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O colonialismo português através da lente de Ricardo Rangel: contribuições analíticas sobre fotografia e memória

Processo: 15/19946-7
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2016
Vigência (Término): 30 de novembro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Antropologia
Pesquisador responsável:Sylvia Caiuby Novaes
Beneficiário:
Supervisor no Exterior: Susan Legene
Instituição-sede : Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Local de pesquisa: University Amsterdam (VU), Holanda  
Vinculado à bolsa:14/25152-0 - A fotografia de Ricardo Rangel: experiência, memória e colonialismo em Moçambique, BP.DR
Assunto(s):Antropologia visual   Colonialismo   Moçambique   Fotografia

Resumo

Este projeto de Bolsa Estágio de Pesquisa no Exterior (BEPE-FAPESP) está previsto para ser realizado na Faculty of Humanities da VU University Amsterdam, sob a co-orientação da Dra. Susan Legêne. A proposta está relacionada à minha pesquisa de doutorado no Brasil (processo número: 2014 / 25152-0), "A fotografia de Ricardo Rangel: experiência, memória e colonialismo em Moçambique", realizado no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade de São Paulo. O objetivo da minha pesquisa de doutorado é analisar a produção fotográfica do fotojornalista moçambicano Ricardo Rangel, entre 1950 e 1975. Os eixos desta análise são ativismo anticolonial de Rangel (tanto em sua trajetória como em suas fotografias), a inventividade na prática do fotojornalismo, e os aspectos memorialísticos presentes em sua obra. Os principais objetivos do estágio no exterior é adquirir conhecimento e experiência nos vários aspectos possíveis sobre memória, fontes visuais e história colonial, eixos que são cruciais para a minha pesquisa. Assim, este período proporcionaria um aprofundamento especialmente em três pontos: a) sistematização e discussões de publicações recentes sobre a relação entre fotografia, colonialismo, história e memória; b) reforçar o meu conhecimento teórico e metodológico, através de intercâmbios com outros pesquisadores, bem como a participação em seminários e projetos de pesquisa voltados ao meu tema; c) entrar em contato com fontes de pesquisa que poderiam ajudar a reforçar os aspectos reflexivos e empíricos do meu doutorado. (AU)