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Resumo

A hiperglicemia de estresse é um importante marcador prognóstico no IAM. Porém, não está bem estabelecido se a hiperglicemia tem um papel ativo, por meio da sua ação direta nas alterações metabólicas na fase aguda do IAM, ou se funciona apenas como um marcador de risco, conseqüente à reação endócrino-metabólica ao IAM. Assim o objetivo principal deste estudo é avaliar os mecanismos envolvidos na fisiopatologia da hiperglicemia de estresse durante o IAM. Serão selecionados, prospectivamente, 128 pacientes com IAM. As seguintes variáveis serão avaliadas e correlacionadas com estresse glicêmico: atividade simpática, atividade do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal, resistência periférica à insulina, perfil lipidico, atividade das metaloproteinases, atividade do sistema de coagulação, atividade inflamatória e presença de diabete melito prévio. Secundariamente estudar-se-á o papel destes marcadores na evolução clínica dos pacientes (mortalidade global e desfecho composto de mortalidade, reinfarto, isquemia refratária e choque cardiogênico). (AU)

Resumo

A sepse e o choque séptico constituem-se em desafio para a medicina intensiva. A incidência tem aumentado e a taxa de mortalidade permanece elevada, variando de 40% a 80%. A definição clínica de sepse vem sendo motivo de controvérsia, pois os critérios adotados em 1991 foram considerados muito amplos e não específicos por levarem em conta apenas dados clínicos. Novas definições publicadas em 2001 incluíram a dosagem de marcadores bioquímicos entre as variáveis para diagnosticar sepse em adultos. Como em pediatria ainda não está estabelecida a utilização de marcadores bioquímicos como critérios diagnósticos de SRIS e sepse, os objetivos deste estudo são: 1) estudar os níveis plasmáticos de IL-6, IL-10, PCR e PCT no plasma e sobrenadante de cultura de células mononucleares de crianças com diagnóstico clínico de sepse e choque séptico; 2) determinar a correlação entre o critério diagnóstico clínico de sepse e as concentrações plasmáticas destes marcadores; 3) investigar a relação entre estes marcadores e a mortalidade. (AU)

Resumo

A Insuficiência Renal Crônica (IRC) associa-se com elevada morbidade e mortalidade cardiovascular, sendo responsável por cerca de 50% dos óbitos em pacientes sob tratamento dialítico. Outra complicação freqüente presente na IRC é a Osteodistrofia Renal (OR), especialmente o Hiperparatireoidismo secundário (HPTH). Para controlar a OR, preconiza-se que a concentração de fósforo sérico seja menor que 5,5mg/dL, produto cálcio x fósforo menor que 55mg/dL e que os valores de paratormônio (PTH) fiquem entre 2 a 3x o valor normal. Trabalhos recentes têm questionado se esses valores de PTH não seriam deletérios para o aparelho cardiovascular, contribuindo assim, para manter a elevada mortalidade desses pacientes. Este estudo se propõe a avaliar a participação de proteínas envolvidas na calcificação, através de imuno-hitoquímica e biologia molecular (Northem Blot) no tecido ósseo e cardiovascular, com diferentes concentrações de PTH e variações no teor de fósforo da dieta em modelo experimental de uremia em ratos paratireoidectomizados. (AU)

Resumo

A Insuficiência Renal Aguda (IRA) em cães com sepse apresenta grande morbidade e mortalidade. O tratamento conservador da IRA nestes casos não tem se mostrado efetivo em virtude da alta mortalidade. Uma opção nesses casos seria a Hemodiafiltração,utilizada no homem e com resultados satisfatórios. Este estudo utilizará cadelas com piometra e IRA que não responderam ao tratamento conservador da IRA. Para tanto utilizar-se-ão 10 animais da espécie canina, fêmea, de diferentes raças e idades que entrarão no projeto no caso de preencherem os pré-requisitos de inclusão. Serão aplicadas 3 sessões de hemodiafiltração, com intervalos de 24 horas e 2 horas de duração e avaliar-se-ão os seguintes parâmetros: avaliação da hemodinâmica central; oxigenação; ventilação, equilíbrio ácido-básico e eletrólitos; hemograma; perfusão renal; função renal; peso corpóreo; tempo de coagulação ativada e adequação ao tratamento, antes e após cada sessão de hemodiafiltração. (AU)

Resumo

Considerando a crescente importância dos agravos à saúde decorrentes da exposição a contaminantes ambientais e a contribuição que a análise do componente espacial destas relações pode trazer para a compreensão e prevenção desses agravos, este estudo propõe-se a investigar a associação entre algumas exposições ambientais e diferentes efeitos na saúde da população do estado de São Paulo, através de um desenho ecológico espacial. Composto por 4 subprojetos, o estudo tem como objetivos investigar a existência de associação entre exposição a produtos químicos presentes na água de consumo humano e ter residência próxima a incineradores de resíduos sólidos, e a mortalidade por tipos selecionados de câncer e a ocorrência de alguns desfechos indesejáveis da gravidez; além disso pretende investigar a existência de maior incidência de alguns tipos selecionados de câncer em regiões próximas a depósitos de lixo e investigar a presença de clusters espaciais de malformações congênitas e de tipos selecionados de câncer. O estudo incluirá todos os 645 municípios do estado de São Paulo e utilizará informações provenientes de fontes de dados secundários. As análises incluirão o mapeamento das taxas de eventos e das exposições usando técnicas Baysianas, identificação de 'clusters' pela aplicação da estimação de densidades de Kemel, a estimação de riscos ao redor de uma fonte fixa de poluição pelo teste condicional de Stone de declínio nas taxas conforme distância da fonte, a análise da associação entre as taxas dos desfechos e as diversas exposições, ajustando para variáveis de confusão através de modelos de efeitos aleatórios. Este estudo trará contribuições importantes no dimensionamento dos riscos a que a população esta exposta, além de fornecer subsídios para que se possa elaborar medidas que visem reduzir ou eliminar esses riscos. Contribuirá ainda no desenvolvimento e avaliação de políticas públicas de saúde ambiental. (AU)

Resumo

O estudo das alterações do Hormônio da Paratireóide(PTH) nos portadores de Insuficiência Renal Crônica(IRC) centra-se nas alterações ósseas determinadas pelo Hiperparatireoidismo Secundário(HPTH). Para controlar a Osteodistrofia Renal (OR), preconiza-se a manutenção de fósforo (P) sérico < 5,5 mg/dl, produto CaxP < 55mg2/dl2 e valores de PTH entre 2 a 3 X o valor normal. Sabe-se que excesso de mortalidade por Doença Cardiovascular (DCV) também acomete a população de portadores de IRC. Explicando parte disto, temos os distúrbios metabólicos do HPTH e dos íons Ca e P. Existe demonstração de que P e produto Cax P elevados determinam maior mortalidade na IRC. O PTH também é responsabilizado por alterações cardiovasculares vistas na IRC. Conjectura-se, que valores de P, Ca e PTH aceitáveis para OR, talvez não sejam adequados para prevenir ou reverter a DCV da IRC. Este estudo propõe correlacionar achados histológicos com diferentes taxas de infusão de PTH e dieta rica e pobre em P em ratos com IRC. (AU)

Resumo

A prematuridade é a principal causa de mortalidade neonatal no Brasil e está aumentando a cada ano. Há necessidade de estudos avaliando a epidemiologia da prematuridade de forma ampla, buscando aspectos obstétricos e neonatais que possam contribuir para o entendimento de suas causas e permitir a adoção de políticas públicas de controle do nascimento de pré-termos. Foi formada uma rede com 27 instituições de grande porte do país, das quais 12 do estado de São Paulo, que pretende estudar o nascimento pré-termo, seus fatores causais e fatores associados. Através de um estudo de prevalência e de um estudo caso-controle, um total de 3.600 partos prematuros será avaliado num período de 18 meses nas instituições participantes. (AU)

Resumo

O presente estudo se destina a analisar associação dos fatores climáticos umidade relativa, temperatura mínima, e pressão atmosférica e incidência de eventos mórbidos e mortalidade das patologias infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, pneumonia e asma, no período de 2001 a 2005, no município de São Paulo. A análise dessas associações e a elaboração de modelo estatístico incorporando o relacionamento de bases de dados climatológicas aliadas a bases institucionais de morbimortalidade segundo distribuição espacial no município de São Paulo por meio de georeferenciamento permitirá aos serviços de saúde planejar e otimizar recursos necessários para as variações de demanda. (AU)

Resumo

A Injúria Renal Aguda é patologia freqüente em pacientes internados em Unidades de Terapia Intensiva, com elevada mortalidade. O tratamento baseia-se em cuidados clínicos e, muitas vezes, na necessidade de diálise. Não há um método dialítico de escolha nesta patologia, havendo, porém estudos que mostram que os métodos contínuos são mais adequados que os métodos intermitentes. Os principais objetivos deste trabalho são avaliar, de modo prospectivo, 120 pacientes internados no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu - UNESP com diagnóstico de Injúria Renal Aguda e submetidos a Diálise Peritoneal Contínua (60 pacientes) e a Hemodiálise Estendida Diária (60 pacientes) quanto a mortalidade e recuperação da função renal. Os grupos serão definidos por sorteio e a prescrição da diálise será feita pelo nefrologista. Para os pacientes submetidos à Diálise Peritoneal Contínua será prescrito Kt/V de 0.65 por sessão. Ao final de cada sessão, serão realizadas avaliações clínica, laboratorial e nutricional, além de calculadas as doses de diálise recebidas em cada método. Os critérios para suspensão deste protocolo serão a recuperação da função renal, mudança do método dialítico, ausência de recuperação da função renal após 30 dias de acompanhamento ou óbito do paciente. Ao final do estudo, os grupos serão submetidos a diferentes testes estatísticos, considerando como significativo em valor de 5%, sendo também realizada curva de sobrevida dos pacientes em cada grupo. (AU)

Resumo

Injúria renal aguda (IRA) no paciente politraumatizado está associada a índices elevados de morbimortalidade e pode evoluir, precoce ou tardiamente, para doença renal crônica. Surpreendentemente existem poucos estudos prospectivos analisando esta associação. O presente estudo visa analisar a incidência e fatores de risco para IRA em pacientes politraumatizados (trauma moderado e grave) admitidos em um centro especializado de trauma, nos primeiros sete dias de internação, comparando as três definições de IRA atualmente utilizadas (RIFLE, AKIN e KDIGO), avaliar a eficácia da análise de biomarcadores urinários (microalbuminúria, NGAL e KIM-1) como preditores precoces da elevação da creatinina sérica, e estudar a associação entre a alteração dos biomarcadores (microalbuminúria, KIM-1, NGAL) e o desenvolvimento de IRA com desfechos clínicos relevantes (tempo de Internação, necessidade de diálise, necessidade de terapia intensiva e óbito precoce e tardio). Será estudada a mortalidade intra-hospitalar e a mortalidade de 30 e 90 dias pós-internação. (AU)

Resumo

Injúria renal aguda (IRA) no paciente politraumatizado está associada a índices elevados de morbimortalidade e pode evoluir, precoce ou tardiamente, para doença renal crônica. Surpreendentemente existem poucos estudos prospectivos analisando esta associação. O presente estudo visa analisar a incidência e fatores de risco para IRA em pacientes politraumatizados (trauma moderado e grave) admitidos em um centro especializado de trauma, nos primeiros sete dias de internação, comparando as três definições de IRA atualmente utilizadas (RIFLE, AKIN e KDIGO), avaliar a eficácia da análise de biomarcadores urinários (microalbuminúria, NGAL e KIM-1) como preditores precoces da elevação da creatinina sérica, e estudar a associação entre a alteração dos biomarcadores (microalbuminúria, KIM-1, NGAL) e o desenvolvimento de IRA com desfechos clínicos relevantes (tempo de Internação, necessidade de diálise, necessidade de terapia intensiva e óbito precoce e tardio). Será estudada a mortalidade intra-hospitalar e a mortalidade de 30 e 90 dias pós-internação. (AU)

Resumo

Estima-se que, no mundo, cinco milhões de pessoas morrem anualmente em decorrência do trauma. Para cada morte, há dúzias de hospitalizações, centenas de avaliações em serviços de emergência e milhares de avaliações médicas. O controle de qualidade no atendimento ao traumatizado se tornou um ponto fundamental para diminuição da mortalidade, da morbidade, dos custos e até para reconhecimento de medidas com objetivo de prevenção. Dentre as medidas propostas para melhora da qualidade está o desenvolvimento de um Registro de Trauma, que poderia ser descrito como um banco de dados alimentado com informações coletadas "em tempo real" do atendimento ao traumatizado. A gravidade fisiológica e a anatômica do trauma podem ser estratificadas por escores (índices de trauma), bem como a probabilidade de sobrevivência. Os resultados e mortalidade observados podem ser comparados com os estimados pelos índices de trauma para a avaliação da qualidade. Contudo, no Brasil, não dispomos de um Registro de Trauma. Há alguns problemas previsíveis para a implantação do Registro de Trauma em hospitais brasileiros. Não há verba direcionada para este fim e questiona-se a real utilidade desta ferramenta em um sistema como o nosso, pois há outras prioridades de investimento. Desta forma, propomos este estudo, no qual será realizada a implantação de um Registro de Trauma no Pronto Socorro Central do Hospital Central da Santa Casa de São Paulo. O projeto será desenvolvido em sete fases em um período de dois anos, avaliando a busca de recursos, a preparação e treinamento da equipe, a coleta de dados, a avaliação dos resultados encontrados, a proposta de medidas para a melhoria de qualidade e a reavaliação do processo. Acreditamos que, com os resultados encontrados, haja dados para propor a implantação definitiva do Registro de Trauma e de outras ferramentas para a melhora de atendimento ao traumatizado não apenas no nosso Hospital mas em todo o país. (AU)

Resumo

Estima-se que, no mundo, cinco milhões de pessoas morrem anualmente em decorrência do trauma. Para cada morte, há dúzias de hospitalizações, centenas de avaliações em serviços de emergência e milhares de avaliações médicas. O controle de qualidade no atendimento ao traumatizado se tornou um ponto fundamental para diminuição da mortalidade, da morbidade, dos custos e até para reconhecimento de medidas com objetivo de prevenção. Dentre as medidas propostas para melhora da qualidade está o desenvolvimento de um Registro de Trauma, que poderia ser descrito como um banco de dados alimentado com informações coletadas "em tempo real" do atendimento ao traumatizado. A gravidade fisiológica e a anatômica do trauma podem ser estratificadas por escores (índices de trauma), bem como a probabilidade de sobrevivência. Os resultados e mortalidade observados podem ser comparados com os estimados pelos índices de trauma para a avaliação da qualidade. Contudo, no Brasil, não dispomos de um Registro de Trauma. Há alguns problemas previsíveis para a implantação do Registro de Trauma em hospitais brasileiros. Não há verba direcionada para este fim e questiona-se a real utilidade desta ferramenta em um sistema como o nosso, pois há outras prioridades de investimento. Desta forma, propomos este estudo, no qual será realizada a implantação de um Registro de Trauma no Pronto Socorro Central do Hospital Central da Santa Casa de São Paulo. O projeto será desenvolvido em sete fases em um período de dois anos, avaliando a busca de recursos, a preparação e treinamento da equipe, a coleta de dados, a avaliação dos resultados encontrados, a proposta de medidas para a melhoria de qualidade e a reavaliação do processo. Acreditamos que, com os resultados encontrados, haja dados para propor a implantação definitiva do Registro de Trauma e de outras ferramentas para a melhora de atendimento ao traumatizado não apenas no nosso Hospital mas em todo o país. (AU)

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Estima-se que, no mundo, cinco milhões de pessoas morrem anualmente em decorrência do trauma. Para cada morte, há dúzias de hospitalizações, centenas de avaliações em serviços de emergência e milhares de avaliações médicas. O controle de qualidade no atendimento ao traumatizado se tornou um ponto fundamental para diminuição da mortalidade, da morbidade, dos custos e até para reconhecimento de medidas com objetivo de prevenção. Dentre as medidas propostas para melhora da qualidade está o desenvolvimento de um Registro de Trauma, que poderia ser descrito como um banco de dados alimentado com informações coletadas "em tempo real" do atendimento ao traumatizado. A gravidade fisiológica e a anatômica do trauma podem ser estratificadas por escores (índices de trauma), bem como a probabilidade de sobrevivência. Os resultados e mortalidade observados podem ser comparados com os estimados pelos índices de trauma para a avaliação da qualidade. Contudo, no Brasil, não dispomos de um Registro de Trauma. Há alguns problemas previsíveis para a implantação do Registro de Trauma em hospitais brasileiros. Não há verba direcionada para este fim e questiona-se a real utilidade desta ferramenta em um sistema como o nosso, pois há outras prioridades de investimento. Desta forma, propomos este estudo, no qual será realizada a implantação de um Registro de Trauma no Pronto Socorro Central do Hospital Central da Santa Casa de São Paulo. O projeto será desenvolvido em sete fases em um período de dois anos, avaliando a busca de recursos, a preparação e treinamento da equipe, a coleta de dados, a avaliação dos resultados encontrados, a proposta de medidas para a melhoria de qualidade e a reavaliação do processo. Acreditamos que, com os resultados encontrados, haja dados para propor a implantação definitiva do Registro de Trauma e de outras ferramentas para a melhora de atendimento ao traumatizado não apenas no nosso Hospital mas em todo o país. (AU)

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Estima-se que, no mundo, cinco milhões de pessoas morrem anualmente em decorrência do trauma. Para cada morte, há dúzias de hospitalizações, centenas de avaliações em serviços de emergência e milhares de avaliações médicas. O controle de qualidade no atendimento ao traumatizado se tornou um ponto fundamental para diminuição da mortalidade, da morbidade, dos custos e até para reconhecimento de medidas com objetivo de prevenção. Dentre as medidas propostas para melhora da qualidade está o desenvolvimento de um Registro de Trauma, que poderia ser descrito como um banco de dados alimentado com informações coletadas "em tempo real" do atendimento ao traumatizado. A gravidade fisiológica e a anatômica do trauma podem ser estratificadas por escores (índices de trauma), bem como a probabilidade de sobrevivência. Os resultados e mortalidade observados podem ser comparados com os estimados pelos índices de trauma para a avaliação da qualidade. Contudo, no Brasil, não dispomos de um Registro de Trauma. Há alguns problemas previsíveis para a implantação do Registro de Trauma em hospitais brasileiros. Não há verba direcionada para este fim e questiona-se a real utilidade desta ferramenta em um sistema como o nosso, pois há outras prioridades de investimento. Desta forma, propomos este estudo, no qual será realizada a implantação de um Registro de Trauma no Pronto Socorro Central do Hospital Central da Santa Casa de São Paulo. O projeto será desenvolvido em sete fases em um período de dois anos, avaliando a busca de recursos, a preparação e treinamento da equipe, a coleta de dados, a avaliação dos resultados encontrados, a proposta de medidas para a melhoria de qualidade e a reavaliação do processo. Acreditamos que, com os resultados encontrados, haja dados para propor a implantação definitiva do Registro de Trauma e de outras ferramentas para a melhora de atendimento ao traumatizado não apenas no nosso Hospital mas em todo o país. (AU)

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Estima-se que, no mundo, cinco milhões de pessoas morrem anualmente em decorrência do trauma. Para cada morte, há dúzias de hospitalizações, centenas de avaliações em serviços de emergência e milhares de avaliações médicas. O controle de qualidade no atendimento ao traumatizado se tornou um ponto fundamental para diminuição da mortalidade, da morbidade, dos custos e até para reconhecimento de medidas com objetivo de prevenção. Dentre as medidas propostas para melhora da qualidade está o desenvolvimento de um Registro de Trauma, que poderia ser descrito como um banco de dados alimentado com informações coletadas "em tempo real" do atendimento ao traumatizado. A gravidade fisiológica e a anatômica do trauma podem ser estratificadas por escores (índices de trauma), bem como a probabilidade de sobrevivência. Os resultados e mortalidade observados podem ser comparados com os estimados pelos índices de trauma para a avaliação da qualidade. Contudo, no Brasil, não dispomos de um Registro de Trauma. Há alguns problemas previsíveis para a implantação do Registro de Trauma em hospitais brasileiros. Não há verba direcionada para este fim e questiona-se a real utilidade desta ferramenta em um sistema como o nosso, pois há outras prioridades de investimento. Desta forma, propomos este estudo, no qual será realizada a implantação de um Registro de Trauma no Pronto Socorro Central do Hospital Central da Santa Casa de São Paulo. O projeto será desenvolvido em sete fases em um período de dois anos, avaliando a busca de recursos, a preparação e treinamento da equipe, a coleta de dados, a avaliação dos resultados encontrados, a proposta de medidas para a melhoria de qualidade e a reavaliação do processo. Acreditamos que, com os resultados encontrados, haja dados para propor a implantação definitiva do Registro de Trauma e de outras ferramentas para a melhora de atendimento ao traumatizado não apenas no nosso Hospital mas em todo o país. (AU)

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Estima-se que, no mundo, cinco milhões de pessoas morrem anualmente em decorrência do trauma. Para cada morte, há dúzias de hospitalizações, centenas de avaliações em serviços de emergência e milhares de avaliações médicas. O controle de qualidade no atendimento ao traumatizado se tornou um ponto fundamental para diminuição da mortalidade, da morbidade, dos custos e até para reconhecimento de medidas com objetivo de prevenção. Dentre as medidas propostas para melhora da qualidade está o desenvolvimento de um Registro de Trauma, que poderia ser descrito como um banco de dados alimentado com informações coletadas "em tempo real" do atendimento ao traumatizado. A gravidade fisiológica e a anatômica do trauma podem ser estratificadas por escores (índices de trauma), bem como a probabilidade de sobrevivência. Os resultados e mortalidade observados podem ser comparados com os estimados pelos índices de trauma para a avaliação da qualidade. Contudo, no Brasil, não dispomos de um Registro de Trauma. Há alguns problemas previsíveis para a implantação do Registro de Trauma em hospitais brasileiros. Não há verba direcionada para este fim e questiona-se a real utilidade desta ferramenta em um sistema como o nosso, pois há outras prioridades de investimento. Desta forma, propomos este estudo, no qual será realizada a implantação de um Registro de Trauma no Pronto Socorro Central do Hospital Central da Santa Casa de São Paulo. O projeto será desenvolvido em sete fases em um período de dois anos, avaliando a busca de recursos, a preparação e treinamento da equipe, a coleta de dados, a avaliação dos resultados encontrados, a proposta de medidas para a melhoria de qualidade e a reavaliação do processo. Acreditamos que, com os resultados encontrados, haja dados para propor a implantação definitiva do Registro de Trauma e de outras ferramentas para a melhora de atendimento ao traumatizado não apenas no nosso Hospital mas em todo o país. (AU)

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Estima-se que, no mundo, cinco milhões de pessoas morrem anualmente em decorrência do trauma. Para cada morte, há dúzias de hospitalizações, centenas de avaliações em serviços de emergência e milhares de avaliações médicas. O controle de qualidade no atendimento ao traumatizado se tornou um ponto fundamental para diminuição da mortalidade, da morbidade, dos custos e até para reconhecimento de medidas com objetivo de prevenção. Dentre as medidas propostas para melhora da qualidade está o desenvolvimento de um Registro de Trauma, que poderia ser descrito como um banco de dados alimentado com informações coletadas "em tempo real" do atendimento ao traumatizado. A gravidade fisiológica e a anatômica do trauma podem ser estratificadas por escores (índices de trauma), bem como a probabilidade de sobrevivência. Os resultados e mortalidade observados podem ser comparados com os estimados pelos índices de trauma para a avaliação da qualidade. Contudo, no Brasil, não dispomos de um Registro de Trauma. Há alguns problemas previsíveis para a implantação do Registro de Trauma em hospitais brasileiros. Não há verba direcionada para este fim e questiona-se a real utilidade desta ferramenta em um sistema como o nosso, pois há outras prioridades de investimento. Desta forma, propomos este estudo, no qual será realizada a implantação de um Registro de Trauma no Pronto Socorro Central do Hospital Central da Santa Casa de São Paulo. O projeto será desenvolvido em sete fases em um período de dois anos, avaliando a busca de recursos, a preparação e treinamento da equipe, a coleta de dados, a avaliação dos resultados encontrados, a proposta de medidas para a melhoria de qualidade e a reavaliação do processo. Acreditamos que, com os resultados encontrados, haja dados para propor a implantação definitiva do Registro de Trauma e de outras ferramentas para a melhora de atendimento ao traumatizado não apenas no nosso Hospital mas em todo o país. (AU)

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Estima-se que, no mundo, cinco milhões de pessoas morrem anualmente em decorrência do trauma. Para cada morte, há dúzias de hospitalizações, centenas de avaliações em serviços de emergência e milhares de avaliações médicas. O controle de qualidade no atendimento ao traumatizado se tornou um ponto fundamental para diminuição da mortalidade, da morbidade, dos custos e até para reconhecimento de medidas com objetivo de prevenção. Dentre as medidas propostas para melhora da qualidade está o desenvolvimento de um Registro de Trauma, que poderia ser descrito como um banco de dados alimentado com informações coletadas "em tempo real" do atendimento ao traumatizado. A gravidade fisiológica e a anatômica do trauma podem ser estratificadas por escores (índices de trauma), bem como a probabilidade de sobrevivência. Os resultados e mortalidade observados podem ser comparados com os estimados pelos índices de trauma para a avaliação da qualidade. Contudo, no Brasil, não dispomos de um Registro de Trauma. Há alguns problemas previsíveis para a implantação do Registro de Trauma em hospitais brasileiros. Não há verba direcionada para este fim e questiona-se a real utilidade desta ferramenta em um sistema como o nosso, pois há outras prioridades de investimento. Desta forma, propomos este estudo, no qual será realizada a implantação de um Registro de Trauma no Pronto Socorro Central do Hospital Central da Santa Casa de São Paulo. O projeto será desenvolvido em sete fases em um período de dois anos, avaliando a busca de recursos, a preparação e treinamento da equipe, a coleta de dados, a avaliação dos resultados encontrados, a proposta de medidas para a melhoria de qualidade e a reavaliação do processo. Acreditamos que, com os resultados encontrados, haja dados para propor a implantação definitiva do Registro de Trauma e de outras ferramentas para a melhora de atendimento ao traumatizado não apenas no nosso Hospital mas em todo o país. (AU)

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Estima-se que, no mundo, cinco milhões de pessoas morrem anualmente em decorrência do trauma. Para cada morte, há dúzias de hospitalizações, centenas de avaliações em serviços de emergência e milhares de avaliações médicas. O controle de qualidade no atendimento ao traumatizado se tornou um ponto fundamental para diminuição da mortalidade, da morbidade, dos custos e até para reconhecimento de medidas com objetivo de prevenção. Dentre as medidas propostas para melhora da qualidade está o desenvolvimento de um Registro de Trauma, que poderia ser descrito como um banco de dados alimentado com informações coletadas "em tempo real" do atendimento ao traumatizado. A gravidade fisiológica e a anatômica do trauma podem ser estratificadas por escores (índices de trauma), bem como a probabilidade de sobrevivência. Os resultados e mortalidade observados podem ser comparados com os estimados pelos índices de trauma para a avaliação da qualidade. Contudo, no Brasil, não dispomos de um Registro de Trauma. Há alguns problemas previsíveis para a implantação do Registro de Trauma em hospitais brasileiros. Não há verba direcionada para este fim e questiona-se a real utilidade desta ferramenta em um sistema como o nosso, pois há outras prioridades de investimento. Desta forma, propomos este estudo, no qual será realizada a implantação de um Registro de Trauma no Pronto Socorro Central do Hospital Central da Santa Casa de São Paulo. O projeto será desenvolvido em sete fases em um período de dois anos, avaliando a busca de recursos, a preparação e treinamento da equipe, a coleta de dados, a avaliação dos resultados encontrados, a proposta de medidas para a melhoria de qualidade e a reavaliação do processo. Acreditamos que, com os resultados encontrados, haja dados para propor a implantação definitiva do Registro de Trauma e de outras ferramentas para a melhora de atendimento ao traumatizado não apenas no nosso Hospital mas em todo o país. (AU)

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Estima-se que, no mundo, cinco milhões de pessoas morrem anualmente em decorrência do trauma. Para cada morte, há dúzias de hospitalizações, centenas de avaliações em serviços de emergência e milhares de avaliações médicas. O controle de qualidade no atendimento ao traumatizado se tornou um ponto fundamental para diminuição da mortalidade, da morbidade, dos custos e até para reconhecimento de medidas com objetivo de prevenção. Dentre as medidas propostas para melhora da qualidade está o desenvolvimento de um Registro de Trauma, que poderia ser descrito como um banco de dados alimentado com informações coletadas "em tempo real" do atendimento ao traumatizado. A gravidade fisiológica e a anatômica do trauma podem ser estratificadas por escores (índices de trauma), bem como a probabilidade de sobrevivência. Os resultados e mortalidade observados podem ser comparados com os estimados pelos índices de trauma para a avaliação da qualidade. Contudo, no Brasil, não dispomos de um Registro de Trauma. Há alguns problemas previsíveis para a implantação do Registro de Trauma em hospitais brasileiros. Não há verba direcionada para este fim e quetiona-se a real utilidade desta ferramenta em um sistema como o nosso, pois há outras prioridades de investimento. Desta forma, propomos este estudo, no qual será realizada a implantação de um Registro de Trauma no Pronto Socorro Central do Hospital Central da Santa Casa de São Paulo. O projeto será desenvolvido em sete fases em um périodo de dois anos, avaliando a busca de recursos, a preparação e treinamento da equipe, a coleta de dados, a avaliação dos resultados encontrados, a proposta de medidas para a melhora de qualidade e a reavaliação do processo. Acreditamos que, com os resultados encontrados, haja dados para propor a implantação definitiva do Registro de Trauma e de outras ferramentas para a melhora de atendimento ao traumatizado não apenas no nosso Hospital mas em todo o país. (AU)

Resumo

As doenças cardiovasculares continuam sendo as principais causas de morte no mundo e a aplicação farmacológica é uma das bases do tratamento, que nas últimas décadas foi uma das grandes responsáveis pelas reduções na morbidade e mortalidade. Neste projeto, além do estudo farmacogenético em uma instituição com tradição, será abordado o novíssimo campo de pesquisa chamado farmacometabolômica. Assim, os objetivos do TT são: executar e participar das análises pela tecnologia Openarray e pela análise metabolômica. Identificar polimorfismos ou alterações metabolômicas associados à efetividade no tratamento da hipertensão, aos efeitos adversos medicamentosos ou à resistência ao tratamento em pacientes tratados com anti-hipertensivos. Serão avaliados 1500 pacientes com hipertensão arterial, os quais foram acompanhados por um período de 24 semanas. Nosso desenho de estudo apresenta poder estatístico pelo número de pacientes envolvidos e considerável número de marcadores genéticos e metaboloma testados. Assim, a possibilidade do tratamento personalizado e da identificação de hipertensos resistentes resultaria, no cenário clínico e epidemiológico, na redução de complicações decorrentes da hipertensão e da mortalidade cardiovascular. Além disso, a abordagem do recente campo de pesquisa chamado farmacometabolômica é um aspecto bastante relevante, pois seus resultados poderão esclarecer mecanismos para variações às respostas ao tratamento, ou ainda, entender como as alterações genéticas influenciam nas respostas. (AU)

Resumo

Doenças cardiovasculares representam a maior carga de morbimortalidade para o sistema de saúde e a cirurgia cardíaca desempenha importante impacto na sua resolutividade. O agrupamento das informações demográficas e clínicas relevantes dos pacientes acometidos, no nível de estratos específicos e em correlação com os conjuntos de recursos requeridos, representa a possibilidade de adaptar, aprimorar e inovar nos programas assistenciais. Este projeto tem por objetivo remodelar o escore de risco "InsCor" para formulação do SP-SCORE (São Paulo System for Cardiac Operative Risk Evaluation), visando refletir melhor a complexidade da assistência cirúrgica cardíaca. Os hospitais participantes integram os Núcleos de Avaliação de Tecnologias da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (NATSs/SES-SP). Para a elaboração do SP-SCORE, serão utilizadas as 10 variáveis do modelo InsCor e 8 outras com suposta influência no Brasil. Os desfechos primários consistem na morbidade e na mortalidade hospitalar. A técnica de bootstrap junto a procedimentos de seleção automatizada de variáveis "stepwise" será utilizada para desenvolver um modelo parcimonioso por meio da regressão logística múltipla. Este projeto visa subsidiar a sustentabilidade e o financiamento do SUS-SP para as Redes Regionalizadas de Atenção à Saúde (RRAS) de cirurgias de coronária e/ou valva, promovendo alocação equitativa, incremento do acesso e efetividade, bem como caracterizar a magnitude dos recursos disponíveis e seu impacto. (AU)

Resumo

Doenças cardiovasculares representam a maior carga de morbimortalidade para o sistema de saúde e a cirurgia cardíaca desempenha importante impacto na sua resolutividade. O agrupamento das informações demográficas e clínicas relevantes dos pacientes acometidos, no nível de estratos específicos e em correlação com os conjuntos de recursos requeridos, representa a possibilidade de adaptar, aprimorar e inovar nos programas assistenciais. Este projeto tem por objetivo remodelar o escore de risco "InsCor" para formulação do SP-SCORE (São Paulo System for Cardiac Operative Risk Evaluation), visando refletir melhor a complexidade da assistência cirúrgica cardíaca. Os hospitais participantes integram os Núcleos de Avaliação de Tecnologias da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (NATSs/SES-SP). Para a elaboração do SP-SCORE, serão utilizadas as 10 variáveis do modelo InsCor e 8 outras com suposta influência no Brasil. Os desfechos primários consistem na morbidade e na mortalidade hospitalar. A técnica de bootstrap junto a procedimentos de seleção automatizada de variáveis "stepwise" será utilizada para desenvolver um modelo parcimonioso por meio da regressão logística múltipla. Este projeto visa subsidiar a sustentabilidade e o financiamento do SUS-SP para as Redes Regionalizadas de Atenção à Saúde (RRAS) de cirurgias de coronária e/ou valva, promovendo alocação equitativa, incremento do acesso e efetividade, bem como caracterizar a magnitude dos recursos disponíveis e seu impacto. (AU)

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Doenças cardiovasculares representam a maior carga de morbimortalidade para o sistema de saúde e a cirurgia cardíaca desempenha importante impacto na sua resolutividade. O agrupamento das informações demográficas e clínicas relevantes dos pacientes acometidos, no nível de estratos específicos e em correlação com os conjuntos de recursos requeridos, representa a possibilidade de adaptar, aprimorar e inovar nos programas assistenciais. Este projeto tem por objetivo remodelar o escore de risco "InsCor" para formulação do SP-SCORE (São Paulo System for Cardiac Operative Risk Evaluation), visando refletir melhor a complexidade da assistência cirúrgica cardíaca. Os hospitais participantes integram os Núcleos de Avaliação de Tecnologias da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (NATSs/SES-SP). Para a elaboração do SP-SCORE, serão utilizadas as 10 variáveis do modelo InsCor e 8 outras com suposta influência no Brasil. Os desfechos primários consistem na morbidade e na mortalidade hospitalar. A técnica de bootstrap junto a procedimentos de seleção automatizada de variáveis "stepwise" será utilizada para desenvolver um modelo parcimonioso por meio da regressão logística múltipla. Este projeto visa subsidiar a sustentabilidade e o financiamento do SUS-SP para as Redes Regionalizadas de Atenção à Saúde (RRAS) de cirurgias de coronária e/ou valva, promovendo alocação equitativa, incremento do acesso e efetividade, bem como caracterizar a magnitude dos recursos disponíveis e seu impacto. (AU)

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Doenças cardiovasculares representam a maior carga de morbimortalidade para o sistema de saúde e a cirurgia cardíaca desempenha importante impacto na sua resolutividade. O agrupamento das informações demográficas e clínicas relevantes dos pacientes acometidos, no nível de estratos específicos e em correlação com os conjuntos de recursos requeridos, representa a possibilidade de adaptar, aprimorar e inovar nos programas assistenciais. Este projeto tem por objetivo remodelar o escore de risco "InsCor" para formulação do SP-SCORE (São Paulo System for Cardiac Operative Risk Evaluation), visando refletir melhor a complexidade da assistência cirúrgica cardíaca. Os hospitais participantes integram os Núcleos de Avaliação de Tecnologias da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (NATSs/SES-SP). Para a elaboração do SP-SCORE, serão utilizadas as 10 variáveis do modelo InsCor e 8 outras com suposta influência no Brasil. Os desfechos primários consistem na morbidade e na mortalidade hospitalar. A técnica de bootstrap junto a procedimentos de seleção automatizada de variáveis "stepwise" será utilizada para desenvolver um modelo parcimonioso por meio da regressão logística múltipla. Este projeto visa subsidiar a sustentabilidade e o financiamento do SUS-SP para as Redes Regionalizadas de Atenção à Saúde (RRAS) de cirurgias de coronária e/ou valva, promovendo alocação equitativa, incremento do acesso e efetividade, bem como caracterizar a magnitude dos recursos disponíveis e seu impacto. (AU)

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As doenças cardiovasculares continuam sendo as principais causas de morte no mundo e a aplicação farmacológica é uma das bases do tratamento, que nas últimas décadas foi uma das grandes responsáveis pelas reduções na morbidade e mortalidade. Neste projeto, além do estudo farmacogenético em uma instituição com tradição, será abordado o novíssimo campo de pesquisa chamado farmacometabolômica. Assim, os objetivos do TT são: executar e participar das análises pela tecnologia Openarray e pela análise metabolômica. Identificar polimorfismos ou alterações metabolômicas associados à efetividade no tratamento da hipertensão, aos efeitos adversos medicamentosos ou à resistência ao tratamento em pacientes tratados com anti-hipertensivos. Serão avaliados 1500 pacientes com hipertensão arterial, os quais foram acompanhados por um período de 24 semanas. Nosso desenho de estudo apresenta poder estatístico pelo número de pacientes envolvidos e considerável número de marcadores genéticos e metaboloma testados. Assim, a possibilidade do tratamento personalizado e da identificação de hipertensos resistentes resultaria, no cenário clínico e epidemiológico, na redução de complicações decorrentes da hipertensão e da mortalidade cardiovascular. Além disso, a abordagem do recente campo de pesquisa chamado farmacometabolômica é um aspecto bastante relevante, pois seus resultados poderão esclarecer mecanismos para variações às respostas ao tratamento, ou ainda, entender como as alterações genéticas influenciam nas respostas. (AU)

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Doenças cardiovasculares representam a maior carga de morbimortalidade para o sistema de saúde e a cirurgia cardíaca desempenha importante impacto na sua resolutividade. O agrupamento das informações demográficas e clínicas relevantes dos pacientes acometidos, no nível de estratos específicos e em correlação com os conjuntos de recursos requeridos, representa a possibilidade de adaptar, aprimorar e inovar nos programas assistenciais. Este projeto tem por objetivo remodelar o escore de risco "InsCor" para formulação do SP-SCORE (São Paulo System for Cardiac Operative Risk Evaluation), visando refletir melhor a complexidade da assistência cirúrgica cardíaca. Os hospitais participantes integram os Núcleos de Avaliação de Tecnologias da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (NATSs/SES-SP). Para a elaboração do SP-SCORE, serão utilizadas as 10 variáveis do modelo InsCor e 8 outras com suposta influência no Brasil. Os desfechos primários consistem na morbidade e na mortalidade hospitalar. A técnica de bootstrap junto a procedimentos de seleção automatizada de variáveis "stepwise" será utilizada para desenvolver um modelo parcimonioso por meio da regressão logística múltipla. Este projeto visa subsidiar a sustentabilidade e o financiamento do SUS-SP para as Redes Regionalizadas de Atenção à Saúde (RRAS) de cirurgias de coronária e/ou valva, promovendo alocação equitativa, incremento do acesso e efetividade, bem como caracterizar a magnitude dos recursos disponíveis e seu impacto. (AU)

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Estima-se que, no mundo, cinco milhões de pessoas morrem anualmente em decorrência do trauma. Para cada morte, há dúzias de hospitalizações, centenas de avaliações em serviços de emergência e milhares de avaliações médicas. O controle de qualidade no atendimento ao traumatizado se tornou um ponto fundamental para diminuição da mortalidade, da morbidade, dos custos e até para reconhecimento de medidas com objetivo de prevenção. Dentre as medidas propostas para melhora da qualidade está o desenvolvimento de um Registro de Trauma, que poderia ser descrito como um banco de dados alimentado com informações coletadas "em tempo real" do atendimento ao traumatizado. A gravidade fisiológica e a anatômica do trauma podem ser estratificadas por escores (índices de trauma), bem como a probabilidade de sobrevivência. Os resultados e mortalidade observados podem ser comparados com os estimados pelos índices de trauma para a avaliação da qualidade. Contudo, no Brasil, não dispomos de um Registro de Trauma. Há alguns problemas previsíveis para a implantação do Registro de Trauma em hospitais brasileiros. Não há verba direcionada para este fim e questiona-se a real utilidade desta ferramenta em um sistema como o nosso, pois há outras prioridades de investimento. Desta forma, propomos este estudo, no qual será realizada a implantação de um Registro de Trauma no Pronto Socorro Central do Hospital Central da Santa Casa de São Paulo. O projeto será desenvolvido em sete fases em um período de dois anos, avaliando a busca de recursos, a preparação e treinamento da equipe, a coleta de dados, a avaliação dos resultados encontrados, a proposta de medidas para a melhoria de qualidade e a reavaliação do processo. Acreditamos que, com os resultados encontrados, haja dados para propor a implantação definitiva do Registro de Trauma e de outras ferramentas para a melhora de atendimento ao traumatizado não apenas no nosso Hospital mas em todo o país. (AU)

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Estima-se que, no mundo, cinco milhões de pessoas morrem anualmente em decorrência do trauma. Para cada morte, há dúzias de hospitalizações, centenas de avaliações em serviços de emergência e milhares de avaliações médicas. O controle de qualidade no atendimento ao traumatizado se tornou um ponto fundamental para diminuição da mortalidade, da morbidade, dos custos e até para reconhecimento de medidas com objetivo de prevenção. Dentre as medidas propostas para melhora da qualidade está o desenvolvimento de um Registro de Trauma, que poderia ser descrito como um banco de dados alimentado com informações coletadas "em tempo real" do atendimento ao traumatizado. A gravidade fisiológica e a anatômica do trauma podem ser estratificadas por escores (índices de trauma), bem como a probabilidade de sobrevivência. Os resultados e mortalidade observados podem ser comparados com os estimados pelos índices de trauma para a avaliação da qualidade. Contudo, no Brasil, não dispomos de um Registro de Trauma. Há alguns problemas previsíveis para a implantação do Registro de Trauma em hospitais brasileiros. Não há verba direcionada para este fim e questiona-se a real utilidade desta ferramenta em um sistema como o nosso, pois há outras prioridades de investimento. Desta forma, propomos este estudo, no qual será realizada a implantação de um Registro de Trauma no Pronto Socorro Central do Hospital Central da Santa Casa de São Paulo. O projeto será desenvolvido em sete fases em um período de dois anos, avaliando a busca de recursos, a preparação e treinamento da equipe, a coleta de dados, a avaliação dos resultados encontrados, a proposta de medidas para a melhoria de qualidade e a reavaliação do processo. Acreditamos que, com os resultados encontrados, haja dados para propor a implantação definitiva do Registro de Trauma e de outras ferramentas para a melhora de atendimento ao traumatizado não apenas no nosso Hospital mas em todo o país. (AU)

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