e in vivo de triagem de fármacos. Essas linhagens transgênicas poderão ser também utilizadas em estudos sobre a fisiopatologia da doença. (AU)
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