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Biossensores de óxido de grafeno e nanopartículas de ouro para detecção de doenças infectocontagiosas

Processo: 16/05269-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2016
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos
Pesquisador responsável:Maria Aparecida Zaghete Bertochi
Beneficiário:
Instituição-sede : Instituto de Química (IQ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara, SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/07296-2 - CDMF - Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais, AP.CEPID
Bolsa(s) vinculada(s):17/05354-6 - Grafeno e nanopartículas de ouro e prata para biossensores avançados, BE.EP.PD
Assunto(s):Óxido de grafeno   Semicondutores   Materiais cerâmicos

Resumo

Os recentes avanços nas pesquisas interdisciplinares em diagnóstico molecular tem levado um rápido desenvolvimento de diferentes classes de biossensores com características sensoras cada vez melhores. Além disso, o desenvolvimento nas áreas de engenharia e nanotecnologia tem sido de fundamental importância para miniaturização e multifuncionalidade tecnológica dos biossensores. Os custos da indústria de saúde no mundo vêm aumentando consideravelmente nos últimos anos devido ao envelhecimento da população associado ao aumento da consciência sobre a saúde o que gera uma maior necessidade de assistência médica periódica. Além disso, no Brasil os tratamentos das doenças ocorrem de na maioria dos casos de forma reativa, quando a doença é diagnosticada já está em estágio avançada. O diagnóstico molecular facilita a detecção primária das doenças com maior especificidade e sensibilidade, porém demandam tempo e são de alto custo. Os biossensores têm surgido como uma alternativa barata, de fácil manuseio, portátil e com alta sensibilidade e especificidade. Dentro desse contexto, a presente proposta objetiva estudar nanopartículas de óxido de grafeno/Au crescidos via síntese química e depositados em diferentes tipos de substratos visando aplicações de grande interesse tecnológico como os biossensores. Os materiais sintetizados terão suas propriedades estruturais e morfológicas caracterizadas por microscopia de força atômica (AFM), microscopia eletrônica de varredura (MEV), difração de raios-X (XRD) e microscopia eletrônica de transmissão (MET). O material utilizado será o óxido de grafeno reduzido (RGO) com nanopartículas de ouro (Au), devido às propriedades funcionais desse óxido, como a alta condutividade e mobilidade eletrônica. O RGO/Au serão depositados sobre substratos de rígidos e flexíveis por eletroforese. O desempenho dos filmes biossensores para detecção de doenças como, por exemplo, a Hepatite C, será avaliada, quanto à sensibilidade, seletividade, estabilidade e repetibilidade através de medidas elétricas como voltametria cíclica e impedância. (AU)