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    Possibilidades e limites na constituição de um grupo de terapia ocupacional com pacientes psicóticos: uma leitura a partir de Pichon-Rivière

    Autor(es):

    Constantinidis, Teresinha Cid

    Tipo de documento: Dissertação de Mestrado
    Imprenta: São Paulo. [2000]. 187 f.
    Instituição: Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Psicologia
    Data de defesa:
    Orientador:

    Fernandes, Maria Inês Assumpção

    Área do conhecimento: Ciências Humanas - Psicologia
    Indexada em:

    Banco de Dados Bibliográficos da USP-DEDALUS; Index Psi Teses - IP/USPPsi-Teses Logo

    Localização:

    Universidade de São Paulo. Biblioteca do Instituto de Psicologia; RM735; C758p

    Assunto(s):

    Processos interpessoais e de grupo

    Terapia ocupacional

    Psicoterapia de grupo

    Grupos operativos

    Transtornos psicóticos

    Resumo
    Através de um estudo de caso foram pesquisados limites e possibilidades de um processo de constituição de um grupo de terapia ocupacional com pacientes psicóticos. Destacam-se como pontos principais de investigação, a constituição do grupo pela interação dos pacientes, o valor da atividade grupal, o papel do terapeuta neste tipo de grupo e a presença da instituição neste processo. A investigação foi realizada a partir de teorias e técnicas que sustentam a Terapia Ocupacional em abordagem psicodinâmica, da produção sobre grupos de terapia ocupacional com pacientes psicóticos e da teoria de Pichon-Rivière. Com todas as particularidades de um grupo de pacientes psicóticos, verificou-se que o grupo passa por um processo que resulta na constituição deste, com filiação e pertença de seus membros, que cooperam entre si. A constituição grupal, foi marcada pelas trocas entre os pacientes, a comunicação, a cooperação na realização das atividades e a autonomia adquirida pelo grupo neste percurso. A atividade foi analisada em diferentes situações como: na execução desta pelo grupo, nas indicações da terapeuta, no tratamento oferecido pela instituição, observando-se e discutindo-se o seu potencial terapêutico e, por outro lado, de contenção e controle, dependendo da forma de utilização desta. Foi verificado que a teoria pichoniana pode auxiliar na compreensão dos diferentes momentos de constituição do grupo de terapia ocupacional com pacientes psicóticos, podendo orientar o terapeuta nas suas condutas. (AU)

    Processo FAPESP: 97/09552-1 - O grupo de Terapia Ocupacional com psicóticos e o processo de interação: uma leitura a partir de Pichon-Riviére
    Beneficiário:Teresinha Cid Constantinidis
    Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Mestrado
    CDi/FAPESP - Centro de Documentação e Informação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo

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