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Construção de um mezanino no interior do prédio que abriga os laboratórios de geotecnia, estradas e topografia na FEC/UNICAMP

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Maria Teresa Françoso
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Civil - Geotécnica
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Programa Infra-estrutura - Gerais
Processo:98/08885-0
Vigência: 01 de dezembro de 1998 - 30 de novembro de 1999

Sistema de arquivamento eletrônico para abrigar as coleções de periódicos e separatas e minimizar o espaço físico da biblioteca

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara, SP, Brasil
Pesquisador responsável:José Eduardo Dutra de Oliveira
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Programa Infra-estrutura - Bibliotecas
Processo:96/09237-6
Vigência: 01 de abril de 1997 - 31 de maio de 1999

Ampliação e adaptação de instalações prediais para abrigar laboratório de interferometria holográfica, identificação e processamento de imagens, destinado ao desenvolvimento de ensaios mecânicos

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Escola Politécnica (EP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Edison Gonçalves
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Mecânica - Processos de Fabricação
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Programa Infra-estrutura
Processo:94/04504-0
Vigência: 01 de março de 1995 - 31 de outubro de 1997

Anatomia das estacas arqueológicas do abrigo rupestre santa elina, Mato Grosso, Brasil - considerações tecnológicas e paleoambientais

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Gregório Cardoso Tápias Ceccantini
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Botânica - Morfologia Vegetal
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Reunião - Exterior
Processo:04/09532-6
Vigência: 24 de outubro de 2004 - 29 de outubro de 2004
Assunto(s):Anatomia vegetalMadeira

Desafios de gestão dos abrigos temporários no Brasil: uma análise sociológica de insegurancas e riscos no cotidiano de famílias abrigadas

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Norma Felicidade Lopes da Silva Valencio
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Serviço Social - Serviço Social Aplicado
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Processo:08/51947-0
Vigência: 01 de agosto de 2008 - 28 de fevereiro de 2010
Assunto(s):Proteção civil
Resumo
O crescimento desordenado das cidades tem-se configurado como uma produção social do risco cujas vulnerabilidades criadas, ao interagirem com as ameaças (por exemplo, as chuvas), acarretam desastres que interrompem a ordem pública à medida que ocasionam danos ambientais (erosões, por exemplo), danos materiais (danificação de casas) e danos humanos (como mortos, famílias desalojadas e famílias desabrigadas) no território.Dentre tais danos, os danos humanos - especialmente as famílias desabrigadas - são aqueles que têm demandado mais esforços dos órgãos de proteção civil na garantia do direito natural à vida, à saúde e à segurança (CASTRO, 1997). Famílias desabrigadas são aquelas que tiveram o território de suas casas inviabilizado em decorrência do desastre e, portanto, foram desterritorializadas de suas moradias, ou seja, do lugar seguro em que preservavam sua integridade, sua saúde e o seu patrimônio. Diante disso, cabe ao Estado zelar pela segurança dessas por meio do provimento de abrigos temporários, ou seja, de um local organizado em instalação fixa e adaptada para esta finalidade, por um período determinado (BRASIL,2000). Neste local, as famílias apreenderão material e simbolicamente o novo espaço, (re)territorializando-o (HAESBAERT, 2004b) a fim de reestruturar o seu habitus (BOURDIEU, 2004) e encontrar "uma situação na qual um conjunto específico de perigos está neutralizado ou minimizado" (GIDDENS, 1991, p. 43), ou vivenciarão a desvalia e o desamparo (MENEZES, 2006) no pós-desastre. Posto isto, este projeto tem como objetivo descrever e analisar sociologicamente a (re)territorialização do espaço social da casa que as famílias empreendem nos abrigos temporários para desabrigados em contextos de desastres relacionados às chuvas, entendendo que a provisoriedade que discursivamente embasa a estadia no discurso oficial muitas vezes não se coaduna com a prática, em que a segurança de sobrevivência e de acolhida não são garantidas pelo Estado (BRASIL, 2004b). Os procedimentos metodológicos para realização deste estudo têm como base a revisão do estado da arte, a pesquisa documental e a pesquisa de campo de base qualitativa com a realização de um estudo de caso. (AU)

A eficácia da casa-abrigo como estratégia de diminuição dos femicidios perpetuados por parceiros íntimos

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Lúcia Cavalcanti de Albuquerque Williams
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Tratamento e Prevenção Psicológica
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:04/14656-6
Vigência: 01 de abril de 2005 - 31 de março de 2006
Assunto(s):Violência contra a mulher

Reforma da rede elétrica do prédio que abriga as seções de microbiologia do solo e pedologia

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto Agronômico (IAC). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Secretaria de Agricultura e Abastecimento (São Paulo - Estado). Campinas, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Otávio Antonio de Camargo
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Ciência do Solo
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Programa Infra-estrutura - Gerais
Processo:96/10445-2
Vigência: 01 de agosto de 1997 - 31 de março de 1998

Instalação de um novo laboratório para abrigar o grupo de pesquisa e equipamento multiusuário de espectrometria de massa

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Paolo Di Mascio
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Metabolismo e Bioenergética
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Programa Infra-estrutura - Gerais
Processo:98/07440-4
Vigência: 01 de março de 1999 - 31 de dezembro de 2001

Biologia e ecologia comportamental da mariposa pleuroptya silicalis (Lepidoptera: Crambidae): experimentos de predação larval por formigas

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Paulo Sérgio Moreira Carvalho de Oliveira
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo:03/04312-5
Vigência: 01 de agosto de 2003 - 31 de dezembro de 2003
Resumo
Interações mutualísticas entre formigas e plantas, largamente estudadas sob seus diferentes aspectos, são intermediadas por uma vasta gama de benefícios fornecidos - e, portanto, obtidos - por ambas as partes. As plantas oferecem néctar de nectários extraflorais, corpos alimentícios e locais para nidificação, enquanto as formigas podem beneficiar as plantas através da dispersão de suas sementes, aumento da produção de frutos e predação de herbívoros. Várias espécies de herbívoros desenvolveram diferentes estratégias de defesa, o que lhes permitem a ocupação de plantas defendidas por formigas. Uma destas estratégias é a construção de abrigos com as folhas da planta hospedeira, comportamento apresentado por diversas espécies. Larvas de Pleuroptya silicatis Guenée utilizam Urera baccifera (L.) Gaudich., uma planta que possui visitação constante de formigas, como fonte de alimentação. Elas enrolam suas folhas formando tubos cheios de seda e fezes em seu interior. O presente trabalho tem como objetivos o estudo da biologia de P. silicalis e a verificação, em laboratório, da eficácia de seus abrigos frente a duas espécies diferentes de formigas através da apresentação de lagartas tanto em folhas com e sem abrigos para colônias de Pachycondyla villosa Fabricius e Camponotus crassus Mayr. (AU)

Conforto térmico e estratégia de manejo alimentar para bezerras leiteiras em condições tropicais

Beneficiário:
Instituição-sede da pesquisa: Instituto de Zootecnia. Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Secretaria de Agricultura e Abastecimento (São Paulo - Estado). Nova Odessa, SP, Brasil
Pesquisador responsável:Soraia Vanessa Matarazzo
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Engenharia Agrícola - Construções Rurais e Ambiência
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo:05/54705-9
Vigência: 01 de outubro de 2005 - 30 de novembro de 2007
Assunto(s):Conforto térmicoComportamento animal
Resumo
O presente terá como objetivo geral avaliar o microclima proporcionado por abrigos individuais e coletivos destinados a criação de bezerras leiteiras nas fases de pré e pós-desmama. Serão realizados dois experimentos: Experimento 1: Avaliar o desempenho térmico de abrigos individuais mantidos em galpão ou piquete e seus reflexos nas respostas fisiológicas, níveis séricos de imunoglobulinas, desenvolvimento ponderal e as atividades comportamentais de bezerras leiteiras na fase pré-desmama; Experimento 2: Avaliar o sistema de criação de bezerras mantidas em grupos nos piquetes ou em baias coletivas e o efeito associativo da suplementação protéica (farelo de soja, glúten de milho e levedura de cana) sobre as variáveis fisiológicas, produtivas, metabólitos sanguíneos e concentrações hormonais de cortisol, triiodotironina e tiroxina na fase pós-desmama. Os dados referentes às variáveis meteorológicas (temperatura e umidade do ar, velocidade do vento e temperatura de globo negro) nos abrigos correspondentes aos tratamentos e no ambiente externo serão mensurados em intervalos horários (AU)
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