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Relação APRI na obesidade mórbida antes e após cirurgia bariátrica

Beneficiário:

Instituição: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:

Roberto de Cleva

Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo: 10/09441-1
Vigência: 01 de agosto de 2010 - 31 de julho de 2011
Assunto(s):

Obesidade mórbida

Resumo
Na evolução da obesidade sabe-se que a doença hepática gordurosa não alcoólica é uma das possíveis complicações. Para avaliar o grau de infiltração gordurosa e de fibrose hepática, o padrão-ouro é a biópsia hepática, procedimento invasivo associado a complicações. Por isso, há a tendência de se identificar marcadores não invasivos para avaliação da progressão da doença em pacientes com Doença Hepática Crônica. Em 2003 o índice APRI (relação entre aspartatoaminotrasferase/plaquetas) foi validado para quantificar o grau de fibrose hepática em pacientes portadores de Hepatite C. Porém, são escassos os estudos avaliando essa variável na população de obesos mórbidos. No presente estudo serão avaliados 200 pacientes já submetidos à cirurgia bariátrica no Serviço de Cirurgia do Aparelho Digestivo do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, através de um coorte retrospectivo com a análise dos seus prontuários eletrônicos. O perfil laboratorial desses pacientes incluirá análise de Colesterol total e frações, Triglicérides, Glicemia e insulinemia de jejum, enzimas hepáticas (AST, ALT, GAMA GT, FOSFATASE ALCALINA) e das plaquetas antes e 1 ano após cirurgia bariátrica. E posteriormente será calculado o índice apri, sendo relacionado com a ultrassonografia abdominal (quando houver), na avaliação do grau de fibrose e de infiltração gordurosa hepáticas. (AU)
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