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Nano e micro encapsulamento de extratos vegetais de Meliaceae para controle de pragas de solo usando ligninas do bagaço de cana-de-açúcar
| Beneficiário: | Eveline Soares Costa |
| Pesquisador responsável: | Moacir Rossi Forim |
| Instituição: | Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química |
| Linha de fomento: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Processo: | 11/00970-4 |
| Vigência: | 01 de junho de 2011 - 31 de julho de 2013 |
| Vinculado ao projeto: | 08/57859-5 - Controle biorracional de insetos pragas |
| Assunto(s): | Projetos TemáticosBolsas no Brasil - Doutorado |
Resumo
Décadas atrás, produtos agroquímicos foram introduzidos com o objetivo de aumentar os rendimentos agrícolas e o controle de insetos e plantas daninhas. Devido a adaptação e resistência desenvolvidas por estas pragas, a cada ano maiores são a quantidade de pesticidas consumidos e maior o número de novos compostos no mercado desenvolvidos para proteção. Todavia, estas práticas vêm causando efeitos indesejáveis de contaminação ambiental acompanhado do aumento no custo para produção de alimentos. Como resultado, várias agências governamentais estão proibindo o uso de diversos agroquímicos, impondo barreiras de produção. Através de ações coordenadas, é necessário substituir produtos ambientalmente prejudiciais por produtos naturais, porém mantendo a quantidade e qualidade na produção de alimentos. Assim, o tema central deste projeto é a obtenção de um "bio" inseticada modelo para controle de pragas de solo formulado com extratos vegetais de Azadirachta indica (Neem) e Melia azedarach (Cinamomo), nano e microencapsulado, com formas de apresentação em suspensão coloidal e em pó granulado, utilizando como polímero natural ligninas extraídas do bagaço da cana-de-açúcar. As espécies vegetais A. indica e M. azedarach foram selecionadas por serem espécies ambientalmente corretas e por seus amplo espectro de ação inseticida bem definidos na literatura permitindo avaliar a ação destas espécies vegetais para pragas alvo e, principalmente, avaliar as formulações propostas com a degradação/difusão polimérica e eficácia do produto. Neste projeto serão realizados métodos fitoquímicos clássicos para obtenção de padrões de referencia, extração, oxidação e caracterização de ligninas do bagaço da cana-de-açúcar, desenvolvidos e validados métodos analíticos por CLAE para monitoramento das formulações, preparação e caracterização de nano e micro partículas poliméricas para encapsulamento de extratos de Meliaceae e estudos de atividade biológica sobre pragas de solo como a Diabrotica speciosa. Em geral, os produtos naturais são compostos de baixa persistência residual eliminando problemas ambientais. (AU)
Décadas atrás, produtos agroquímicos foram introduzidos com o objetivo de aumentar os rendimentos agrícolas e o controle de insetos e plantas daninhas. Devido a adaptação e resistência desenvolvidas por estas pragas, a cada ano maiores são a quantidade de pesticidas consumidos e maior o número de novos compostos no mercado desenvolvidos para proteção. Todavia, estas práticas vêm causando efeitos indesejáveis de contaminação ambiental acompanhado do aumento no custo para produção de alimentos. Como resultado, várias agências governamentais estão proibindo o uso de diversos agroquímicos, impondo barreiras de produção. Através de ações coordenadas, é necessário substituir produtos ambientalmente prejudiciais por produtos naturais, porém mantendo a quantidade e qualidade na produção de alimentos. Assim, o tema central deste projeto é a obtenção de um "bio" inseticada modelo para controle de pragas de solo formulado com extratos vegetais de Azadirachta indica (Neem) e Melia azedarach (Cinamomo), nano e microencapsulado, com formas de apresentação em suspensão coloidal e em pó granulado, utilizando como polímero natural ligninas extraídas do bagaço da cana-de-açúcar. As espécies vegetais A. indica e M. azedarach foram selecionadas por serem espécies ambientalmente corretas e por seus amplo espectro de ação inseticida bem definidos na literatura permitindo avaliar a ação destas espécies vegetais para pragas alvo e, principalmente, avaliar as formulações propostas com a degradação/difusão polimérica e eficácia do produto. Neste projeto serão realizados métodos fitoquímicos clássicos para obtenção de padrões de referencia, extração, oxidação e caracterização de ligninas do bagaço da cana-de-açúcar, desenvolvidos e validados métodos analíticos por CLAE para monitoramento das formulações, preparação e caracterização de nano e micro partículas poliméricas para encapsulamento de extratos de Meliaceae e estudos de atividade biológica sobre pragas de solo como a Diabrotica speciosa. Em geral, os produtos naturais são compostos de baixa persistência residual eliminando problemas ambientais. (AU)
Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa
Óleo nanoencapsulado contra pragas agrícolas
Óleo nanoencapsulado contra pragas agrícolas
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