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Efeito da fotobioestimulação na neuropatia periférica de ratos com diabetes mellitus tipo 1 induzida por estreptozotocina

Processo: 16/00038-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2017
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Anatomia
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Marucia Chacur
Beneficiário:Igor Rafael Correia Rocha
Instituição-sede : Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Assunto(s):Hiperalgesia   Neuroanatomia   Alodinia   Citocinas   Diabetes mellitus

Resumo

O diabetes mellitus é uma doença com mais de 3500 anos de história onde sua primeira descrição e métodos para possível tratamento são relatados no Papiro de Ebers, o mais antigo e importante tratado médico escrito pela civilização egípcia. O diabetes mellitus é uma síndrome metabólica caracterizada por aumento significativo nos níveis de glicose na circulação sanguínea, condição conhecida por hiperglicemia. O estado hiperglicêmico danifica estrutural e fisiologicamente as fibras nervosas periféricas ocasionado a neuropatia diabética periférica. Esta neuropatia leva ao paciente, uma vida cheia de limitações e incapacidades. As principais queixas apresentadas quanto a neuropatia diabética periférica é a dor crônica, alterações motoras e significativa falta de sensibilidade nos membros periféricos, resultando fatalmente em algumas situações com a amputação do membro inferior. Os mecanismos pelos quais a degeneração das fibras periféricas se desenvolve ainda estão longe de ser elucidados, porém, uma das atuais hipóteses é a participação dos produtos finais de glicação avançada (AGE) em interação com seus receptores (RAGE) no desenvolvimento da neuropatia diabética periférica, uma vez que tais compostos estão excessivamente alterados nas fibras periféricas daqueles acometidos pelo diabetes mellitus tipo 1. Como proposta terapêutica será utilizada a laserterapia de baixa intensidade, uma vez que tal técnica se mostra eficaz na melhora da dor, reversão do processo inflamatório e possível participação no processo de regeneração das fibras nervosas periféricas. Cabe mencionar que não há na clínica tratamento com foco na degeneração periférica ocasionada pelo diabetes mellitus tipo 1, daí a necessidade da pesquisa sobre outras modalidades terapêuticas que devolvam e restaurem a qualidade de vida daqueles acometidos por tal doença. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa:
Grupo da USP investiga como a fototerapia combate a dor neuropática 

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
IGOR RAFAEL CORREIA ROCHA. Efeito da fotobioestimulação na neuropatia periférica de ratos com diabetes mellitus tipo 1 induzido por estreptozotocina.. 2017. Dissertação de Mestrado - Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Ciências Biomédicas São Paulo.

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