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Coorte retrospectiva de gestantes expostas ao vírus Zika em São José do Rio Preto em 2016

Processo: 17/21688-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2018
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Pesquisador responsável:Maurício Lacerda Nogueira
Beneficiário:Marcos Tayar Augusto
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP). Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (São Paulo - Estado). São José do Rio Preto, SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/21719-3 - Estudo epidemiológico da dengue (sorotipos 1 a 4) em coorte prospectiva de São José do Rio Preto, São Paulo, Brasil, durante 2014 a 2018, AP.TEM
Assunto(s):Antropometria   Vírus Zika   Microcefalia

Resumo

O perímetro cefálico, circunferência fronto-occipital de maior comprimento possível, representa o crescimento do sistema nervoso central, podendo variar conforme idade gestacional, sexo e peso do recém-nascido. Quando o perímetro cefálico está reduzido ocorre a microcefalia, que é uma malformação congênita em que o cérebro não se desenvolve de maneira adequada. É caracterizada por um perímetro cefálico inferior ao valor do percentil 3 esperado para a idade gestacional e sexo e, dependendo de sua etiologia, pode ser associada a malformações estruturais do cérebro. A maioria dos casos de microcefalia é acompanhada de alterações motoras e cognitivas que variam de acordo com o grau de acometimento cerebral. Em geral, as crianças apresentam atraso no desenvolvimento neuropsicomotor com comprometimento motor e cognitivo relevante e, em alguns casos, as funções sensitivas (audição e visão) também são afetadas. No Brasil, a partir de setembro de 2015, houve um aumento súbito nos casos de microcefalia, decorrente do início da circulação de Zika vírus (ZIKV) no país, uma infecção que provoca uma doença benigna, mas que, por causa de sua interferência na gestação, vem se tornando um problema de saúde pública. O presente estudo pretende analisar o perímetro cefálico de recém-nascidos vivos que nasceram no Hospital da Criança e da Maternidade de São José do Rio preto no ano de 2016, verificando os fatores que podem influenciar no perímetro cefálico e comparando os valores obtidos não só com parâmetros mundiais, mas também com resultados da mesma população em período prévio à circulação de ZIKV na região. (AU)

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