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Resumo

O crescimento desordenado das cidades tem-se configurado como uma produção social do risco cujas vulnerabilidades criadas, ao interagirem com as ameaças (por exemplo, as chuvas), acarretam desastres que interrompem a ordem pública à medida que ocasionam danos ambientais (erosões, por exemplo), danos materiais (danificação de casas) e danos humanos (como mortos, famílias desalojadas e famílias desabrigadas) no território.Dentre tais danos, os danos humanos - especialmente as famílias desabrigadas - são aqueles que têm demandado mais esforços dos órgãos de proteção civil na garantia do direito natural à vida, à saúde e à segurança (CASTRO, 1997). Famílias desabrigadas são aquelas que tiveram o território de suas casas inviabilizado em decorrência do desastre e, portanto, foram desterritorializadas de suas moradias, ou seja, do lugar seguro em que preservavam sua integridade, sua saúde e o seu patrimônio. Diante disso, cabe ao Estado zelar pela segurança dessas por meio do provimento de abrigos temporários, ou seja, de um local organizado em instalação fixa e adaptada para esta finalidade, por um período determinado (BRASIL,2000). Neste local, as famílias apreenderão material e simbolicamente o novo espaço, (re)territorializando-o (HAESBAERT, 2004b) a fim de reestruturar o seu habitus (BOURDIEU, 2004) e encontrar "uma situação na qual um conjunto específico de perigos está neutralizado ou minimizado" (GIDDENS, 1991, p. 43), ou vivenciarão a desvalia e o desamparo (MENEZES, 2006) no pós-desastre. Posto isto, este projeto tem como objetivo descrever e analisar sociologicamente a (re)territorialização do espaço social da casa que as famílias empreendem nos abrigos temporários para desabrigados em contextos de desastres relacionados às chuvas, entendendo que a provisoriedade que discursivamente embasa a estadia no discurso oficial muitas vezes não se coaduna com a prática, em que a segurança de sobrevivência e de acolhida não são garantidas pelo Estado (BRASIL, 2004b). Os procedimentos metodológicos para realização deste estudo têm como base a revisão do estado da arte, a pesquisa documental e a pesquisa de campo de base qualitativa com a realização de um estudo de caso. (AU)

Resumo

Interações mutualísticas entre formigas e plantas, largamente estudadas sob seus diferentes aspectos, são intermediadas por uma vasta gama de benefícios fornecidos - e, portanto, obtidos - por ambas as partes. As plantas oferecem néctar de nectários extraflorais, corpos alimentícios e locais para nidificação, enquanto as formigas podem beneficiar as plantas através da dispersão de suas sementes, aumento da produção de frutos e predação de herbívoros. Várias espécies de herbívoros desenvolveram diferentes estratégias de defesa, o que lhes permitem a ocupação de plantas defendidas por formigas. Uma destas estratégias é a construção de abrigos com as folhas da planta hospedeira, comportamento apresentado por diversas espécies. Larvas de Pleuroptya silicatis Guenée utilizam Urera baccifera (L.) Gaudich., uma planta que possui visitação constante de formigas, como fonte de alimentação. Elas enrolam suas folhas formando tubos cheios de seda e fezes em seu interior. O presente trabalho tem como objetivos o estudo da biologia de P. silicalis e a verificação, em laboratório, da eficácia de seus abrigos frente a duas espécies diferentes de formigas através da apresentação de lagartas tanto em folhas com e sem abrigos para colônias de Pachycondyla villosa Fabricius e Camponotus crassus Mayr. (AU)

Resumo

Um dos grandes desafios da suinocultura moderna está relacionado à exploração do máximo potencial genético do animal, tanto no aspecto produtivo quanto no reprodutivo. Durante muitos anos a busca da máxima eficiência na produção animal esteve voltada para o atendimento das necessidades de manejo, sanidade, genética e nutrição. Mas atualmente, os avanços obtidos nestas áreas têm sido limitados pelos fatores ambientais, principalmente pelo ambiente térmico na qual os animais são submetidos. Na maternidade há dois ambientes distintos a serem avaliados, um para as porcas lactantes e o outro para os leitões (Oliveira et. al., 1993). Este é um grande problema do produtor de suínos, pois, em um pequeno espaço físico, ele é obrigado a proporcionar dois microambientes diferentes, e caso isso não ocorra os desempenhos, tanto das porcas quanto dos leitões não serão satisfatórios (Perdomo, et al., 1985). A pesquisa terá como objetivo geral a avaliação do comportamento de leitões em diferentes sistemas de aquecimento em abrigos escamoteadores, com auxílio da identificação eletrônica dos animais. E como objetivos específicos: 1) Avaliar a freqüência de uso dos abrigos escamoteadores em função das condições do microclima interno proporcionado pelos diferentes sistemas de aquecimento e das condições externas das instalações. 2) Avaliar a distribuição dos animais dentro do abrigo escamoteador em função dos sistemas de aquecimento adotado, utilizando a identificação eletrônica. 3) Realizar a avaliação econômica do consumo de energia elétrica dos diferentes sistemas de aquecimento. (AU)

Resumo

O presente terá como objetivo geral avaliar o microclima proporcionado por abrigos individuais e coletivos destinados a criação de bezerras leiteiras nas fases de pré e pós-desmama. Serão realizados dois experimentos: Experimento 1: Avaliar o desempenho térmico de abrigos individuais mantidos em galpão ou piquete e seus reflexos nas respostas fisiológicas, níveis séricos de imunoglobulinas, desenvolvimento ponderal e as atividades comportamentais de bezerras leiteiras na fase pré-desmama; Experimento 2: Avaliar o sistema de criação de bezerras mantidas em grupos nos piquetes ou em baias coletivas e o efeito associativo da suplementação protéica (farelo de soja, glúten de milho e levedura de cana) sobre as variáveis fisiológicas, produtivas, metabólitos sanguíneos e concentrações hormonais de cortisol, triiodotironina e tiroxina na fase pós-desmama. Os dados referentes às variáveis meteorológicas (temperatura e umidade do ar, velocidade do vento e temperatura de globo negro) nos abrigos correspondentes aos tratamentos e no ambiente externo serão mensurados em intervalos horários (AU)

Resumo

Ainda que a fusão entre vacúolos parasitóforos (VPs) de L. (L.) amazonensis tenha sido previamente detectada por cinemicrografia, modelos quantitativos para o estudo do fenômeno não foram desenvolvidos até agora. No decorrer do projeto de mestrado estabelecemos um modelo no qual macrófagos murinos, pré-infectados por L. (L) amazonensis não marcadas, foram reinfectados, em tempos diferentes, por parasitas marcados com GFP ou CFDA-SE. A fusão entre os VPs é inferida, em diferentes momentos após a reinfecção, pela identificação de vacúolos coinfectados, i.e, os que abrigam parasitas marcados e não marcados. Estes experimentos demonstraram: aumento da freqüência de macrófagos com vacúolos coinfectados, da freqüência de vacúolos coinfectados por macrófago, do numero de parasitas das duas infecções em vacúolos coinfectados ou monoinfectados, e demonstramos a multiplicação dos amastigotas naqueles vacúolos. Este projeto visa: 1) examinar a fusão entre VPs contendo L. (L.) amazonensis com os que abrigam L.(L.) major ou L. (V.) b. braziliensis; analisando também reinfecções com as 3 espécies duas a duas; 2) verificar a sobrevida dos parasitas abrigados em vacúolos co-infectados, apontando para amastigotas que possam ter sua multiplicação, conservada, reduzida ou aumentada. 3) Nos modelos acima avaliar o pH vacuolar e a presença de marcadores característicos dos VPs (EEA1, Rab7, Lamp1, LC3); 4) Testar o efeito sobre a fusão entre VPs, da alcalinização vesicular pela com cloroquina, cloreto de amônio ou bafilomicina, da modulação dos níveis de AMP cíclico intracelular, do aumento do número de lisossomos secundários ou indução de autofagia; 5) As propriedades fusogênicas dos VP’s serão avaliadas em outras células hospedeiras, incluindo fibroblastos primários e de linhagem, e se possível, células transfectadas com genes selvagens ou mutados para moléculas envolvidas na fusão de vesículas (como as Rab GTPases, e LC3). (AU)

Resumo

Insetos fitófagos freqüentemente têm de enfrentar uma diversa gama de inimigos naturais - predadores e parasitóides - que exercem papel fundamental no controle populacional dos herbívoros. Em resposta à pressão destes inimigos, os herbívoros desenvolveram uma gama de estratégias de defesa. Porém as estratégias que são eficazes contra predadores muitas vezes não o são contra parasitóides. Por exemplo, o ato de construir abrigos foliares na planta hospedara alimentar-se dentro deles, ou ainda preferir folhas mais velhas, são estratégias comportamentais de muitas lagartas de lepidópteros, eficientes contra predação. As larvas de Pleuroptya silicalis se alimentam das folhas de Urera baccifera, planta constantemente visitada por formigas, onde constroem abrigos foliares em forma de tubos, cheios de seda e fezes. Mas os abrigos não representam necessariamente proteção contra parasitóides, podendo aumentar a susceptibilidade de seus habitantes a ataques. Isto porque os parasitóides utilizam diversos tipos de sinais na procura por hospedeiros, inclusive voláteis provenientes de fezes. Portanto, ao explorar aspectos da ocupação da planta por lagartas de Pleuroptya, o presente trabalho pretende investigar também sua vulnerabilidade a predadores- e parasitóides. O estudo envolverá observações e experimentos no campo e em laboratório, tendo implicações importantes para diferentes áreas da ecologia. (AU)

Resumo

A pesquisa em curso trata de um levantamento sistemático e de uma análise gráfica, em caráter preliminar, dos sítios de gravuras rupestres, também denominados petroglifos, ao longo do baixo e médio curso da bacia do rio Negro, NW da Amazônia brasileira. O Negro e seus tributários constituem potenciais áreas ricas em sítios de petroglifos ainda desconhecidos da pesquisa arqueológica amazônica, mas recorrentemente citados em fontes diversas. Neste estudo a área enfocada é a confluência do rio Negro com um de seus principais afluentes, o rio Branco vindo de Roraima com nascentes na Guiana e Venezuela. A escolha da confluência Negro/Branco se deveu a sua situação de entroncamento chave na hidrografia regional e à existência de uma fronteira geológica, bem marcada na área, entre o Complexo Jauaperi de granitos e gnaisses inseridos no Escudo das Guianas e os arenitos da Formação Prosperança geocronologicamente desligada da Bacia Sedimentar do Amazonas, mas espacialmente relacionada. Esses seriam fatores hipoteticamente influentes na ocorrência de variabilidade gráfico-rupestre. Por serem sítios em beira de rio, inundáveis, desprovidos de refugo arqueológico, as gravuras se encontram analiticamente isoladas, sem contexto e sem datações. Neste sentido, esta pesquisa também objetiva a escavação pontual do único sítio abrigado com gravuras e deposição sedimentar conhecido até o momento na bacia do rio Negro. Este abrigo granítico chama-se Arara Vermelha e está inserido na bacia do rio Jauaperi, tributário do Negro e paralelo ao Branco, no SE de Roraima. Objetiva-se, assim, levantar dados contextuais e datações absolutas para a ocupação do abrigo que possam ser associadas ao fenômeno gráfico-rupestre na região. (AU)

Resumo

Piaget (1994) explica que a relação educativa de caráter unilateral (caracterizada pela coação adulta) resulta na heteronomia, contrariamente as relações de respeito mútuo (caracterizada pela cooperação) promove a autonomia. Em um projeto anterior, diagnosticamos que em um abrigo institucional no interior de da cidade de São Paulo, a relação predominante vivenciada é o respeito unilateral. Nela os abrigados não participam da elaboração das regras e não são estimulados a discutirem o por quê do cumprimento destas, apenas as cumprem para evitar o castigo. Essas crianças encontram-se no estágio de heteronomia; sendo assim, os julgamentos morais que predomina nos abrigados é a forma mais primitiva da justiça retributiva (sanção expiatória). Com este projeto visamos promover ações junto aos abrigados desta instituição, em parceria com os funcionários, com o propósito de construir um ambiente favorável para o desenvolvimento moral e assim, promover relações de cooperação e respeito mútuo entre adultos e crianças e entre as próprias crianças, atentando para a elaboração e cumprimento consciente das regras de convivência. Assim, acreditamos que a formação de indivíduos autônomos e responsáveis poderia ser garantida. (AU)

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