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Incidência de infecção em pacientes tratados com vasopressina ou noradrenalina no choque após cirurgia cardíaca: estudo duplo-cego, controlado e randomizado

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Ludhmila Abrahão Hajjar
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:12/20722-8
Vigência: 01 de dezembro de 2012 - 30 de novembro de 2013
Assunto(s):Procedimentos cirúrgicos cardiovascularesVasoplegiaArginina vasopressinaNoradrenalina
Resumo
Neste trabalho pretendemos demonstrar que a utilização de arginina vasopressina como droga de primeira linha no tratamento do choque vasoplégico, além de ser mais eficiente que a terapia convencional com vasopressores catecolaminérgicos (especialmente a noradrenalina), reduz a incidência de infecções no pós-operatório de pacientes submetidos à cirurgia cardíaca com circulação extracorpórea. Acreditamos que esta melhora na evolução é devida à menor interferência da vasopressina no sistema imunológico quando comparada à noradrenalina. Além de reduzir a resposta imune dos pacientes que já se encontram imunossuprimidos devido à utilização de terapia profilática com corticosteroides na cirurgia cardíaca, a noradrenalina está associada à estimulação do crescimento bacteriano e ao aumento de fatores relacionados à virulência bacteriana. Esperamos que a vasopressina não apresente estes efeitos negativos sobre a imunidade e apresente efeitos benéficos em territórios específicos que promovam uma redução do tempo de internação e, portanto, da incidência de infecções hospitalares nos pacientes estudados. O objetivo deste trabalho é então comparar a incidência de infecção durante a internação hospitalar nos pacientes tratados com vasopressina como agente vasopressor isolado com aqueles tratados com noradrenalina no manejo do choque vasoplégico no perioperatório de cirurgia cardíaca. Neste estudo unicêntrico, prospectivo, controlado, randomizado e duplo-cego, compararemos o número de dias livre de infecção durante 28 dias consecutivos entre os dois grupos. Também serão comparados entre os grupos os tipos de patógenos mais prevalentes e a incidência de mortalidade por infecção durante os 28 dias. (AU)

Elevação dos marcadores de necrose miocárdica após revascularização cirúrgica e percutânea em ausência de infarto do miocárdio manifesto

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Whady Armindo Hueb
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:11/20876-2
Vigência: 01 de agosto de 2012 - 31 de julho de 2014
Assunto(s):CardiologiaAngioplastiaIsquemia miocárdicaRevascularização miocárdicaBiomarcadoresRessonância magnética nuclear
Resumo
A detecção do nível elevado de enzima cardíaca sem a ocorrência de alterações no ECG com ou sem a presença de sintomas, após a revascularização miocárdica com circulação extracorpórea (CEC) identifica, consensualmente, o infarto do miocárdio transoperatório. Por causa disso, muitos eventos de agressão miocárdica podem ocorrer sem que o ECG tenha sensibilidade suficiente para detectar essa anormalidade. Os mecanismos potenciais de necrose miocárdica transoperatória são muitos e ocorrem principalmente por condições técnicas ou pela gravidade do paciente. Nesse cenário está incluído o pinçamento intermitente da Aorta, intervenção com oclusão na artéria coronária nativa ou no enxerto venoso e embolia gasosa.Estudos recentes têm demonstrado que a CRM pode ser realizada sem o auxílio da (CEC). Estudos ulteriores indicam que, com essa técnica, se obtém melhor proteção miocárdica, menor dano celular e mitocondrial, com consequente diminuição de necrose celular.Recurso adicional para revascularizar o miocárdio inclui a angioplastia percutânea utilizando endoprótese. Nesse procedimento ocorre também elevação de biomarcadores de necrose sem alterações do ECG.Os preditores de infarto do miocárdio peri procedimento, podem estar relacionados com a qualidade do vaso, da placa ou ambos. Além disso, podem estar relacionados com a qualidade dos equipamentos ou dos instrumentos utilizados. Assim, visando definir o índice de liberação de enzimas como limítrofe para se considerar lesão irreversível, esse estudo visa estudar pacientes submetidos à intervenção coronariana cirúrgica ou percutânea. (AU)

Estudo do efeito cardioprotetor e terapêutico de extratos vegetais na necrose miocárdica induzida por isoproterenol em ratos

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Simone Gusmão Ramos
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Processo:13/05347-9
Vigência: 01 de julho de 2013 - 30 de junho de 2016
Assunto(s):IsoproterenolEspécies de oxigênio reativasCurcumina
Resumo
Cirurgias para correção de cardiopatias congênitas estão cada vez mais frequentes no Brasil e no mundo. Entretanto, mesmo com os avanços obtidos nas técnicas cirúrgicas e de perfusão, alguns casos, especialmente os mais complexos,podem evoluir com insuficiência cardíaca refratária (IC) e óbito. Em um estudoretrospectivo em pacientes que foram submetidos à cirurgia para correção de cardiopatias congênitas (CC) com circulação extracorpórea (CEC) no HC FMRP-USP e evoluíram com óbito, observamos infartos múltiplos em diferentes estágios de evolução e microcalcificações dispersas no miocárdio, mesmo sem obstrução coronariana. Noestudo seguinte, confirmamos que após a CEC ocorreu um efetivo aumento da expressão gênica dos receptores de catecolaminas (receptores adrenérgicos beta1 e beta2) e da quinase de receptor GRK-2 nos cardiomiócitos atriais em comparação com as biópsias colhidas no início da CEC. Essa alteração foi associada ao aumento dos níveis séricos de lactato, observado 12h após o término da CEC. Mais ainda, a fração N-terminal doprecursor do peptídeo natriurético tipo B (NT-ProBNP) e a troponina I também estavamelevadas logo após a CEC, permanecendo em níveis elevados até 48h após a cirurgia. Esses marcadores bioquímicos indicam que tenha havido algum grau de hipóxia tecidual/ isquemia miocárdica durante o procedimento cirúrgico. Com esse achado, sugerimos que a lesão miocárdica predominante nos pacientes operados para correçãode CC e uso de CEC deve estar relacionada à liberação de catecolaminas durante a cirurgia. Sabendo das limitações da pesquisa envolvendo material humano resolvemos inverter o processo da medicina translacional e estudar o efeito de substâncias cardioprotetoras em lesões miocárdicas por excesso de catecolaminas circulantes. Analisaremos o miocárdio de ratos, utilizando um modelo clássico de lesão induzida por catecolaminas, o isoproterenol (uma catecolamina sintética). Nesses corações,avaliaremos dois mecanismos diferentes de possível ação do isoproterenol: atuação nosreceptores adrenérgicos beta1 e beta2 e da quinase de receptor GRK-2 e produção de estresseoxidativo. Em contrapartida, observaremos a interferência nesses processos de um extrato vegetal purificado, a curcumina, considerado como efetivo cardioprotetor na literatura pertinente. Este estudo possui um potencial significativo para abordar novos alvos no desenvolvimento de medicamentos que podem prevenir ou tratar o danomiocárdico de forma segura, minimizando os efeitos colaterais das drogas sintéticas. (AU)

"estudo do efeito cardioprotetor e terapêutico de extratos vegetais na necrose miocárdica induzida por isoproterenol em ratos"

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Simone Gusmão Ramos
Supervisor no exterior: William T. Pu
Local de pesquisa: Harvard University, Boston (Estados Unidos)
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Processo:13/18392-2
Vigência: 01 de dezembro de 2013 - 30 de novembro de 2014
Assunto(s):Expressão gênicaImunofluorescência
Resumo
Cirurgias para correção de cardiopatias congênitas estão cada vez mais frequentes no Brasil e no mundo. Entretanto, mesmo com os avanços obtidos nas técnicas cirúrgicas e de perfusão, alguns casos, especialmente os mais complexos, podem evoluir com insuficiência cardíaca refratária (IC) e óbito. Em um estudo retrospectivo em pacientes que foram submetidos à cirurgia para correção de cardiopatias congênitas (CC) com circulação extracorpórea (CEC) no HC FMRP-USP e evoluíram com óbito, observamos infartos múltiplos em diferentes estágios de evolução e microcalcificações dispersas no miocárdio, mesmo sem obstrução coronariana. No estudo seguinte, confirmamos que após a CEC ocorreu um efetivo aumento da expressão gênica dos receptores de catecolaminas (receptores adrenérgicos ²1 e ²2) e da quinase de receptor GRK-2 nos cardiomiócitos atriais em comparação com as biópsias colhidas no início da CEC. Essa alteração foi associada ao aumento dos níveis séricos de lactato, observado 12h após o término da CEC. Mais ainda, a fração N-terminal do precursor do peptídeo natriurético tipo B (NT-ProBNP) e a troponina I também estavam elevadas logo após a CEC, permanecendo em níveis elevados até 48h após a cirurgia. Esses marcadores bioquímicos indicam que tenha havido algum grau de hipóxia tecidual/ isquemia miocárdica durante o procedimento cirúrgico. Com esse achado, sugerimos que a lesão miocárdica predominante nos pacientes operados para correção de CC e uso de CEC deve estar relacionada à liberação de catecolaminas durante a cirurgia. Sabendo das limitações da pesquisa envolvendo material humano resolvemos inverter o processo da medicina translacional e estudar o efeito de substâncias cardioprotetoras em lesões miocárdicas por excesso de catecolaminas circulantes. Analisaremos o miocárdio de ratos, utilizando um modelo clássico de lesão induzida por catecolaminas, o isoproterenol (uma catecolamina sintética). Nesses corações, avaliaremos dois mecanismos diferentes de possível ação do isoproterenol: atuação nos receptores adrenérgicos ²1 e ²2 e da quinase de receptor GRK-2 e produção de estresse oxidativo. Em contrapartida, observaremos a interferência nesses processos de um extrato vegetal purificado, a curcumina, considerado como efetivo cardioprotetor na literatura pertinente. O estágio no exterior sob a supervisão do Prof Pu tem como objetivo principal fornecer habilidades em isolamento cardiomiócitos neonatais,cultura celular e as técnicas de imunofluorescência de cardiomiócitos cultivados para posteriormente contribuir para o projeto de pesquisa desenvolvido no país. Além disso novas tecnologias em cardiologia molecular utilizados no laboratório no exterior também serão adquiridos. O conhecimento e as "dicas" adquiridos durante a formação serão divulgados e utilizados por nossa equipe no Brasil e quem mais poderia estar interessado. (AU)

Estudo do efeito cardioprotetor e terapêutico de extratos vegetais na necrose miocárdica induzida por isoproterenol em ratos

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Simone Gusmão Ramos
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:13/05327-8
Vigência: 01 de março de 2014 - 29 de fevereiro de 2016
Assunto(s):Cardiopatias congênitasProcedimentos cirúrgicos cardíacosCatecolaminasReceptores adrenérgicos betaInfarto do miocárdioIsoproterenolCardiotônicosExtratos vegetaisCurcumina
Resumo
Cirurgias para correção de cardiopatias congênitas estão cada vez mais frequentes no Brasil e no mundo. Entretanto, mesmo com os avanços obtidos nas técnicas cirúrgicas e de perfusão, alguns casos, especialmente os mais complexos, podem evoluir com insuficiência cardíaca refratária (IC) e óbito. Em um estudo retrospectivo em pacientes que foram submetidos à cirurgia para correção de cardiopatias congênitas (CC) com circulação extracorpórea (CEC) no HC FMRP-USP e evoluíram com óbito, observamos infartos múltiplos em diferentes estágios de evolução e microcalcificações dispersas no miocárdio, mesmo sem obstrução coronariana. No estudo seguinte, confirmamos que após a CEC ocorreu um efetivo aumento da expressão gênica dos receptores de catecolaminas (receptores adrenérgicos ²1 e ²2) e da quinase de receptor GRK-2 nos cardiomiócitos atriais em comparação com as biópsias colhidas no início da CEC. Essa alteração foi associada ao aumento dos níveis séricos de lactato, observado 12h após o término da CEC. Mais ainda, a fração N-terminal do precursor do peptídeo natriurético tipo B (NT-ProBNP) e a troponina I também estavam elevadas logo após a CEC, permanecendo em níveis elevados até 48h após a cirurgia. Esses marcadores bioquímicos indicam que tenha havido algum grau de hipóxia tecidual/ isquemia miocárdica durante o procedimento cirúrgico. Com esse achado, sugerimos que a lesão miocárdica predominante nos pacientes operados para correção de CC e uso de CEC deve estar relacionada à liberação de catecolaminas durante a cirurgia. Sabendo das limitações da pesquisa envolvendo material humano resolvemos inverter o processo da medicina translacional e estudar o efeito de substâncias cardioprotetoras em lesões miocárdicas por excesso de catecolaminas circulantes. Analisaremos o miocárdio de ratos, utilizando um modelo clássico de lesão induzida por catecolaminas, o isoproterenol (uma catecolamina sintética). Nesses corações, avaliaremos dois mecanismos diferentes de possível ação do isoproterenol: atuação nos receptores adrenérgicos ²1 e ²2 e da quinase de receptor GRK-2 e produção de estresse oxidativo. Em contrapartida, observaremos a interferência nesses processos de um extrato vegetal purificado, a curcumina, considerado como efetivo cardioprotetor na literatura pertinente. Este estudo possui um potencial significativo para abordar novos alvos no desenvolvimento de medicamentos que podem prevenir ou tratar o dano miocárdico de forma segura, minimizando os efeitos colaterais das drogas sintéticas. (AU)
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