Busca avançada

X

Criar um alerta por e-mail


Novos resultados para a sua pesquisa em seu e-mail, semanalmente.

Seu e-mail:

Tamanho do e-mail:



Seu endereço de e-mail não será divulgado.

Refine sua pesquisa

Pesquisa
  • Uma ou mais palavras adicionais
Publicações científicas
Publicações acadêmicas
  • Auxílios à Pesquisa
  • Bolsas
  • Programas voltados a Temas Específicos
  • Programas de Pesquisa direcionados a Aplicações
  • Programas de Infraestrutura de Pesquisa
  • Área do conhecimento
  • Situação
  • Ano de início
Excel (CSV)Alerta por e-mail   RSS
Página 3 de 342 resultado(s)
|
Resumo

RESUMONos últimos anos, à procura do consumidor por alimentos conhecidos como funcionais, ou seja, que promovam benefícios à saúde, além do atendimento nutricional básico, vem crescendo constantemente. Sendo considerada como uma estratégia potencial na prevenção de doenças crônicas, pelos seus benefícios fisiológicos ou redução dos riscos dessas doenças, independentemente de suas propriedades nutricionais. Neste sentido, peptídeos bioativos apresentam alto potencial de utilização na indústria de alimentos, especialmente para esta finalidade. Consequentemente, têm-se o estímulo por parte do setor industrial e acadêmico em desenvolver técnicas e processos com diferentes fontes proteolíticas para a liberação destas substâncias. A hidrólise da caseína por proteases microbianas específicas como as de fungos filamentosos, resulta na liberação de diversos peptídeos, com atividades biológicas diferenciadas. Sendo assim, a triagem e avaliação destes peptídeos visando sua aplicação, pode representar uma importante contribuição ao setor de alimentos funcionais. É de fundamental importância para um projeto de pesquisa que envolve este tipo de biomolécula, identificar suas sequências aminoacídicas para entender quais os tipos de interação peptídeo/alvo podem ocorrer para atingir tal finalidade. Para a realização de um trabalho desta magnitude, é imprescindível que os experimentos de purificação, determinação das atividade biológicas e identificação dos peptídeos com tais atividades sejam realizados dentro do mesmo local de trabalho, garantindo a estabilidade das moléculas e preservando assim seu potencial bioativo. Dessa forma, a presente proposta de Bolsa Estágio de Pesquisa no Exterior (BEPE) representa um trabalho em conjunto com a Professora Dra. Maria Manuela Estevez Pintado da Escola Superior de Biotecnologia, situada na Universidade Católica Portuguesa (UCP) na cidade de Porto - Portugal. A pesquisadora desempenha um importante papel na pesquisa com compostos bioativos, dentre eles peptídeos biologicamente ativos e uma vasta experiência em purificação e identificação destas moléculas. Além disso, o Laboratório de Bioprocessamento Alimentar, do Centro de Biotecnologia e Química Fina da UCP, possui todo aparato científico necessário para a realização deste trabalho. Portanto, temos como objetivo hidrolisar a caseína caprina pelas proteases dos fungos Mucor subitilissimus URM 4133 e Mucor guilliermondii URM 5848, purificar os peptídeos liberados a partir desta hidrólise e identificar suas sequências de aminoácidos, tendo como finalidade avaliar quais as interações entre aminoácidos são responsáveis por determinadas atividades biológicas. O estudo irá avaliar o potencial destes peptídeos em desempenhar atividades antimicrobianas, antioxidantes e anti-hipertensivas. Dessa forma, técnicas de separação e purificação como eletroforese, cromatografia líquida de alta eficiência (RP-HPLC) utilizando detectores de arranjo de iodo, espectrômetros de massa do tipo LC-MS/MS, e espectrômetros de massa do tipo MALDI-TOF/TOF, serão empregados. Posteriormente, os peptídeos sequenciados serão comparados com os peptídeos já registrados em bases de dados como o NCBI Protein BLAST, UniProt (Universal Protein Resource) e o BioPep, para verificar se os mesmos já foram descritos, ou se são sequencias inéditas. Colaborando assim, tanto para os registros na literatura destas biomoléculas, quanto com o intuito de aprimorar a obtenção dos peptídeos bioativos. (AU)

Resumo

Existe atualmente uma grande preocupação com os alimentos consumidos, e cada vez mais os consumidores estão alertas em relação à composição dos produtos alimentícios e aos benefícios que os mesmos podem ter sobre a saúde. Os denominados alimentos funcionais ganham cada vez mais importância devido à sua associação a uma alimentação saudável e a qualidade de vida, pois são benéficos à saúde por conter compostos bioativos. Uma alternativa que se encontrou para introduzir propriedades funcionais novas e/ou diferenciadas aos alimentos, sem que seus aspectos sensoriais e nutricionais sejam drasticamente alterados, e eventualmente modificando perfis de liberação de determinadas moléculas bioativas, foi a incorporação destes ingredientes ativos microencapsulados na formulação alimentícia. O presente projeto propõe a produção de iogurte natural incorporando a curcumina e vitamina D3 coencapsuladas em lipossomas. A curcumina apresenta propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, podendo atuar, conforme comprovado pela literatura, também como ativo anticarcinogênico, neuroprotetor e hepatoprotetor. Além disso, pode ser utilizada como substituinte de corantes amarelos artificiais sabidamente carcinogênicos e alergênicos. Por sua vez, a vitamina D3 (colicalciferol), tem sido considerada, além de vitamina propriamente dita, como um pró-hormônio, por desempenhar diversas funções metabólicas importantes no organismo humano. Dentro deste contexto, o objetivo da presente proposta de Iniciação Científica é produzir e caracterizar iogurte natural incorporando lipossomas multilamelares coencapsulando curcumina e vitamina D3 incorporados, avaliando propriedades físico-químicas e a aceitação sensorial. A escolha do iogurte como matriz alimentícia deriva do fato de os produtos lácteos serem extremamente apropriados, do ponto de vista industrial e do consumidor, para agregação de valor com ingredientes funcionais. Além disso, o grupo de pesquisa já possui experiência com o referido produto como matriz de incorporação de ativos encapsulados, advinda de estudos anteriores. (AU)

Resumo

O consumo de lipídios que contêm maior concentração de ácidos graxos saturados ou trans tem sido associado ao maior risco de doenças cardiovasculares, enquanto os ácidos graxos mono ou poli-insaturados têm demonstrado proteção cardiovascular. Entre os ácidos graxos poli-insaturados (PUFA), os n-6 FA estão associados a uma condição mais pró-inflamatória, promovida por eicosanóides produzidos a partir da oxidação enzimática do ácido araquidônico. Por outro lado, os n-3 FA têm demonstrado vários efeitos benéficos, tais como a redução da concentração de triglicerídeos e VLDL (lipoproteína de muito baixa densidade), além dos efeitos anti-trombóticos e anti-inflamatórios. Por esse motivo, a substituição dos ácidos graxos saturados, trans ou n-6 FA por n-3 FA representa uma alternativa para o desenvolvimento de óleos ou alimentos funcionais. No entanto, os PUFA são muito susceptíveis à oxidação. Essa reação química pode produzir compostos secundários potencialmente tóxicos, que quando consumido cronicamente, podem apresentar efeitos pró-aterogênicos. Assim, embora as empresas alimentícias já estejam adicionando n-3 e n-6 FA em seus produtos, não há informação sobre se a ingestão a longo prazo de PUFA parcialmente oxidados poderia agravar ou reduzir o processo aterosclerótico. Por outro lado, vários estudos têm relatado que alguns produtos da oxidação não enzimática de n-3 FA poderiam contribuir para a redução do processo inflamatório. Devido à característica mais pró-inflamatória dos n-6 FA, a hipótese deste estudo é que o maior consumo a longo prazo de produtos da oxidação dos n-6 FA e não do n-3 FA, aumentaria a lesão aterosclerótica em modelo animal. De modo a avaliar esta hipótese, dois ensaios serão realizados. Inicialmente, óleos comerciais contendo diferentes tipos de n-3 e n-6 PUFA serão submetidos às condições de oxidação "temperatura/tempo" que mimetizam o transporte, armazenamento, consumo e fritura desses óleos. Os produtos secundários da oxidação dessas amostras serão identificados em cada etapa proposta. A seguir, 80 camundongos LDLr (-/-) serão divididos em 8 grupos. Os grupos CONT- e CONT+ serão mantidos sob dieta padrão e aterogênica respectivamente, sem qualquer suplementação durante 24 semanas. Três grupos serão alimentados com a mesma dieta aterogênica, na qual o óleo de milho será substituído por um óleo contendo n-3 FA em três condições diferentes: fresco (N3), fracamente oxidado (N3C) e fortemente oxidado (N3FR). O mesmo processo também será realizado usando n-6 no lugar do n-3 FA. Após as 24 semanas de tratamento, todos os grupos serão eutanasiados. Amostras de sangue e tecidos serão coletadas e mantidos a -80 °C para análise posterior. Vários marcadores bioquímicos e clínicos serão avaliados. (AU)

Resumo

A tendência crescente dos riscos de diabetes mellitus gestacional (DMG) está associada ao maior risco de morbidade e mortalidade materna e perinatal. Filhos de mães com diabetes gestacional não tratado têm maior risco de morte intrauterina, problemas cardíacos e respiratórios, icterícia e episódios de hipoglicemia após o parto. Além disto, após o desenvolvimento de diabetes gestacional, a mulher está mais suscetível a desenvolver diabetes ao longo de sua vida. A intervenção nutricional parece ser um fator importante no controle desse diabetes, e pode trazer potenciais benefícios à saúde materno-fetal. Objetivo: Avaliar uma possível redução dos danos do diabetes gestacional moderada em ratas, quando da exposição a três espécies de cogumelos comestíveis, considerando-se suas potencialidades nutricionais. Métodos: Serão empregadas técnicas de avaliação perinatal com a exposição materna diária aos pós liofilizados de Agaricus blazei, Lentinula edodes, ou Ganoderma lucidum antes ou após a indução do diabetes gestacional tipo 2 com estreptozotocina (dose única de 40 mg/kg. IP); serão realizadas (1) avaliações bioquímicas e de estresse oxdativo de placenta, líquido amniótico e sangue materno; (2) teste materno de tolerância oral à glicose; (3) dosagens de insulina; (3) avaliações do desenvolvimento embriofetal. Resultados Esperados: Como é um ensaio pré-clínico, pretende-se a utilização destes parâmetros, para inferir sobre os potenciais benefícios da exposição ao Lentinula edodes, ao Agaricus blazei ou ao Ganoderma lucidum durante o período de gestação de ratas com DMG moderada. (AU)

Resumo

A crescente demanda por alimentos funcionais toma importante a pesquisa por novas cepas probióticas e por matrizes alimentícias adequadas para a manutenção de sua viabilidade. Além disso, é preciso investigar os efeitos que os alimentos funcionais promovem sobre a microbiota e saúde intestinal. Os objetivos desse trabalho serão selecionar uma cepa de Lactobacillus spp., isolada de amostras coletadas durante o processamento de mussarela de búfala, com potencial probiótico; determinar a melhor matriz para sua incorporação, por meio de testes in vitro; e avaliar a ação da cepa e da matriz selecionada sobre a ecologia microbiana intestinal utilizando um simulador do ecossistema microbiano humano (SEMH). O trabalho será dividido em três etapas. Na etapa 1, serão analisadas 10 cepas de Lactobacillus por meio de análises in vitro para determinar o potencial probiótico. A cepa que apresentar o maior potencial probiótico será testada na etapa 2, quando será incorporada a três tipos de matrizes alimentícias: leite fermentado de cabra, produto fermentado de aveia e produto fermentado de arroz, adicionados subprodutos de laranja, banana e goiaba (5%), totalizando doze diferentes tratamentos, considerando os tratamentos controle. Após 1, 14 e 28 dias de armazenamento, os produtos serão submetidos às seguintes análises: viabilidade da BAL selecionada, resistência da BAL às condições simuladas do trato gastrointestinal (TGI) e capacidade antioxidante. Na etapa 3 do projeto, a matriz que apresentar os melhores resultados na etapa anterior, será avaliada no SEMH. Nessa etapa, o produto elaborado passará duas vezes ao dia, durante quatro semanas, pelo SEMH e serão avaliados: o efeito da BAL e da matriz selecionada sobre a ecologia microbiana intestinal; a dinâmica da população de Lactobacillus; as alterações promovidas pelo metabolismo da BAL e pelo subproduto da fruta, por meio das análises de ácidos graxos e de íons amônia. Todos os resultados serão analisados por teste de médias de Tukey, considerando-se nível de significância de 5%. Dessa forma, será possível selecionar uma cepa com potencial probiótico e uma matriz alimentícia adequada para sua incorporação, além de determinar os efeitos biológicos promovidos pelo produto fermentado simbiótico na microbiota intestinal. (AU)

Resumo

A bananicultura é uma atividade de grande importância econômica e social, sendo que bananas e plátanos são o quarto alimento mais produzido no mundo, juntamente com o arroz, o trigo e o milho. Além disso, destaca-se das demais fruteiras de clima tropical pelo seu elevado consumo, principalmente em regiões de maior carência alimentar (i.e., África), colocando-a como um alimento muito importante como fonte de nutriente (i.e., carboidrado) e com grande potencial de uso como alimento funcional. Estudos iniciais mostraram que existe grande diversidade no conteúdo de compostos funcionais dentro do germoplasma Musa spp., principalmente, quando comparados com as cultivares mais comercializadas atualmente, destacando a importância da caracterização de mais genótipos para o melhoramento genético da cultura, para a incorporação e promoção de novos materiais dentro de sistemas agrícolas existentes. O acesso às peculiaridades químicas destes genótipos ao longo do processo de maturação gera possibilidade adicionais de uso da biomassa em questão, uma vez que a biofortificação e/ou o aumento dos compostos funcionais em bananas pode ser encarada como um seguimento diferenciado, pois a forma de consumo do fruto não necessariamente será sob a forma in natura, e sim a partir do processamento e subprodutos processados. Sendo assim, a proposta enfoca a determinação do perfil bioquímico, com ênfase na composição de amido resistente, carotenoides, polifenóis e poliaminas de 10 acessos e/ou novos híbridos melhorados de bananeira do BAG da Embrapa Mandioca e Fruticultura, Cruz das Almas-BA ao longo do processo de maturação dos frutos. (AU)

Resumo

Frutas nativas brasileiras são incomparáveis em sua variedade, mas um recurso pouco explorada para o desenvolvimento de produtos alimentares e farmacêuticos. O objetivo deste estudo foi avaliar a composição fenólica, bem como as atividades antioxidantes e anti-inflamatórias dos extratos de folhas, sementes e polpa de quatro frutas nativas brasileiras (Eugenia leitonii, Eugenia involucrata, Eugenia brasiliensis, e Myrcianthes do Eugenia). Análises de GC-MS dos extratos etanólicos mostraram a presença de epicatequina e ácido gálico como os principais compostos nesses frutos. A atividade antioxidante foi medida utilizando o radical DPPH, o ensaio de branqueamento ²-caroteno, e o sequestro das espécies de oxigénio reactivas (ROO *, O2 * -, e de HOCl). Os extratos de frutas exibiram efeito antioxidante contra os radicais biologicamente relevantes, tais como peroxil, superóxido e ácido hipocloroso. Em geral, as polpas foram as frações de fruta que exibiram a mais baixas atividades antioxidantes, ao passo que as folhas apresentaram as mais elevadas. A atividade anti-inflamatória foi avaliada num modelo in vivo utilizando o ensaio de migração de neutrófilos induzida por carragenina, que avalia a resposta inflamatória na fase aguda. A polpa, sementes e folhas de estes frutos reduziu o influxo de neutrófilos por 40% a 64%. Com base nestes resultados, sugere-se que a atividade anti-inflamatória destes frutos nativas está relacionado com a modulação da migração de neutrófilos, através da inibição de citocinas, quimiocinas e moléculas de adesão, assim como à ação antioxidante dos seus extratos etanólicos em eliminação dos radicais livres liberados por neutrófilos. Portanto, estes frutos nativo pode ser útil para produzir aditivos alimentares e alimentos funcionais. (AU)

Resumo

A osteoporose é uma das doenças de maior incidência na terceira idade, atingindo em maior parte mulheres. Esta doença está relacionada a alterações hormonais, propensão genética, sedentarismo e alimentação inadequada; estudos têm sido realizados afim de se encontrar uma forma viável de tratamento e principalmente sua prevenção. Na última década, a consciência de terapias alternativas para a prevenção e/ou tratamento da osteopenia e osteoporose tem aumentado entre os consumidores, tais como suplementos alimentares ou alimentos funcionais com propriedades antioxidantes como o azeite de oliva. Dessa forma, o objetivo desse trabalho é realizar estudos in vivo e in vitro para avaliar o metabolismo de células osteoblásticas originárias da medula óssea de ratas ovariectomizadas na presença do azeite de oliva extravirgem. Serão utilizadas ratas wistar divididas em grupos controle e ovariectomizado. Imediatamente após a ovariectomia, as ratas dos grupos selecionados receberão 1mL/100 g de peso corporal de azeite de oliva extravirgem por 60 dias. Posteriormente serão sacrificadas e os fêmures coletados para o isolamento das células, que serão cultivadas em garrafas em meio de cultura osteogênico até a subconfluência e plaqueadas em uma concentração de 2 x 104 células por poço em placas de cultura (n=5). Após os tempos experimentais, serão avaliados os seguintes parâmetros: avaliação histológica qualitativa e quantitativa (volume de colágeno), viabilidade celular, atividade e detecção de fosfatase alcalina, quantidade de proteína total, além de detecção e quantificação de nódulos mineralizados. Os dados obtidos serão analisados por programas estatísticos adequados com significância para p d 0.05, com o objetivo de encontrar dados estatisticamente significantes que demonstrem os efeitos benéficos do azeite de oliva. (AU)

Resumo

A atividade antioxidante in vitro de um produto consiste em uma medida amplamente empregada para se obter uma avaliação preliminar da atividade biológica de uma matriz alimentícia. Nos últimos anos, metodologias vêm sendo desenvolvidas para avaliar a capacidade de extratos vegetais em combater radicais livres normalmente produzidos no metabolismo humano, a exemplo dos radicais 1O-2, H2O2, O2, HOCl, ONOO e NO. Estes métodos podem fornecer dados mais fidedignos em relação a real ação dos compostos fitoquímicos no organismo humano, permitindo uma melhor interpretação da bioatividade dos mesmos. No entanto, atualmente, no Brasil, não existem laboratórios com estas metodologias implantadas. Em vista disso, estudos que tenham investigado o potencial antioxidante de frutos nativos do Brasil através destas técnicas ainda são bastante escassos, a exemplo das espécies propostas neste projeto: açaí, camu-camu, jabuticaba, ora-pro-nobis, atemoia e tamarindo. Por esse motivo, estamos em busca de treinamento para os alunos da nossa unidade nas metodologias mencionadas, pois acreditamos que em face do enorme potencial de flora que o Brasil detém, a implantação das mesmas em laboratórios brasileiros seria de fundamental importância para auxiliar na investigação do potencial bioativo de diversas espécies vegetais nativas do País, contribuindo, dessa forma, para a descoberta de novos alimentos potencialmente benéficos à saúde, assim como para a valorização destas espécies perante o mercado. Portanto, o objetivo deste estudo será avaliar a capacidade de extratos de frutas nativas do Brasil (açaí, camu-camu, jabuticaba, atemoia, tamarindo, ora-pro-nobis) para promover a desativação de espécies reativas do nitrogênio e do oxigênio. (AU)

Resumo

A soja atrai considerável atenção no atual cenário econômico mundial devido ao seu elevado potencial nutritivo e efeitos potencialmente benéficos à saúde humana, que são atribuídos principalmente às isoflavonas. Esta classe de fenóis heterocíclicos é conhecida por suas atividades biológicas, tais como as atividades estrogênica, antioxidante e antitumoral, sendo as formas agliconas mais ativas do que as glicosiladas. Contudo, estudos recentes têm mostrado que a eficácia clínica das isoflavonas está relacionada com a capacidade do indivíduo consumidor de produção de Equol, um metabólito da daidzeína que, segundo a literatura vigente, é produzido exclusivamente pela ação da microbiota intestinal. No entanto, há evidências de que nem todos os indivíduos são capazes de metabolizar as isoflavonas a equol, sendo essa variabilidade atribuída às diferenças na composição da microflora intestinal, hábitos alimentares, fatores genéticos, dentre outros. Neste contexto, os produtos à base de soja são uma forma de incluir as isoflavonas na dieta, sendo que o extrato hidrossolúvel de soja (EHS) é um substrato que se tem apresentado com potencial para produção de novos alimentos com apelo saudável. Desse modo, com o propósito de aumentar o conteúdo de isoflavonas bioativas e avaliar a viabilidade de processos biotecnológicos para produção de equol in vitro, propomos esse projeto. Desse modo, com o propósito de aumentar o conteúdo de isoflavonas bioativas e de tentar produzir o equol, em extrato hidrossolúvel de soja, será investigada a aplicação de culturas starters e bactérias lácticas probióticas na fermentação do EHS, aliado à ação do extrato bruto de tanase obtido a partir de Paecilomyces variotti. Além disso, os extratos obtidos serão avaliados quanto ao seu perfil de composição em isoflavonas, e sua atividade biológica in vitro, incluindo capacidade antioxidante, antiinflamatória e estrôgenica. (AU)

Página 3 de 342 resultado(s)
|
Exportar 0 registro(s) selecionado(s)
Marcar todos desta pagina | Limpar seleção