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Análise filogeográfica do complexo Pionus maximiliani (Kuhl, 1820): testando a continuidade genética entre as populações da diagonal árida e da Mata Atlântica

Processo: 16/17879-3
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado
Vigência (Início): 12 de fevereiro de 2017
Vigência (Término): 22 de março de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Taxonomia dos Grupos Recentes
Pesquisador responsável:Luís Fábio Silveira
Beneficiário:
Supervisor no Exterior: Robb Thomas Brumfield
Instituição-sede : Museu de Zoologia (MZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Local de pesquisa: Louisiana State University (LSU), Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:15/19533-4 - Taxonomia e filogeografia do complexo Pionus maximiliani (aves: Psittacidae), BP.MS
Assunto(s):Genética de populações   Filogeografia   Psittacidae

Resumo

Pionus maximiliani é uma espécie de psitacídeo amplamente distribuída, ocorrendo desde o nordeste do Brasil até o norte da Argentina. O complexo P maximiliani atualmente compreende quatro subespécies: Pionus maximiliani maximiliani, P. m. siy, P. m. melanoblepharus e P. m. lacerus. De acordo com a literatura, a forma nominal ocorre na Caatinga, siy e lacerus habitam o Chaco enquanto melanoblepharus ocorre na Mata Atlântica e Cerrado. Dados preliminares sugerem que P. maximiliani esteja restrita a florestas ripárias e de galeria ao longo dos biomas da chamada diagonal árida, onde ocorre. Sua ampla distribuição e ocorrência tanto em biomas florestais como biomas de vegetação aberta permite a oportunidade de realizar uma análise filogeográfica com o objetivo de testar a independência entre as linhagens que ocorrem em biomas florestais e biomas áridos e para alcançar este objetivo a análise multilocus será empregada entre outros testes para avaliar a diferenciação genética entre as populações e inferir o tempo de divergência entre elas. (AU)