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Avaliação da participação do sistema nervoso autônomo parassimpático em um modelo de resposta alérgica alimentar em camundongos.

Beneficiário:

Instituição-sede da pesquisa: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisador responsável:

João Palermo Neto

Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Patologia Animal
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Processo: 11/03884-1
Vigência: 01 de agosto de 2011 - 31 de janeiro de 2013
Vinculado ao auxílio:09/51886-3 - Neuroimunomodulação: fármacos, estresse e citocinas nas relações entre os sistemas nervoso, endócrino e imune, AP.TEM
Resumo
Nas últimas décadas tem sido enfatizada a relevância do estudo das interações específicas entre os sistemas nervoso e imune. Pesquisas conduzidas ao longo dos últimos anos, desde Selye, têm demonstrado que o estresse modifica não apenas a atividade de órgãos linfóides, mas também que o sistema nervoso tem sua função modificada pelo sistema imune. A constatação das relevantes interações bidirecionais entre os sistemas imune e nervoso, e da implicação destas interações na fisiologia e fisiopatologia acabaram por constituir o pilar mestre de um ramo da ciência conhecido como Neuroimunomodulação. Evidências recentes têm demonstrado, um importante papel das vias colinérgicas parassimpáticas na comunicação bidirecional entre o cérebro e sistema imune: a denominada Via Colinérgica Antiinflamatória. Trabalhos experimentais de Basso e colaboradores (2003) mostraram que uma reação alérgica intestinal altera a atividade de células do núcleo paraventricular do hipotálamo e do núcleo central da amígdala, além de induzir alterações comportamentais indicativas de ansiedade. Há evidências na literatura de que as vias aferentes/eferentes do nervo vago são importantes nas interessantes interações entre o sistema imune e áreas especificas do cérebro, tendo-se até mesmo sugerido que estimulação elétrica de terminações eferentes do nervo vago poderia ter ação terapêutica em processos inflamatórios, como, por exemplo, em modelos experimentais de sepsis, artrites, colites e pancreatites. Neste contexto, partindo-se dos experimentos realizados em nosso laboratório por BASSO e colaboradores (2003), pareceu-nos relevante avaliar uma possível participação do sistema nervoso autônomo parassimpático nas funções neurais e imunes desencadeadas por um processo alérgico intestinal. Mais especificamente na resposta imune entérica produzida pela administração de oral OVA em animais OVA sensibilizados. Para tanto, pretende-se utilizar a Anabasina, um agonista do receptores nicotínicos como ferramenta experimental. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
POLIANA FERREIRA GOMES. Avaliação da participação do sistema nervoso autônomo parassimpático em um modelo de resposta alérgica alimentar em camundongos. 2013. Dissertação de Mestrado - Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia São Paulo.
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