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A identidade da água-viva Aurelia (Cnidaria, Scyphozoa) do litoral brasileiro e discussões sobre a sistemática e taxonomia do gênero

Processo: 16/12163-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2016
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Taxonomia dos Grupos Recentes
Pesquisador responsável:André Carrara Morandini
Beneficiário:
Instituição-sede : Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):17/07317-0 - Preenchendo as lacunas na sistemática de Aurelia (Cnidaria, Scyphozoa): uma integração de dados morfológicos a espécies moleculares conhecidas, BE.EP.MS
Assunto(s):Medusozoa   Sistemática   Morfologia animal   Biodiversidade

Resumo

Apesar do recente aumento em pesquisas relacionadas a águas-vivas e eventos de bloom associados, os quais têm importantes impactos para a economia e para a saúde, muitas das relações evolutivas entre Medusozoa ainda são incertas. Neste sentido, há muito debate em relação ao número de espécies que compõe o gênero Aurelia (medusas-da-lua), se estendendo desde o século XIX e ainda sem solução. Com o tempo, muitas das espécies descritas foram sinonimizadas e só A. aurita, A. limbata e A. labiata foram consideradas válidas, embora esforços moleculares recentes têm proposto de quatro a seis espécies adicionais. Isto destaca a possibilidade de especiações crípticas no gênero e, portanto, a necessidade de uma avaliação morfológica, genética e geográfica mais detalhada das supostas espécies. Neste estudo, propomos descrever em detalhe a espécie molecular sugerida para o litoral brasileiro, Aurelia sp. Para alcançar este objetivo, vamos analisar a morfologia de animais vivos em diferentes estágios do ciclo de vida (pólipos, éfiras e medusas jovens) e de espécimes fixados em coleções de museus, bem como dados moleculares de espécimes de localidades distintas ao longo da costa. Uma discussão do gênero também será necessária, a fim de caracterizar a identidade da espécie da costa brasileira. Este será um passo importante para compreender a especiação em medusozoários e, portanto, melhor compreender a sua biodiversidade. (AU)