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Desenvolvimento de metodologia analítica para determinação de ferro em álcool etílico hidratado combustível utilizando eletrodo de amálgama

Beneficiário:

Instituição: Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos (UNIFEB). Fundação Educacional de Barretos (FEBA). Barretos, SP, Brasil
Pesquisador responsável:

Jeosadaque José de Sene

Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Analítica
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Processo: 10/15274-0
Vigência: 01 de novembro de 2010 - 31 de outubro de 2011
Assunto(s):

Eletroanalítica

Ferro

Resumo
No Brasil, o álcool etílico combustível, tanto na forma hidratada quanto na forma anidra, tem sido usado pioneiramento como alternativa aos combustíveis fósseis graças às vastas áreas agriculturáveis do país e culminando com a existência inédita de frota automotiva equipada com tecnologia flex fuel. Desde a criação do Proálcool na década de 70, a produção e o consumo de álcool combustível tem crescido sistematicamente. Entretanto, apesar de sua inegável vantagem econômica e ambiental, o álcool combustível requer um controle de qualidade efetivo para manutenção de seu status de combustível verde renovável. A presença de metais pesados, de origem natural da matéria prima, ou originada na produção, armazenamento e transporte, é um das principais causas de poluição. Esses metais representam igualmente uma ameaça ao bom desempenho de motores causando desgaste excessivo da maquinaria e degeneração do combustível por meio de reações catalíticas. Neste sentido, este projeto propõe o desenvolvimento de novos métodos de análise para quantificação de ferro no álcool etílico hidratado combustível (AEHC) com base na fabricação e caracterização de eletrodos de amalgama mercúrio/prata. Eletrodos similares têm sido fabricados e utilizados por outros pesquisadores na análise de metais em diversos tipos de amostras. Entretanto, não se encontra na literatura especializada relato de métodos para análise de AEHC utilizando esses eletrodos. Os métodos eletroanalíticos empregando eletrodos de amalgama podem vir a ser vantajosos na substituição dos métodos espectrofotométricos por absorção atômica adotados pela Agencia Nacional do Petróleo, haja vista que são rápidos, de baixo custo e de fácil aplicação em sistemas automatizados de análise. (AU)
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